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Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar - Parte 4

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Garotão Incestuoso

O espelho do restaurante de alto padrão refletia uma farsa perfeita. Eu ajeitava o colarinho da minha camisa social preta, tentando ignorar a dor incômoda que ainda queimava na minha virilha e na base da minha espinha. A jaqueta do terno pesava nos meus ombros, um terno caro que o próprio Bruno fizera questão de pagar para que eu "ficasse apresentável" no jantar de comemoração da sua empresa. Ele queria ostentar a imagem de uma família abastada, sólida e impecável para os seus sócios.

A ironia era tão densa que quase dava para mastigar.
Atravessei o salão empenado por um lustre de cristal gigantesco, com o som suave de um piano de cauda ao fundo e a sinfonia abafada de risos e talheres batendo contra louças finas. Minha mãe estava radiante no seu vestido de seda azul-marinho, rindo das piadas sem graça dos investidores de Bruno. E lá estava ele, posicionado na ponta da mesa retangular como o rei absoluto daquele império de mentiras.

Bruno vestia um terno sob medida cinza-chumbo. Ele mantinha um copo de uísque com duas pedras de gelo na mão esquerda, ouvindo o relato de um dos diretores da empresa, mas a sua atenção não estava na conversa. No exato momento em que me aproximei para me sentar ao seu lado, a única cadeira vaga na mesa, o olhar dele encontrou o meu.

Foi um choque elétrico. O homem sociável, elegante e acolhedor sumiu por uma fração de segundo por trás daqueles olhos escuros, dando lugar ao predador frio que tinha me rasgado no carro dias antes.

— Senta aqui, Bernardo — a voz dele veio aveludada, mas carregada de uma ordem implícita enquanto ele indicava a cadeira com um leve aceno de cabeça. — Estávamos justamente falando sobre o seu futuro na escola. Eu estava contando o quanto você tem se esforçado.

Sentar-me naquela cadeira de estofado rígido fez meus dentes se cravarem no lábio inferior. Engoli um gemido de desconforto seco. A queimação interna onde o esperma dele tinha ficado parecia reagir ao menor movimento dos meus quadris.

— O Bruno é rigoroso, mas é porque quer o meu bem — respondi, o tom rasgado pela ironia que só nós dois éramos capazes de decifrar. Manti o rosto sério, sustentando o olhar dele enquanto puxava o guardanapo de pano para o colo.

— É claro que quero — ele disse, com um sorriso de canto de boca que fez o meu sangue ferver de tesão e pavor. — Um garoto na sua idade precisa de limites firmes. Sem um pulso forte, ele se perde no caminho.

Minha mãe sorriu, tocando no braço de Bruno com afeto.
— Ele mudou tanto desde que você passou a dar mais atenção a ele, querido. Você realmente sabe como lidar com garotos difíceis.

Sob a mesa, oculta pela longa toalha de linho branco que caía até quase o chão, a mão grande de Bruno se moveu. Ele não usou o pé desta vez. A mão dele, pesada e ardente, repousou diretamente na minha coxa. Os dedos grossos se cravaram no tecido da minha calça social, apertando a carne com uma força deliberada que me fez travar na hora.

Eu travei o garfo na mão. O garçom servia o prato principal, mas o meu mundo se reduziu ao calor da palma da mão dele subindo milímetro a milímetro pela minha coxa, aproximando-se perigosamente da minha virilha.

— Você está bem, filho? Está um pouco pálido — minha mãe perguntou, inclinando o corpo na minha direção com um olhar preocupado.

— Tô... tô ótimo, mãe — gaguejei, sentindo os dedos de Bruno prensarem o meu pau já meio ereto por cima da calça. A audácia dele naquele salão lotado era insana. — Só tá meio abafado aqui dentro.

— Se quiser ir ao banheiro se molhar, fique à vontade — Bruno disse, o tom de voz calmo e controlado contrastando com a violência com que a sua mão apertava a minha virilha debaixo do pano. Ele soltou a minha coxa devagar, me dando um último tapa imperceptível no topo do joelho antes de recolher o braço e levar o copo de uísque aos lábios. — Não demore. A comida vai esfriar.

Fiquei de pé quase de um salto, arrastando a cadeira de forma levemente ruidosa. Alguns sócios nos olharam, mas Bruno apenas deu um risinho condescendente, balançando a cabeça como se desculpasse o meu comportamento imaturo.

Caminhei em passos apressados pelo corredor que levava aos banheiros privativos no fundo do restaurante. O coração batia nas minhas têmporas como um martelo. Entrei na ante-sala de mármore e acionando o fecho da porta principal do banheiro masculino. Joguei água fria no rosto, encarando meu reflexo no espelho com os lábios entreabertos, a respiração totalmente desregulada.

Não se passaram nem dois minutos.
O clique da fechadura sendo destrancada por fora ecoou pelo cômodo revestido de azulejos escuros. A porta se abriu e voltou a se fechar com rapidez. Bruno entrou, girou a tranca por dentro com um som definitivo e encostou as costas na madeira, soltando o nó da sua gravata com a mão esquerda enquanto me devorava com os olhos.

— Você achou mesmo que me encarar daquele jeito na mesa ia sair impune, moleque? — a voz dele veio grave, ecoando nas paredes de mármore enquanto ele dava o primeiro passo em minha direção.

O som da tranca se ajustando ao encaixe ressoou pelo banheiro luxuoso como uma sentença de morte. A iluminação indireta de amarelado fraco refletia nas bancadas de mármore escuro e nas paredes espelhadas, criando uma atmosfera abafada, quase claustrofóbica. Lá fora, o som abafado do violino e o burburinho do restaurante pareciam estar em outro universo.

Bruno deu mais dois passos lentos na minha direção, o som dos seus sapatos de couro estalando contra o piso impecável. Ele não parecia nem um pouco preocupado com o fato de que qualquer pessoa, incluindo a minha mãe poderia caminhar até aquele corredor e tentar girar a maçaneta a qualquer segundo. O perigo parecia alimentar uma fome ainda mais doentia nele.

Ele terminou de afrouxar o nó da gravata e a puxou do colarinho, deixando-a cair sobre a bancada ao lado da pia. A camisa social branca dele tinha os dois primeiros botões abertos, revelando a pele quente e os pelos escuros do peito que subiam e desciam num ritmo pesado.

— Você me olhou com audácia demais enquanto a sua mãe falava da sua educação, Bernardo — ele disse, a voz num tom baixo, ríspido, uma oitava acima do sussurro, mas carregada de uma autoridade que me fez dar um passo involuntário para trás, até que a borda do mármore da pia pressionou o topo da minha cintura. — Você se acha muito esperto por aguentar a dor, não acha?

— Bruno, porra... aqui não — tentei argumentar, embora a respiração falhada e o volume sob a minha calça social entregassem exatamente o oposto das minhas palavras. — Tem gente no corredor. A minha mãe tá esperando a gente voltar pra mesa, caralho...

— Que se foda a sua mãe. Que se foda esse jantar — ele cortou com uma frieza brutal.

Com a rapidez de um golpe, Bruno avançou a mão e cravou os dedos no meu pescoço, apertando a minha traqueia com a medida exata de força para me prender no lugar sem me desacordar. Ele me empurrou para trás, me prensando com violência contra o espelho gigante que cobria a parede acima da pia. O vidro frio contra a minha nuca contrastou violentamente com o calor sufocante da pele dele.

— Você vai aprender a me respeitar em qualquer lugar, Bernardo — ele rosnou contra os meus lábios, o hálito quente cheirando a uísque e gelo. — Dobra esse corpo sobre a pia. Agora.

Não houve espaço para negociação. Minha mente tentava calcular a insensatez do que estava prestes a acontecer, mas meu corpo obedecia a cada estalo de ordem dele. Apoiei as duas mãos na borda de mármore frio, me curvando para a frente até que meu peito ficasse quase colado à bancada. Olhei para o espelho à minha frente e vi o meu próprio reflexo: os olhos arregalados, a boca entreaberta arfando e, atrás de mim, a figura gigantesca e dominadora de Bruno, com a calça do terno já desabotoada.

Ele agarrou a parte traseira da minha calça social e a puxou com violência para baixo, junto com a cueca, prendendo o tecido nos meus joelhos. Minhas nádegas ficaram completamente expostas no ar condicionado gelado do banheiro privado. A sensação de estar despido da cintura para baixo num espaço onde qualquer cliente do restaurante poderia bater à porta fez meu coração disparar a mil por hora.

— Puta que pariu... você tá babando de tesão só de estar aqui — Bruno debochou, vendo o tremor do meu quadril pelo reflexo do espelho.

Ele não usou tempo com preliminares. Cuspiu com força diretamente na palma da mão grande e passou o fluido na cabeça do seu pau grosso e pulsante. Senti a ponta rígida dele pressionar a minha entrada, que já estava sensível e inchada dos encontros anteriores.
sem qualquer aviso prévio, Bruno empurrou o quadril para a frente de uma só vez.

O pau dele rasgou o meu interior, afundando até a raiz com uma fúria desmedida. Um grito agudo tentou escapar da minha garganta, mas Bruno já esperava por isso: a mão livre dele cobriu a minha boca com brutalidade, sufocando o som contra a sua palma enquanto a outra mão agarrava firme o meu quadril, travando meu corpo contra a quina de mármore da pia.
As lágrimas saltaram dos meus olhos instantaneamente. A dor da invasão repentina se misturou ao atrito seco e cru, fazendo minhas pernas tremerem como varas verdes sob a calça presa nos joelhos.

— Abre a porra dos olhos e olha pro espelho — Bruno ordenou ríspido no meu ouvido, a voz cortada pela própria excitação enquanto começava a recuar e estocar com violência. — Olha quem tá te fodendo no banheiro do restaurante que a sua mãe escolheu. Olha o seu padrasto abrindo a sua bunda enquanto eles esperam o prato principal lá fora.

Eu olhei. No espelho, a cena era de uma depravação pura. Minha cabeça estava jogada para trás, a testa colada no vidro frio, enquanto o corpo de Bruno desferia golpes profundos, ritmados e implacáveis no meu cu. A cada impacto do quadril dele contra as minhas nádegas, um som úmido e abafado ressoava no cômodo, acompanhado pelo ranger sutil do balcão de mármore.

O atrito acelerou num ritmo doentio. A dor inicial começou a ser soterrada por uma onda de calor devastador que subia pela minha espinha a cada estocada brutal. A cabeça do pau dele atingia o meu ponto sensível num ângulo perfeito e desesperado.

Comecei a morder a mão dele, tentando não soltar os gemidos que imploravam para sair da minha garganta.

— Isso... morde, porra! — ele rosnou, aumentando a velocidade das investidas. — Gemer alto você não pode, mas vai engolir cada centímetro desse caralho até o fim.

Ele tirou a mão da minha boca por um segundo apenas para agarrar os meus cabelos, puxando minha cabeça para trás e me obrigando a encarar o teto decorado enquanto ele metia sem piedade. O ritmo dele era desumano, uma demonstração pura de força e posse física. A tensão de ouvir qualquer barulho no corredor, um passo, uma maçaneta tentando girar, fazia o meu corpo se contrair com um aperto insano ao redor do pau dele.

— Caralho, Bernardo... você tá apertando essa porra como se quisesse arrancar o meu pau — ele arfou, os dentes cravados na pele do meu pescoço numa mordida forte que com certeza deixaria uma marca roxa no local.

— Bruno... mais fundo... por favor, me fode... — sussurrei de forma descontrolada, a voz entrecortada e gaguejada pela falta de ar. Eu já tinha perdido qualquer resto de dignidade. A humilhação de estar naquela posição se transformou no combustível mais forte do meu orgasmo.

As estocadas finais vieram como marteladas. Bruno cravou os dedos no meu quadril com tanta força que os nós das suas mãos ficaram brancos. Ele afundou o pau até o limite máximo, e no mesmo segundo em que a cabeça do pau dele atingiu o fundo do meu canal, o meu próprio pau, que balançava solto e sem toque sobre a pia de mármore, começou a expelir jatos fortes e descontrolados de esperma, melando a superfície de pedra escura e o espelho.

Sentir as minhas contrações involuntárias prensando o seu pau foi o gatilho final para Bruno. Ele soltou um urro cavernoso e abafado contra a minha nuca, afundando com tudo e descarregando uma enxurrada volumosa e quente de esperma direto no fundo do meu rabo.

O corpo dele tremeu sobre o meu por longos e agonizantes segundos. A respiração dele era um vapor quente queimando o meu ombro enquanto ele mantinha a pica cravada no meu rabo, saboreando os últimos espasmos do clímax duplo.

Devagar, o barulho do ar-condicionado voltou a dominar o silêncio do banheiro. Bruno se puxou para fora com um estalo úmido, fazendo meu corpo fraquejar e quase cair sobre a pia. Ele se recompôs rapidamente, ajeitando a calça do terno com uma frieza cirúrgica antes de pegar um papel toalha e limpar com calma os respingos na bancada de mármore.

Ele se aproximou de mim, que ainda tentava me recompor com as pernas trêmulas, puxando a minha calça social para cima. Bruno segurou o meu queixo, obrigando-me a olhar para ele.

— Limpe o seu rosto, arrume esse cabelo e ajeite o colarinho para cobrir essa marca no pescoço — ele disse, com a voz recuperando o tom aveludado e calmo de executivo. — A sua mãe não gosta de esperar.

Comentários (1)

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  • Novinho Dudu: Isso aqui beira a perfeição.

    Responder↴ • uid:15i1yf6qit4s