As aventuras de Daenerys - games of thrones - parte 1
Daenerys desceu da montaria na entrada da cidade de pedra vermelha. O vestido de seda branca que usava era curto demais para o costume de Westeros. A saia abria nas laterais até o quadril. A cada passo a calcinha de linho fino aparecia: branca, úmida, já marcada no meio. Por baixo dela a xoxota estava vermelha e aberta. Tinham a socado a manhã inteira no acampamento — três homens do khalasar, um atrás do outro, até ela montar o cavalo ainda pingando.
O rei antigo esperava no pátio. Alto, ombros largos, peito coberto de pelos grisalhos, braços grossos de quem ainda empunha espada. A coroa era só uma faixa de ferro. Ele olhou primeiro para o rosto dela, depois desceu o olhar. Viu a calcinha à vista, o tecido colado, o volume do grelo, o fio que escorria pela coxa interna.
— Em Valyria Nova o costume é outro — ele disse, a voz baixa. — Rainha que chega de fora mostra o que traz entre as pernas. Se estiver usada, melhor. Significa que não veio mentir.
As mulheres da corte estavam paradas nas escadas. Nenhuma usava saia longa. Calcinhas finas, algumas já puxadas para o lado, outras com o tecido enfiado na fenda. Algumas tinham os lábios da buceta à mostra de propósito. O rei fez um gesto.
Daenerys subiu os degraus. O vento levantou a saia. A calcinha branca ficou totalmente visível para o pátio. O tecido estava tão molhado que dava para ver a fenda e o grelo inchado por baixo. O rei estendeu a mão, puxou a tira da calcinha dela para o lado ali mesmo e passou dois dedos. Entrou fácil. Ela estava larga e quente da foda da manhã.
— Costume cumprido — ele falou. — Agora entra. Aqui a rainha dos dragões senta no trono com a xoxota à mostra. E se quiser os dragões alimentados, paga do mesmo jeito que as outras.
Daenerys não recuou. Segurou a saia aberta, a calcinha ainda puxada, e entrou na cidade com os dedos do rei ainda dentro dela, o pátio inteiro vendo a buceta vermelha e socada da Mãe dos Dragões.
O rei não tirou os dedos. Andou com ela pelo corredor de pedra, dois dedos enfiados até o fundo, o polegar esfregando o grelo por cima. A saia de Daenerys continuava aberta. A calcinha branca ficava puxada para o lado, presa na coxa. A xoxota vermelha balançava a cada passo, os lábios inchados, um fio escorrendo pelo pulso dele.
Os escravos de grande porte estavam parados nas paredes. Homens altos, ombros largos, peito nu, corrente no tornozelo. Nenhum desviava o olhar. Viama buceta da rainha dos dragões bem de perto: vermelha, aberta, ainda larga da foda da manhã, o grelo saltado e molhado. Um deles engoliu seco. Outro apertou o volume na tanga de pano.
O rei parou no meio do corredor. Virou Daenerys de frente para os escravos. Abriu mais as pernas dela com o joelho. Os dois dedos saíram e voltaram, fazendo barulho. A xoxota latejava à vista de todos.
— Olhem — ele mandou. — É assim que uma rainha chega aqui.
Um escravo mais perto deu um passo. O rei não impediu. O homem passou a mão grossa na coxa de Daenerys e subiu até a fenda. Encostou o polegar no grelo vermelho e girou. Ela prendeu a respiração. Outro escravo se aproximou do outro lado e puxou a calcinha ainda mais, esticando o tecido. A buceta ficou completamente descoberta, os lábios separados, o interior rosado visível.
O rei meteu os dedos de novo, mais fundo. Os escravos olhavam sem piscar. Um deles abaixou a cabeça um pouco, o bastante para o hálito quente bater na xoxota dela. Daenerys segurou a parede. A saia aberta, a calcinha inútil de lado, a buceta vermelha sendo tocada no corredor enquanto os homens grandes e calados observavam cada contração, cada fio que escorria.
A embarcação que a levou da cidade de pedra vermelha até a ilha de Dragonstone Velho era pequena demais para esconder o que acontecia a bordo. Os remadores — três homens musculosos do rei — passaram as horas com as mãos entre as pernas de Daenerys, alternando-se na tarefa de mantê-la aberta e úmida para a chegada.
Ela chegou à ilha ao entardecer, ainda vestindo a mesma saia branca rasgada, a calcinha agora completamente inútil, pendendo de um lado, encharcada de esperma e seus próprios fluidos. A buceta vermelha e inchada estava à mostra, os lábios ainda abertos da foda contínua, o grelo dolorido e sensível ao vento salgado.
Aegon, o tio de seu pai, esperava no cais. Um homem de sessenta anos, ainda imponente, cabelos prateados presos na nuca, barba curta e grisalha, olhos violetas daquele sangue valiriano que não se misturara. Ele usava uma túnica de seda negra aberta até o umbigo, revelando um peito musculoso para sua idade, e por baixo — nada. O pênio pendia pesado, semi-ereto já de vê-la, vinte centímetros de comprimento e espessura de punho, cabeça roxa e brilhante, veias grossas subindo pelo eixo.
Ao lado dele, suas filhas. Rhaella, a mais velha, trinta anos, cabelos loiros quase brancos, seios grandes e pesados deixados de fora por um corpete de couro que apenas os segurava por baixo, mamilos rosados e grandes apontando para frente. Entre as pernas, uma saia de correntes finas de metal que deixavam ver a buceta completamente depilada, os lábios internos rosados espreitando entre as argolas. Naerys, vinte e cinco anos, mais magra, seios pequenos e firmes com aréolas escuras e grandes, usando apenas um tapa-sexo de couro que mal cobria o grelo, deixando os lábios de fora, molhados já de excitação.
— A Mãe dos Dragões — Aegon disse, a voz grave e rouca. — Sua família a espera. E família em Valyria Nova trata-se de forma... especial.
Ele estendeu a mão e puxou Daenerys para si, sem cerimônia. Sua túnica abriu completamente, seu pênio pressionou na barriga dela, quente e pesado. Ele desceu a mão até sua saia rasgada, encontrou a buceta exposta e enfiou dois dedos grossos sem preâmbulo, girando-os no interior molhado.
— Ainda larga da viagem — ele comentou, sorrindo para as filhas. — Perfeita. Vamos às câmaras.
O castelo de Dragonstone Velho era uma fortaleza de pedra negra vulcânica, úmida e quente. As paredes suavam umidade, e tochas de óleo deixavam tudo com um brilho alaranjado. Aegon não tirou os dedos de Daenerys enquanto caminhavam, arrastando-a pelo corredor escuro, seus dedos entrando e saindo fazendo barulho de succção, o esperma dos remadores misturado com seus fluidos escorrendo pelo pulso dele até o cotovelo.
Rhaella caminhava ao lado, observando com olhos famintos. — O pai gosta de cu virgem — ela sussurrou para Daenerys, a voz doce e perversa. — Ele vai abrir você bem devagar, sobrinha. E nós vamos ajudar.
Naerys riu, uma risada aguda, e puxou a saia de correntes da irmã, revelando que por baixo ela usava um plugue anal de metal com uma cauda de prata, balançando a cada passo. — Eu uso o dia todo para ele — ela disse, piscando. — Quando ele quer, tira e mete. Você vai aprender.
A câmara principal era circular, com uma cama gigantesca no centro — quatro postes de madeira escura, cada um da grossura de um braço, com argolas de ferro nas cabeceiras. O colchão era de penas, coberto por seda vermelha. Ao redor, espelhos em todas as paredes, refletindo infinitamente.
Aegon finalmente tirou os dedos de Daenerys e os levou à boca, chupando-os ruidosamente. Depois, agarrou-a pelos ombros e virou-a de costas, empurrando-a para frente até ela segurar um dos postes da cama. Ele levantou a saia rasgada, expondo suas nádegas brancas e redondas, ainda marcadas pelas mãos dos remadores.
— Abra — ele ordenou.
Daenerys separou as pernas. Aegon cuspiu em sua mão, massageou o ânus apertado de Daenerys, e começou a pressionar. Ela gemeu, apertando o poste de madeira, sentindo o dedo grosso do tio entrando em seu cu, girando, abrindo. Ele adicionou mais saliva, depois um segundo dedo, esticando-a, preparando-a para o que viria.
Rhaella e Naerys se aproximaram, já nuas. Rhaella segurava um dildo de vidro valiriano, transparente, trinta centímetros de comprimento, curvado na ponta. Naerys tinha um cintaralho de couro com dois dildos — um para a vagina, outro menor para o ânus.
— Segure ela — Aegon ordenou às filhas.
Rhaella veio por trás de Daenerys, pressionando seus seios grandes nas costas dela, passando os braços por baixo para segurar seus seios pequenos, beliscando os mamilos duros. Naerys ajoelhou-se entre as pernas de Daenerys, puxou a calcinha inútil completamente fora, e enfiou a língua na buceta vermelha, chupando o grelo inchado, lambendo os lábios, introduzindo a língua fundo enquanto o pai preparava o cu.
Aegon posicionou-se atrás, seu pênio agora completamente ereto, trinta centímetros de pau grosso apontando para o ânus de Daenerys. Ele cuspiu mais, massageou a cabeça contra a entrada, e começou a empurrar.
— Relaxa, sobrinha — ele rosnou. — Ou vai doer mais.
Daenerys gritou quando a cabeça entrou, enorme, esticando seu ânus até o limite. Aegon parou, deu tempo, depois empurrou mais, centímetro por centímetro, desaparecendo em seu cu, até as bolas grossas baterem em suas coxas. Ele estava completamente dentro, seu pênio pulsando no interior quente e apertado dela.
Rhaella, ainda segurando-a, pegou o dildo de vidro e posicionou na entrada da vagina de Daenerys. — Dupla penetração de família — ela sussurrou no ouvido, e empurrou.
Daenerys sentiu-se rasgada em dois. O pau grosso do tio no cu, o dildo frio e duro na buceta, ambos movendo-se em ritmo oposto. Aegon começou a meter devagar, retirando quase completamente para empurrar de volta com força, batendo no fundo. Rhaella trabalhava o dildo, girando-o, encontrando o ponto g através da parede fina que separava os dois buracos.
Naerys, ainda de joelhos, chupava o grelo de Daenerys, às vezes lambendo as bolas do pai quando ele saía, às vezes subindo para chupar os lábios vaginais ao redor do dildo.
Aegon aumentou o ritmo, agarrando os quadris de Daenerys, puxando-a para trasques violentos. O som de pele batendo em pele ecoava na câmara. Ele gemia, um som gutural de velho guerreiro, sentindo o cu apertado da sobrinha apertando seu pau.
— Vou gozar no seu cu, menina — ele avisou. — E minhas filhas vão lamber depois.
Ele empurrou fundo, seu corpo inteiro travando, e Daenerys sentiu o jato quente inundando seu intestino, enchendo-a, escorrendo para fora quando ele começou a retirar. Aegon saiu com um estalo, seu pênio ainda duro, vermelho e brilhante, pingando esperma.
Rhaella e Naerys não perderam tempo. A irmã mais velha tirou o dildo da buceta de Daenerys e o enfiou no próprio ânus, sentando nele e gemendo. Naerys ajoelhou-se atrás de Daenerys e começou a lamber o ânus arrombado, chupando o esperma do pai que escorria, introduzindo a língua no cu aberto, lambendo por dentro.
Aegon sentou-se em uma cadeira, observando, seu pênio ainda ereto apesar da gozada. — A noite é longa — ele disse. — As meninas têm jogos especiais para você.
Rhaella, ainda impalada no dildo de vidro, puxou Daenerys para a cama. As duas deitaram-se, Rhaella por baixo, o dildo saindo de seu cu, e puxou Daenerys para cima, em 69. — Chupe minha buceta, sobrinha — ela ordenou. — E prepare-se para o que vem.
Daenerys obedeceu, mergulhando a língua na vagina de sua prima, sentindo o gosto salgado e maduro. Rhaella, por baixo, começou a chupar a buceta de Daenerys, mas também introduzia dedos no cu ainda molhado, massageando a parede interna.
Naerys apareceu ao lado da cama com uma caixa de madeira. Dentro, plugues anais de vários tamanhos — desde pequenos até algenos da grossura de um punho. Ela escolheu um médio, de metal, com uma joia vermelha na base, e o lubrificou com óleo perfumado.
— Vou fechar você para a noite — ela disse, e enfiou o plugue no cu de Daenerys, que estava ainda aberto do pau do pai. O plugue entrou fácil, encaixando-se, a joia vermelha brilhando entre suas nádegas.
Mas Naerys não parou por aí. Ela puxou Daenerys pelos cabelos prateados, arrastando-a até o poste da cama. — Segure — ela ordenou.
Daenerys segurou o poste grosso de madeira. Naerys amarrou seus pulsos com seda, prendendo-a de pé, de costas para o poste, pernas abertas. Rhaella se levantou, o dildo de vidro ainda no cu, e aproximou-se com um segundo dildo — este de couro, com espinhos macios na superfície.
— Festa de primas — Rhaella sussurrou, e enfiou o dildo espinhoso na buceta de Daenerys.
O prazer foi intenso, quase doloroso. Os espinhos massageavam as paredes internas, o plugue no cu fazendo pressão através da parede fina. Rhaella trabalhava o dildo com força, enquanto Naerys se ajoelhava e chupava o grelo, às vezes mordendo levemente.
Aegon observava, masturbando-se lentamente, seu pau duro novamente. — Traga ela aqui — ele ordenou.
Naerys desamarrou Daenerys e a arrastou até o pai. Aegon sentou-a em seu colo, de frente para ele, e guiou seu pau para o cu novamente. — Agora você vai cavalgando enquanto minhas filhas brincam — ele ordenou.
Daenerys começou a mover-se, o pau grosso no cu, enquanto Rhaella se deitava entre as pernas deles e chupava a buceta, às vezes lambendo as bolas do pai, às vezes o eixo do pau que entrava no cu. Naerys ficou atrás, massageando os seios de Daenerys, beliscando os mamilos, e de vez em quando introduzia um dedo no cu já ocupado, sentindo o pau do pai se mover dentro de Daenerys.
Aegon gozou novamente no cu de Daenerys, e as irmãs lutaram para lamber o esperma que escorria quando ela se levantou. Rhaella segurou o plugue e o enfiou de volta, selando tudo dentro.
A noite continuou assim. Daenerys foi fodida no cu mais três vezes por Aegon, cada vez com as filhas participando — lambendo, chupando, usando dildos. Ela foi obrigada a foder Rhaella com um cintaralho, metendo na buceta e no cu da prima simultaneamente, enquanto Naerys chupava os seios de ambas.
No amanhecer, Daenerys estava deitada na cama, coberta de esperma, marcas de mãos e bocas em todo o corpo. O plugue ainda no cu, um dildo ainda na buceta, preso por uma cinta que Naerys havia colocado. As primas dormiam de cada lado dela, uma com a boca em seu seio, outra com a mão em sua coxa.
Aegon se vestiu, seu pênio finalmente mole, vermelho e satisfeito. — Você voltará amanhã — ele disse, uma ordem, não um convite. — E traremos os dragões para assistirem.
Daenerys fechou os olhos, sentindo o plugue no cu pulsando, o dildo na buceta vibrando levemente, e soube que sua estadia em Valyria Nova seria muito mais longa do que planejara.
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