Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar- Parte 5
O som dos pesos batendo contra o chão de borracha e o cheiro forte de suor e metal impregnavam o ar da academia no final da tarde. Eu estava na última série de agachamentos quando percebi uma alteração sutil no movimento ao meu redor. Não precisei nem olhar para trás para saber quem tinha acabado de passar pela catraca de entrada, Bruno.
Ele caminhava lentamente pela área de musculação, vestindo uma camisa polo preta ajustada ao peitoral largo e uma calça escura de corte reto. A postura ereta e a imponência madura dele contrastavam com os adolescentes e jovens que treinavam ali. Aos olhos de qualquer um, ele era apenas o padrasto preocupado e dedicado, acompanhando o treino do enteado no fim do dia. Mas para mim, a forma como os olhos dele me mapeavam, descendo pelas minhas pernas trêmulas e fixando-se no calção curto de ginástica, dizia outra coisa. Ele estava caçando.
Ele parou a um metro de mim, cruzando os braços pesados sobre o peito.
— A posição tá errada, Bernardo — ele disse, com a voz grave sobressaindo ao som da música alta do ambiente. Ele se aproximou, parando exatamente atrás de mim. A mão grande dele pousou na minha lombar, os dedos se cravando na minha carne por cima da regata e me empurrando um pouco mais para baixo. — Desce mais essa bunda. Você precisa aprender a aguentar a carga até o fim sem fraquejar.
Engoli o ar com dificuldade, sentindo o calor do corpo dele me prensando contra a barra. A pressão da mão dele no meu quadril fez a minha virilha dar um tordo doloroso.
— Eu tô aguentando, Bruno — murmurei num tom baixo, ríspido, olhando para o reflexo dele no espelho à nossa frente.
— Vamos ver até quando — ele murmurou no pé da minha orelha, e a ponta dos dedos dele desceu ligeiramente até tocar a curva da minha nádega, dando um aperto rápido e firme que me fez quase perder o equilíbrio com o peso nos ombros. — O treino acabou. Vai pro vestiário se limpar. Eu tô logo atrás de você.
Ele se afastou sem esperar resposta, caminhando até a recepção para fingir que checava o celular enquanto o local esvaziava.
Caminhei em direção ao vestiário no fundo do corredor, com o coração martelando contra as costelas. As luzes de LED do cômodo de azulejos brancos já estavam com metade da intensidade apagada, indicando que a academia estava prestes a fechar. O eco das poucas torneiras abertas sumiu assim que os últimos dois caras pegaram suas mochilas e saíram pela porta principal, deixando o espaço completamente deserto.
O silêncio foi quebrado apenas pelo som do vapor que começava a sair do setor dos chuveiros no fundo.
Caminhei até o último box, aquele protegido por uma divisória de mármore e uma cortina grossa, e liguei o chuveiro no máximo. A água quente começou a cair com força, preenchendo o ambiente com uma névoa espessa e abafada. Tirei a regata encharcada de suor e a joguei no banco de madeira, ficando apenas com o calção curto.
Não se passou um minuto antes de eu ouvir o baque abafado da porta do vestiário sendo trancada por dentro com o fecho de ferro.
A cortina do meu box foi puxada para o lado de uma vez só. Bruno estava ali, no meio do vapor, já sem a camisa polo. O peitoral largo e peludo dele brilhava com as primeiras gotas de água que respingavam, e a calça dele estava desabotoada na cintura.
— Você demorou — provoquei, passando a mão pelos meus cabelos molhados e dando um passo audacioso na direção dele, encarando-o de frente sob o jato de água quente. Eu não queria mais esconder ou fingir pavor; a necessidade que eu tinha daquele controle sobre mim tinha se tornado uma aberração insaciável.
Bruno deu um sorriso frio, o olhar escurecendo instantaneamente com a minha insolência.
— Você tá muito abusado pro meu gosto, moleque — ele rosnou, avançando a mão para agarrar o elástico do meu calção e me puxar para debaixo do jato d'água com violência. — Vamos ver se você mantém esse tom quando eu te rasgar debaixo dessa água.
A água quente caía sobre nós como uma tempestade abafada, cobrindo nossos corpos com uma película brilhante de suor e vapor. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Bruno avançou. Ele cravou a mão grande na minha nuca, enfiando os dedos pelos meus cabelos molhados, e puxou a minha cabeça com força para trás.
O beijo que seguiu foi brutal, sem qualquer traço de delicadeza. A boca dele selou a minha com uma fome acumulada, a língua invadindo a minha cavidade com agressividade, me forçando a engolir o gosto de água quente e o hálito quente dele. Mordi o lábio inferior dele com força, sentindo o sabor metálico do sangue se misturar ao nosso suor. Bruno soltou um rosnado abafado contra a minha boca, aumentando a pressão da mão na minha nuca e me prensando contra a parede de azulejos gelados do box.
Sem quebrar o beijo, ele desceu a mão livre até o elástico do meu calção e o arrancou de uma vez só pelas minhas pernas, deixando-me completamente nulo debaixo da tempestade do chuveiro.
Ele me empurrou para baixo pelos ombros.
— Ajoelha — ele ordenou, a voz grave cortando o som da água.
Caí de joelhos sobre o piso úmido do vestiário. O pau dele já estava duro, grosso e pulsando, erguido contra o seu abdômen. Segurei as coxas musculosas de Bruno para me apoiar e abri a boca, engolindo a cabeça do pau dele. A água do chuveiro caía direto no meu rosto, me fazendo engasgar enquanto eu empurrava a cabeça para a frente, descendo o tronco da rola dele até o fundo da minha garganta.
— Isso... chupa essa porra, Bernardinho — Bruno rosnou lá do alto, olhando para mim por entre o vapor enquanto ditava um ritmo pesado, curvando o quadril para dentro da minha boca.
Eu não recuei. Puxei o pau dele com força usando os lábios e a língua, sentindo o atrito molhado e a rigidez quase dolorosa do seu tamanho. Depois de alguns minutos de um ritmo sufocante, Bruno me segurou pelos ombros e me puxou para cima sem piedade.
— Vira de costas e apoia a testa na parede.
Eu obedeci imediatamente. Apoiei os braços contra os azulejos molhados, empurrando o quadril para trás e me expondo completamente para ele debaixo do jato d'água.
Bruno se abaixou um pouco, cravando as mãos nas minhas nádegas e abrindo a minha carne. Sem aviso, ele encostou a boca na minha entrada e passou a língua quente e áspera de uma vez só, lambendo o meu cuzinho de baixo para cima. O choque do toque direto me fez soltar um arfar alto que ecoou pelo vestiário. Ele afundou a ponta da língua no meu canal, usando a umidade da água e a própria saliva para me abrir e relaxar, num gesto de pura dominação que fez minhas pernas tremerem contra o chão.
— Puta que pariu... — murmurei, cravando as unhas no rejunte dos azulejos.
Quando ele se ergueu, a cabeça da pica dele já estava posicionada na minha entrada. Usando a água quente como único lubrificante, Bruno empurrou o quadril para a frente de uma só vez, enterrando o pau até a raiz no meu interior.
A dor aguda e o prazer doentio me rasgaram ao mesmo tempo. Soltei um urro que foi abafado pela parede de azulejos onde encostei o rosto. Bruno segurou firme na minha cintura, os dedos se cravando na minha pele enquanto começava a me fuder por trás, em pé, prensado contra a parede.
O som dos impactos do quadril dele contra a minha bunda se misturava ao barulho forte da água caindo. Ele me fodia com uma violência ritmada, afundando o pau num ângulo profundo que atingia exatamente o meu ponto de prazer a cada investida. Minha cabeça balançava contra o vidro e o azulejo, o suor e a água escorrendo pelos meus olhos enquanto eu rebolava para trás, pedindo mais impacto.
— É assim que você gosta, não é? — ele rosnou no meu ouvido, puxando meu pescoço para trás. — Fodido que nem uma cadela no chuveiro do vestiário...
— É... fode mais forte, Bruno! — supliquei, perdendo o juízo no meio do vapor.
Ele não hesitou. Segurou uma das minhas pernas, puxando a minha coxa para cima e me obrigando a apoiar o pé na mureta de mármore do box, mudando a posição, de lado, com a perna elevada, escancarando ainda mais a minha entrada para o pau dele.
Nesse novo ângulo, o pau dele entrava ainda mais fundo, atingindo a minha próstata com uma precisão brutal. Bruno segurou o meu pescoço com a mão esquerda, me fixando no lugar enquanto desferia estocadas curtas, rápidas e desesperadas. A sensação de ter o meu corpo dobrado daquele jeito debaixo da água quente levou a minha sensabilidade ao limite extremo.
O atrito era tão visceral que eu não precisei tocar no meu próprio pênis. A cada golpe do quadril de Bruno, o meu pau pulsava solto, até que um orgasmo violento me atingiu de surpresa. Gozei alto, disparando jatos quentes contra a parede e a água, o meu corpo inteiro entrando em espasmos pesados.
Ver e sentir a minha contração desesperada fez Bruno perder o resto do controle. Ele cravou os dentes na curva do meu ombro numa mordida forte, afundou o pau até a base e descarregou uma leva abundante e fervente de esperma direto no fundo do meu canal, seu tronco tremendo contra as minhas costas enquanto a água do chuveiro lavava os nossos corpos.
O jato de água morna continuava a lavar nossos corpos, levando embora a mistura de suor, esperma e saliva que escorria pelo piso de azulejos do vestiário. A respiração de Bruno ainda vinha em golpes pesados e quentes contra a minha nuca. A sensação do fluido dele diminuindo a pressão lá dentro, combinada com a dor aguda do impacto e o tremor involuntário das minhas pernas, me deixava à beira da exaustão.
Devagar, ele se puxou para fora. O som úmido do desencaixe ressoou abafado pela névoa de vapor que dominava o box. Minha perna caiu pesada da mureta de mármore, e precisei apoiar os dois braços na parede molhada para não ir direto ao chão.
Bruno deu um passo para trás, ajustando a respiração enquanto a água caía sobre o seu rosto. Ele passou as duas mãos pelos cabelos molhados, jogando-os para trás, e me encarou de cima a baixo. Não havia um único traço de remorso no olhar dele, apenas a satisfação fria e absoluta de quem tinha acabado de demarcar seu território da forma mais visceral possível.
— Se limpa — ele disse, a voz ríspida trazendo de volta a autoridade dura que ditava nossa dinâmica. — A gente precisa sair daqui antes que o vigia passe para checar as trancas das portas.
Eu nem me dei ao trabalho de responder. Aparelhei o corpo debaixo da água limpa, sentindo a queimação interna reagir ao líquido gelado que saía levemente do chuveiro conforme a água quente acabava. Desliguei a torneira com a mão trêmula e saí do box, pegando a toalha no banco de madeira.
Enquanto eu me enxugava, Bruno já vestia a camisa polo com a maior facilidade do mundo. O homem de negócios impecável estava de volta, sem um facho de desordem na postura. A velocidade com que ele alternava entre a besta violenta e o padrasto exemplar me causava um calafrio na espinha.
Puxei a calça de moletom e a regata, sentindo o pano roçar nas marcas recém-feitas na minha pele.
Bruno se aproximou da porta principal do vestiário, girou a chave no fecho de ferro e a guardou no bolso. Antes de abrir a porta para o corredor escuro da academia, ele se virou para mim e segurou a minha nuca com a mão grande e firme, puxando o meu rosto para perto do dele.
— Você está mudando, Bernardo — ele sussurrou perto dos meus lábios, o tom de voz calmo carregado de uma ameaça velada. — Não é mais o garoto assustado que chorava no carro. Você agora quer isso tanto quanto eu.
Ele me soltou com um empurrão fraco e abriu a porta, saindo primeiro para checar o corredor. Encostei as costas na parede do vestiário por um segundo, fechando os olhos. A dor física e o calor do que tínhamos acabado de fazer ainda queimavam no meu corpo. Ele tinha razão. Eu já não tentava fugir. Eu tinha me tornado parte daquele pesadelo, e o pior era que não havia mais volta.
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