#Incesto #Lésbica #Voyeur

O internato da putaria - parte 1

7.2k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
doida por dildo

neste internato era so putaria entre as alunas

O desfile de 7 de Setembro estava chegando e o InterNato mais uma vez virou o Brasil.

As oficiais de uniforme vermelho e dourado já estavam alinhadas no pátio interno da Escola de Instrução, o sol de setembro batendo forte nas oculos de sol e nos sorrisos que não cabiam na cara.

Capitã Lara, 28 anos, corpo atlético e boca sempre pronta, bateu palmas duas vezes.

— hoje a gente desfila na capital! Setenta e quatro anos de independência!

E ninguém vai ficar só olhando, vão ter que parar o trânsito pra gente passar.

As risadas explodiram. Capitã Laura, 32 anos, a mais experiente, cruzou os braços e provocou:

— E você acha que vai conseguir manter a postura, Lara? Porque eu já vi você tropeçando nos próprios saltos em desfile de verão.

Todo mundo sabia o que rolava entre elas. Desde o curso de instrução, três anos atrás, a tensão estava só esperando o momento certo.

Mas hoje tinha uma novidade que ninguém tinha previsto.
A professora Isaura, que dava aula de cinema na faculdade, tinha aparecido de surpresa com um aviso de última hora:

— Meninas, vou ministrar o desfile hoje. Pra ficar mais cinematográfico, eu pedi pra vocês usarem o uniforme adaptado pro estilo:

short enfiado bem fundo na bunda, daqueles que mal cobrem a bunda, e o shortinho mesmo, curtinho, quase entrando na xoxota.

Porque isso vai dar mais movimento, mais visão, mais classico de desfile moderno.

Risos….

As meninas trocaram olhares assustados.
— Professora, não pode…
— começou Lara, vermelha.

— Pode sim — respondeu Isaura com aquele sorriso professor que não aceita discussão.

— Vocês são atrizes em formação. Isso é cinema, não desfile de militar.

Enfiado, bem enfiado, porque o movimento vai dar drama. Se não gostarem, podem ser suspensas… mas hoje é o dia.

Ninguém ousou reclamar. Mas quando saíram do vestiário, já estavam com os shorts engolindo quase tudo.

Adriana, 24 anos, a mais safada e que adorava conversar com as amigas sobre sexo, já estava vermelha de vergonha. Mas também excitada.
— Meninas… olha só pra mim… — murmurou ela, abaixando a mão e sentindo o short já meio enterrado entre as nádegas.

— Meu shortinho tá… enfiado até a bunda, viu? E o buraco? Minha xota aíiiii. aiii, ele mal cobre a xoxota. Olha o risco…
esta ardendo,,,,
As outras riram nervosas, mas também sentiam o mesmo. As bundas estavam completamente à mostra, os shorts mal cobrindo o começo das nádegas, e a xoxota aparecendo por baixo.

Alguns shorts eram tão curtos que dava pra ver a entrada da buceta se elas respirassem fundo.
Elas chegaram na praça central da cidade, o desfile começou.
As pessoas pararam na hora.

Primeiro foi o murmúrio.

— Olha aquilo! São alunas?

Não… são atrizes de outro lugar

— Olha a bunda daquela ali… o short tá… engolindo tudo!

— E a xoxota? Tá aparecendo toda hora quando elas andam
Credo olha la, elas tão molhadas de vergonha ou tesao

No meio da marcha, Adriana, que era a mais conversadeira, não aguentou.

— Meninas… eu tava aqui imaginando o que ia ser fazer com a Luana…

— sussurrou ela pra Laura do lado, vermelha até a orelha. — Imagina se eu abrir a perna… minha xoxota toda aparecendo… ah, que delícia… e a Laura, a Laura tá com a bunda mais redondinha do mundo, ó… olha só pra ela andando… o short tá… se movendo… eu quero enfiar a cara aí…

Laura só conseguiu corar mais ainda, mas apertou as coxas, sentindo o short já úmido.

Lara, que estava do lado delas, sentiu o coração acelerar. Ela olhou pra trás de vez em quando e viu Laura com o short quase sumindo entre as nádegas, a xoxota aparecendo toda vez que ela dava um passo.

Durante a parada obrigatória, as três alunas pararam no mesmo ponto, uma atrás da outra. O sol batia forte. Adriana, a mais provocadora, não resistiu:

— Olha… eu tô aqui com o short enfiado até a xoxota…
é muito pequeno
se eu mexer um pouquinho… — ela abriu um pouco as pernas só o suficiente pra mostrar um pedacinho da buceta rosada.

— Ai, caralho… tô arrepiada de vergonha e de tesão ao mesmo tempo… vocês sentem isso?

Laura e Lara coraram violentamente, mas também sentiram o mesmo calor subir.

O desfile continuou. Quando as oficiais giravam, viravam, marchavam… o short mal segurava. A bunda aparecia inteira, os olhos das pessoas na rua não paravam de olhar.
— Olha a bunda da Adriana… que gostosa!
— E a xoxota dela… toda aparecendo quando ela vira!
— Elas tão todas vermelhinhas… deve tá queimando de vergonha!

No final do desfile, quando as bandeiras já estavam baixadas, Lara esperou Laura na saída lateral da rua.
O sol ainda estava forte.

Adriana veio logo atrás, ainda vermelha, mas com o olhar brilhando de tesão.
— Meninas… eu tava aqui imaginando…
— murmurou ela, sentindo o short ainda meio enterrado. — Imagina se a gente voltar pra casa… eu quero sentar na cara de vocês com esse short enfiado… minha xoxota toda molhada… a bunda toda pra fora… ah, que delícia…

Laura apertou as coxas, já molhada. Lara só sorriu, aquele sorriso perigoso.

— Então vem pra minha cama depois do desfile, Laura.

Eu quero te despir devagarinho… bem devagarinho… e te agradecer por ter aguentado a parada o dia inteiro com esse shortinho tão curto.

Laura riu, aquele riso rouco que fazia tudo valer a pena.

— Eu aguento tudo por você, amiga. Menos esperar o fim do desfile.
E assim, como todo bom desfile cinematográfico, terminou com uma vitória… bem dentro do quartel, com as bundas e as xoxotas ainda tremendo de vergonha e tesão.

Depois que o desfile terminou na praça central, as três alunas saíram do InterNato com o rosto ainda vermelho de vergonha.

O sol de setembro batia quente, mas o que mais queimava era a sensação de estarem com o short enfiado fundo na bunda, a xoxota aparecendo a cada passo.
Adriana, a mais safada, já não conseguia esconder o sorrisinho.

— Meninas… credo, eu tô molhada pra caralho… — sussurrou ela, andando com as pernas bem abertas só o suficiente pra mostrar mais.
— Imagina se a gente abrir mais um pouquinho agora… minha bucetinha toda rosada vai aparecer mais ainda

… ai, que vergonha doida…

Laura corou até a orelha, mas não conseguiu segurar o riso.

— Adriana, cala a boca! Olha o povo olhando a minha bunda…

tá saindo tudo! Meu short tá afundado entre as nádegas… e a xoxota? Eu juro que tô sentindo o ar na entrada… que delícia… mas que porra é essa, gente!

Lara, no meio, só ria sem graça, apertando as coxas.

— Eu tô vermelha pra caralho… todo mundo tá olhando… “olhem as alunas com o bunda e xota pra fora!”

Eu quero sumir… mas… caralho, eu tô excitada pra porra.

Elas entraram no ônibus delas ainda rindo e corando ao mesmo tempo.

No caminho de volta pro colegio, o celular de Adriana vibrou. Mensagem do prefeito:

“Meninas, vim ver o desfile. Agora vão direto pra minha fazenda. É uma festa particular.

As meninas do InterNato vão fazer o show particular. Tragam o short mais curto ainda, hein?
Biquinis e micro calcinhas e depois peladinhas

Lara leu em voz alta e virou pra professora Isaura, que vinha sentada no fundo do ônibus.
— Professora… o prefeito quer a gente na fazenda dele.

É la uma putaria gigante.

E você tá com cara de quem quer foder a gente…

Isaura, ainda brava, cruzou os braços e respondeu seco:
— Porque vocês não obedeceram o short. Agora vão. E se eu descobrir que vocês voltaram pro quartel sem obedecer… vocês vão se arrepender.
Ninguém discutiu.

Chegaram na fazenda à noite.

O lugar era um condomínio particular rodeado de muros altos e luzes coloridas.
Uma putaria total.

Garconetes andavam nuas por todo lado, seios e bundas à mostra, servindo drinks, massagens, tudo.
Parecia um cabare

O ar cheirava a sexo e perfume caro.

O prefeito, um homem de uns 55 anos, gordo, tatuado e com um sorriso safado, veio receber elas na entrada.

— Minhas queridinhas safadas! Entrem!

Hoje eu quero ver as alunas minhas parecendo atrizes do cinema em ação de verdade!

Ele olhou de cima a baixo as três, parou na bunda de Adriana que quase não cobria nada.

— Short enfiado até a xoxota?

Perfeito. Agora o show começa. Vão desfilar pra mim. Todas as meninas aqui vão assistir.

Elas foram colocadas no centro do salão enorme. O prefeito e uns 30 convidados homens (todos bronzeados, músculos à mostra, alguns até de short de banho) olhavam tudo.

— Desfile pra gente — gritou o prefeito.

As garconetes nuas dançavam ao redor, seios balançando, cu empinado.
Lara, Laura e Adriana foram obrigadas a desfilar de novo. Mas agora era ainda mais doido.
Adriana foi a primeira a ir pro centro. O short dela já estava atolado fundo. Ela abriu as pernas bem devagar e girou.
— Ai, caralho… olha o povo vendo minha xoxota! — murmurou ela, vermelha mas sorrindo. — Meu short tá… quase sumindo… a buceta toda aparecendo toda vez que eu mexo o quadril… que delícia, gente…

Laura e Lara foram em seguida. O short delas também mal segurava. Cada passo fazia a bunda aparecer inteira e a xoxota ficar mais visível. Elas andavam atoladinhas, sentindo os olhares dos convidados queimando na buceta.
— credo… eu tô com o short enterrado entre as nádegas… e a xoxota?

Tá aparecendo toda vez que eu viro…
— Laura gemia baixo, corada pra caralho. — Esses caras tão olhando… e eu gostando… caralho…
Lara, que era a mais safada entre as três, não aguentou:
— Imagina se eu abro mais… minha bucetinha toda rosada vai aparecer pra esses caras… ai, que vergonha… mas eu quero…
O prefeito batia palma:
— Isso! Mais safado! Elas são atrizes do cinema, que façam show de verdade!
Elas começaram a se esfregar uma na outra. Adriana encostou as costas na Lara, empinando a bunda pra trás.
— Olha, gente… minha bunda tá rebolando… meu short tá afundado na xoxota… tô sentindo o pau de vocês olhando… que delícia…
Laura e Lara juntaram-se. As três oficiais nuas por baixo dos shorts curtos, rebolando, apertando as coxas, gemendo baixinho de tesão enquanto os convidados gemiam e bebiam mais.
— Quero sentar na cara de vocês depois… — sussurrou Adriana, mordendo o lábio.
O prefeito, rindo, levantou a mão:
— Garçonetes, putinhas mais bebidas,

isso bem peladinhas

Hoje eu quero ver as minhas alunas dançando e divertindo!
Elas aceitaram. Porque o que mais importava era: sair do InterNato, fazer putaria de verdade, e algumas não queriam

A putaria na fazenda do prefeito estava no auge. O salão principal era um ringue de luxo: paredes de vidro, luzes coloridas, garconetes nuas andando de um lado pro outro, seios balançando, cu empinado, servindo cerveja gelada e massagens rápidas.
Lara, Laura e Adriana estavam no centro, ainda com os shorts enfiados fundo na bunda. Elas tremiam de vergonha, mas o corpo não obedecia. Os convidados eram da cidade delas: amigos do prefeito, empresários, políticos, tudo mundo da escola, da faculdade, da cidade. Olhavam direto pras xoxotas aparecendo.
O prefeito, aquele homem de 55 anos, gordo, tatuado, pau já meio duro no shortinho, veio direto pra Lara.
— Olha só quem eu tenho aqui… você é a amiga da filha dele, né? — Ele apontou pra uma garota loira, 23 anos, que trabalhava na prefeitura, conhecida desde sempre. — Ela é amiga da filha do prefeito! E você… a outra aí é amiga da filha também, né? — Ele apontou pra Laura, que corou até o pescoço.
As duas meninas se olharam, mortas de medo. Elas já tinham visto as fotos da filha do prefeito na escola, ela era amiga de infância delas. Agora estavam ali, peladas por baixo dos shorts, andando nuas em volta dele.
— Prefeito… não… por favor… — murmurou Lara, voz tremendo.
Mas o prefeito riu e já começou a enfiar a mão por baixo do short de Lara. Dedos grossos encontraram o cuzinho dela, que já estava todo molhado e rosado.
— Ahhh… olha só… já tá apertadinho e molhadinho… você quer, né, minha amiga da filha? — Ele enfiou dois dedos devagar, sentindo o cuzinho apertar em volta deles. Lara mordeu o lábio, lágrimas de vergonha misturadas com prazer escorrendo.
Laura foi a segunda. O prefeito tirou o short dela com um puxão. A calcinha micro dela mal cobria nada. Ele abriu as pernas dela ali mesmo no meio do salão e enfiou a língua direto no cuzinho, chupando devagar, lambendo a entrada toda molhada. Laura gemeu alto, apertando as coxas.
— Eu… eu não queria… mas… ai… tá tão gostoso… — sussurrou ela, vermelha pra caralho.
Adriana foi a terceira. Ela já tinha uma calcinha micro ainda menor, quase invisível. O prefeito tirou tudo e mandou ela virar de quatro no sofá.
— Agora a racha… quero ver essa racha vermelha e molhada que você tem, amiga da minha filha… — Ele cuspiu na mão, colocou dois dedos na racha de Adriana e começou a massagear devagar, depois enfiar um, depois dois. Adriana rebolava, gemendo:
— Pref… prefeito… eu tô com vergonha… todo mundo tá olhando… mas… caralho… tá tão fundo… tô sentindo tudo…
O prefeito chamou outras duas meninas que eram amigas da filha dele — uma de 25 anos, outra de 22 — e fez elas se sentarem no colo dele. As duas sentaram devagar no pau dele, que já era enorme, grosso, veias pulsando. Elas gemiam baixinho enquanto subiam e desciam, sentando até o fundo.
— Olha… olha a testa da buceta delas… — murmurou o prefeito pra Lara, que estava ao lado. As duas meninas estavam sentadas bem fundo, a buceta esticada, lábios inchados, tudo brilhando molhado. — Olha só essa buceta grande e aberta… que delícia… — Ele enfiou a mão e começou a massagear as duas ao mesmo tempo, dedos voltando pra racha delas.
Lara, Laura e Adriana não aguentavam mais. Elas foram tiradas pra fora do short e foram obrigadas a andar nuas em volta do prefeito, peladas completamente. A vergonha era insana. Elas passavam os seios perto da cara dos homens, sentiam os dedos apertando os bicos, o cuzinho sendo chupado de novo. Lara sentiu um dedo grosso entrando no cuzinho enquanto ela olhava pra testa da buceta da amiga da filha sendo fodida com o pau do prefeito.
— Eu… eu não queria… mas… tô molhada pra caralho… — choramingava Lara, apertando as coxas.
Laura só conseguia gemer alto enquanto o prefeito comia o cuzinho dela de novo, língua entrando fundo.
De repente o prefeito gritou:
— Hoje eu quero foder o cuzinho de todas! Ninguém sai do salão sem levar no cuzinho!
Elas foram colocadas de quatro no sofá grande, cu empinado, xoxotas pingando. O prefeito e os convidados começaram a comer. Dedos, língua, depois pau. Lara sentiu o pau grosso de um cara da cidade (um ex de futebol da faculdade) entrando devagar no cuzinho enquanto ele massageava a racha dela. Ela gritava de prazer e vergonha ao mesmo tempo.
— Ai… não… caralho… tá tão fundo… eu quero… quero…
Laura foi a primeira a gozar, sentando no pau de outro homem enquanto o prefeito comia o cuzinho dela e enfiava dois dedos na racha dela, fazendo ela gritar:
— Pref… eu tô com vergonha… todo mundo tá vendo… mas… tô gozando… tô gozando na boca do seu amigo…
Adriana foi a terceira. Ela montou no pau de um cara forte que parecia jogador de basquete da cidade, sentando devagar até o fundo da xoxota, enquanto o prefeito chupava o cuzinho dela com força, dedos fodendo a racha molhada dela sem parar.
— Eu… eu não queria… mas… que delícia… tô sentindo o pau todo… e a racha… tô apertando o dedo do prefeito…
As outras duas meninas (as amigas da filha) gemiam enquanto eram fodidas pelos dois lados: pau na xoxota e pau no cuzinho ao mesmo tempo.
O prefeito não parava. Ele chamava mais gente, fazia mais uma sentar, fazia mais uma comer o cuzinho. As garconetes nuas assistiam e bebiam, se esfregando umas nas outras.
Às 3 da manhã, quando já estavam todas cansadas, suadas e molhadas, o prefeito levantou o copo:
— Isso, meninas do InterNato… hoje vocês saíram do quartel e entraram direto na putaria. E amanhã… vocês vão voltar com o cu e a xoxota treinada pra desfile do ano que vem.
Lara, Laura e Adriana, todas peladas, com o cuzinho latejando e a xoxota inchada, só conseguiram sorrir e gemer:

O ônibus militar parou na frente do quartel às 5h da manhã. Lara, Laura e Adriana desceram devagar, os joelhos tremendo, o corpo inteiro dolorido. Elas tinham saído nuas da putaria, cheias de marcas de dedo, mordidas no pescoço, semen seco escorrendo pelas coxas. A xoxota de Lara latejava, inchada, ainda vazando leite. Laura tinha o cuzinho roxo, com marcas de dentes e quatro dedos de pau. Adriana sentia as costas doendo de tanto sentar em pau.
— Meninas… — murmurou Lara, voz rouca, apertando a bunda dolorida. — Eu tô destruída… o cu ainda tá latejando… e a xoxota? Caralho, eu não consigo nem andar direito…
Laura riu sem graça, mas o riso virou gemido quando sentiu o short micro do prefeito ainda meio enterrado entre as nádegas.

— Eu… eu amei pra caralho… — confessou ela, baixinho, corada até a orelha. — Mas tô com vergonha até do meu próprio nome… meu pai me mandou mensagem ontem à noite perguntando se eu estava no desfile porno… eu quase vomitei!

Adriana, a mais safada, encostou na parede do quartel e abriu as pernas devagar, mostrando a buceta ainda inchada e molhada.
— Eu amei… eu amei tanto… — disse ela, voz tremendo. — Eu fiz sexo com dois caras ao mesmo tempo… um na xoxota e outro me comendo o cuzinho… o cara de 38 cm…

ufa… eu nem queria fazer anal… eu só disse “tá bom”… e aí ele me abriu… e aquele pau enorme… eu não consigo nem sentar direito… tô destruída, meninas… tô destruída!

As três entraram no dormitório. O quarto delas estava escuro, cheirando a sexo seco. Elas se jogaram na cama e começaram a rir e chorar ao mesmo tempo.

— o prefeito…
— disse Lara, passando a mão na buceta ainda latejante.
— Ele lembrou que sou amiga da filha dele

enfiando dois dedos no cuzinho enquanto ele olhava a testa da buceta que era grande mesmo da nossa amiga risos

e depois sendo fodida… eu gozei três vezes… e ainda queria mais…
Laura se deitou de lado, puxando as pernas pra cima, mostrando a bunda com marcas roxas.

— Eu… eu nem queria ir na suruba… meu pai é serio… ele me criou pra ser uma boa menina…risos

e agora eu tô molhada só de lembrar do pau do cara e tambem chupando meu cuzinho… ai… que vergonha…

Adriana abriu a caixa de “treinamento” que o prefeito tinha dado pra elas na última noite. Era uma caixa preta grande, com cadeados dourados.
— Olha o que ele deu pra gente… — disse ela, abrindo. — Tem dildos de todos os tamanhos… plug anal de silicone… vibrador… até luvas e gel… ele disse: “usem todos os dias, novatas, pra aprender a ter vergonha de verdade”.

As três pegaram tudo e começaram a usar ali mesmo, enquanto conversavam.

— Amanhã é o dia da inauguração da sala de curtição anal
— contou Lara, gemendo enquanto esfregava o plug no cuzinho dela. — O diretor vai inaugurar semana que vem… e vai ter pais na plateia! Ele chamou os pais de todas nós pra assistir as filhas experimentando de verdade!
Laura e Adriana ficaram em choque.

— Tipo… meus pais… vão ver a filha com um plug de 15 cm no rabo?

— Laura cobriu a boca, vermelha. — Eu quase vou morrer de vergonha…
Adriana riu, nervosa.
— Eu quero… mas tô com medo.

Algumas amigas nossas da escola também… elas não foram no desfile que a gente foi quase nuas… só umas poucas.

Agora a gente vai ser as que vão trazer mais garotas pra essas festas. O diretor quer transformar o InterNato num colégio de putaria disfarçado de cinema.

Elas continuaram usando. Lara passou gel na buceta da Laura enquanto Adriana montava no dildo do prefeito e rebolava devagar, gemendo:

— Eu tô com o dildo enfiado… 18 cm… meu cu ainda tá doendo de ontem… e agora vou ter que sentar na cara da novata e ensinar ela a aceitar o pau no cuzinho… ai… que delícia… que vergonha…

Lara esfregava gel devagar na buceta de Laura, enquanto falava:

— Amanhã quando a gente entrar na sala de curtição… o diretor quer e os professores e alguns pais:
ele vai disser
“Minhas meninas, hoje os pais vão ver a vergonha que estão sentindo… mas é pra o bem do curso”.

Laura só conseguiu gemer:

— Eu tô com medo de ver meu pai… mas… caralho… tô molhada só de imaginar… meu cuzinho vai estar todo aberto… e eu vou sentar no pau dele enquanto todo mundo assiste…
As três ficaram ali, nuas, doloridas, molhadas, rindo e chorando, usando o que o prefeito tinha dado pra elas.

— Amanhã…

— disse Adriana, voz baixa. — Amanhã a gente vai ter que sentar no dildo na sala de treinar que o diretor vai inaugurar e mostrar pra meus pais que eu sou uma vadia safada… que eu amo ser comida no cuzinho…
Lara sorriu, ainda vermelha.

— E nós vamos gostar… porque agora a gente sabe: a vergonha é o melhor afrodisíaco do mundo.

Elas se abraçaram, ainda com o gel escorrendo entre as coxas, e dormiram abraçadas, todas destruídas de tesão, vergonha e desejo de voltar pro inferno na próxima festa.

A sala de curtição anal estava pronta. Um salão enorme, branco e futurista, com paredes espelhadas do chão ao teto, piso de vinil liso e uma fileira de cadeiras na plateia. No centro, um palco baixo com tudo que o prefeito tinha mandado: uma máquina de foder automática com quatro braços robóticos, dildos de 15 cm a 30 cm enfiados em todos os orifícios, plugs vibrantes, luvas de látex, cadeiras de dildo gigantes, luvas, óleos, gel e até uma banqueta de castigo anal com furo no meio.
O diretor, um homem de 45 anos, barrigudo e sorridente, ia inaugurar semana que vem. Ele tinha chamado os pais de todas as meninas do InterNato “pra verem a vergonha que as filhas estão sentindo… mas é pra o bem do curso”.

A cerimônia começou às 14h. As meninas do InterNato — Lara, Laura e Adriana, mais 12 novatas — estavam de short micro e blusa aberta, completamente peladas por baixo. Elas andavam nuas em volta do palco, seios e bundas à mostra, já vermelhas de vergonha.
O diretor bateu palmas.
— Meninas, hoje vocês vão mostrar pra todo mundo o que a sala de curtição anal é feita. E hoje também vamos testar.
Primeiro as professoras. Todas as oito professoras foram levadas pro centro do palco. Elas tiraram a roupa em menos de dois minutos e foram colocadas de quatro.
Lara foi a primeira a ser testada. O diretor abriu a máquina e enfiou um dildo de 25 cm no cuzinho dela enquanto os braços robóticos seguravam ela firme. A máquina começou a foder devagar, fundo, até o talo.
— Ahhhhh… não… ai, diretor… meu cu… tá indo até o talo… — gemia Lara, lágrimas de vergonha escorrendo enquanto a máquina lambia sem parar.
Laura foi a segunda. Uma máquina de foder vaginal e outra no cuzinho ao mesmo tempo. Ela sentava na cadeira dildo gigante, 20 cm, e a máquina descia até o talo, abrindo ela por completo.
— Eu… eu não queria… mas… tá tão fundo… — chorava Laura, vermelha pra caralho, apertando os seios.
Adriana montou na cadeira dildo maior de todas, 28 cm, e sentava devagar. Cada vez que ela descia, o dildo entrava mais. Ela rebolava, gemendo alto:
— Pref… diretor… eu tô sentindo o talo… minha irmã mais nova vai ver… caralho… tô gozando… tô gozando na frente de todas as mães…
A máquina lambia sua racha molhada enquanto ela gozava, squirt escorrendo no chão, gritando:
— Eu sou uma vadia… eu amo ser comida… olha pra minha irmã… ela tá lá assistindo!
As meninas sentaram na plateia em silêncio. Todas as mães estavam lá. Algumas com a mão na boca, outras passando a mão por cima da calcinha, sentindo o clitóris latejar. Outras sentavam na cadeira dildo que o diretor tinha preparado pra elas — uma cadeira de 15 cm com furo no meio. Elas tentavam ficar com vergonha, mas o vestido curto mal cobria. Quando o diretor acelerava a máquina, elas sentavam e tampavam o vestido com as mãos, mas o dildo entrava mesmo assim, até o talo.
— Olha a minha filha… — murmurava uma mãe, vermelha, apertando os joelhos. — Ela tá sendo fodida até o talo… e eu… eu tô molhada… eu nunca imaginei…
As irmãs coradas não aguentavam. Uma delas, 19 anos, irmã mais nova de Lara, sentou bem na frente da irmã. Lara, ainda sendo fodida pela máquina, virou a cabeça e olhou pra irmã.
— Lu… olha… eu tô indo até o talo… — gemia Lara, gozando mais uma vez. — Meu cuzinho… tá todo aberto… caralho… eu amo…
Luana corou, apertando as coxas, e sentiu o próprio corpo reagir. As mães de Luana viram tudo e não conseguiram esconder o tesão.
O diretor ria.
— Meninas, agora é a vez das novatas. Elas vão aprender com vocês.
Lara, Laura e Adriana, ainda doloridas, foram colocadas de quatro no palco e começaram a ensinar as novatas. Elas comiam o cuzinho umas das outras, língua dentro, enquanto as máquinas lambiam. Uma novata chorava de vergonha, mas gozava na língua da irmã mais velha.
— Eu não queria… mas… tá tão gostoso… — gemia ela.
As mães assistiam boquiabertas. Uma mãe mais velha, que nunca tinha ido no desfile quase nuas, acabou sentada na cadeira dildo dela, o vestido subindo, e deixou a máquina entrar devagar no cuzinho. Ela tentava fechar as pernas, mas o dildo forçava.
— Meu Deus… — sussurrou ela, voz tremendo. — Minha filha… e eu… tô sentindo o pau… eu nunca imaginei que ia gostar…
As irmãs coravam, mas não conseguiam desviar o olhar. Uma delas, irmã de Adriana, foi levada pra frente e sentou na cadeira dildo de 30 cm enquanto a irmã assistia.
— Ana… olha o que eu tô fazendo… — chorava Ana, gozando na frente de toda família. — Meu cuzinho tá todo aberto… e a irmã… tá vendo…
As mães gemiam baixinho, muitas já molhadas dentro da calcinha. Algumas tiravam a mão de cima e começavam a se tocar em silêncio, enquanto viam as filhas sendo comida até o talo.
Lara, Laura e Adriana, ainda vermelhas, foram obrigadas a sentar na cadeira dildo maior de todas e ensinarem as novatas como apertar o cuzinho em volta do pau.
— Isso, novatas… apertem… a vergonha faz o pau ficar mais duro — dizia Lara, gemendo enquanto uma máquina lambia seu cuzinho.
A sala estava cheia de gemidos, squirt, gritos de vergonha e prazer. As mães, sem saber que as filhas já eram vadias, assistiam orgulhosas e excitadas, muitas sentadas na cadeira dildo, tampando o vestido com as mãos, mas já gozando na frente de todas.
No final, o diretor levantou o copo:
— Bem-vindas à putaria oficial do InterNato. Semana que vem, mais pais vão vir. E vocês, meninas… vão treinar todo dia. A vergonha é o melhor afrodisíaco.
As meninas, todas nuas, doloridas, molhadas e sorrindo, só conseguiram gemer:
— Sim, diretor…

A sala de curtição anal ainda estava quente. O squirt escorria no piso, as cadeiras dildo brilhando de lubrificante e sêmen seco. As novatas — 14 garotas jovens, 19 a 22 anos — estavam de joelhos em volta do palco, nuas, vermelhas de vergonha e tesão.
Lara, Laura e Adriana (já veteranas) começaram a ensinar as novatas.
— Olha, novatas… — disse Lara, voz rouca, enquanto duas novatas chupavam o cuzinho uma da outra. — Apertem forte. A vergonha faz o pau ficar mais grosso. Assim… assim… caralho, olha o volume na barriga da Maria. Olha só como tá inchado!
Maria, 20 anos, estava de quatro, o cuzinho todo aberto, e Lara tinha enfiado dois dedos, depois três, sentindo o volume subir devagar na barriga dela.
— Tá vendo? Quando eu encho, a barriga dela fica redonda… como um bebê… — Lara apertou, e Maria gemeu alto, gozando sem tocar a xoxota.
Laura foi a próxima. Ela sentou na cadeira dildo de 25 cm e começou a ensinar uma novata mais nova a sentar no colo dela. A garota subiu devagar, o dildo entrando até o talo, barriga esticada.
— Isso, novata… desce até o fundo… olha o volume… tá vendo a barriga redonda agora? — Laura rebolava, gemendo. — Meu Deus… eu tô gozando na frente da minha irmã mais nova… e ela tá assistindo… caralho…
As novatas coravam, mas obedeciam. Uma delas, de 19 anos, chorava de vergonha enquanto uma veterana (uma das alunas mais experientes) comia o cuzinho dela com força, língua entrando fundo, enquanto outra novata chupava a xoxota dela. O squirt jorrava na cara das alunas mais velhas.
— Eu… eu não queria… mas… tá tão fundo… — gemia a novata, apertando os seios.
Lara e Laura riam sem graça, passando o gel nas bucetas umas das outras enquanto as novatas aprendiam a aceitar.
— Aprendam a aceitar a vergonha, novatas — disse Adriana, voz tremendo. — Porque no futuro vocês vão ser as que trazem as garotas pros desfiles… e pras festas…
Elas continuaram. Uma novata foi colocada de quatro e a máquina de foder foi acionada. O dildo de 20 cm entrava e saía, fazendo a barriga dela subir e descer. As meninas veteranas ficavam em volta, chupando o cuzinho de quem estava do lado, ensinando:
— Apertem o pau quando ele entrar… a barriga fica inchada… olha como o volume fica visível… que delícia… que vergonha…
As novatas gozavam uma depois da outra, molhadas, doloridas, rindo e chorando ao mesmo tempo.

Uma semana depois, a suruba na fazenda do prefeito estava lotada. Mas agora tinha um público especial: todos os pais das meninas do InterNato, sentados na plateia de luxo, como se fosse um evento de cinema.
O diretor tinha convidado os pais pra “verem a performance das filhas ao vivo”.
O prefeito, orgulhoso, anunciou:
— Hoje as meninas vão mostrar pra vocês o que a sala de curtição anal ensinou. E o grande ator porno vem direto dos Estados Unidos… ele vai mostrar o que é volume de verdade.
As meninas do InterNato — Lara, Laura, Adriana e as novatas — entraram nuas, nuas, nuas. Seios e bundas à mostra. Elas se posicionaram no centro do salão.
Primeiro veio o ato com strapon.
Um professor (um ex-aluno do curso que tinha virado professor) colocou um strap-on enorme, 22 cm de pau roxo, veias pulsando, já com lubrificante. Ele começou a chupar o cuzinho de Lara devagar, língua entrando fundo, enquanto o pau falso entrava na xoxota dela.
— Olha… olha a filha do senhor… — o diretor apontou pra um pai na plateia. — Tá vendo o volume na barriga dela? O pau falso tá enchendo a barriga toda… olha só…
Lara, vermelha, gozava na frente do pai, apertando os seios, gemendo:
— Papai… tá vendo… eu tô sendo comida no cuzinho… e agora na xoxota… caralho…
O pai, com a mão na boca, já molhado dentro da calcinha, só conseguia sussurrar:
— Isso… filhinha… continua… papai tá gostando da performance dela… esse colégio é muito bom… tá ensinando as meninas direito…
Laura foi a próxima. O mesmo professor com o strap-on de novo — agora com lubrificante grosso — entrou na xoxota dela enquanto outra novata comia o cuzinho dela. Laura, lágrimas de vergonha escorrendo, gozava ao vivo, olhando pro pai.
— Eu… eu tô sendo usada por todo mundo… olha o volume na barriga… tá vendo, pai? — gemia Laura, rebolando.
O pai, vermelho, apertando os joelhos, respondeu rouco:
— Meu Deus… minha filha… isso… continua… eu tô gostando demais… esse colégio é o melhor… tá ensinando tudo… até a vergonha…
Adriana foi a terceira. Ela subiu na cadeira dildo gigante e sentou devagar, mas o strap-on de 22 cm entrou até o talo, fazendo a barriga dela ficar redonda, inchada visivelmente. O professor chupava o cuzinho dela com força enquanto ela rebolava.
— Eu… eu não queria… mas… tô sendo fodida até o talo… olha o volume na barriga… tá vendo, mãe? — chorava Adriana, gozando em jatos enquanto olhava pra mãe sentada na cadeira dildo dela mesma.
A mãe, com a mão dentro da calcinha, só gemia:
— Ahhh… filha… tá vendo… papai tá excitado… esse colégio é bom… muito bom…
As novatas também foram usadas. Algumas sentavam no strap-on de 25 cm enquanto veteranas chupavam o cuzinho delas. O squirt jorrava, os gemidos enchiam o salão. As mães, orgulhosas e excitadas, assistiam boquiabertas, muitas já gozando na mão, dizendo:
— Olha a minha filha… tá sendo usada… que delícia… esse colégio está fazendo delas mulheres de verdade…

Então o diretor anunciou:
— E agora… o grande ator… ele vai demonstrar o que é volume de verdade… e vai encher as barrigas até estourarem…
O ator apareceu. Um homem alto, loiro, corpo de deus, com um pau de 42 cm — grosso, longo, veias pulsando, cabeça enorme, já duro como pedra. Ele tirou o short e mostrou.
Os pais arregalaram os olhos.
— Meu Deus… — murmurou um pai.
O ator sorriu:
— Hora da demonstração, meninas. Quero ver o volume na barriga de todas vocês… devagar… pra os pais verem de perto.
Ele começou com Lara. Sentou na cadeira dildo e abriu as pernas. O pau de 42 cm foi esfregado na entrada da xoxota dela, bem devagar, abrindo ela por fora.
Lara tremia, vermelha.
— Papai… tá vendo… o volume vai ser grande… olha…
O diretor acelerou a máquina. O pau enorme pressionou na entrada da buceta de Lara, abriu ela devagar, e entrou centímetro por centímetro. O volume subia devagar na barriga dela — primeiro 10 cm, a barriga inchando, depois 15, 20… a barriga dela ficava redonda, esticada, visível pra todo mundo.
— Olha… olha o volume… — gritava Lara, gozando ao vivo enquanto o pau entrava até o talo, barriga esticada como um balão. — Tá vendo, pai? Tá vendo o volume na minha barriga? Ai… tô gozando… tô gozando…
O pai, com a mão na boca, lágrimas nos olhos de tesão, só conseguia dizer:
— Isso… filha… continua… papai tá gostando da performance… esse colégio é bom… muito bom… tá ensinando a aceitar tudo…
Laura foi a segunda. O mesmo pau de 42 cm foi colocado na racha dela e entrou devagar, 10 cm, barriga inchando, 15 cm, 20 cm… até o talo. Laura rebolava, gozando, olhando pro pai:
— Papai… olha o volume… tá vendo a barriga redonda agora? Ai… tô sendo fodida até o talo… caralho…
O pai, excitado pra caralho, só gemia:
— Meu Deus… minha filha… isso… continua… eu tô gostando demais… esse colégio é bom… tá fazendo minhas meninas virarem putas safadas… mas que delícia…
Adriana e as novatas foram na sequência. Uma atrás da outra, o pau de 42 cm entrava devagar, barriga inchando visivelmente — 10 cm, 15 cm, 20 cm, 25 cm, 30 cm, 35 cm… até o talo, todas com a barriga esticada, redonda, cheia de volume. O squirt jorrava, os gemidos enchiam o salão, as mães gemiam, os pais assistiam boquiabertos, todos excitados, todos orgulhosos, todos dizendo:
— Esse colégio é bom… muito bom… tá ensinando as meninas direito… olha o volume na barriga da minha filha… que delícia…
A festa continuou a noite toda. O ator de 42 cm não parava. Mais uma, mais uma… todas sendo fodidas até o talo, barriga inchada, volume visível, gozando na frente de pais, todos gemendo que “esse colégio é bom… muito bom…”.
No final, todas as meninas, doloridas, molhadas, barriga esticada, só conseguiam sorrir e gemer:
— Obrigada, diretor… obrigado, ator…

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos