O Reinado das Sombras Élficas – parte 1
Durante séculos, os elfos viveram em paz nas profundezas da Floresta de Aeloria, até que os orcs de Grum-Dar invadiram. Mas esta não seria uma guerra comum — seria a escravização sexual total de uma raça.
Gorak, o rei orc de três metros de altura, com músculos negros e volumosos cobertos de cicatrizes de batalha, possuía um pênio que pendia entre suas pernas como um terceiro braço, vinte e cinco centímetros de comprimento mesmo em repouso, com a glande do tamanho de uma maçã e veias grossas pulsando em toda a extensão. Seus comandantes seguiam o mesmo padrão: gigantes de pele verde-escura, pênios de trinta centímetros eretos que nunca haviam conhecido uma elfa que pudesse recebê-los completamente.
Lyra e Elywen foram capturadas quando Gorak destruiu seu vilarejo. Lyra, de pele alabastro translúcida, cabelos prateados que caíam até sua cintura fina, seios pequenos e rosados com mamilos cor-de-rosa que endureciam ao menor toque, e uma vagina apertada e completamente depilada, com lábios internos cor-de-rosa que se mostravam quando excitada. Elywen era mais curvilínea, nádegas redondas e firmes que balançavam hipnoticamente, seios médios e pesados com aréolas grandes e escuras, coxas grossas que se fechavam escondendo sua vagina úmida e escorregadia.
As duas foram levadas nuas para Grum-Dar, onde Gorak estabeleceu novas regras: todas as elfas seriam propriedade sexual dos orcs. Lyra e Elywen receberam suas primeiras ordens — vestir apenas fios dentais de couro que desapareciam completamente entre seus lábios vaginais, deixando suas bundas expostas e seus seios balançando livres enquanto serviam os guerreiros.
Brak, o comandante orc de três metros e dez, com um pênio de trinta e cinco centímetros que batia em sua coxa enquanto andava, foi designado para treinar as duas irmãs. Ele as levou para o salão principal, onde dezenas de orcs nuos aguardavam, seus pênios eretos apontando como lanças. "Ajoelhem-se," ordenou Brak. "Abram suas bocinhas de elfas putas."
Lyra e Elywen foram forçadas a chupar cada orc presente. Lyra começou com Brak, mal conseguindo abrir a boca o suficiente para receber sua glande gigantesca. Ela chupava desajeitadamente, saliva escorrendo por seu queixo, enquanto Brak empurrava seu pênio fundo em sua garganta, fazendo-a engasgar. Elywen, ao lado, tinha dois orcs — um em sua boca, outro entre seus seios, fazendo uma espanhola com seus peitos macios. O orc gozou, cobrindo seu rosto e seios de esperma branco e quente.
O treinamento continuou. Gorak instalou máquinas de prazer em todos os aposentos das elfas — dispositivos mecânicos com dildos de vinte centímetros que funcionavam dia e noite. Lyra foi acorrentada em uma, o dildo entrando e saindo de sua vagina apertada em velocidade máxima, fazendo-a gozar repetidamente até perder a consciência. Elywen recebeu um plugue anal do tamanho de um punho, forçado a andar com ele dentro durante todo o dia, suas nádegas trêmulas a cada passo.
As irmãs foram obrigadas a tornarem-se lésbicas para o entretenimento dos orcs. Brak as levou para uma arena onde deveriam se foder enquanto centenas de guerreiros assistiam e masturbavam-se. "Chupe sua irmã," ordenou Brak, empurrando a cabeça de Lyra entre as pernas de Elywen. Lyra lambeu a vagina de sua irmã, sentindo o gosto salgado de sua excitação forçada, enquanto Elywen gemia e chorava de vergonha e prazer. Depois, Elywen teve que usar um cintaralho com dildo de vinte centímetros para foder Lyra de quatro, enquanto Brak penetrava Elywen por trás, preenchendo seus dois buracos simultaneamente.
O incesto foi incentivado como forma de quebrar a vontade das elfas. Gorak forçou Lyra e Elywen a foderem-se diariamente, às vezes com Brak participando, às vezes apenas observando enquanto as irmãs se chupavam em 69, lambiam os clitóris uma da outra, introduziam dedos em suas vaginas molhadas, e beijavam-se com a língua trocando o gosto de suas excitações. Elas aprenderam a encontrar o ponto G uma da outra, a fazer gozar em minutos, a usar vibradores nas vaginas uma da outra enquanto eram penetradas por orcs.
Lyra foi designada como escrava pessoal de Gorak. Todas as noites, ela deveria servi-lo nu, de joelhos, chupando seu pênio gigantesco até ele gozar em sua boca, engolindo cada gota. Depois, ele a colocava de quatro em seu trono, penetrando sua vagina com força brutal, seu pênio de trinta centímetros esticando-a até o limite, batendo em seu colo uterino a cada estocada. Lyra gritava, não de dor, mas de prazer submisso que ela odiava admitir. Gorak a enchia de esperma, depois a fazia limpar seu pênio com a língua.
Elywen tornou-se a favorita dos comandantes. Eles a usavam em grupo, um em sua boca, outro em sua vagina, outro em seu ânus, todos simultaneamente, esticando-a em dupla e tripla penetração. Ela aprendeu a relaxar, a receber, a sentir prazer na submissão total. Seus seios eram apertados, mamilos beliscados, nádegas marcadas por palmadas que deixavam sua pele branca vermelha.
As máquinas evoluíram. Gorak instalou cadeiras especiais em todas as refeições — os orcs sentavam-se nus, e as elfas deveriam sentar em seus colos, seus pênios completamente inseridos nas vaginas, enquanto comiam. Lyra e Elywen passavam horas assim, impaladas nos pênios de seus mestres, sentindo-os endurecerem e gozarem dentro delas várias vezes, o esperma escorrendo por suas coxas enquanto tentavam comer.
Brak desenvolveu um relacionamento especial com as duas. Ele as treinava pessoalmente, ensinando-as a receber seu pênio gigantesco até as bolas, a relaxarem a garganta para engolirem-no completamente, a usarem seus ânus para seu prazer. Ele as punha de quatro lado a lado, alternando entre suas vaginas e ânus, comparando suas reações, fazendo-as beijarem-se enquanto as penetrava. "Vocês são minhas putas elfas," ele grunhia, marcando-as com suas garras.
A rebelião, quando veio, foi diferente. Lyra e Elywen não queriam liberdade — queriam mais. Elas convenceram Brak a trair Gorak não para destruir o reino, mas para tomá-lo. A nova ordem seria: elfas como rainhas sexuais, orcs como seus servos. Brak matou Gorak durante um ritual onde o rei orc estava fodendo três elfas simultaneamente. Brak perfurou seu peito enquanto Lyra chupava seu pênio, fazendo-o gozar uma última vez na morte.
Com Gorak morto, Brak tornou-se rei, mas Lyra e Elywen tornaram-se suas rainhas. Elas estabeleceram novas regras: todos os orcs deveriam servir sexualmente as elfas. As irmãs passavam dias sendo fodidas por dezenas de orcs, máquinas trabalhando suas vaginas enquanto chupavam pênios, dildos em seus ânus, sendo lambidas por outras elfas que também haviam se tornado escravas sexuais voluntárias.
O reino prosperou em putaria. Elywen projetou novas máquinas — cadeiras com dildos que massageavam o clitóris enquanto penetravam, esteiras onde elfas deveriam andar com dildos nas vaginas e ânus, competindo para ver quem aguentava mais tempo. Lyra criou o "Salão do Prazer", onde elfas e orcs se reuniam em orgias intermináveis, troca de parceiros, duplas e triplas penetrações, chupadas coletivas, lambidas em círculos.
As duas irmãs, agora completamente transformadas, passavam suas noites em seu aposento real, usando-se uma da outra enquanto Brak as penetrava. Elywen chupava a vagina de Lyra, cheia de esperma de Brak, lambendo-o, beijando sua irmã com o gosto de seu mestre. Lyra usava um cintaralho para foder Elywen enquanto Brak a penetrava analmente, as três criaturas formando uma cadeia de prazer.
Elas andavam sempre com fios dentais enfiados profundamente, marcando seus lábios vaginais, lembrando a todos que eram propriedade sexual. Dildos projetavam-se de suas vaginas em público, símbolos de sua disponibilidade. Andavam nuas pelos corredores, seios balançando, esperma de orcs escorrendo de suas coxas, convidando qualquer um a tocá-las, a penetrá-las, a usá-las.
A guerra terminou, mas a putaria eterna começou. Lyra e Elywen tornaram-se lendas não como guerreiras, mas como as maiores putas elfas que existiram, irmãs submissas que haviam encontrado seu verdadeiro propósito: servir e ser servidas em prazer infinito, suas vaginas e ânus sempre prontos, suas bocas sempre abertas, seus corpos brancos e grelhudos sendo aproveitados por todos, dia e noite, para sempre.
Fim
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