#Gay #Teen

Acabei arrombado

856 palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Alberto

Sou moreno, 1,78 m, cabelos castanhos claros na altura dos ombros, cintura fina e bumbum bem carnudo. Em um fim de semana encontrei o Davi meu colega de classe em um cinema que só exibi filmes adultos. Eu ia muito lá pois era fácil encontrar veados loucos para fazer uma chupetinha para caras novinhos como eu, até que em uma dessas ocasiões o chupador massageou a portinha do meu cu e mesmo sentado na poltrona com o camarado ajoelhado a minha frente acabou de baixar minha bermuda e eu abri as pernas e senti seu dedo do fundo do meu cu, a partir daquele dia, sempre pedia uma dedada durante as chupetas. Vendo meu colega, tentei me esconder no banheiro, mas ele foi atrás de mim e assim que me encontrou me abraçou e sem minha permissão me beijou e apertou meu bumbum de modo tão gostoso que gemi de prazer, Davi muito sacana enfiou a mão dentro de minha bermuda enquanto me beijava invadindo meu cuzinho guloso com aquele dedo grosso, vi que era a hora, me virei e arrebitei a bunda, recebendo o que já a muito queria, mas evitava, uma rola dentro de mim, sofri porque o comedor foi bem bruto fazendo-me chorar de dor no cu, mas adorando receber aqueles jatos de porra dentro de mim. No dia seguinte na escola, ele fez sinal para mim ir para o banheiro e mesmo ainda com dores eu fui. O sinal do inicio das tocou e só estava eu no banheiro quando Davi entrou e me fez ajoelhar no vaso sanitário me estuprando novamente, nossa novamente aquele sensação maravilhosa, bem melhor que no dia anterior, pois ali enquanto me contorcia com o pau de Davi todinho enterrado em mim, me masturbei e gozei como nunca. Foram dois meses deliciosos em que Davi me comeu quase todos os dias. O curso acabou e fomos cursar faculdades diferentes e ir ao cinema caçar homens não era opção, vez que eu queria dar o rabo e não fazer chupeta. Passei a me masturbar enfiando eu mesmo o dedo no rabo, mas claro, não era a mesma coisa. Uma noite quando desci do ônibus de notei que o vivia de uma grande loja acompanhando meu andar até eu dobrar a esquina em direção a minha casa. Na noite seguinte, quando desci de novo no meu ponto bem em frente da loja, lá estava ele, eu negro enorme, com ombros largos, braços fortes e sorri para ele, que não perdeu tempo, levou a mão ao pau de modo que eu não podia deixar de notar. Na noite seguinte, ele estava com a porta lateral da loja aberta em um claro convite que eu não podia recusar, me aproximei e falei: "Oi, meu nome é Alberto". O macho olhou para mim com um gostoso brilho de desejo no olhar e me respondeu: "Sou Sebastião e a tempos observo seu andar elegante. Quer tomar um café lá dentro?". Sem responder dei dois passos para dentro e ele fechou a porta e caminhamos para o fundo da loja, onde havia uma garrafa térmica e alguns copos descartáveis, mas ele nem tocou na garrafa e já me abraçou na cara dura fazendo como Davi fez naquele cinema, grudou sua boca na minha e já enfiou a língua dentro de minha boca, enchendo-me de alegria, chupei aquela língua e pela primeira vez senti vontade de fazer uma chupeta, coisa que tinha evitado com Davi e me ajoelhei, abri a braguilha de Sebastião e lá de dentro saquei uma puta rola que mais parecia uma linguiça paio de tão grossa e escura que era, abocanhei e enchi minha boca com quele pirocão lindo, deixando-o brilhante com minha saliva, meu novo namorado só virava a cabeça de um lado para o outro com uma expressão maravilhosa de prazer, meu pau já estava doendo de tão duro quando Sebastião me fez ajoelhar em uma poltrona que estava exposição e enquanto eu ajoelhava na poltrona ele baixou meu bermudão deixando-o pendurado em um de meus tornozelos. Sebastião esfregou aquela rola no meu rego, tirando-me o ar e quase me fazendo gozar. Meu comedor segurou firme meu quadril e empurrou, nossa eu me comportei como uma virgem, gritei ao sentir aquela piroca bem mais grossa, cumprida e dura que a de Davi e imediatamente gozei sem por a mão no meu pau, por sorte a poltrona ainda estava com aquele plástico de fábrica e Sebastião não ligou, continuou empurrando a geba para dentro de mim enquanto eu me contorcia para aguentar aquela cobra, mas foi maravilhoso sentir novamente aqueles jatos quentes no fundo do meu cu, bem mais fundo que antes. Completamente arrombado, fui para casa sonhando com a noite seguinte.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos