#Lésbica #Voyeur

A história que ninguém conta da scarlet nos vingadores

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doida por dildo

Scarlett chegou no camarim com o cabelo preso, roupa comum por baixo, o diretor vai usar ela

Scarlett chegou no camarim com o cabelo preso, roupa comum por baixo, o script ainda na mão. Bateu na porta e entrou. Só estavam o diretor e a costureira. A sala era pequena, espelhos, araras com versões pretas do traje da Viúva Negra penduradas, cheiro de couro novo e spray de tecido.
— Fecha a porta — disse o diretor, sem levantar o olhar da prancheta.
A costureira já tinha o traje na mão: o macacão preto colado, zíper frontal longo, gola alta, recortes nas coxas, o cinto de utilidades ainda separado. O tecido brilhava sob a luz fria.
— O primeiro protótipo veio com defeito — falou a costureira, voz profissional demais. — Muito folgado na cintura, o zíper sobe torto, a entreperna está errada. Precisa provar agora para a gente marcar.
Scarlett olhou em volta. Esperava a equipe. Não tinha ninguém.
— Só nós três? — perguntou.
O diretor sorriu curto.
— Teste fechado. Menos gente, menos vazamento de figurino. Tira a roupa.
Ela hesitou um segundo, depois tirou a blusa e a calça. Ficou de sutiã preto e calcinha. A costureira já estava atrás dela com o macacão aberto.
— Entra por baixo. Devagar.
O couro frio subiu pelas pernas. Colou nas coxas, apertou a bunda, subiu pela cintura. A costureira puxou o tecido nas nádegas, ajeitou, passou a mão para “verificar o caimento”. O zíper ainda estava aberto até o umbigo. Os seios quase apareciam.
— Tá curto demais aqui na frente — disse a costureira, puxando o tecido da entreperna para cima. O couro entrou no meio da xoxota, marcando tudo. — Vê se aguenta o movimento.
Scarlett deu um passo. O tecido raspaou. Ela sentiu.
O diretor se aproximou.
— O problema é esse. A Viúva Negra não pode ter folga. Tem que parecer segunda pele. Abre mais o zíper.
A costureira puxou o zíper até embaixo do peito. O decote ficou fundo. O diretor passou o dedo na borda do tecido, “conferindo”.
— Ainda folgado nos seios. Tira o sutiã por baixo.
Scarlett olhou para ele.
— Precisa?
— Precisa. O couro tem que colar no mamilo. Senão no set vai marcar errado.
Ela passou o sutiã por baixo do macacão e tirou. Os seios ficaram livres, apertados pelo couro preto, mamilos visíveis. A costureira puxou o tecido de novo, ajeitou, passou a palma em cima dos seios “para alisar o vinco”.
O diretor já estava perto demais.
— Agora a parte de baixo. A entreperna está alta demais. Isso aqui vai cortar ela no meio da gravação. Abaixa um pouco.
A costureira enfiou os dedos por dentro da perna do macacão e puxou o tecido para o lado. A calcinha de Scarlett apareceu. Depois a costureira puxou a calcinha também.
— Melhor sem. O couro precisa colar direto.
A costureira puxou o zíper até o fim. O macacão preto caiu pelos ombros, pelas coxas, e ficou amontoado no chão. Scarlett ficou nua no meio do camarim.
A luz fria dos espelhos batia nela inteira. Seios pesados, mamilos escuros e duros. Cintura fina. A bunda grande, redonda, pesada, o tipo que o couro da Viúva Negra ia marcar fundo. Entre as pernas, a xoxota estava à mostra sem nada por cima.
A costureira pegou a fita métrica.
— Fica parada.
Passou a fita primeiro embaixo dos seios, apertando. A fita gelada fez os mamilos latejarem. Depois subiu e envolveu os dois seios juntos, puxando até o tecido da fita afundar na carne.
— Noventa e quatro — disse, olhando para o diretor.
O diretor estava encostado na mesa, braços cruzados, olhando sem pressa.
— Anota o bico também. Distância.
A costureira segurou um seio, levantou, passou a ponta da fita no mamilo. O outro seio ela apertou com a mão livre para “alinhar”. Scarlett respirou pela boca.
Depois a costureira se agachou atrás dela.
— Abre um pouco as pernas. Preciso da circunferência da bunda.
Scarlett abriu. A bunda enorme ficou mais evidente, as nádegas se separando. A costureira passou a fita na parte mais larga, bem no meio, puxando até a fita entrar no sulco. A ponta da fita roçou a xoxota por baixo.
— Cento e oito.
O diretor se aproximou. Parou do lado, olhando de cima.
— Agora a frente. Quero a medida certinha da fenda.
A costureira virou para a frente de Scarlett, ainda de joelho. Com os dois polegares afastou os lábios da xoxota.
Os lábios eram grossos, escuros na borda, rosados por dentro, inchados. O meio estava úmido, brilhando. No alto, o clitóris aparecia grande, rosado, inchado, saindo um pouco do capuz. A costureira segurou o capuz com dois dedos e puxou para trás para “ver o tamanho”.
O grelo ficou exposto, grosso, latejando.
— Grande — murmurou a costureira, como se falasse do tecido. — Vai marcar no couro se não ajeitar a entreperna.
Ela passou a fita de um lábio ao outro, depois de cima a baixo, a fita encostando direto no clitóris. Scarlett contraiu a barriga.
O diretor abaixou um pouco a cabeça para ver de perto.
— Segura aberto.
A costureira segurou os lábios afastados com os dois polegares. A xoxota ficou escancarada: os lábios internos rosados, o buraco se contraindo, o clitóris grande e molhado bem no alto. Uma gota escorreu e caiu no chão do camarim.
— Anota: lábios volumosos, clitóris proeminente. O zíper da Viúva não pode subir reto. Tem que desviar ou vai apertar ela o filme inteiro.
O diretor estendeu a mão. Não tocou ainda. Só ficou perto o bastante para o calor da palma chegar na xoxota aberta.
— Mede de novo. Quero o número exato do grelo.
A costureira colocou a fita em cima do clitóris, pressionando de leve. O botão rosado latejou contra a marca dos centímetros.
Scarlett estava nua, pernas abertas, seios marcados pela fita, a bunda enorme ainda com a marca vermelha da medição, a xoxota exposta para os dois.
O diretor endireitou o corpo.
— Agora a gente testa se o próximo protótipo entra sem folga. Sem calcinha. Sem sutiã. Só o couro em cima disso.

Scarlett vestiu o roupão branco do camarim. Amarrou frouxo na cintura. Por baixo não tinha nada. Os seios marcavam o tecido. Quando sentava, a fenda do roupão abria e a xoxota aparecia.
Ficou esperando. Alguns minutos. O relógio da parede andava devagar. Ela cruzava e descruzava as pernas, ainda sentindo a fita métrica na pele.
A porta abriu.
O diretor entrou primeiro. A costureira vinha atrás com o novo protótipo pendurado no cabide. O macacão preto da Viúva Negra parecia o mesmo de longe. Couro brilhante, zíper longo, recortes nas coxas. Só que na entreperna, por dentro, havia um volume.
A costureira desvirava o traje na frente dela.
Por dentro da calça, costurado no forro, um dildo grosso estava fixo de ponta para cima. Preto, veias marcadas, base larga presa no tecido para não sair. Invertido: quando ela vestisse, o pau de silicone ia entrar nela e ficar lá dentro o tempo todo da atuação.
Scarlett olhou e deu um passo atrás.
— Isso vai entrar na minha xoxota?
O diretor fechou a porta.
— Vai. E vai ficar. Assim o figurino não folga na frente da câmera. Você anda, luta, agacha… e o volume permanece no lugar.
— Se alguém notar?
— Ninguém nota. Por fora é só o couro colado. Por dentro você leva isso até o fundo.
— Diretor… o dildo é grande.
Ele não respondeu. A costureira já estava abrindo o roupão dela.
Scarlett ficou nua de novo. A costureira ajoelhou na frente, segurou o macacão aberto e posicionou a base do dildo na altura da xoxota.
— Abre as pernas. Agacha um pouco.
Scarlett obedeceu. Os lábios ainda estavam inchados da medição. O clitóris grande e rosado latejava. A costureira segurou o dildo e encostou a cabeça grossa no meio.
— Empurra você. Quero ver se entra.
Scarlett respirou fundo, segurou o pau de silicone com a mão e tentou. A cabeça abriu os lábios. Entrou um pouco. Ela gemeu baixo. Empurrou mais. O dildo era grosso demais para o primeiro movimento. A xoxota esticou, os lábios finos se abriram em volta da borracha preta.
— Mais — disse o diretor, parado bem perto, olhando de cima.
Ela desceu o quadril. O dildo avançou. Metade. A barriga tremeu. A costureira puxou o macacão para cima ao mesmo tempo, enfiando as pernas dela nas calças pretas enquanto o silicone sumia dentro.
Scarlett segurou o ombro da costureira.
— Tá grande…
— Continua.
Ela desceu mais. O dildo entrou até a base. A xoxota engoliu tudo. Os lábios ficaram esticados em volta da raiz. O clitóris ficou esmagado contra o forro interno do couro.
A costureira puxou o macacão até a cintura, depois pelos seios, e fechou o zíper até o peito. Por fora, o traje da Viúva Negra estava perfeito: preto, colado, sem folga. Por dentro, Scarlett estava recheada até o fundo, o dildo fixo, latejando a cada respiração.
Ela deu um passo. O silicone se mexeu dentro. Outro passo. A ponta bateu fundo.
O diretor andou em volta dela.
— Agora anda até o espelho. Quero ver se o couro disfarça.
Scarlett andou. As pernas abertas demais. A bunda enorme marcada no preto. A xoxota latejando em volta do dildo que não saía.
No espelho, a Viúva Negra estava pronta para gravar.
Por dentro, a atriz já estava fudida.
O set já estava montado. Luzes quentes, câmeras no lugar, o diretor gritava a última instrução. Scarlett entrou em quadro de preto, o macacão da Viúva Negra colado no corpo. Cada passo fazia o dildo se mexer dentro dela. A base larga pressionava os lábios por baixo do couro. O clitóris, já inchado, raspava no forro a cada movimento.
Ela suava. Não era só o holofote. A testa brilhava, o pescoço molhado, o couro grudava nas costas. Andava com as pernas um pouco abertas demais, o quadril travado, tentando não gemer.
O ator do Thor esperava no marcador ao lado dela. Alto, capilé, o martelo na mão. Entre as atrizes o assunto era antigo: pau grande, grosso, o tipo que marcava até por baixo da calça de ensaio. Ele olhou Scarlett de cima a baixo e franziu a testa.
Ela deu mais dois passos. O volume na entreperna do macacão apareceu. Não era o cinto. Era redondo, duro, o relevo da base do dildo empurrando o couro para fora, bem no meio da xoxota. Em cima, um segundo volume menor: o clitóris grande e inchado marcando o tecido preto, um pontinho duro latejando.
Ele se aproximou como se fosse ensaiar a marcação. Inclinou a cabeça e falou baixo, só para ela:
— Tá com dildo, não é?
Scarlett engoliu seco. Suor escorria entre os seios. O dildo latejava fundo. Quase gozando só de andar.
— Sim — sussurrou, sem abrir a boca direito.
Eles começaram a andar juntos no primeiro take de movimento. Lado a lado, conversa de cena, ela tentando manter o rosto sério. A cada passo o silicone batia no fundo. O couro da frente esticava. O grelo inchado subia e descia por baixo do preto, um relevo nítido que o ator do Thor não disfarçava que estava olhando.
Ele deixou o olhar descer enquanto falava o texto. Viu o formato redondo da base apertando os lábios por fora. Viu o clitóris marcado, grosso, molhando o couro por dentro a ponto de o tecido escurecer um pouco no meio.
— Anda direito — ele murmurou no meio da fala, quase sem mexer os lábios. — Tá coxeando com isso enterrado.
Ela apertou os dentes. Mais um passo. O dildo empurrou. Os lábios se abriram em volta da base por baixo do macacão. O grelo raspou com força. As pernas tremeram.
O ator do Thor atrasou meio segundo a marcação só para ficar atrás dela um instante. Olhou a bunda enorme no couro, depois o volume da frente quando ela virou. O relevo do dildo e do clitóris juntos, sujos, óbvios para quem estava perto o bastante.
— Porra — ele disse baixo. — Tá quase gozando no meio do set.
Scarlett não respondeu. Só andou. Suando. O macacão preto colado. O dildo fundo. O grelo inchado latejando visível por cima da roupa enquanto o Thor ao lado não tirava o olho dali.
Eles cortaram a cena. O diretor gritou “ok” e o set começou a se desmontar em volta. Scarlett saiu andando ainda de macacão preto, pernas meio abertas, o quadril travado. Cada passo fazia o dildo se mexer fundo. O couro da frente estava escuro de tanto tesão.
O ator do Thor acompanhou ela até o corredor do camarim, sem holofote, sem equipe. Falou baixo:
— Quero ver o tamanho que o diretor mandou você usar.
Ela entrou no camarim. Ele fechou a porta. Scarlett ficou de frente para ele, puxou o zíper até embaixo e desceu o macacão pelas coxas. O couro saiu grudado. No meio da xoxota, a base preta do dildo apareceu, larga, esticando os lábios.
Ela segurou a base e começou a tirar devagar.
Os lábios vieram junto, inchados, rosados por dentro, brilhando. O dildo saía grosso, veias marcadas, molhado até a raiz. O clitóris grande e rosado ficou à mostra, latejando, o capuz puxado para trás.
No instante em que a cabeça do silicone saiu, ela gozou.
O squirt saiu forte, em jato. Bateu na cara dele: queixo, boca, pescoço. Quente, transparente, em quantidade. Escorreu pelo peito do figurino de Thor. Scarlett tremeu, pernas abertas, a xoxota pulsando vazia, ainda pingando.
Eles não viram a porta abrir.
A esposa do ator entrou. Alta, corpo marcado, cabelo solto, uma mulher linda de rosto fechado de quem veio buscar o marido no set. O segundo jato ainda estava saindo quando ela apareceu no vão da porta.
O squirt acertou o rosto dela também.
Bateu na boca, no queixo, escorreu pelo pescoço e manchou a blusa. Ficou pingando no colo. Ela parou congelada, olhos arregalados, a porra da outra mulher escorrendo pela pele.
Scarlett ainda estava gozando, o dildo na mão, a xoxota aberta, o clitóris inchado latejando. O ator do Thor com o rosto molhado. A esposa no meio da porta, assustada, o rosto brilhando daquela porra inesperada, sem entender o que acabara de ver.
A esposa passou a língua no próprio lábio e lambeu o squirt que tinha escorrido até o canto da boca. Engoliu. Olhou o marido com o rosto ainda molhado e falou baixo, quase rindo:
— Tá bem, amor. Relaxa.
O ator do Thor passou a mão no queixo, ainda com o gosto dela na boca.
— Ela tá gozando tem uma hora nessa gravação. O diretor enfiou aquele dildo e não tirou. Ela mal consegue andar.
A esposa se agachou na frente de Scarlett. Scarlett ainda estava com o macacão pelas coxas, pernas abertas, a xoxota pulando vazia, o clitóris rosado e grande latejando fora do capuz. Os lábios eram largos, abertos, iguais a uma borboleta molhada: as asas grossas, escuras na beira, rosadas por dentro, pingando.
A esposa segurou as coxas dela e encostou a boca.
Passou a língua primeiro no meio, de baixo para cima, abrindo os dois lábios. A língua larga varreu a fenda inteira, subiu até o grelo e ficou ali. Chupou o botão rosado com a boca inteira, puxando, soltando, passando a ponta da língua em círculos em volta.
Scarlett soltou o ar pela boca. Os ombros desceram. Pela primeira vez desde o camarim ela parou de tremer tanto.
O marido encostou na parede, olhando.
— Lembra da faculdade, amor? — soltou uma risada baixa. — As amigas chamavam ela de Deise mamadeira de grelo. Isso é outra história.
A esposa não respondeu. Estava com a boca na xoxota da Scarlett. A língua entrava entre os lábios grandes, abria as “asas” da borboleta, chupava um lado, depois o outro, e voltava para o clitóris inchado. Cada lambida fazia os lábios se contrair em volta da boca dela.
Scarlett segurou o cabelo da mulher. Não puxou. Só segurou. A chupada era lenta, molhada, firme no grelo. O alívio veio em onda: a barriga amoleceu, as pernas pararam de tremer, o corpo inteiro desceu um degrau.
— Assim… — ela sussurrou, a voz já outra. — Fica. Fica aí.
A esposa prendeu o clitóris grande entre os lábios e chupou ritmado, a língua batendo por baixo. Os lábios vaginais da Scarlett cobriam o queixo dela, largos, molhados, batendo na cara a cada movimento.
Scarlett fechou os olhos. Pela primeira vez no dia ela ficou calma. Ainda aberta. Ainda latejando. Mas calma, com a boca da mulher do Thor mamando o grelo rosado como se tivesse o dia inteiro para isso.
Eles se arrumaram em silêncio. Scarlett puxou o macacão, fechou o zíper até o peito e passou o roupão por cima. A esposa do ator limpou a boca com o verso da mão. O ator do Thor ainda tinha o gosto dela no queixo.
Na porta do camarim, a mulher parou e olhou para Scarlett.
— Outra hora a gente termina isso. Mas da próxima o Thor entra também. Os dois.
Scarlett assentiu, ainda com as pernas moles.
— Combinado.
Eles saíram. O corredor do estúdio já estava quase vazio. Scarlett ficou mais um instante, respirou fundo e foi até a saída do set.
O diretor estava encostado na cadeira de vídeo, prancheta na mão. Viu ela passando e falou sem levantar a voz:
— Vai ter mais. O figurino ainda não está pronto. Amanhã a gente testa de novo.
Scarlett não respondeu. Só levantou a mão e acenou, já de costas, o macacão preto colado no corpo, o corpo ainda latejando por baixo.
Fim.

Continua

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