Cuidador de Idosos e Idosas
Tenho uma dívida de gratidão com o Dr. Sérgio, muito grande, me ajudou quando mais precisei.
Trabalho com enfermeiro na clínica geriátrica dele, sou seu auxiliar, sempre me tratou muito bem.
Sou Tiago, negro, não adianta dizer que minha pele tem cor de canela, mel ou..., sou negro, tenho 25 anos, 1,76, corpo normal, meus olhos são claros verde-acastanhado faço academia penas para sair do sedentarismo.
- Tiago, é último paciente de hoje?
- Sim Dr. hora de descansar, sexta feira...
- Tenho ainda 4 visitas dos meus pacientes nos hospitais, espero chegar cedo em casa, bom final de semana para você, e saiu.
Terminei de dar um jeito na sala e fui me trocar, estava indo para o estacionamento para pegar minha biz, vi o Dr. no celular, conversando, quando passei por perto, ouvi:
- Calma vovó, olha a pressão, ... sei que a hora não é boa, calma, calma... vou dar um jeito, ... sei, sei... só não quero que a senhora fique preocupada, vou dar um jeito, em último caso vou eu... sim, tenho certeza que darei um jeito, um beijo, se virou para mim, como buscando uma solução.
- Dr. posso ajudar?
- Tiago, a filha da cuidadora do meu avô ligou agora dizendo que caiu na cozinha da casa dela e parece que é grave, imagine nesse horário, como vou achar alguém? Minha vó está aflita, você sabe do peso do meu avô...
- Dr, se quiser, posso cuidar dele nessa noite, até...
- Mas é hoje e amanhã...
- Tudo bem, posso fazer isso, só preciso ir em casa tomar banho e vou lá.
- Tiago, vai perder o final de semana.
- Já sai com uma garota ontem, estou no lucro.
- Espere, ligou para a avó, falou que eu ia, ela me conhecia da clínica, desligou e disse não sei como agradecer.
- Não precisa, logo estarei lá.
- Apertei o interfone no portão, me identifiquei e entrei.
- Quando entrei na casa, já tinha ido lá, era uma casa muito bonita, grande...
- Oh! meu filho, quanto trabalho que te damos, muito obrigado por se dispor a nos ajudar, sabe ele é muito pesado e eu não dou conta.
- D. Gilda, fique tranquila, onde posso colocar minha mochila, ah! venha por aqui é o quarto ao lado dele.
- Como é a rotina dele ( teve um avc que deixou bem incapacitado, o vovô deveria ter uns 70 anos).
- Dar banho nele agora, deixa-lo pronto para dormir, dar a janta, os remédios, na maioria das vezes, ele dorme a noite inteira, acho que vais ser assim.
Deste final de semana, já estou a um mês, indo de sexta e sábado, pagam bem, minha amizade com a D. Gilda só aumentou, ela deve ter uns 50 e poucos anos, é a segunda mulher dele, alta, cabelos volumosos preto e já bem grisalhos, marca de idade no rosto, mas mantem uma certa beleza, seios fartos e um corpo, se um dia foi muito bonito e curvilíneo, está um pouco acima do peso, como sempre depois de deixar o vovô Afrânio, dormindo , espero um pouco até perceber que está bem, vou para a cozinha e sempre tem um prato pronto para mim, só esquentar no micro, depois vou para meu quarto e assistis umas séries que baixei no meu lap top, antes de dormir vejo se está tudo bem, vou a cozinha e tomo uma água e dormir, tenho percebido que sempre que estou na cozinha, D. Gilda aparece de camisola e um robe com a desculpa de tomar água também e sempre puxa assunto sobre namorada, que onde se viu um rapaz como eu, ficar nos finais de semana trabalhando e deixando de lado as delícias da vida.
- Digo sempre, as delícias da vida, às vezes está bem próxima de nós, ela ri, assim nossa relação foi se soltando, dois meses, ela já deixa o robe aberto, dá para ver bem seus seios levemente caídos, pernas um pouco grossas, e as gordurinhas no corpo.
Numa noite, ficamos conversando sentados na mesa da cozinha, um em frente do outro, ela estava bem solta, inclusive sua camisola era mais transparente que as outras, quando nos levantamos para sairmos, nos encontramos, abracei-a para ela se equilibrar, ela correspondeu com um abraço, ficamos abraçados, ela encostou sua cabeça no meu pescoço e ficou respirando e me apertou com os braços, fiz o mesmo, ela suspirou, ficamos assim, nos apertando e meu pau já foi endurecendo, estava de bermuda de moleton, quando desci a mão para sua cintura e apertei-a mais e ela sentiu minha ereção, ela suspirou, e se aproximou mais com seu corpo, comecei alisar suas costas e ela as minhas, ela respirava forte, fui aos poucos com uma mão até sua bunda, ela suspirou, sempre com a cabeça no meu pescoço, desci a outra mão, subi sua camisola e robe juntos, e comecei as acariciar sua bunda, dava para perceber umas estrias, estava com calcinha de senhoras, ela me apertou mais, fui devagar com uma mão até sua buceta enfiei a mão por dentro da calcinha e cheguei na sua caverna, ela gemeu, comecei a com os dedos brincar nela, ela gemia, chegava no clitóris, dava leves apertadas, ela se contorcia, fiquei assim durante uns cinco minutos, e continuei mesmo que ela, foi com uma das mãos e entrou na minha bermuda e chegou no meu pau, suspirou profundamente, enquanto que eu bolinava sua buceta e ela acariciava meu pau, ousei, com a mão livre, fui descendo meu moleton até livrar meu pau, aí ela pegou-o de jeito, acariciava, apertava e gemia, e eu na sua buceta, mais deixava-a molhada, com um dedo, penetrei sua buceta, foi como ela chegasse ao céu, o gemido de satisfação que ela deu foi de fazer agente gozar, fiquei dando volta com o dedo na sua buceta, tirava e apertava seu clitóris, não demorou ela gemeu alto e senti seu gozo, mais eu apertava seu clitóris, ela gemia e apertava meu pau, quando senti que podia dar mais prazer, subi com a mão até seus seios, seus mamilos estavam duros, eram grandes, deliciosos, fiquei bolinando, ela gemia e apertava mais seu corpo contra o meu, e se esfregava, gemia e se esfregava, levantou a cabeça e disse, não aguento mais...
Ela estava com um olhar de súplica, como dizendo me coma logo...
Atendi seu pedido, e disse, vamos para meu quarto... ficou pensativa e peguei na mão dela, apaguei a luz da cozinha e na penumbra fomos para meu quarto, cama de solteiro, já fui tirando, camisola, robe e seus seios lindos redondos, mamilos grandes empinados apareceram, abracei-a, ela deu um jeito e foi descendo minha bermuda e eu tirando a camiseta, nus, ela se afastou e disse, faz muito tempo que não vejo um homem viril na minha frente, o último foi o Afrânio, como você é bonito, que corpo, quero me deliciar nele, venha, me puxou para a cama, me deitei, ela se ajoelhou ao meu lado e começou a me beijar, levemente na boca e depois com sofreguidão, correspondi, já foi com uma mão foi pegando no meu pau, foi beijando meu pescoço, minhas orelhas, desceu começou a chupar meus peitos e mamar nos meus mamilos que ficaram rígidos, e brincando com meu pau, mamava meus peitos e chupava meus mamilos, foi me beijando na barriga, quando chegou na minha virilha, foi beijando minha coxa, voltou desviou do meu pau e começou a beijar a outra coxa, voltou, até meu pau, ficou admirando como se fosse uma relíquia, começou a dar beijos nele, lambia a cabeça, meu pau estava dura igual a um ferro, contornava com os lábios sua cabeça, ela estava me deixando louco, seus seios sempre roçando meu corpo, comecei a dar-lhes leves apertos e seus mamilos enrijecidos, aí ela engoliu meu pau de vez, até assustei e me acalmei, enquanto massageava seus seios e apertava seus mamilos, ela mamava meu pau de um jeito que dava gosto, depois de um certo tempo eu implorei para ela vir por cima, não estava aguentando mais e veio, se acomodou e me olhou com um olhar de quero esse pau em mim, disse, como faz muito tempo que não faço sexo, deixe comigo, fique quieto e só sinta, com uma mão, levou-o para sua entrada, deu uma forçada, voltou, logo deu outra ai a cabeça entrou ela já gemeu, forçou mais um pouco entrou um pouco mais, ela gemeu e suspirou, mais um pouco e entrou tudo, ela ficou quieta, sua buceta apertava meu pau, apertava e gemia, lentamente começou a cavalgar, gemendo e se contorcendo, logo começou a cavalgar mais rápido dizia umas palavras que não entendia, tentei entender, pelo menos acho que era gostoso, todo dentro de mim, e cavalgava, ela e abaixou para mais perto seus seios chegaram na minha boca mamava um, depois o outro, estava para explodir, meu pau começou a crescer acho que ela sentiu e explodi, aí que ela, se ergueu e cavalgava, gemeu alto e continuava cavalgando, e eu soltando minha porra, ela não parava, gemia, gemia, e começou a chorar, fiquei preocupado, parou de gemer e foi se acalmando, se debruçou sobre mim, comecei a fazer carinho nas suas costas, ela foi se acalmando, quando suspirou profundamente, perguntei se estava tudo bem, me olhou com um sorriso e disse, foi de alegria, depois que o Afrânio ficou doente, nunca mais tive um homem, não te resisti, precisa ver se ainda gozar, estou contente.
Próxima vez se quiser serei eu quem vai te dar todos os orgasmos.
Mal posso esperar, vou para meu quarto, te vejo amanhã.
Continua.
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