#Coroa #Incesto #Teen

Eu e minha avó não conseguimos conter nosso desejo

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Casa de vó

O que deveria ter sido só algo pontual saiu do controle.

Como relatei anteriormente, minha avó tirou minha virgindade no sábado e no domingo nos confessamos ao padre. Nosso receituário foi de 100 rezas e dois dias inteiros de jejum. Voltando para casa da missa, ela deixou bem claro que aquela teria sido a única e última vez que faríamos sexo, que foi só pra estourar meu cabaço e fim de papo. Envergonhado após a confissão, aceitei numa boa, mas não seria tão fácil assim.

Nossa rotina se manteve: trabalho pela manhã, banho juntos no final da tarde e dormir na mesma cama... A vergonha e a fome do jejum me seguraram bastante, mas já pela quarta-feira eu estava novamente com desejo. Na hora do banho, avisei à minha avó que ia me masturbar olhando ela, ela permitiu mas disse pra não melar ela. Enquanto eu me masturbava, ela dava umas olhadas breves para meu pênis, com um certo desejo. Eu gozei e sem querer caiu um pouco na bunda dela, mas ela fingiu que não percebeu.

Na quinta-feira pedi uma punheta na hora do banho. Ela me masturbou, dizendo que ia só "lavar" meu pênis. Após eu gozar, prometi retribuir, abracei ela por trás e comecei a tocar sua buceta, mas ela me parou antes de gozar.

Na sexta-feira, acabei fazendo sexo oral nela durante o banho. Ela se apoiou na parede e me deixou chupar a buceta até gozar e, antes de dormir, ela me deu uma mamadinha, mas não gozei.

No sábado, já acordei safado, cheio de desejo. Acordei minha avó com beijos no rosto e no pescoço, todo tarado. Disse que estava tentando segurar, mas precisava sentir ela de novo.

"Menino, eu já disse que era só aquela vez, a gente até já se confessou, virou a página!"

"Desculpa vó... Mas eu não consigo parar de pensar na minha primeira vez com você! Eu quero ser seu homem de novo!"

"Ai, não brinca com sia avó não menino... Eu também quero, mas não pode! Eu sou tua avó, isso é pecado mortal, viu?"

"Só hoje, vó, última vez! Amanhã a gente confessa de novo!"

"Ai menino... Eu sei que tem missa amanhã, mas é muita cara de pau pedir perdão de novo pela mesma coisa..."

Ficou um silêncio entre nós, não ousamos trocar mais nenhuma palavra... Até porque era inútil. Ambos sabíamos o que queríamos, e que ia acontecer, as palavras eram supérfluas.

Me aproximei e beijei seu pescoço novamente. Ela desistira de conter seus desejos e se entregou. Beijei seu pescoço, sua clavícula, tirei seu seio esquerdo da camisola e comecei a mamar enquanto ela gemia baixinho. Fui chupando com gosto e levantei sua camisola, revelando a calcinha. Enfiei minha mão em sua calcinha e a toquei, sentindo sua buceta babar e esquentar. Fui tirando lentamente sua calcinha, revelando sua buceta vermelha e peluda.

Tirei meus shorts e me posicionei sobre ela. Enfiei a cabecinha e ela se tremeu toda, o corpo sedento pelo neto. Eu metia com gosto, firme e ritmado, me deliciando no calor e nos sucos de minha avó. Eu metia e ela se contorcia de prazer, sua buceta abraçando meu pau.

Eu continuei metendo enquanto me inclinava à frente para beijar seu pescoço. Quando a beijei, seu gemido se intensificou e eu respondi, metendo com mais intensidade. Ela começava a gemer mais alto e falar safadeza, entregue ao desejo e ao prazer.

"Mete, mete em mim, mete! Mete com força que a vó aguenta!"

Eu fui com mais gosto, metendo forte, nossas pélvis se batendo com som de tapa. Então, ela me abraçou forte, gemendo e falando alto.

"Gostoso, mete na vó assim, mete!"

Desse modo, seu corpo estremeceu em meus braços e ela focou sem fôlego, se perdendo em um orgasmo intenso.

Após ela gozar, me levantei um pouco, pressionei suas mãos contra a cama e meti rápido. Ela, com a buceta ainda sensível, gemia forte enquanto eu bombeava meu pau, até que gozei, preenchendo sua buceta com meu leite. Após gozar, beijei sua boca de língua, um beijo cheio de paixão que a pegou de surpresa. Nossas línguas se abraçaram, enquanto eu me deitava a seu lado.

"Menino... Você não tem jeito, né?"

"É... Você me deixa assim, vó. Fico com vontade de fazer de você minha mulher todo dia, toda hora."

"Menino, nem pode isso. Amanhã vamos nos confessar e deixar isso pra trás!"

"Ok, vó Nádia, mas amanhã é amanhã, ainda temos hoje... Por hoje você ainda é minha, que tal?"

Ela me olhou com os olhos cheios de tesão, mas com um misto de culpa. Eu levantei e levei meu pau duro e melado com nossos fluidos à boca dela.

"Limpa o pau do teu homem, limpa!"

Ela chupou meu pau um pouco antes de levantar para começar o dia. Transamos mais duas vezes esse dia, no dia seguinte nos confessamos de novo e recebemos a mesma penitência. Contudo, já na terça tudo voltou.

Foi como cena de filme. Ambos estávamos em jejum, ela preparava o café mas, pela fome, estava fraca e acabou derrubando a chaleira. Ia cair nela, mas eu estava perto e eu a empurrei pra fora da linha de queda do café quente, queimando meu antebraço inteiro no processo.

Doeu pra caralho. Ela jogou água fria na queimadura, passou uma pomada e enfaixou meu braço. No entanto, senti um olhar diferente nela, uma gratidão cercada de amor. Não trocamos palavras, só olhares e toques de cumplicidade e carinho. Suas mão amarravam a bandagem com carinho, seus olhos divagando entre meu braço e meus olhos.

Como num sonho, sem palavras, ela pôs a mão no meu rosto e me beijou profundamente, com muito carinho. A coisa foi evoluindo em silêncio, como num sonho romântico. Ela se ajoelhou, puxou meu short e começou a chupar meu pau. Ela chupava com carinho, cheia de gosto e vontade de me agradar. Ela me chupava, passava a língua na cabeça e antes de gozar, a parei. Só disse uma frase

"Senta em mim!"

E ela não hesitou. Ficou de camisola, mas tirou a calcinha e sentou por cima de mim, me cavalgando ali mesmo no sofá. Ela cavalgou no meu pau até eu gozar dentro dela.

"A gente não tem jeito, né, meu filho?'

"Vó... Eu te amo."

Assim nós continuamos mantendo relações, sem mais culpa ou confissão, apenas nosso amor e desejo. A partir daí, todas as férias eu ia passar com ela e a gente transava muito.

Comentários (3)

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  • Lou: Como eu queria ter assim uma avó, que tesão.

    Responder↴ • uid:2o4bq4r20k
  • Kaiaki: Aposto que ela já deu pra teu pai

    Responder↴ • uid:1daibs6rhj
  • Papa gilf: Pt 3

    Responder↴ • uid:1cucso7mnl5s