Pai do meu amigo me ensinou como se faz - 15
Ainda naquele final de semana Dr Antônio uso e abusou da minha inocência, ganhei meu playstation, prometi ser seu namoradinho, só dele, mas não cumpri.
Ao sairmos da piscina, Dr Antônio me pegou pelos braços e me levou pra dentro, não ficamos muito tempo pois o sol estava muito quente, de estourar mamona, como dizem por lá. Fomos ver TV e ele pediu que deitasse em seu colo. o que fiz de pronto, nunca havia recebido qualquer carinho do meu pai, tampouco colo de qualquer maneira afetiva. Aquele pedido foi atendido com prazer, deitei e ele começou a fazer carinho nos meus cabelos, entrelaçava os dedos e acariciava.
Depois de um tempo começou a descer a mão, passava no meu corpo, em determinado momento sendi algo cutucando minha cabeça, seu pau estava pronto de novo, não fiz nada, não tinha energia para fazer nada, meu cu ainda ardia e estava todo dolorido por dentro, como uma cólica que não passava. Não fiz nada, fiquei imóvel.
Dr Antonio então chegou na minha bunda, começou a passar a mão e eu só pensava que não queria, que não aguentaria, que estava doendo muito, mas ainda assim meu pintinho ficou duro, pulsando. Ele enfiou a mão dentro da bermuda que estava usando sem cueca, apertou minha bunda e eu só senti um fisgar de dor no meu cú, me mexi e ele perguntou:
- Que foi?
- Doeu meu cuzinho.
Foi como se não disesse nada, ele chegou com o dedo na portinha e dei um pulo, ele tirou, ficou me acariciando a bunda, tentou tirar a bermuda, mas eu relutei, a segurei, ele tentou com mais força.
- Não quer ficar peladinho?
- Não, tá doendo muito.
- Mas sou seu namorado lembra? E você é meu namoradinho, tem que fazer sempre que eu quiser.
- Mas tá doendo, colocar dentro vai doer.
- Tá bom, deixa só fazer um carinho.
E deixei que ele tirasse minha bermuda, depois me levantou e puxou minha camiseta, fiquei completamente nú e vulnerável com aquele homem enorme me dando colo e carinho, era um misto de satisfação e medo, de me sentir cuidado e receio dele querer colocar o bibiu enorme dele dentro de mim novamente, ainda doía, mais que na noite anterior quando fui dormir.
- Deixa eu fazer uma coisa?
- O que? Perguntei já com medo.
- Te beijar todinho;
- Sem por em mim?
- Sem por em você, sim.
Então ele desvencilhou daquela posição e me pegou nos braços, me sentou na bancada da cozinha e começou a me beijar. Eu ainda sentia estranho uma lingua dentro da minha boca e não sabia muito o que fazer, sentia um certo nojo e tentava sempre que podia desvencilhar.
- Não quer beijar seu namorado?
Senti que o tom estava diferente, que não tinha mais aquela docura típica. Fiquei com medo, apreensivo e disse:
- Quero.
Ele investiu mais forte, beijava com força e mordiscava meus lábios a ponto de sentir dor. Pedi pra ele parar e ele não parou, tentava falar com aquela boca sugando meu ser e a lingua invadindo minha boca como se não ouvesse outra boca no mundo. Até que senti um leve gosto de ferro, algo forte, seguido por um ardor. Ele havia mordido com tanta força meu lábio que cortou, tentei me desvencilhar mas ele continuou segurando minha nuca, agora passava as duas mãos pelo meu rosto e beijava com mais força.
Quando se afastou, já sentia meus lábios inchando. O gosto de sangue impregnava minha boca e comecei a me tremer.
- Você é muito gostoso meu garoto, meu namoradinho.
Então baixou e começou a sugar meu pescoço, não beijando com delicadeza como no dia anterior, ou como quando me acordou de manhã, com voracidade. O sentia me sugando todo, quando se satisfez com meu pescoço, começou a sugar meus pequenos mamilos com a mesma voracidade, chupava como se quisesse sugar minha alma pelos mamilos, e então ele fez algo que me corta o tesão aque hoje, mordiscou meus mamilos, tentei me desvencilhar mas de nada adiantava, eu não era nada diante daquele homem me segurando.
Não só hoje, naquela época o pouco tesão que ainda me restava se esvaiu, meu pauzinho amoleceu e passei a tentar me desvencilhar com mais força.
- Para, tá doendo.
- Tá não, tá gostoso.
- Tá sim, para de morder.
Acredito que essa foi a senha. Aquele homem gentil e bondoso, que havia se preocupado comigo e me dado um playstation, me pegou pelos braços e levou para seu quarto. Chegando lá, me jogou em cima da sua cama, não me colocou, não me baixou, ele simplesmente me arremeçou como a um saco de batatas.
Subiu em cima de mim e começou a esfregar seu pau tinda de roupa, mas duro suficiente pra doer minha bunda só com a imagem mental.
Ele se levantou e tirou a roupa apressado, neste momento me virei e me sentei na cabeceira da cama. Ele me puxou pelos pés e me fez ficar no meio da cama, beijava e mordia meu pescoço, minhas costas e minha bunda. Então deu uma mordida tão forte na minha bunda que eu pulei e gritei de dor. Ele me poxou de volta mordeu do outro lado, mesma reação. Então comecei a pedir pra parar e chorar. Ele não parecia ser o mesmo.
Me virou e começou a sugar meu pintinho mole, colocar o pintinho e o saquinho na boca e sugar com força, eu pedia pra parar até que disse.
- Quero ir embora, quero minha mãe.
- Seu pai te vendeu pra mim, so seu dono agora.
- Não, quero ir pra casa, tá doendo muito.
- Você só vai pra casa quando eu acabar aqui.
Ele então me virou de bruços e deixou em cima de mim passando o pau nas minhas costas e bunda.
Sentia o ardor na bunda, a dor nas entranhas.
Então ele fez algo inimaginável. Senti meu cuzinho ser invadido por um dedo com algo melecado, aparentemente saliva. Em seguida seguido de uma dor como nunca havia sentido. Em um momento seu pau estav aposicionado na porta do meu cu, no momento seguinte estava todo em cima de mim com todo seu peso sobre meu corpo vulnerável, totalmente tomado por aquele home.
Me faltou o ar e sinto ter desmaiado por alguns segundos, quando recobrei a conciência ele me puxava pela cintura e socava tudo vorazmente, com força e violência, tentei sair, desvencilhar, correr, engatinhar, empurrar com as mãos e quanto mais fazia isso, mais ele forçava, como se quisesse entrar ele todo dentro de mim.
Até que senti algo forte no meu rosto, ardeu, um tapa, meu ouvido zumbiu e ele disse.
- Se não parar vai tomar mais.
Parei, fiquei imóvel, ele me virou de frango assado e socou tudo de uma vez, subi tentando sair e outro tapa, a cara quente e ele socando, me beijava e eu sentia nojo daquela lingua invadindo minha boca. Ele falou então.
- Quer que eu pare?
- Não. Respondi com medo.
- Por que não? Tá gostando?
- Ttttôo... gaguejei.
- Quer que eu goze dentro de você? Posso te engravidar minha putinha?
- Pooo ddde, gaguejei novamente.
Ele então urrou, me segurou com força e senti seu pau indo mais fundo como se ainda fosse possível.
Tirou de uma vez e senti o cheiro de fezes e sangue, cheiro forte inundou rapidamente o quarto.
Ele levantou minhas pernas e olhou como se sentisse orgulho do que fez.
Eu não me mexi, fiquei ali enquanto ele tomava banho, um banho demorado, não pensava em nada, ainda estava ali, ou pelo menos o corpo, todo aquele prazer e satisfação, todo o carinho se foi.
Ele voltou, me tirou como se não fosse nada, me colocou no banheiro e falou.
- Toma um banho, se lava direito que vou te levar pro seu pai.
Enquanto tomava meu banho ele ligou pra alguém, creio que meu pai, depois veio, me secou, vestiu e disse que me levaria pra casa. Ao passar pela sala, arrancou o playstation da tv e tomada, pegou todos os jogos, colocou em uma mochila e me entregou, algumas notas de 100 dentro da mochila também.
Entramos no carro e ao sentar eu gritei mais algo de dor. Ele então abriu o porta luvas e me deu duas pomadas. "passa isso todo dia de manhã e a noite, vai ficar virgem de novo, rapidinho vai voltar a ter todas as pregas" disse rindo.
- Acho que te amo garoto.
- Obrigado, foi tudo que pensei.
Ele então não me levou pra casa, me levou pra uma outra fazenda, mais perto da cidade, mas ainda afastada e isolada. Lá estavam meu pai e Aristides. Quando me viu descendo da caminhonete Aristides arregalou os olhos, chegou direto no Dr Antônio e deu um soco forte, ele calambeou e caiu sentado.
- Desgraçado, olha o que você fez com o garoto.
- Arthur, leva o garoto pra dentro.
Meu pai me levou e ouvi gritos e xingamentos do lado de fora.
Aristides entrou e perguntou se eu tava bem. Só gemi. Ele então tirou minha roupa e me vi, no quarto apertado com uma cama de solteiro e um guarda-rupas pequeno com uma porta espelhada, rosto inchado, lábio enorme e cortado, ematomas pelo pescoço dos chupões, quando me virei, a marca dos dentes na minha bundinha.
- Vou matar aquele desgraçado. Aristides disse.
Então ouvi um barulho de carro, meu pai tinha ido embora com Dr Antônio.
- Você vai ficar comigo esta semana tá bom? Até você ficar bom de novo...
Continua... ?...
(mantenham suas fantasias apenas na fantasia).
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