Voltando a minha cidade
Preparei minha viagem a minha Terra Natal deixando minha filha aos cuidados de minha sogra. Com uma procuração de meu marido na mala, embarquei em um avião, sendo recebida no aeroporto de destino por minha irmã caçula, a Suzi, que já contava com cinco anos de casada e com vinte e seis anos de idade, enquanto eu estava com trinta e dois, casada a oito anos. O objetivo da viagem era a assinatura do inventário e como meu marido é muito reto em seu trabalho, recusou-se a faltar para me acompanhar. Em nossa Cidade, minha irmã dirigiu direto a um apartamento de um quarto em uma ilha que dá vista a toda a orla, esse imóvel só foi descoberto no levantamento de bens em nome de meu pai, era claramente um matadouro com decoração erótica e tudo mais, que vim a saber que desde a descoberta da existência do bem, minha irmã mantinha o ambiente sempre limpo e preparado para receber visitas, o que estranhei e ao indaga-la, percebi que ela foi bem evasiva na resposta. Logo que vi a vista me encantei e devido ao calor local ao qual eu já não estava acostumada, resolvi entrar na ducha com um jato maravilhosamente forte. Estava ali deixando a agua cair no meu corpo, quando minha irmã entra no box completamente nua e ainda movida por nosso amor de irmãs, nos abraçamos e fui surpreendida com um beijo lascivo de Suzi que de modo muito sensual passou a alisar meus seios, minhas costas e logo seus lábios encostaram em meu pescoço e sua língua passada bem suavemente nele todo, fizeram meu corpo se contrair de tesão, por algum tempo esqueci que aquela mulher sedutora é minha irmã e aceitei de bom grado a espetacular massagem clitoriana que ela formidavelmente me aplicava, eu nunca tinha sido bolinada de forma tão excitante e me entreguei gemendo como já não fazia a muito tempo, aceitei um de seus dedo no interior de minha vagina e o polegar da mesma mão em meu clitóris enquanto outro dedo de outra mão penetrava meu cuzinho, me foi permitido chupar aquela língua deliciosa, tive ali ainda no box imprensada aos azulejos um orgasmo múltiplo, forte, prolongado e profundo. Sem me importar que aquele prazer havia me sido dado por uma mulher, coisa que nunca me tinha acontecido antes, especialmente por minha irmã, fui tomada por uma vontade louca de ter mais prazeres daquela qualidade, sem levar em consideração que estávamos em uma situação lésbica e incestuosa, Enquanto nos esfregávamos uma na outra passamos rapidamente uma mesma toalha em nosso corpos e nos encaminhamos abraçadas para uma cama king e nos jogamos nela. Suzi mostrando toda sua destreza de comedora, escorregou sobre meu corpo, abriu minhas pernas, travando-as com seus braços, abocanhou meu grelo que estava duro como jamais estive, fazendo-me gemer prolongadamente e em volume descontrolado, demostrando rara pericia minha irmãzinha enquanto chupava minha buceta levando-me a um estado de total desespero para atingir o orgasmo, conseguido após coletar parte da seiva que escorria de minha racha, invadir meu anel anal com seu polegar. A excitação foi tão grande que explodi em uma verdadeira convulsão orgástica e para o deleite de minha comedora, me debati por um bom tempo, terminando na posição fetal ainda sofrendo fortes espasmos musculares enquanto ela praticava uma frenética masturbação fascinada com meu espetáculo, permitindo-me ouvir ao longe seus gemidos de prazer. Nos abraçamos e ficamos um bom tempo em silencio, até que Suzi cochichou no meu ouvido: "Eu sonhei com esses momentos por muitos anos". Nos beijamos como duas lésbicas apaixonadas e ela continuou: "Agora você entende porque mantenho esse apartamento? Eu e meu marido, que diga-se por sinal sempre foi louco por você, já fizemos muitas loucuras aqui". Abismada com as revelações de minha irmã, olhei dentro de seus olhos e perguntei também cochichando: "Arthur sempre foi louco por mim?". Ela com aquela cara de sacana que eu desconhecia até então, me revelou: "Sempre, desde que namorávamos, varias vezes fantasiamos que você estava nessa cama conosco?". Levada por aquela confissão, minha imaginação foi longe e nos beijamos ardentemente, esfregando nossas bucetas uma na coxa da outra e como em um passe de mágica estávamos novamente excitadas. Suzi levantou rapidamente, abriu um armário e dele tirou uma cinta com um vibrador de silicone acoplado, colocou uma camisinha no bruto ligou e deitou-se sobre mim, penetrando-me com vagar, fazendo com que eu sentisse cada milímetro daquele instrumento excitante que abriu caminho em meu túnel bem lubrificado enquanto minha irmãzinha falava em meu ouvido: "Imagine que que seu cunhadinho está metendo em você aquela pica deliciosa". Meu cérebro aceitou a sugestão e passei a rebolar embaixo do corpo de minha irmã que fazia movimentos delicioso, forçando o fundo de meu canal provocando uma sensação maravilhosa em todo meu corpo, até que perdida em minha fantasia eu disse aos gritos: "Isso Arthur me fode gostoso, mete lá no fundo ..." Quando eu estava quase chegando lá, Suzi naquele desespero diz: "Olha a cara do seu marido vendo seu cunhado te arrombando". Explodi como uma puta imaginando meu marido ali se masturbando ao lado da cama em um novo gozo espetacular. Mesmo depois de gozar, segurei o corpo de minha irmã para sentir aquela vibração mais um pouco, foi quando resolvi que tinha que dar mais prazer à aquela mulher gostosa e pedi para ela tirar a cinta. Assim que vi aquela buceta babando, sem a menor cerimônia, enfiei minha cabeça entre as coxas bronzeadas e passei a sentir os músculos das coxas de minha irmã tremerem em minhas orelhas enquanto ouvia seu choramingo. Amei chupar pela primeira vez uma buceta, especialmente quando minha boca foi invadida por uma quantidade extra de mel que brotou da vagina de minha irmã, indicando que eu a estava fazendo gozar. Voltamos a nos abraçar e em seguida fomos à ducha e lá perguntei: "Arthur sabe que você o que está acontecendo". Minha irmã me abraçou e disse: "Ele já deve estar a caminho para se juntar a nós"
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