A casa da minha avó XXVII
Continuação da saga de contos de mesmo nome. Leia as partes anteriores clicando no nickname.
Olá, meu nome é Felipe. Darei continuidade aos relatos da época em que eu morava na casa de minha avó, até ela vir a falecer.
Foi um fim de ano melancólico.
Enquanto todos comemoravam o tempo novo que chegava, meus pais, tios e primos, lamentavam um que terminava.
Minha avó morreu com mais de setenta anos, na casa de sua irmã. O corpo foi levado para nossa cidade, e sepultado. Os familiares e amigos lamentaram no velório, e eu assisti a tudo com um aperto no peito. Não por estar profundamente triste, mas porque achei que não estava me sentindo triste o suficiente. Ela merecia mais do que eu sentia.
No fim do enterro, pensei que era só a vida continuando e seguindo em frente. Porém não da forma que desejávamos.
Meus pais passaram o dia na casa da minha avó e também junto aos pais de Klesia. Eu, meu sogro e meu pai tomamos uma gelada e conversamos sobre futebol, trabalho, faculdade e pesca. E minha mãe passou algum tempo com minha sogra e minha namorada.
Assim um mês se passou e a vida continuou.
Eu voltei para faculdade, Klesia, e meus primos de volta à escola, e Rafael e seus filhos retornaram a sua cidade. Embora ele tivesse prometido nos visitar tão rápido quanto pudesse. Na verdade, planejava coisas além disso, dado sua afinidade com Cristiane.
Então veio algo que eu imaginava, embora desejasse que nunca acontecesse.
Meu sogro certa vez brigou com os familiares devido a uma herança de um parente falecido. Nesse dia, pensei no que aconteceria quando minha avó morresse. E quando ocorreu, pensei estar vivendo a cena que Klesia assistiu naquele dia.
Além das tias com quem eu morava, e do meu pai, minha avó ainda tinha mais dois filhos, que mal pisavam lá. E eles queriam sua parte na casa, uma vez que minha avó tinha escolhido que deveria ficar para a família, mas não disse quem.
Numa tarde com um deles expondo seu desejo de vendê-la, ou de receber sua parte, inflando bastante o valor que desejava, a conversa escalonou para uma discussão entre ele, sua mulher e meus outros tios. E depois para a gritaria, até se tornar uma briga, em que fui obrigado a interferir para separá-los.
Até que tomei um soco do tio que queria vender a casa e revidei, dando-lhe o troco em dobro. Eles saíram da casa, mas disseram que iriam querer sua parte.
Depois disso, meu pai brigou com esse meu tio. E os outros dois ameaçaram entrar numa briga jurídica. Nisso, convenceram minha outra tia e seu marido a vender a casa, para receberem também a sua parte.
Tia Ivone, farta daquilo, decidiu se mudar. E meu pai, vendo isso, também me disse para voltar para casa, pois mesmo um pouco mais longe, era melhor estar seguro perto da família do que sozinho. Porém minha tia disse que eu poderia morar com ela e minha sogra afirmou que não teria problema para eles se eu desejasse morar lá, embora minha mãe não gostasse da idéia.
Mas como eu já era adulto, deixaram-me decidir. E com ajuda da minha tia, e lábia de minha sogra, acabaram por convencer meus pais que estaria tudo bem. Afinal, se seu Joaquim não via problema nisso, tendo dito que eu já parte era de sua família, não poderiam recusar.
Mudei-me num dia de sábado. E Klesia fez questão de me acompanhar com as bolsas até o portão, ignorando os olhares dos vizinhos. Os quais rapidamente foram espantados pela carranca de meu sogro.
Me acomodei no quarto de Klesia e ajeitei minhas coisas no espaço deixado para mim. Depois falei com meus pais, e acalmei minha mãe. Embora ela não falasse em voz alta, claramente temia ser avó cedo demais. Eu só podia esperar não tornar esse temor verdadeiro.
Klesia apenas me assistia arrumar meus livros e cadernos no armário, parecendo um tanto receosa de falar alguma coisa. Quando terminei, sentei na cama e respirei fundo. Ela sentou ao meu lado, ficando em silêncio.
Pensei nela, o tempo todo ao meu lado desde o funeral, até a briga e a mudança. Tentando ser prestativa e companheira. Ouvindo-me, quando eu reclamava. Tomando parte e sentindo raiva por mim, como se tudo na verdade tivesse ocorrido com ela.
Segurei sua mão.
Senti naquele momento que não a via mais só como minha namorada, mas algo mais. Embora isso ainda tivesse de esperar por um tempo.
A beijei e a abracei, então saímos do quarto em direção a sala.
Lembrei que o aniversário dela havia passado, e, embora tenha comemorado junto aos outros, não pude dar a devida atenção por conta de tudo o que ocorria. Por isso, pensava numa forma de compensá-la com algo especial.
E pensar no quê levaria um tempo.
Almoçamos, com minha sogra tentando me animar, e seu Joaquim comentando sobre Rafael e os filhos. Dizendo que eu não era o único a me mudar, pois ele falara com um conhecido e tinha arranjado um emprego para o primo na nossa cidade. Faltava apenas ajustar os detalhes.
Cristiane quase pulou de alegria ao ouvir isso. E imaginava que Sandra faria o mesmo. Apenas Klesia não pareceu muito animada com a notícia. Mas não me atentei tanto a isso.
De tarde, ajudei Klesia a estudar para o vestibular. Os cadernos e livros dela ficaram espalhados sobre a cama, com ela praticamente deitada sobre eles, escrevendo equações em um caderno de cálculos. Ao mesmo tempo eu fazia minhas próprias atividades, sentado com as costas para borda da cama.
Ela era relativamente boa na maioria das matérias. Só tendo dificuldade em química. Porém ficava desinteressada sempre que eu tocava no assunto das opções de curso.
Estava explicando a ela uma questão de logaritmo, quando Cristiane apareceu carregando uma bandeja com café e pãezinhos de queijo feitos na Airfryer.
“Ah, estão mesmo estudando”, disse ela.
“Para variar um pouco”, brinquei, fazendo Klesia sorrir e revirar os olhos, se levantando para receber a bandeja.
“Brigada, Cris. Você parece mais alegre hoje”, observou.
“Nem tanto, tô como sempre.”
“Sei”, disse eu, tirando minha atenção do caderno cheio de fórmulas.
“Caramba, isso parece bem complicado”, Cristiane se aproximou, olhando para ele.
Klesia acenou que sim, concordando. E eu abri um sorriso.
“De começo é, mas depois que se entende fica fácil. Vem, eu te mostro”, comecei a explicar as equações e seus usos, vendo o rosto da empregada ir da dúvida a compreensão, e depois fazer o caminho de volta.
Nesse meio tempo, Klesia havia dado fim a quase todos pães de queijo, me dando apenas um a cada três que comia.
“Acho que vou deixar isso para você”, decidiu ela, “Vou descer agora”.
“Espera aí, Cris. Tá muito ocupada?” Klesia a chamou, antes que Cristiane pegasse a bandeja e descesse.
“Mais ou menos. Vou só descansar por um tempo, antes de começar a fazer a janta.”
“Por que não descansa aqui com a gente. Tava querendo fazer uma pausa mesmo.”
Cristiane olhou para Klesia e depois para mim, e eu tive minha atenção sequestrada da questão de cálculo que fazia. Notando como o corpo da empregada se destacava no vestido florido.
“Acho que dá”, ela respondeu, com uma expressão cheia de intenções.
Tiramos os livros da frente, enquanto Cristiane desatava os botões do vestido, e depois a calcinha e o sutiã.
Klesia estava com um shortinho e blusa confortáveis. Eu tirei o segundo e ela baixou por conta própria o primeiro, ficando só de calcinha. As duas tiraram meu calção, enquanto trocavamos beijos de língua.
Beijei Klesia mais intensamente e Cristiane mamou seus seios.
Deitamos os três na cama, com Cristiane por cima de Klesia, a princípio, e depois abrindo espaço para que eu beijasse e tocasse no corpo de ambas, com suas mãos me punhetando até Klesia começar a me chupar. E Cristiane a ficou dedando, até que baixou a cabeça, enfiando a língua na pepeka da jovem patroa.
Klesia chupava meu pau debruçada sobre meu abdominal, e abrindo as pernas para Cris devorá-la com a língua.
Eu me deliciava, sentindo sua boca quente me saboreando, a sensação de seus seios na palma de minha mão e vendo a empregada lambendo-a.
Eu também quis provar a minha xota favorita, e Cristiane tomou meu cacete na boca, e fez a língua Klesia se ocupar entre suas pernas.
Ficamos um bom tempo chupando e sendo chupados até eu dar um basta. Apesar de quão prazeroso era aquilo, estando com duas gostosas na cama, eu não iria ficar só no oral.
Pus uma sobre a outra, com Cristiane em cima para eu ter uma vista de sua bunda, e alternei, comendo a xota apertada de Klesia e a buceta carnuda de Cristiane, com as duas se beijando, gemendo, gozando.
Arrombei o cu de Cristiane com ela empinada de quatro, com o rosto afundado na xana de Klesia. E depois foi a vez de eu ser dominado por minha namorada, sendo cavalgado de forma violenta. Sentia Cristiane com minhas bolas na boca nos momentos em que Klesia diminuía o ritmo.
Então gozei na boca da empregada, em meio aos beijos com Klesia.
Cristiane engoliu, parecendo satisfeita, e ainda chupou um pouco mais.
Permanecemos um tempo deitados, e só depois Cristiane voltou aos seus afazeres, sem se vestir. Apenas saiu do quarto, nua como estava.
Continuei concentrado em Klesia, sentindo seus lábios.
Transamos mais uma vez, antes de finalmente nos lavarmos, esperando pelo jantar, que ocorreu normalmente.
Meus sogros passaram boa parte dele reclamando sobre como a família era algo complicado, e como apenas alguns dos tios e primos se salvavam.
Concordei em parte.
Após a refeição, repassei alguns conteúdos e me preparei para dormir ao lado de Klesia. Sorrindo ao pensar que muito provavelmente essa seria minha rotina de agora em diante.
O tempo passou, e eu me adaptei à nova rotina da casa.
Não apenas com relação ao sexo, mas sim a convivência. O que Klesia fazia e como fazia, aos gostos de meus sogros quando eles estavam ocupados em seus afazeres, cansados, ou discutindo. E algumas tarefas domésticas que fazíamos para ajudar no trabalho de Cristiane. Que a bem da verdade, só agia como empregada por costume naquela altura, dada a relação dela para com todos.
Mas, claro também ocorria muito sexo.
Cansei de descer as escadas, após terminar um relatório e encontrar Klesia chupando o pai antes ou depois do jantar, entrar no banheiro e minha sogra estar lá, tomando banho, e me chamar para sexo no chuveiro. Cristiane andando sem calcinha pela casa e se empinando na minha frente, esperando ser fodida, e sabendo que eu ou seu Joaquim atenderiamos o seu desejo.
Posso dizer que cansamos de fazer dupla penetração nas três. E percebi como Cristiane era ninfomaníaca. Pois não era raro eu entrar apertado no banheiro, quando ela estivesse usando, e a mulher simplesmente ajoelhar e pedir para eu mijar nela.
Por mais que achasse isso um tanto bizarro, o fazia, pois ela tomava banho logo depois.
Entrei no seu quarto certas vezes e encontrei um monte de vibradores, consolos, plugs e outros brinquedos. E tinha dias que passava da manhã até a noite com um vibrador pequeno dentro da buceta.
Não que eu achasse isso ruim.
E havia também meus primos e tia.
Tendo se mudado para uma casa duplex alugada a uma quadra de distância, eles haviam diminuído as visitas. Na verdade, era eu e Klesia que íamos visitá-los com mais frequência.
Passávamos a maior parte do tempo conversando, reclamando dos meus tios e comentando sobre a vida.
E às vezes eu ia só lá só pra comer as duas mesmo. Às vezes me encontrando com algum membro da família que morava no apartamento de cima. Mãe, pai, filhas. Eram evangélicos bem modestos e um tanto puritanos. O que eu achava engraçado de certo modo, considerando o que acontecia logo abaixo deles.
Uma vez, cheguei lá e encontrei meu primo jogando na sala, cumprimentei e perguntei onde estavam Sandra e tia Ivone. Ele respondeu apontando para uma das portas dos dois quartos que havia no apartamento. Estava apenas escorada, e quando abri, vi uma cena um pouco cômica.
Minha tia com o celular da mão, com uma expressão concentrada, batendo foto da bunda de minha prima, que estava de quatro na cama.
“Porra, Felipe! Bate antes de entrar!”, reclamou Sandra, virando-se para mim.
Eu ri para um caralho e então perguntei que porra era aquela.
“Ela tá mandando umas fotos pro Calebe”, respondeu minha tia, também achando graça da situação.
“Ah, tá”, nesse momento uma ideia surgiu em minha mente, “Deixa eu te ajudar, então”, falei sorrindo e abrindo o zíper da calça.
Botei Sandra pra mamar, e depois a fodi num papai e mamãe com minha tia gravando para mandar pro Calebe, dando um close na sua bucetinha cheia de porra no final.
Tia Ivone teve de sair e então ficamos só eu e meus primos em casa.
Sandra se trancou no quarto e eu fiquei jogando com meu primo. E por alguns minutos eu ouvi Henrique reclamando do nosso outro primo, filho da outra tia que antes morava conosco. Dizendo que o moleque não o deixava em paz na escola, zoando ele junto dos amigos.
“Zoa de volta, bate nele”, disse eu pra ele, mas sabia que meu primo não faria isso.
Porém ao ouvir e ver mais, logo vi a chance do troco.
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