Faculdade da putaria – Exame Médico anal – parte 1
Faculdade da putaria serve para treinar alunas
O médico aguardava ansiosamente o dia da comissão médica. Ele era alto, de 25 anos, com um corpo atlético e um sorriso que parecia sempre pronto para algo mais.
Pela manhã, adriana chegou com uma saia preta curta e uma blusa branca ainda mais curta. Ela estava na fila há quase uma hora, coração acelerado. As outras garotas conversavam, riam e cochichavam, algumas já mais corajosas que ela.
O nome dela era adriana. Ela tinha completado 21 anos. Seu cabelo era como uma fogueira de outono, laranja brilhante, e seus olhos cinza-esverdeados pareciam sempre um pouco perdidos. Seus seios de tamanho 4, firmes e perfeitos, com mamilos rosados delicados, chamavam olhares sem parar. Sua cintura fina e os quadris arredondados faziam as pessoas se virarem.
Em casa, longe dos olhos dos pais, uma fera sedenta por prazer despertava nela. Ela sonhava com sexo apaixonado, com um marido que a fodesse todas as noites e com uma vida cheia de prazer.
A faculdade era a nova Faculdade de Educação Física da cidade. Aqui as meninas de 21 anos faziam treino diário de ciclismo com equipamentos sexuais, mas também tinham exames médicos obrigatórios com nudez total.
adriana entrou no consultório acompanhada de duas garotas mais velhas e corajosas.
O consultório era simples: um sofá, uma cadeira ginecológica e uma escrivaninha. Sentado atrás dela estava o médico, alto, musculoso, com 25 anos. Ele sorria de um jeito que deixava claro que sabia exatamente o que ia fazer.
“Meninas, se despem rápido! Temos muita gente esperando.”
A loira magra tirou tudo e ficou completamente nua. A morena voluptuosa ficou só de calcinha preta, sem sutiã, exibindo os seios grandes e mamilos escuros. adriana, vermelha de vergonha, ficou com lingerie de renda vermelha fina. Ela não sabia que o médico já estava olhando cada detalhe da sua buceta rosadinha e inchada.
O médico começou as perguntas. Ele pediu para a morena falar sobre o que ela fazia no sexo. Ela respondeu calmamente:
“Eu sou sexualmente ativa. Me masturbo várias vezes por semana, geralmente até antes de transar com meu meio-irmão. Já tive mais 5 parceiros e em quase todas as vezes gozei várias vezes. Uso plugs e dildos cravejados quando quero me preparar pra foder bem gostoso.”
O médico se levantou, aproximou-se dela e apertou os seios grandes com força. A morena gemeu alto, os mamilos endurecendo entre os dedos dele. Ele torceu os mamilos, puxou e massageou, gemendo junto com ela.
Depois ele puxou a calcinha da morena até os joelhos e deslizou a mão entre suas pernas. Dois dedos grossos entraram fundo na buceta dela, que já estava molhada. Ele fodeu os dedos dela enquanto apertava os seios com a outra mão. Em poucos segundos ela gozou violentamente, squirt molhado escorrendo nas coxas, tremendo inteira.
ela não conseguia desviar o olhar. Seu coração batia na boca. Ela via a buceta rosadinha e inchada da morena sendo fodida pelos dedos do médico.
O médico virou-se para ela e sorriu:
“Agora é sua vez, adriana. Tire a roupa. Devagar.”
Ela estava tão envergonhada que suas mãos tremiam. Tirou a saia e a blusa, depois a calcinha. Ficou completamente nua na frente do médico e das outras garotas. Seus seios pequenos e perfeitos, mamilos rosados duros, cintura fina, quadris redondos e uma buceta rosadinha e inchada, já molhada de tesão, eram expostos para todos.
O médico se aproximou. Ele olhou a buceta dela por longos segundos, admirando a cor rosada, os lábios inchados e o clitóris aparecendo. Depois ele esticou a mão e tocou. Um dedo deslizou devagar entre os lábios da buceta dela, sentindo o calor e a umidade. Ele pressionou o clitóris e começou a circular devagar, depois mais rápido.
“Porra, adriana… sua buceta é linda. Tá toda molhada. Tá com tesão, né? Olha como ela pulsa.”
Ele enfiou dois dedos grossos na buceta dela, fodendo-a devagar enquanto chupava um mamilo rosado com a boca. A outra mão massageava o seio esquerdo. ela tremia inteira, gemendo baixo de vergonha e prazer.
“Eu… eu tô com medo… isso é muito forte…” ela sussurrou, corada como um tomate.
O médico sorriu:
“Não tenha medo. Eu sou o médico. Mas você está gostando. Sua buceta tá apertando meus dedos.”
Ele acelerou os movimentos dos dedos. A buceta de adriana encharcou completamente. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, squirt molhado escorrendo pelas coxas, corpo tremendo.
O médico não parou. Ele a virou de quatro na cadeira ginecológica, abriu as nádegas e mostrou o cu dela. Ele enfiou a língua devagar no cu apertado dela, lambendo e chupando enquanto dois dedos continuavam fodendo a buceta.
“Esse cu também é gostoso… apertado pra caralho.”
Ele pegou um plug de tamanho médio que tinha na mesa e começou a enfiar devagar no cu dela. adriana gemeu alto, sentindo o plug abrindo seu cu.
Então ele pegou um dildo cravejado de 20 cm e começou a enfiar na buceta dela. A buceta apertada engoliu o dildo cravejado devagar. O médico fodeu ela com ele, empalando bem fundo enquanto chupava seu clitóris.
ela gozou duas vezes seguidas, squirt jorrando na toalha que estava embaixo.
O médico sorriu, satisfeito:
“adriana, você é uma puta gostosa. Essa buceta merece ser fodida todos os dias. Agora deita na cama e abre as pernas pra eu te mostrar o que uma mulher de 21 anos merece receber.”
Ele tirou a própria calça. O pau dele era enorme, grosso e veioso. Ele se deitou na cama e pediu:
“Vem, sobe em cima de mim e cavalga meu pau. Quero sentir essa buceta apertada me engolindo todo.”
adriana, ainda vermelha de vergonha mas molhada pra caralho, subiu em cima dele. A buceta rosadinha desceu devagar no pau grande do médico. Ela gemeu alto ao sentir ele abrindo ela inteiro.
“Porra… que pau grande… tá enchendo minha buceta toda…”
Ela começou a cavalgar, rebolando, sentindo cada veia, cada centímetro entrando e saindo. O médico segurava sua cintura e a fodia para cima, batendo fundo no útero dela.
As enfermeiras são todas lesbicas e entraram na sala. Duas mulheres bonitas de jaleco branco, com seios grandes e bucetas já expostas. Elas sorriram e se aproximaram.
A loira das pernas longas beijou adriana na boca enquanto a morena voluptuosa chupava um mamilo dela. Depois elas se ajoelharam e lamberam a buceta e o cu dela enquanto o médico continuava fode-la por baixo.
adriana gozou várias vezes, squirt molhado na boca das enfermeiras, no peito do médico e no chão.
O médico gozou dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. ela tremeu inteira, gozando mais uma vez.
As enfermeiras limparam tudo com a língua, lambendo o sêmen que escorria pela buceta dela.
O médico sorriu:
“adriana, você passou no exame. Agora você vai ser uma das melhores alunas dessa faculdade. E vai aprender a usar dildos cravejados, plugs e strap-on todo dia.”
ainda nua e suada, sorriu tímida:
“Sim, doutor… eu quero aprender tudo.”
E enquanto as enfermeiras beijavam ela, o médico já preparava o próximo brinquedo para o dia seguinte.
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O médico ainda estava dentro de adriana, pau grosso e veioso enterrado até o talo na buceta rosadinha dela. Ele segurava a cintura fina da garota com as duas mãos e a fodia com estocadas longas e fortes, batendo fundo no útero.
“Ahhh… aiiii… doutor… tá enchendo minha buceta toda… tá tão grande…” ela gemeu, cabeça jogada para trás, boca aberta, olhos vidrados de prazer. O rosto dela estava corado como um tomate maduro, bochechas vermelhas, testa suada, boca entreaberta soltando gemidos altos e constantes.
O médico acelerou o ritmo, segurando os seios pequenos e rosados dela, apertando os mamilos com os dedos. adriana gozou pela terceira vez ali mesmo, corpo inteiro tremendo, squirt molhado jorrando na toalha e pingando no peito suado do médico. Ela gritou alto, voz rouca e embargada:
“Ahhhhh… doutor… tô gozando… tô gozando forte… ahhh aiiiiii!”
Ele não parou. Continuou metendo devagar, prolongando o orgasmo dela, sentindo a buceta apertada e pulsando ao redor do pau dele.
Foi nesse momento que as duas enfermeiras lesbicas entraram na sala. Elas já estavam sem roupa, só de jaleco aberto, seios grandes e bucetas rosadíssimas expostas. A loira das pernas longas carregava um strap-on de 35 cm de comprimento e 8 cm de grossura, enorme
A morena voluptuosa tinha outro igual, só que um pouco menor (28 cm).
A loira sorriu e se ajoelhou ao lado da cama.
“Agora é nossa vez de ensinar a adriana como deve ser fodida de verdade, doutor.”
enquanto ele descansa
Ela subiu no strap-on com um movimento fluido, 35 cm de grosso e cravejado entrando devagar no cu apertado de adriana.
ela soltou um gemido alto, olhos arregalados de surpresa.
“aiiiiiii… que coisa é essa?! Tá enfiando no meu cu… grande demais… tão grosso… tão longo… ahhh!”
uuii, não para
A loira começou a meter o strap-on com força, o pistão subindo e descendo, os cravos rasgando e fodendo o cu dela sem piedade.
A morena voluptuosa se posicionou na frente, segurando o seio esquerdo de adriana e chupando o mamilo rosado com vontade.
“Olha a cara da sua garota, doutor… ela tá gozando já só de sentir meu strap-on no cu…”
ela tremia inteira, cabeça rebolando para os lados, boca aberta soltando gemidos altos e embargados.
O rosto dela era puro êxtase: olhos semicerrados, lágrimas de prazer escorrendo pelas têmporas, boca aberta como se estivesse gritando, bochechas vermelhas, suor escorrendo pelo pescoço e entre os seios pequenos.
Ela gozou novamente, squirt jorrando forte no colchão, corpo inteiro convulsionando.
“Eu… eu tô gozando… doutor… tô gozando… ahhhhh!”
A loira tirou o strap-on do cu dela e o colocou direto na boca de adriana, a ponta ainda pingando squirt molhado e salgado.
“Agora aprende. Tem que beber o squirt da sua professora. É assim que as boas alunas aprendem.”
adriana olhou para ela, olhos marejados, rosto corado, e abriu a boca.
A loira enfiou o strap-on na boca dela. O gosto salgado e azedo do squirt explodiu na língua de adriana.
Ela engoliu tudo, olhos fechados de vergonha e prazer.
“Mais… engole tudo, adriana… assim… você vai aprender rápido…”
A morena voluptuosa segurou o outro strap-on e o enfiou devagar no cu de adriana enquanto a loira continuava fodendo a boca dela.
ela gozou mais uma vez, squirt jorrando direto na boca das enfermeiras, que o beberam rindo.
“ela engole tudo
o squirt nosso e tão bem… olha a cara dela… tô gozando só de ver ela assim…”
As enfermeiras trocavam de posição. Uma fodia a buceta de adriana com o strap-on de 35 cm cravejado, a outra fodia o cu dela.
ela estava completamente destruída: rosto vermelho, olhos vidrados, boca cheia de squirt, corpo tremendo sem parar.
“Eu… eu tô aprendendo… doutor… tô aprendendo a gozar… ahhh… mais… me fode mais forte…”
O médico gozou dentro dela pela segunda vez, enchendo a buceta de porra quente. adriana gozou pela última vez, squirt jorrando tanto que encharcou as pernas das enfermeiras.
As duas lesbicas limparam tudo com a língua: lamberam o cu de adriana, chuparam o sêmen que escorria, e beberam o último jato de squirt direto da buceta dela, sorrindo satisfeitas.
O médico acariciou o cabelo suado dela e sorriu.
“Parabéns, adriana. Você passou no exame e já é uma aluna excelente. Amanhã vai começar outro treinamento de uso de dildos plugs e mais coisas.
E vai aprender a beber mais squirt de todas as suas professoras… todo dia.”
adriana, nua, suada, rosto vermelho e olhos brilhando de prazer, sussurrou com voz rouca:
“Sim… doutor… eu quero aprender tudo… eu quero gozar todos os dias… e beber o squirt de todas…
Ela olhou para as duas enfermeiras lesbicas que ainda seguravam os dildos e strapon molhado nas mãos, sorrindo para ela.
E assim, adriana aprendeu seu primeiro orgasmo de verdade.
Adriana ainda estava deitada na cama do consultório médico, o corpo tremendo, pernas abertas e fritando, o sêmen quente escorrendo devagar pela buceta rosadinha e inchada. O médico, ainda com o pau meio duro, sorriu satisfeito e puxou a garota para cima dele, colando os seios pequenos contra o peito suado.
“Você passou com distinção, adriana. Agora vem comigo pra sala de treinamento de plugs. Lá tem várias alunas já aprendendo. Vai ser um choque pra sua bucetinha apertada.”
Ele a ajudou a levantar, mas ela ainda estava mole, pernas tremendo. As duas enfermeiras lesbicas ficaram para trás, rindo baixinho enquanto limpavam o squirt da toalha com a língua.
A sala de plugs era um cômodo simples, mas bem equipado: uma mesa com dezenas de plugs de todos os tamanhos, cores e texturas, vidros, silicone, metal, cravejados, vibradores, tudo.
No centro, duas garotas estudantes já estavam lá, completamente nuas, de quatro na mesa, sendo fodidas por plugs enormes.
Uma delas — uma morena de bunda redonda — estava com um plug de 15 cm de comprimento e 4 cm de grossura cravado até o talo no cu, o volume bem visível sob a pele. O outro plug, menor, estava preso na buceta, esticando os lábios rosados. Ela gemia alto, chorando de dor e prazer:
“Aaaaiii… tá rasgando meu cu… porra… é muito grosso… eu não aguento… ahhh, ai, ai, ai!”
A outra aluna — loira magra — estava com um plug triplo cravejado de 15 cm sendo metido no cu ao mesmo tempo: um no meio, um em cada lado. Ela tremia inteira, lágrimas escorrendo, rosto contorcido de agonia:
“Porra… dói… dói pra caralho… tá abrindo meu cu inteiro… eu vou chorar… ai, ai, me tirem isso… mas… mas tá gostoso também… não para… não para…”
As alunas gemiam, choravam, o corpo convulsionando, squirt jorrando no chão toda vez que os plugs eram girados ou puxados.
Algumas alunas que estavam ali de joelhos, com plugs menores na buceta e cu, mas o volume já marcava as calças jeans que elas tinham que vestir depois.
Todas as garotas tinham os seios balançando, mamilos duros, e olhavam umas pras outras com medo e tesão.
Adriana ficou parada na porta, olhos arregalados.
O rosto dela era puro choque: boca aberta, olhos cinza-esverdeados brilhando de terror e curiosidade, bochechas vermelhas como fogo. As mãos tremiam.
Ela viu o plug sendo girado na bunda da morena e ouviu o grito agudo da loira. Seu coração batia na boca.
credo… que tamanho… eu vou sentir isso dentro de mim…”
O médico riu baixo e apontou o primeiro plug para ela:
“Vem, adriana. Primeiro vamos preparar esse cu apertadinho. Começa com o de 15 cm. Vai devagar.”
Ele enfiou o plug de 15 cm (bem redondo) no cu dela primeiro. Adriana soltou um grito agudo, corpo inteiro arqueando:
“Aaaaiii! Tá queimando… tá rasgando… porra, doutor… é muito grosso… eu não aguento… ai, ai, ai, dói… dói pra caralho!”
O médico segurou a cintura dela, girando o plug devagar, sentindo o cu apertado tentando engoli-lo. Adriana tremia, lágrimas escorrendo, mas o squirt já começava a molhar as coxas. Cada tamanho maior trazia um grito mais alto, mais choroso:
“Porra…meu cu tá aberto… mas… mas eu quero… ahhh, não tira… não tira…”
girou ele por vários minutos enquanto as alunas gritavam ao redor.
Adriana gozou pela quinta vez daquele dia, squirt jorrando forte no chão, pernas tremendo violentamente.
Depois de descansar um pouco, o médico a fez vestir a calça jeans preta justa da faculdade. O volume era absurdo.
No cu, o plug de 15 cm cravejado marcava claramente duas grandes protuberâncias redondas, uma logo abaixo da outra, bem visíveis sob o tecido fino da calça.
Quando ela andava, o volume subia e descia, marcando a bunda como se tivesse dois dedos grossos cravados.
No meio das pernas, a buceta inchada com o plug de 15 cm roletando dentro fazia a calça esticar tanto que parecia que tinha um volume entre as coxas.
O volume total era tão grande que a calça parecia prestes a rasgar. Adriana andava devagar, coxas apertadas, rosto vermelho, murmurando baixinho:
“Porra… eu tô sentindo cada centímetro… vai doer tanto andando…”
A primeira aula na rua foi em um shopping movimentado. Adriana tinha que andar 30 minutos de volta e para frente entre as lojas, calça jeans ainda mais apertada pelo volume dos plugs.
Cada passo fazia o plug de 15 cm no cu subir e descer, batendo contra a parede anal, criando uma sensação de “cheio demais”.
O de buceta cravado batia contra o clitóris a cada movimento, fazendo ela morder o lábio para não gemer alto.
O volume era tão ridículo que as pessoas olhavam. Alunas mais novas que já estavam na rua viam ela e riam baixinho:
tá com 15 cm no cu e 26 cm na buceta… vai passar no dia inteiro assim…”
Ela parou na frente da loja de calças de academia, sentindo o plug girar dentro do cu quando trocava o peso da perna.
Um gemido escapou baixo:
“Aaaah… porra… tá me fodendo por dentro… cada passo… ai, ai…”
Uma garota ao lado, que já usava plug de 18 cm no cu e 25 cm na buceta, riu:
“Você tá molhada só de andar, né? Olha o volume… parece que tem dois tubos cravados.
Vai sentir até chegar em casa.”
Adriana continuou andando, pernas tremendo, rosto corado, olhos vidrados, o volume absurdo balançando a cada passo, o cu e a buceta completamente cheios de brinquedos cravejados, sentindo tudo se mexendo dentro dela enquanto as alunas passavam e cochichavam.
Ela já estava completamente destruída de prazer e dor, mas ainda queria mais. E o médico sabia disso.
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As duas alunas mais antigas — a loira de pernas longas e a morena voluptuosa — ajudaram Adriana a tirar a calça jeans.
O volume era tão absurdo que quando ela se virou de costas para a porta, o plug era enorme cravejado no cu marcava duas grandes protuberâncias redondas, uma logo abaixo da outra, bem visíveis sob o tecido.
O de buceta era bem lindo fazia a calça esticar tanto entre as coxas que parecia ter um volume extra de quase 5 cm.
O porrinha um squirt gostoso ainda escorria devagar pela buceta rosadinha e inchada, molhando as coxas internas.
Elas voltaram para a sala de exame principal, mas em vez de continuar o exame clínico, o médico as guiou até a sala de aula da faculdade.
As alunas já estavam todas lá: umas 15 garotas de 19 a 21 anos, completamente nuas, pois elas terian que ver e medir as bucetas delas.
sentadas em semicírculo, seios balançando, mãos entre as pernas ou massageando o clitóris.
Algumas tinham plugs com elas, outras ainda gemiam baixinho de orgasmos de testes.
O médico sentou na mesa da frente, pôs Adriana no centro, de quatro na mesa de demonstração, com o cu para cima e as pernas abertas. Ele tirou o plug dela devagar do cu dela, revelando um buraco bem dilatado, rosado e ainda tremendo, como se tivesse um punho dentro.
Depois puxou o plug de buceta de 25 cm. A buceta dela se abriu completamente, mostrando os lábios inchados, rosados, brilhando de squirt e sêmen, e o buraco agora tão dilatado que parecia um túnel pronto para algo maior.
“Agora vamos fazer o exame completo em sala de aula, meninas. Olhem bem. Esse é o tamanho que ficou dentro dela hoje.”
A loira das pernas longas empurrou a cabeça de Adriana contra a mesa e abriu bem as nádegas com as mãos. Todas as alunas na sala viraram o rosto e viram.
Elas olharam o cu primeiro.
O buraco dilatado era enorme. Parecia ter engolido dois dedos grossos. Ele pulsava, aberto, rosado, brilhando com lubrificante e squirt.
A loira apertou as bochechas das nádegas e puxou para os lados, mostrando o fundo. Adriana gemia baixinho, corpo tremendo:
“Porra… olha como tá dilatado… dói só de olhar…”
Depois elas olharam a buceta. O médico afastou os lábios com dois dedos, abrindo bem para a frente.
A buceta rosadinha estava completamente inchada, os lábios esticados para fora como se tivessem sido fodidos por algo muito maior.
O buraco interno brilhava, dilatado, ainda pulsando. Dentro dava para ver o útero se contraindo. Adriana gozou só de sentir o ar entrar ali, squirt jorrando forte no chão da sala.
“Olha como ela dilatou… buceta linda ela tem doctor, mas hoje ela engoliu muito… e o buraco dela ficou assim… dilatado pra caralho.”
Todas as alunas na sala começaram ver os resultados . Algumas se aproximaram para tocar.
Uma garota tocou o buraco dilatado do cu de Adriana com o dedo indicador.
Adriana arqueou as costas e gritou:
“Aaaaaiii! linda… porra, tá sensível demais… tá parecendo um túnel… olha o volume que eu tenho lá dentro da minha xota…”
A morena voluptuosa que tinha dado o squirt para ela na cama anterior se ajoelhou na frente, abriu a buceta de Adriana com as mãos e encostou a língua no buraco dilatado.
“Gente… olha isso… o buraco dela tá aberto como se quisesse outro plug maior. Tá tremendo tanto… eu tô molhada só de ver.”
Elas começaram a girar o dedo dentro do buraco dilatado, fodendo devagar enquanto apertavam os seios pequenos de Adriana, torcendo os mamilos rosados.
O médico filmava tudo com o celular, mostrando na tela gigante da sala para as outras alunas.
“Agora olhem os seios dela. tamanho, perfeitos, mamilos rosados duros.
E a cintura… olha como ela tá fina. E o volume… olha a bunda dela ainda com as marcas das nádegas abertas.”
Adriana estava completamente destruída.
Olhos vidrados, buceta escorrendo, corpo tremendo em orgasmo contínuo
Ela sentia cada toque, cada olhar, cada dedo fodendo seu cu dilatado e sua buceta inchada. Gozava sem parar, squirt jorrando em jatos, molhando as coxas das alunas que estavam em volta.
“Eu… eu tô com vergonha… mas… porra… olha o que vocês fizeram comigo… meu buraco tá tão dilatado… parece que tenho dois plugs dentro… ufa
me mostram o maior tamanho que tem aqui…”
O médico sorriu e mostrou o maior plug da sala: 30 cm de comprimento, 5 cm de grossura, lindo e vibrador. Ele enfiou devagar no cu dilatado de Adriana, que gritou alto:
“Porra… tá abrindo de novo… tá me rasgando… ahhh, dói… mas… mas eu quero… eu quero o maior!”
Ele meteu tudo até o talo. Adriana convulsionou, gozou violentamente, squirt jorrando como fonte.
As alunas na sala aplaudiram, gemeram e começaram a se tocar umas com as outras enquanto assistiam o exame.
O médico olhou para as alunas:
“Vocês viram como ela dilatou? Buceta e cu dela agora são prontos para o próximo nível.
Amanhã vamos colocar o maior plug de todos e ela vai andar pelo shopping de novo com isso dentro. E hoje… vamos ensinar todas as alunas como aprender a dilatar também.”
Adriana, ainda com o plug de 30 cm cravado no cu, cu e buceta brilhando de squirt , virou o rosto para as alunas e sussurrou com voz rouca e chorosa:
Todas as alunas na sala olharam para ela com olhos brilhando de tesão, e a sala inteira começou a gemer mais alto.
O exame em sala de aula tinha acabado.
Mas o treinamento dela…continua amanha
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O médico olhou para o relógio e franziu a testa.
Eu tenho uma clínica de treinamento anal aqui perto, especializada em dildos e plugs reais.
Vamos levar todas as alunas agora. A Adriana vai ficar para trás, eu tenho uns testes novos pra ela.”
Ele olhou para Adriana, ainda de quatro na mesa, cu e buceta brilhando, plug de 30 cm pulsando dentro dela.
“Você vai ficar aqui e vai aprender o tamanho máximo hoje.
As outras vão aprender o que é sentar numa foda de verdade.”
Ele bateu palmas. Todas as alunas nuas, seios balançando, bucetas e cuzinho ardendo, obedeceram imediatamente.
Adriana, foi deixada para trás, choramingando baixinho enquanto via todas saírem.
O médico as levou para a Clínica Anal de Treinamento. Era um lugar discreto, com paredes brancas,
uma mesa de exame grande no centro, e várias colunas pretas de silicone com tamanhos marcadas em centímetros. Mas hoje não seria só plug. Hoje seria penis real.
“Vocês vão fazer o teste completo. Bunda pra cima, rosto baixo, só isso.
Os voluntários vão socar bem fundo. E vai doer. Vai doer pra caralho. Mas também vao te fazer gozarem.”
As alunas nuas foram colocadas uma por uma sobre a mesa grande. De quatro, bunda erguida, cu e buceta expostos para baixo.
As pernas abertas, mãos segurando os tornozelos. Elas tremiam, mas já estavam molhadas. O médico e as enfermeiras lesbicas ajudaram a posicionar.
O primeiro voluntário entrou na sala: um cara musculoso de 22 anos, pau de 18 cm, já no meio da ereção.
Ele socou o cu da primeira aluna sem aviso. Ela gritou alto:
“Aaaiii! Porra, tá rasgando… tá muito grosso… dói… dói pra caralho… ahhh!”
Ele meteu até o talo, ficou parado, depois começou a socar forte, estocadas longas e brutas.
O som molhado ecoava. A aluna chorava, corpo tremendo, squirt jorrando no chão. Ele gozou dentro dela, enchendo o cu de porra quente. Ela gozou junto, gemendo rouca:
“Porra… tô gozando… mesmo doendo…”
O segundo foi pior. Pau de 22 cm. Ele socou a segunda aluna tão forte que ela gritou chorando:
“Me tira… porra… tá me partindo… dói demais… eu não aguento… ahhh ai ai ai!”
Ele meteu fundo, socando sem parar, batendo no útero. Ela convulsionou, lágrimas escorrendo, mas gozou duas vezes seguidas. Ele tirou, deixou o pau ainda duro, brilhando de squirt e sêmen misturados.
Agora entrava o terceiro. Um angolano gigante. 1,95 m, pele escura, músculos enormes. E o pau dele… 45 cm de comprimento, grosso como o pulso de um homem, veioso, cabeça vermelha enorme, já meio duro e pingando pré-gozo.
Ele tinha chegado no Brasil há seis meses e já era estudado como o maior pau real que existia no país. As enfermeiras riram quando ele entrou.
“Olha o tamanho daquilo… nem atriz porno aquenta.
vai rasgar ela inteira.”
Todas as alunas olharam. O pau estava tão grande que parecia impossível. O médico apontou para a última aluna da fila:
“Vocês escolheram a julia. A mais magrinha da sala. Vem aqui, julia.”
A aluna escolhida era a mais magra de todas: 19 anos, corpo magérrimo, seios pequenos, cintura fina, quadris quase inexistentes, pele branca clara.
Ela tinha 20 anos, mas parecia mais nova. O médico a colocou de quatro na mesa, a menos magrinha de todas. Ela tremia, olhos arregalados de terror.
“Por favor… eu sou magrinha… não vai caber… porra… isso é impossível…”
O angolano sorriu, dentes brancos, e segurou o pau 45 cm com uma mão só. Ele esfregou a cabeça enorme contra o cu da julia, que já estava molhado.
“Você é a escolhida. Vai ser a primeira que vai sentar no maior pau que existe. Bunda pra cima.”
Ele empurrou a cabeça de julia para baixo, abriu as nádegas e começou a enfiar. Devagar no começo. A julia gritou alto, voz aguda de pânico:
“Aaaiii! Não… não… tá abrindo… tá rasgando… porra… dói… dói pra caralho… meu cu tá pequeno… eu sou magrinha… não caber… ai ai ai ai ai!”
Ele meteu devagar, centímetro por centímetro. 10 cm já a faziam chorar. 20 cm… ela estava gritando sem parar, corpo inteiro convulsionando, pernas tremendo, suor escorrendo, lágrimas escorrendo pelo rosto.
“Porra… tá no meio… tá no meio… eu não aguento… tá me partindo… ahhh ai ai ai ai!”
25 cm… ela começou a gozar sem conseguir controlar, squirt jorrando forte no chão. O corpo dela tremia violentamente.
30 cm… ela gritava e chorava ao mesmo tempo:
“Não… porra… eu tô rachando… tá muito fundo… tá batendo no fundo… ai ai ai… dói… dói demais… eu não aguento… me tira… me tira… porra… porra porra porra!”
O pau ainda entrava. 35 cm… o buraco dela já estava dilatado como nunca, rosado, brilhando, tremendo. Ela gozava sem parar, squirt jorrando em jatos, corpo convulsionando como se tivesse um fio de energia ligado.
40 cm… agora vai tudo
uma rola enorme era comida pelo rabo dela.
Ela soluçava, rosto vermelho, olhos vidrados, boca aberta gritando sem som:
“Não… não… por favor… eu sou magrinha… meu cu não aguenta… ai ai ai ai ai ai ai!”
45 cm. O resto entrou estourou dentro dela. O buraco dilatado engoliu tudo até o talo. O pau inteiro, 45 cm, cravado até o fundo.
O corpo da julia estava rígido, tremendo, gozando violentamente, squirt jorrando como fonte. Ela gritava sem parar, voz rouca, embargada:
“Porra… tá dentro… tá dentro de mim… 45 cm… meu cu engoliu tudo… eu tô gozando… tô gozando forte… ahhh ai ai ai… dói… dói… mas… porra… tá bom também… não tira… não tira… por favor… não tira…”
O angolano começou a socar. Estocadas brutas, profundas, batendo fundo no útero dela. O som molhado ecoava pela sala. A julia gritava e chorava ao mesmo tempo, corpo todo convulsionando, seios balançando, lágrimas escorrendo.
“Porra… socando… tá rasgando de novo… dói… dói pra caralho… ai ai ai ai… eu não aguento… mas… mas eu quero… eu quero… ahhh ai ai ai!”
Ele socava mais forte, mais fundo, pausando cada estocada. Ela gozava em ondas, squirt jorrando no chão, corpo inteiro tremendo. Ele gozou dentro dela, enchendo o cu de porra quente em jatos longos. O buraco dilatado pulsava, tentando engolir tudo.
O médico riu, batendo palmas.
“Vocês viram? A julia, a mais magrinha de todas, acabou de ser dilatada pelo maior pau real que existe. 45 cm.
Hoje ela vai andar com as pernas aberta o dia inteiro. E amanhã… vamos levar todas pra outro nível.”
As alunas na sala gemiam, choravam de tesão e dor, enquanto olhavam para julia, ainda de quatro, cu em chamas e esticado e dentro do cu da julia, porra escorrendo devagar.
Adriana, ouvia tudo pelos as garotas
e mordia o lábio, já sentindo tesão só de imaginar que um dia ia ser a próxima a engolir 45 cm.
O treinamento anal tinha acabado neste dia.
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