As Meninas do Parquinho II
CONTINUAÇÃO...)
- É o senhor, não é? É o senhor que as minhas filhas estão chupando.
- Que conversa é essa Dona Suzana?
- Fala! Pode falar. É você, não é?
Pego de surpresa pela pergunta, eu devia estar pálido naquela hora, o que deve ter reforçado as certezas dela.
- A senhora tá é com minhoca na cabeça. Que história é essa?
- Eu passei a noite inteira ligando os pontos depois daquilo que o senhor disse: "Meu pau tem muito leite". Aquilo não saiu da minha cabeça.
- A senhora tá construindo uma história sem pé nem cabeça.
- Eu sei que é você! Por isso que você ficou de pau duro ontem. Tava lembrando do que fez com minhas meninas. Quem mais ficaria assim ouvindo o relato desesperado de uma mãe? Meu deus, você é um monstro.
- Suzana, para com isso!
Ela sentou na poltrona velha que fica na salinha. A mesma que suas menininhas eram sarradas. Olhar a mãezinha ali, chorosa, perdida em seus próprios pensamentos, assustada, na mesma cadeira na qual suas meninas chupavam meu pau terminou por me excitar. Não consegui me controlar, e instintivamente, passei a mão na minha rola por cima da calça e ela endureceu mais. Mas, ela não percebeu nada; só pensava e si mesma naquele momento.
- Na hora que você me agarrou, como se fosse me consolar, senti sua rola dura esfregando em mim. Meu Deus, eu me deixei levar. Tô há tanto tempo sem homem, tanto tempo sem ser comida, só trabalhando, preocupada com o futuro, que não tive forças. Eu me deixei levar. Quando eu dei por mim, já tava inclinada na mesa, sentindo sua rola na minha buceta. Foi bom, eu sei... Eu precisava gozar, sentir uma pica me invadindo, precisava tanto, tanto tempo sem homem, que não percebi o que tava fazendo. Meu Deus, meu Deus...
Suzana começou a chorar de novo.
- Suzana, tenha calma! A senhora tá completamente alterada.
Eu me aproximei e, de repente, tava em pé, em frente a ela, sentada na poltrona. Quando ela levantou o rosto, foi impossível não ver meu pau estufando a calça. Ela escondeu o rosto entre as mãos, chorando:
- Meu Deus, o senhor é completamente pervertido. Como você pode? Tá de pau duro de novo! Filho da puta...Eu vou na delegacia agora! Você vai pagar por tudo o que fez!
- A senhora nem sabe o que tá dizendo.
Ela levantou tentando sair do quartinho. Assustando com o rumo que as coisas estavam tomando, segurei-a pelo braço:
- Me solta! Me soltaa! Eu vou na delegacia. Todo mundo vai saber quem você é.
- E vai expor suas filhas aos olhares de todos? Imagina suas vizinhas sabendo que suas filhinhas são safadinhas? E as amiguinhas da escola sabendo de tudo? É isso que você quer?
- Então, você admite? Foi você mesmo! Monstro pervertido. – disse voltando a sentar na poltrona, chorando.
- Para com isso. A senhora tá fazendo um escândalo!
Ela se levantou de novo pra tentar sair. Segurei-a pelo braço e com medo que desse merda de vez ou até que alguém escutasse ela alterada, dei-lhe um sonoro tapa e ela caiu de novo da poltrona. Então, aconteceu algo que eu não esperava.
Suzana se transformou; depois do tapa ela se encolheu como uma menininha ferida. Não havia mais a mulher raivosa, nem grito ou alteração. Ela silenciou como se tivesse perdido as forças. Peguei-a pelo braço e a arrastei pra dentro do quarto onde ficava minha cama e uma cadeira. Ela caminhava toda encolhida, chorando baixinho.
- Vem cá!
- Por favor, me solta! – disse ela, chorosa.
- Fica quieta!
Confesso que não sabia o que fazer, mas tinha me excitado em dar-lhe um tapa e mais ainda quando ela ficou toda frágil depois disso. Eu sentei na cadeira, levantei a saia dela e rasguei a calcinha. Ela permaneceu encolhida, sem sequer conseguir reagir, com uma cara de medo, de quem não sabia o que esperar. Antes que ela fizesse algo, eu a puxei e sentei-a de pernas abertas, no meu colo.
- O que o senhor tá fazendo? – disse ela ainda completamente entregue, sem nenhuma capacidade de reação.
O tapa que eu lhe dei tinha tirado ela do ar. Parecia que tava grogue, como se tivesse bêbada. Pelo jeito que ficou, acho que já tinha apanhado antes; talvez até a separação tenha sido por que o marido lhe dava uns tapas de vez em quando. Mas o fato é que ela ficou completamente indefesa depois. Até a voz dela ficou mais baixa.
Botei o pau duro pra fora e acomodei ela em cima. Ela reclamou um pouco, mas com a mão em sua bunda, guiei os quadris dela. Ela tentava resistir; já sabia o que eu tava tentando. Mas, com um pouquinho de paciência, logo, minha rola tava socada naquela buceta.
- Para! Eu não quero! Tá me machucando! Eu não quero.
- Fica quieta, ou quer apanhar de novo?
- Não, por favor, não me bate mais!
Ela acalmou. Sentada na rola, Suzana estava frágil, entregue. Me abraçava chorosa; logo eu, ao mesmo tempo refúgio e algoz daquela mãezinha gostosa. Deixei que ela se aninhasse no meu peito, alisei seus cabelos e falava baixinho pra ela se acalmar. Nem parecia que minha rola tava dura, socada entre suas coxas. Agora, ela era mais uma menininha pra eu cuidar.
Depois de uns momentos em silêncio, ela falou baixinho:
- O senhor tá comendo minhas filhas! Eu não aguento isso.
- Eu não tô comendo elas coisa nenhuma.
- Elas são só crianças.
- Crianças nada, são adolescentes já. E, como a senhora mesmo disse, na idade de ter as experiências sexuais delas.
- Mas não era pra um adulto tá comendo elas.
- Já disse que não tô comendo suas filhas. Elas continuam virgens; até onde sei, ninguém torou o cabaço delas. Eu confesso que tô pegando elas, mas não comi nenhuma das duas. São só brincadeirinhas.
Quando disse isso, Suzana despertou um pouco do seu estupor, levantou o rosto do meu ombro, limpou as lágrimas, me olhando um pouco surpresa.
- O senhor acha brincadeira encher a boca das minhas filhas de leite? Botar elas pra chupar sua rola?
- Se não for eu, vai ser um menino qualquer. Mas chupar, elas vão de um jeito ou de outro. Mas, se sua preocupação é com o cabaço delas, ele ainda tá no lugar.
- Então, minhas meninas ainda são virgens?
- Até onde sei, sim. A virgindade delas tá segura comigo. O cabacinho delas tá quietinho no canto dele; pelo menos, por enquanto.
- Como assim, por enquanto? - Suzana tomou um susto com a resposta, tentando se levantar do meu colo. Rapidamente, a puxei de volta, o que fez com que a minha pica enterrasse de novo naquela buceta, fazendo um dar um gemido mais forte. Segurei ela bem forte, enterrando o máximo minha rola naquela buceta quente.
- Fica sentadinha aqui.
- Me solta!
- Fica sentadinha, que você tem muito o que saber sobre suas filhas.
Ela voltou a me olhar assustada, mas sem mais tentar sair do meu colo.
- Como assim? Saber o que?
- Me ouve!
- O que tem pra eu saber?
- Me ouve. Fica quieta e me ouve. Você sabe que as meninas e os garotos sempre descem pra ficar aqui no parquinho anexo ao meu quarto. Toda noite fazem isso.
- Que tem isso demais?
- O que você não sabe, é que na parte de trás do quarto, tem uma área vazia, com pouca luz. Tem uma árvore que deixa tudo mais ainda na penumbra, perto das lixeiras.
- E daí?
- Daí que quando as meninas mais novas sobem pra casa, ficam só as maiores. É pra esse escurinho que elas vão com os garotos pra darem uns amassos.
- Elas tão na idade de fazer isso. São as descobertas delas.
- Fica quieta e me ouve. Eu ainda não acabei. Sabe a Marcela, aquela que lhe falei ontem, que namora com o César? Ela é uma das mais atiradinhas; acho que por que tá namorando. Os pais devem controlar bastante o namoro, então, ela foge pra perto das lixeiras. Ele enfia os dedos nela pelo lado da calcinha, esfrega a buceta dela até ela gozar gemendo. Depois, é a vez dela. Primeiro, ela só batia uma punheta, mas hoje ela já chupa o pau dele até ele gozar. Ele segura ela pelos cabelos e faz como se tivesse fudendo a boquinha dela. Dá pra ouvir ela se esgasgar com as metidas. Na hora de gozar ele tira o pau e goza na grama.
- Como você sabe disso tudo? – Suzana olhava pra mim, com os olhos arregalados, assustada.
- Isso não é nem a metade! Tem uma moreninha do cabelo cacheado, a Rafaela, do Bloco A, que vai pra lá com um vizinho dela. O garoto se aproveita do rabo dela.
- Mas ela é crente.
- Ela pode ser crente na igreja, mas perto das lixeiras, ela é bem safadinha. Ela é pequena, mas tem um puta rabo pra idade dela. Ele pega nos peitos e na bunda dela, mas ela não deixa de jeito nenhum ele encostar na buceta. Ela gosta mesmo é de ser dedada enquanto ele a beija. O garoto passa cuspe no dedo e fica enfiando no cuzinho dela. Ela se derrete toda com um dedo no rabo. Essa, quando crescer, vai dar a bunda como uma profissional.
- Meu Deus! Como você pode saber disso?
- Escuta! Tem mais!
Sazana talvez não tivesse se dado conta, mas à medida que eu contava a putaria das meninas, o corpo dela dava sinais de excitação. Ela já mexia suavemente os quadris, fazendo meu pau fudê-la devagarinho e deixando sua buceta mais molhada.
- O melhor é que depois ela levanta a saia e baixa a calcinha, virando o rabo pro garoto. Ele passa mais cuspe no rego dela e esfrega o pau até gozar. Ele sempre leva um paninho pra limpar a porra escorrendo pelas coxas dela.
Suzana, olhava assustada, mas sua buceta estava gostando do relato.
- Mas nenhuma delas transa, somente a Roberta. O namorado dela mora no andar de baixo do seu bloco. Ele come muito ela lá perto das lixeiras. Ele mete sem pena e ela aguenta muita rola. Às vezes, ele tem que tampar a boca dela por que ela geme muito alto. Por conta do lugar, ele só mete por trás, mas agora que o pai deixa ele sair no carro, deve tá comendo ela em outros lugares. E sabe o pior? Ele não usa camisinha; ele tira o pau antes de gozar e goza na grama. Esse é o perigo pra suas menininhas.
- Que minhas filhas tem a ver com isso?
- Você ainda não entendeu, caralho? Porra! – disse segurando o rabo dela e fazendo ela rebolar mais forte.
- Entender o que?
- Suas filhas são virgens sim, mas até quando? Você sabe muito bem que esse negócio de tirar o pau antes de gozar é a maior balela. Vacilou, essa menina pega um bucho. É esse que você quer pra suas filhas? Pegar um bucho de algum menino desses?
Suzana já cavalgava devagar na minha rola. O corpo tinha respondido. A cabeça tava preocupada com as meninas, mas a buceta só queria rola.
- Claro que não!
- Você sabia que a Sarinha tinha uns ficas com um loirinho do Bloco B? Eles se sarravam lá na lixeira também. Ela ficava pegando na rola dele e batendo punheta até ele gozar. Ele queria que ela chupasse, mas ela não cedeu de jeito nenhum. Sabe o que ele fez? Escanteou ela. No dia seguinte, tava com uma amiga dela nos amassos. A outra menina não deu nem trabalho pra chupar ele. Ela subiu pra casa com cara de choro.
- Eu lembro. Isso tá com uns quatro meses. Foi logo depois do aniversário dela. Ela chegou chorando e não quis dizer o que era. Achei que era briga com alguma amiga.
- É, a amiga tava era com o pau do ficante dela atolado na garganta.
Suzana já suspirava na rola, mexendo nervosa.
- Mas o que isso tem a ver? – disse chorosa.
- Que merda! Ainda não entendeu? Quanto tempo vai levar pra sua menininha arranjar outro ficante? Quanto tempo pra ele torar o cabaço dela? E o perigo dela pegar um bucho? Essas meninas tão com a buceta pegando fogo. Quanto tempo mais pra ela tá levando rola? E a Julinha também? Todas vão lá pra lixeira serem sarradas. Quando elas descem pro parquinho usando saia, já sei que tem esquema pra serem dedadas.
- Mas como é que você sabe disso tudo?
- Isso é pra depois. Não é importante agora!
- Nem sei mais o que pensar. Eu quero gozar! Meu Deus, o que é que eu tô dizendo?
Suzana remexia forte na rola, excitada com aquela história toda. Deixei que ela gozasse no ritmo dela. O gozo veio forte, ela apertando as pernas em mim, se tremendo toda. Logo depois, desfaleceu em cima de mim, relaxada. A raiva tinha passado.
- Eu preciso ir embora. Minhas filhas já vão chegar.
- Espera. Suas filhas precisam de proteção, de um homem que cuide delas. você mesma disse que o pai delas é ausente.
- Cuidar como?
- Deixa suas filhinhas comigo. Eu vou cuidar e proteger elas. Nenhum garoto vai chegar perto delas e, de quebra, ainda vou ficar comendo a mãezinha delas.
A raiva voltou aos olhos dela. Tentou se levantar e a puxei de novo pra cima da pica, segurando-a pelos cabelos.
- Fica quieta, senão dou-lhe outro tapa! Quer que alguém saiba que você está aqui?
- Você quer ficar comendo a mim e às minhas filhas? Como quer que eu me acalme?
- Já falei que não tô comendo suas meninas. O cabacinho delas tá intacto. Eu tô só amamentando elas.
Abri a blusa dela e expus seu seio.
- Você já deu de mamar a elas. Agora é a minha vez. Só o leitinho que é diferente. – disse abocanhando aquele peito gostoso, bicudinho.
Suzana suspirou tentando se soltar, mas não conseguiu nada a não se remexer ainda mais na minha pica.
- Você quer suas filhas protegidas, não quer?
- Quero.
- Então, esse é o trato. Não precisa de choro. De quebra você vai ter um homem pra te satisfazer e cuidar de você também.
- Meu Deus, eu nem sei o que fazer. Eu quero rola.
- Deixa eu cuidar delas e de você, e sempre vai ter rola pra você também.
- Tá certo. Tu-tudo bem – disse hesitante.
Suzana, depois da gozada, tava bem molinha. Quase sussurrando, com o rosto escondido no meu ombro.
Ela havia sido vencida.
- Eu não ouvi, fala mais alto!
- TÁ CERTO.
Enfiei um dedo no cuzinho dela.
- Se tá certo, então repete qual é o trato.
- Tira o dedo daí.
- Repete. – disse enterrando mais ainda o dedo no seu rabinho.
- Para! Eu não gosto!
- Repete!
- Eu deixo você amamentar minhas filhas e, em troca, você cuida delas e de mim.
- Isso mesmo. Agora levanta da rola e vai pra casa.
Suzana levantou e ajeitou a roupa, não sem antes olhar pro meu pau duro. Não tinha mais calcinha, mas não ia precisar. Eu a levei até a porta do quartinho. Ela tava cabisbaixa, envergonhada em concordar com o trato, mas foi ai que ela mais uma vez ela me surpreendeu. Já na porta, ela levantou o rosto, mas seu olhar tava diferente, duro, forte.
- Mas tem uma condição, seu Claúdio.
- Que condição?
- Eu quero saber de tudo!
- Como assim tudo?
- Tudo! Minhas filhas não simplesmente chegaram aqui e foram lhe chupando e bebendo sua porra. Quero saber como tudo aconteceu. Tudo!
- Tudo bem. Eu vou lhe contar tudo, mas outra hora. Agora vai.
Depois que concordei, Suzana olhou, já com mais suavidade pra mim.
- Você não gozou. Quer que eu chupe?
- Não, eu vou guardar o leitinho pra minhas menininhas hoje à noite. Não estranhe se elas demorarem um pouquinho pra voltar pra casa.
Ela quis dizer algo, mas tinha aceito o trato. Não tinha mais jeito. De repente as meninas chegaram no portão e correram até a mãe, que as recebeu com alegria.
- Já pra casa todas duas. Tomar banho e jantar.
Elas foram na frente e Suzana se virou para segui-las:
- Ah, mais uma coisa Dona Suzana. Não esquece de mandar elas virem de saia.
- De saia pra que, se elas só vão chupar e punhetar?
Dei um sorrisinho de canto de boca e fechei a porta do quartinho.
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Comentários (6)
Tuga tarado: Muitas mães têm essa fantasia, desejo, ver as filhas com seus amantes, homens, pai delas.. mas a cabeça luta contra como sabemos ;)
Responder↴ • uid:b9408ou4fykRita: Verdade isso Tuga, eu mesma tenho essa louca tesão por isso. E tenho amigas com mesma tesão nisso, mas a cabeça luta contra o desejo, a tesão.
• uid:8ihimnxmg3aLordDevil: Caralho, quando sai a próxima parte? NECESSITAMOS da continuação! rs
Responder↴ • uid:dlo3mjp8mPai Evangélico: Que bênção, sempre levo minha filha de vestido no parquinho e vejo outros homens olhando a calcinha dela enquanto brinca
Responder↴ • uid:1ehxi4imooyrHuho: Mas
Responder↴ • uid:4a205r0nt0kcobra: excelente
Responder↴ • uid:y8i5kd9i