Transformaram-me na mulher que sou hoje
Ao completar dezessete anos, meu tio Arthur me levou para pular as quatro noites de carnaval no clube mais badalado da cidade. Apesar da diferença de idade, ele com vinte e oito anos na época, não desgrudou um minuto de mim com a desculpa que tinha prometido a minha mãe cuidar de mim. Na última noite, quando eu já estava acostumada a ser abraçada pela cintura e sentir minha bunda ser cutucada por aquele cilindro duro, ele me fez dar uns goles nas batidas de diversos sabores, quando comecei a passar mal, por não estar acostumada com o álcool, ele me levou a um cantinho escuro fora do salão e passou a me apalpar e quando me dei por mim, ele já estava com um dedo dentro de minha buceta, não posso dizer que ele me estuprou, pois quando ele me mandou apoiar no muro e levantou minha perna, eu obedeci e o ajudei na manobra, assim que senti as primeiras pinceladas de sua pica na minha buceta, ela se encharcou e Arthur muito astuto, não perdeu tempo, empurrou a piroca dentro de mim, senti meu cabaço romper, em pouquíssimo tempo Arthur gozou dentro de mim. Voltamos para casa e no almoço da quarta feira de cinzas ele pediu a minha mãe que me deixasse morar com ele. Para mamãe, foi um alivio não ter que continuar custeando meus estudos. Passei a morar em nosso apartamento, estudar de manhã, frequentar a academia no período da tarde e em algumas noites ter relações com meu tio/ marido, devo confessar que até então o sexo não me empolgava muito, Arthur colocava filmes para me animar e chupava minha buceta como um louco, eu fazia minha parte chupando o pauzinho dele, mexendo o quadril como ele gostava quando me penetrava, em fim, cumprindo minha parte como esposa, as vezes sentindo algum prazer. Certa noite de sexta feira, logo após fazermos um mamãe e papai, Arthur foi à geladeira e constatou que havia acabado a cerveja e me comunicou que iria ao bar tomar umas e ainda comprar algumas latinhas para abastecer a geladeira. Sabendo que ele ficaria jogando conversa fora com os amigos, coloquei uma calcinha e adormeci com a televisão e o abajur ligados. Não sei precisar que horas eram quando senti meus seios serem alisados e para não faltar com meus deveres levei minha mão esperando enche-la com os treze centímetros do cacete de meu marido, mas o que encontrei foi um verdadeiro caralho grosso duro e comprido, chocada abri os olhos e vi meu marido em pé no pé da cama completamente nu e a meu lado o Sergio, um negro forte, peitoril largo, eu exemplo de macho que eu sabia ser companheiro de copo de Arthur, também completamente nu e com aquele pirocão duro como pedra apontando para mim. Imediatamente recolhi minha mão e tentei esconder meus seios com as mãos, ouvindo meu marido com voz de tarado falar: "Vai meu amor, pega na caceta dele, veja como é bonita, cabeçuda, grossa e dura, faz isso por mim, quero ver ele te comer gostoso". Completamente confusa e aterrorizada com aquelas caras de tarados dos dois, fixei meus olhos naquele mastro que eu jamais imaginei poder ser tão grande, vi o cacetão de Sergio se aproximar de meu rosto. Dada a insistência de marido que deveria ser o primeiro a evitar o que estava prestes a acontecer, mas que só dizia : "Chupa, chupa ..." abri a boca o máximo que pude e senti minha boca inteirinha cheia e por puro instinto levei a mão aqueles dois testículos sentindo um prazer diferente naquela chupeta e em segundos eu estava tentando engolir o máximo daquela maravilha em muito pouco tempo eu já havia molhado boa parte daquele cilindro com saliva, quando Sergio puxou aquele paio e bateu com ele na minha cara, acho que foi naquele instante que liberei a puta adormecida dentro de mim, só tive tempo de ver meu marido batendo uma punheta desesperada e puxei o negrão fazendo-o deitar sobre mim, sentir aquela estaca no meio de minhas coxas fez meu corpo inteiro arrepiar como jamais tinha acontecido e olhei sobre o ombro do macho que estava a ponto de me penetrar, a cara de hipnotizado e excitado de meu agora quase corno me levou a outro patamar de tesão e eu abri as pernas e levantei os joelhos, só então percebi que havia molhado todo o lençol embaixo de minha bunda. Assim que senti a cabeçorra encostar na minha rachinha, lembrei que embora minha bucetinha fosse bem inchadinha, o corte era bem menor que da maioria das mulheres e o calibre do pau de meu marido, nunca chegou a incomodar, mas assim que a cabeça do pauzão venceu a resistência dos grandes lábios, os pequenos lábios por alguma razão natural tentaram impedir a entrada do torpedo, mas o fodedor não teve pena e empurrou, fazendo-me sentir como se fosse uma virgem sendo deflorada naquele instante, tentei relaxar, enquanto aquele trem monstruoso arregaçava a minha entradinha, nossa gemi gostoso e abracei aquele touro e arreganhei ainda mais minhas pernas no exato instante que ouvi aquele som característico que meu marido produz quando está gozando, a impressão que tinha é de que estava novamente perdendo o cabaço, logo começaram as cabeçadas lá no fundo de meu canal que me levaram a loucura, já nem lembrava mais de meu corno, só pensava em aproveitar ao máximo aquele momento e explodi permitindo meu corpo inteiro tremer com fortes contrações musculares até então desconhecida, recebendo na porta de meu útero golfadas de esperma. Sergio ainda rugindo de prazer largou seu peso sobre meu corpo e eu virei o rosto encontrando a boca de meu corninho a beijei chupando com força sua língua. O comedor tentou tirar a benga de dentro de mim, mas eu o segurei e tentei apertar a picona com minha buceta, sentindo que estava toda preenchida senti a musculatura interna um pouco dolorida, o que fez me deu vontade de ainda mais. Ouvi o pedido de meu marido naquele instante: "Fica de quatro para eu ver ele te arrombando". Mesmo receosa de que aquela fosse uma sugestão de anal, atendi e vi o comedor ficar de pé na cama e flexionar os joelhos, entendi o que deveria fazer, manobrei meu quadril, expondo completamente minha bucetinha dolorida e guloso, enquanto Arthur preparava o celular para gravar as imagens, novamente senti a poderosa penetração e passei a rebolar, a gemer e a choramingar de prazer. Olhei por baixo de meu corpo e pude ver aquela tora entrando e saindo de minha buceta, até que Arthur virou o corpo e conseguiu virado para cima, abocanhar meu clitóris e dobrou meu prazer que já me era dado pela penetração profunda e tive meu primeiro orgasmo múltiplo rebolando para todos os lados como uma puta. Exausta e completamente relaxada adormeci sem nem mesmo agradecer aos dois por terem me transformado na mulher que sou hoje.
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