#Teen #Traições #Trans

A Família Do Eusébio - A Iniciação Do Irmão Caralhudo.

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Sitri

Relato de quando me envolvi amorosamente com um rapaz e acabei escalando para outros nichos da família.

Em 2020, eu comecei a conhecer um rapaz que vamos chamar ele aqui de Ed. Ele tinha 24 anos na época e eu tinha 20. Sou uma garota trans e ele vinha se mostrando bastante interessado na minha pessoa. Então, num belo dia, ele me convidou para conhecer sua casa e sua família e jogar RPG, que era um gosto em comum nosso. Ed morava no Eusébio, um município da região metropolitana de Fortaleza. Porém, quando cheguei lá, ele me relatou um imprevisto. Os pais dele teriam que viajar de última hora para visitar a avó dele doente no interior. Então seríamos só eu, ele e o irmão dele Gabriel de 15 anos.
Papo vai, papo bem, a sessão de RPG rolava com Ed mestrando a mesa. Jogávamos eu, ele, o irmão, um amigo deles chamado Pedro e uma vizinha chamada Raissa. Quando a mesa acabou, Ed me comunicou que ia ao mercado comprar as coisas pro almoço, Pedro disse que ia junto e Raissa foi pra casa dela. Quando ficamos somente eu e Gabriel em casa, começamos a falar de coisas que gostávamos. Jogos, músicas, livros, filmes. Então ele começou a dizer que eu era muito bonita e perguntou se eu era namorada do irmão dele. Eu prontamente disse que não, mas que estávamos nos conhecendo. Gabriel então me soltou uma bomba que depois que eu ouvi, na hora me fez repensar a ideia de um possível relacionamento. Ele me contou que quando Ed foi a última vez para casa do Pedro jogar vídeo game, ele mamou Pedro e o próprio Pedro tinha contado ao Gabriel.
Eu fiquei possessa, me senti enganada. Gabriel então perguntou se eu tiraria o BV dele, o qual pensei por um momento, mas estávamos somente nós, eu estava com raiva do irmão dele e eu quis agradecer a informação. Então eu cheguei nele e o beijei, molhado e profundo. Ele era baixo, tinha mais ou menos a minha altura. Estava usando uma bermuda de futebol e não demorou muito pro pau dele começar a marcar. Ainda o beijando, acariciei o volume que se formava. Ele parou o beijo e disse "Eu nunca fiz isso antes, só vi em filme". Eu olhei pra ele e falei "relaxa, eu te ensino". Me ajoelhei e lentamente deslizei o short para baixo. Logo soltou para fora um pau grosso de 18 cm e bem cabeludinho. Quando encostei os lábios molhados e quentes na cabecinha, ele soltou um suspiro fundo. Lentamente eu fui o engolindo, lentamente fui provando o gosto dele, do pré gozo e sentindo o cheiro de alguém que um dia seria um futuro macho. E o saco? Ah, aqueles bagos imensos, pesados de leite. Eu engolia avidamente como se minha vida dependesse disso. Ele gemia muito. Arrastei ele para o banheiro e peguei um pote de creme que havia ali perto. Lambuzei minha mão e passei na porta do meu cuzinho, lambuzei o pau dele e mandei que ele me comesse gostoso. Meu novinho putifero logo me obedeceu. Ele foi empurrando meio sem jeito e eu fui sofrendo na entrada por ser apertada demais. Mas o ódio e o rancor me fizeram suportar, até que entrou.
Parecia um ator pornô de tão forte que ele metia. Ele entrava e saía de mim, o corpo suando e exalando testosterona. As vezes ele tirava e empurra de uma vez e eu segurava o grito. Eu apertava meu cu ao redor daquele cacete grosso, sentindo os pêlos pubianos dele roçando no meu períneo molhado e fazendo meu pau babar também. Foi então que ele anunciou que ia gozar, eu apertei bem a entrada e assim veio, 1, 2 3 jatos de porra grossa bem dentro de mim. Quando o pau amoleceu e escorregou pra fora, eu tranquei meu cuzinho pra sentir aquele esperma quente em mim mais um pouco. Mandei que ele tomasse banho e esperasse na sala. Depois que eu me aprontei novamente, bolei um plano na minha cabeça. Eu iria me vingar do Ed e eu sabia exatamente como...

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