Loira ou mulata ?
Sou filha de um casal de chefs de cozinha, minha mãe especializada nas delícias de sua Terra Natal, a Itália e meu pai da mesma forma em relação a Alemanha, por esse motivo cada um trabalhava em restaurantes diferentes segundo suas especialidades. Ainda criança, eu acompanhava um ou outro, para não ficar em casa sozinha. Já na adolescência habituada com as rotinas das duas cozinhas, eu já estava preparada para substitui-los sem que ninguém soubesse dizer quem tinha preparado os pratos, eu ou um de meus pais. Quando completei dezesseis anos, meu pai recebeu uma oferta para trabalhar em um novo e grande restaurante de propriedade de um casal de alemães e continuei me dividindo entre acompanhar mamãe e papai. Já nas minhas primeiras noites no nosso serviço, conheci a Frida, uma típica alemã, alta, louríssima, olhos azuis, elegantíssima, seu marido, também alemão típico, era homem de poucas palavras. Já nas primeiras noites eu e Frida passamos a trocar olhares diferentes, eu não sabia explicar o que estava acontecendo, pois nunca tinha me interessado por mulheres ou mesmo tido qualquer experiencia íntima com homens, muito menos com mulheres, mas tinha que admitir que aquela mulher mexia comigo. Em uma noite percebi que Frida tentava explicar em alemão alguma coisa para o garçom sem conseguir se fazer entender, então, me aproximei e passamos a falar em alemão falei para o garçom que eu resolveria a questão e me dirigi a adega climatizada para pegar a bebida a qual Frida se referia sendo por ela seguida. Ao dar a volta sobre meu corpo já com a garrafa na mão, tive meu caminho obstruída pela patroa que me abraçou e grudou sua boca na minha, nossa aquele beijo maravilhoso fez com que todas as células de meu corpo vibrassem em uma frequência desconhecida, era meu primeiro beijo na boca e nos olhamos dentro de nossos olhos. Não sei se por reflexo ou por desejo, depositei a garrafa na prateleira próxima e retribui o abraço e trocamos nosso primeiro beijo lascivo, excitante e maravilhoso. Ao sentir aquelas mãos tremulas em minhas costas tive a certeza que aquela mulher estava me desejando muito. Assim nos apalpamos eu ainda sem a menor noção do que estava fazendo, mas ela com incrível técnica, fazendo-me perder a noção e pela primeira vez gemi tendo aquelas mãos maravilhosas alisando meu bumbum gordinho molhei minha calcinhas. Foi minha vez de sentir meu corpo inteiro tremer, mas ali não era o lugar e saímos, fomos as duas à mesa que tinha feito o pedido diferente do habitual e conheci Antônio um rico comerciante que dividia seu tempo entre sua fazenda e seus negócios na Capital. Naquela noite, o restaurante estava bombando e vi quando Peter, marido de Frida perguntou a meu pai se eu podia acompanhar sua esposa a sua casa, pois Frida estava passando mal, meu pai inocentemente mandou eu parar com tudo e levar a patroa em casa, me autorizando a se necessário dormir na casa dela. Pegamos um taxi e logo vi o sorrisinho sacana daquela mulher maravilhosa e senti que ela não estava passando mal como estava simulando e sim tesuda por mim e nos controlamos durante todo o percurso do taxi. No apartamento do casal, nosso amasso foi delicioso, aquela loura sabia excitar uma adolescente e já completamente nuas fomos juntas ao box e ali embaixo do chuveiro Frida me mostrou como uma adulta mama outra mulher, levando-me às portas do paraíso, já quase gozando com a mamada, levantei uma das pernas quando minha sedutora ajoelhou em minha frente e logo estava com sua língua em minha bucetinha virgem. Tomada por fortes tremores gozei pela primeira vez naquela boca experiente. Ainda sem folego e encantada com o prazer que acabara de ter foi abraçada pela loura que já estava com uma toalha felpuda nas mãos e me cobriu com a peça. Passamos a nos enxugar enquanto caminhávamos trocando carinhos em direção a cama e só então a lésbica notou que apesar de meu estado de desespero eu estava evitando que ela introduzisse seu dedo em minha buceta e perguntou cochichando em meu ouvido se eu era virgem e confessei ser, o que a excitou ainda mais, deitamos e ela passou a esfregar sua buceta em minha coxa enquanto sua boca devorava meu meus seios, hora um, hora o outro mantendo enlouquecida com a massagem clitoriana que aplicava em mim, entre um gemido e outro ouvi a mulher falar em alemão: "Você é uma delícia... hummm... não estou conseguindo me segurar.... haaa... estou gozando". Aquele som delicioso me arrastou para meu segundo gozo, profundo, forte e encantador. Nos beijamos como só duas mulheres tesudas fazem e depois nos alisarmos bastante manobramos nossos corpos e pela primeira vez na vida vi uma buceta a poucos centímetros de minha cara e a vontade de chupar foi incontrolável e embaixo daquele corpo maravilhoso mordisquei aquele grelão enorme arrancando da lésbica um som excitando. Com uma língua fazendo maravilhas em minha buceta, imitei os movimentos e instintivamente passei a chupar a lamber a mordiscar a movimentar instintivamente minha língua dentro daquela gruta até que explodimos juntas em um orgasmo indescritível em nosso primeiro sessenta e nove. Por semanas assim que saia da academia, eu aproveitava para ir ao apartamento de Frida, exatamente no horário que meu pai e o marido dela estavam no mercadão adquirindo os produtos para o restaurante. Naquele período, Antônio, o ricaço sem muitos atrativos passou a ser cliente frequente do restaurante e em uma noite me convidou a ir a um show musical, Frita me incentivou a aceitar, pois era a oportunidade de eu contrair um belo patrimônio com a vantagem que poderíamos continuar sendo amantes. Aceitei e naquele fim de ano, quando fui aprovada no vestibular de gastronomia, em uma segunda feira, abrimos o restaurante só para convidados para meu noivado com Antônio. Seis meses de noivado me levaram ao altar tendo Frida como minha madrinha. Na lua de mel, mesmo com o sentimento que estava traindo minha amante, meu marido me deflorou. Dois dias como mulher deflorada, tive minha primeira convulsão orgástica com uma rola enterrada na minha buceta, encantando meu marido . Passei a cozinhar só em casa e na faculdade e lá conheci Suzi uma mulata de corpinho todo proporcional como o meu, exceção feita a seu avantajado par de seios e após uma manhã de aula a levei para almoçar em minha casa. Assim que Antônio saiu a convidei para experimentar alguns licores. Assim que ela estendeu o braço para receber o primeiro cálice, eu a puxei contra meu corpo e nos beijamos como duas feras famintas entre beijos com muita tesão confessamos que tudo que queríamos era uma a outra e sem banho ou qualquer outro preparativo, sem nem mesmo chegarmos a conhecer o corpo uma da outra deitamos no tapete da sala, ainda semi nuas, nos chupamos em um sessenta e nove selvagem, foi o primeira vez que recebi um tapa em minha racha, delícia que eu não conhecia e gozei como uma louca chupando aquela buceta completamente diferente da minha outra amante, Suzi produz muito mais liquido vaginal enchendo minha boca com ele e já de primeira gozamos juntinhas. Fomos a ducha agarradinhas e lá Suzi mostrando ser tão gostosa quanto Frida mas com carinhos completamente diferente enfiou a língua no meu cuzinho, coisa que ninguém tinha feito até então e me levou a um orgasmo múltiplo quando ainda me aplicava aquele delicioso beijo grego esfregou com seu habilidoso dedo no meu grelo, certamente no orgasmo mais forte que tinha tido até então. Molhadas, deitamos em minha cama esfregamos nossas bucetas e percebi que o grelão de Suzi era ainda mais duro que o de Frida e penetrava com mais atrito em meus pequenos lábios que minha loira. Falando aquelas besteiras que todas lésbicas gostam de falar e ouvir, só que dessa vez em português, gozei como uma lésbica infiel.
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Comentários (2)
Marly: Não consegui chegar ao final sem me masturbar. Delícia meu amor
Responder↴ • uid:1esj9ixzqya7Magali: Nossa que dúvida maravilhosa.
Responder↴ • uid:1esj9ixzqya7