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Ciúmes de Filho: Sexo, incesto e segredos! Fim temporada 1

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GarotosDosPapais72

Ficou grande por ter 5 capítulos juntos. Há sexo incestuoso, putaria e romance.

[fim temp. 1. aqui estão capítulos 6, 7, 8, 9 e 10. temp. 2 quando eu tiver tempo de escrever. valeu ae]
[todos os personagens tem 19 anos ou mais]

-//-

Enfim aconteceu, eu tinha transado com meu próprio pai, pôde não ter sido tão íntimo como eu imaginava, mas do jeito que eu estava com tesão, só queria saber de meter nele e gozar dentro enquanto olhava pra mim e nos beijávamos de língua. Foi minha primeira vez metendo num homem, e tinha sido meu coroa. Eu tinha tanto pra conversar com o papai, porque pra mim não foi apenas sexo, e eu espero que ele na
É verdade que o papai e o Augusto eram dois pais solteiros, e aparentemente gays ou bissexuais, se conheciam há tanto tempo que era como se o Arthur fosse um primo que eu via toda semana, fosse na praia, na sua casa, algum evento social com nossos pais, ou sei lá, conheço-o há tanto tempo, que perdi as contas de quantas vezes nos vimos semanalmente. E após eu e ele trepar com nossos pais, acho que nossa relação pode mudar de rumo. O garoto era um pervertido sim, mas que se foda, eu também era.
Na manhã seguinte, eu acordei apertando um corpo forte e peludo, com um cheiro forte e gostoso de macho pegajoso, mesmo que o quarto estivesse fresco. Devagar abrir os olhos e percebi que a noite passada não era um sonho, e que eu estava babando um pouco enquanto dormia, porque o peito do papai estava um pouco melado de baba quando acordei. Mas que se dane, eu olhei pro lado e vi que o Arthur tinha acordado primeiro que eu.
“Bom dia seu pequeno pervertido” falei cansado, bocejando. Acho que devia ser umas 8h.
“Você fala enquanto dorme, sabia?” o Arthur estava deitado com a cabeça no peito do pai, assim como eu.
“E você ficou nos assistindo dormir esse tempo todo?”
“Sim, você fica fofo babando, Felipe”
“Aham... e que horas você se acordou?”
“Tem mais de 1h eu acho”
“Porra, tanto assim? Podia ter me acordado, seu tarado” falei na brincadeira, e ele riu do meu jeito de tratar ele.
“Ei Felipe...” ele voltou a falar baixinho como se não quisesse acordar nossos pais.
“Hmm?”
“Tá afim de fazer uma brincadeira?” o tom na sua voz dizia que ele planejava algo pervertido, até porque ele era um pervertido. “Que tal a gente chupar nossos pais, pra ver qual deles acorda primeiro. Mas eu quero mamar no tio Nando, e você pode mamar no meu pai, eu deixo”
Como se o pai dele precisasse da aprovação do filho pra alguém lhe mamar no pau. Mas mesmo assim, eu aceitei, porque eu sempre tive tesão forte matinal, e depois de ontem, estava quase com a pica pulsando de novo. Além que, eu sabia que o Arthur não ia descansar até eu deixar que ele chupasse meu pai. E pra ser sincero, eu estava puto de vontade de mamar no Augusto também.
Pouco depois, a gente trocou de lado, e entramos debaixo do cobertor, só para ver o pênis dos nossos pais ainda mole. Eu vi o Arthur passando a língua no saco peludo do meu pai, e fiquei com ciúmes.
“Ei mano, quem fizer nossos pais gozar primeiro, vence” então o tarado piscou pra mim, indo de boca na pica do meu pai.
“Seu pervertido” mas então eu comecei a chupar a rola do Augusto e era salgada. Fazia tempo que eu não mamava num pau, até porque estava de férias da faculdade e não via meu primo fazia uns meses. Mas chupar numa pica é igual andar de bicicleta, nunca desaprende.
Desci e engolir as bolas peludas do Augusto na boca, eu fiquei de boca cheia, e continuei lambendo e chupando naquele saco delicioso de macho. E mano, estava gostoso pra um caralho, porque eram grandes e pesadas iguais as do meu pai. Foi quando eu voltei pro seu pau, e mesmo mole eu comecei a chupar gostoso, enfiando a língua dentro da pele, e sentindo minha boca ficar mais salgada com gosto de pica. Não demorou muito pro Augusto começar a ficar de pau duro, porque lentamente seu pau foi crescendo, e crescendo dentro da minha boca toda babada.
Puta que pariu, a sensação de ter uma piroca de macho crescendo na sua boca e tentando entrar na sua garganta era uma delícia. Eu estava ficando com a boca cheia, porque sua pica era quase tão grande e grossa quanto a minha, mas fiquei lá, chupando aquela pica de homem de meia idade que eu amava.
“Mmmhm... Mmhhm... Mmhhmmm...” ouvi o tarado do Arthur mamando no meu pai, e ele parecia está tendo dificuldade de engolir sua piroca enorme.
Então eu comecei a chupar mais forte naquela rola dura e salgada, preenchendo minha boca até que eu engolir mais fundo e entrou na minha garganta. Puta que pariu, mano! Delícia do caralho!
“Mmmhhm! Mmhhm!! Mmhhm!!!” foda-se se eu estava engasgando, continuei mamando e mamando naquele caralho, que sua pica entrou inteira na minha garganta, e ficou pulsando no fundo.
Cacete, chupar numa pica era bom pra porra e eu percebi que o tarado do Arthur tinha engolido a piroca dura do meu pai inteira na garganta porque ele também estava gemendo com sons fortes de engasgo. Foi quando eu segurei o ar, aguentando a vontade de tossir só pra me manter de cara atolada naquela pica, ficando com meu nariz nos seus pentelhos de macho suado! O Arthur fez igual, e eu não sabia se ia aguentar mais do que ele, e foi quando ao mesmo tempo a gente tirou os paus da boca e tossimos pesado em busca de ar.
Puta que pariu, acho que nossos pais iam acordar se a gente ficasse tossindo tão alto. Eu estava suado, e o Arthur também, a gente se olhou de novo e voltamos a mamar gostoso. E não sei porquê eu passei a gostar tanto daquele garoto pervertido que imaginei todas as manhãs assim, fazendo putaria com nossos pais com ele do meu lado. Eu não devia tá pensando nisso enquanto tinha uma piroca na boca. Eu agarrei a cintura do Augusto e voltei a chupar, cada vez mais forte.
Então algo aconteceu. Eu passei a ouvir sons de gemidos, mas não sei qual dos nossos pais era, então eu chupei mais forte, mais fundo, com aquela rola grande e dura atolando no fundo da minha garganta! Então uma mão segurou meus cabelos, e eu sabia que o Augusto tinha acordado, mas ele não sabia que era eu, porque eu estava debaixo do cobertor lhe mamando.
“Aahh... sim... isso... isso...”
“Mais fundo filho... aahh! Porra, que boca gostosa!”
Então os dois tinham acordado, e eu senti outra mão na minha cabeça. Era o Arthur forçando pra mim engolir mais fundo! Aquele tarado! Eu levei minha mão pra sua cabeça também e empurrei ele pra cair de cara na virilha do meu pai com a garganta cheia de pau!
Foi uma bagunça porque eu estava mamando fundo, enquanto forçava aquele moleque a engolir tudo que nem eu. Puta que pariu mano, que delícia do caralho! E não demorou muito pra gente ouvir nossos pais gemendo dizendo que iam gozar, que eu acelerei, e fui mais e mais rápido!
“F-Filho... Aaahh caralho!”
“Oohh sim! Isso! Estou gozand-- aaahh porra!!!”
Caralho viado, minha boca começou a encher igual uma torrente de porra quente e grossa contra a parede da minha garganta. Esse caralho estava muito pegajoso e eu sentir que ia desmaiar com tanto leite de macho indo direto no meu estômago! Eu não prestei atenção, mas sentir que o Arthur estava passando pelo mesmo que eu, sendo violado na garganta com a barriga enchendo cada vez mais com tanta porra que eles pareciam dois cavalos! Igual ontem quando fodemos seus rabos e eles encheram tanto de porra que ficaram até mais pesados depois.
Só depois que o Augusto terminou de gozar, que eu tirei a pica dele da boca, e deitei a cabeça na sua virilha enquanto respirava pesado com o rosto todo babado e melado de leite.
Caralho, eu bebi tanta porra que nem ia precisar tomar café da manhã.
“F-Filho...” ouvir meu pai chamando, mas acho que ele se surpreendeu quando o Arthur saiu debaixo da coberta e se revelou.
Eu fiz igual, e o Augusto não pareceu tão surpreso.
“Foi ideia do Arthur” falei com o rosto ainda melado e tossindo um pouco.
“Traíra” o Arthur falou pra mim, mas ele também estava todo acabado.
Foi quando eu percebi que não tinha gozado e meu pau estava duro que nem aço. Foda-se, eu precisava gozar na boca de algum deles também. Foi quando subir mais e fiquei com os joelhos do lado da cabeça do Augusto na almofada.
“Ei, garoto, o que vai fazer com esse pau enorme?”
“Abra a boca, seu putinho gostoso” mandei e ele abriu, dando espaço pra minha piroca invadir sua garganta já no fundo.
“Ei Arthur, quer uma ajuda com isso aí?” ouvir o papai falando e ele puxou o garoto até ficar de cara na sua pica e começou a mamar.
O Arthur começou a empurrar fundo na garganta do meu pai, e eu não gostei de como ele estava maltratando a garganta do meu velho. Então eu fiz igual no dele, e ambos pareciam está engasgando com nossas pirocas de cavalo, e não demorou muito pra começarmos a gozar grosso.
“Porra!!! Engole tudo, seu putinho!”
“Vai tio Nando, bebe seu leite matinal! Ooho porra! Que delícia-- aaahh!”
Tomar no cu viado, que tesão da porra gozar na garganta de um macho gostoso desses! Eu revirei os olhos de tesão enquanto meu corpo tremia e jorrava toda a porra direto na sua garganta, estava até transbordando da sua boca cheia e gulosa.
Só sei que momentos depois eu desabei e acabei deitando no Augusto enquanto respirava cansado vendo tudo turvo. Acho que minha alma tinha saído pela cabeça do meu pau junto do gozo.
Quando recuperei a sanidade, vi o Arthur muito próximo do meu pai falando algo que o fez rir. Eu não gostei. Era eu quem deveria está sendo carinhoso com ele agora. Já estava arrependido de ter deixado ele com o papai. E penetração não, mas eu sabia separar boquete de algo íntimo, e pensei que tudo bem, mas vi que foi um erro. E acho que o Augusto percebeu que eu não parava de olhar pros dois, que ele bagunçou meu cabelo com carinho só para sussurrar pra mim:
“Não se preocupe com eles, só estão brincando”
“Eu sei... obrigado Augusto, mas acho que vou beber uma água” então me levantei sem olhar pro papai, e sair do quarto.
Como eu pude achar que estava gostando do Arthur quando ele me trai e tenta roubar meu pai de mim de novo. Tá, a gente transou gostoso com nossos pais ontem juntos, e hoje chupamos a rola do outro, e eu me aguentei vendo ele mamar no meu pai porque achei que não fosse além disso. Mas eles estavam rindo juntos na cama, bem do meu lado! Eu teria tentado ser carinhoso com o Augusto também pra tentar colocar ciúmes no Arthur, mas... foda-se.
“Que porra! Preciso tratar esse ciúmes pelo papai...” falei frustrado, indo pra sacada, depois de ter bebido água.
Eu estava pelado na varanda, mas foda-se. Quem iria aparecer na sacada às 8h45 da manhã de um domingo? Mas alguém apareceu.
“Opa, bom dia”
“Porra... oi, bom dia!” falei assustado vendo meu vizinho do apartamento ao lado na sua sacada olhando pra mim. Eu levei as mãos pro saco pra esconder meu pau, mas acho que ele já tinha visto tudo. “Desculpa por isso, achei que não ia aparecer ninguém na sacada uma hora dessa”
“De boa mano. Aposto que sua noite foi boa, em” ele falou olhando de baixo pra cima em mim, e eu fiquei tímido de ter um cara bonito da minha idade me encarando por tanto tempo. Ele tinha uma pele bronzeada e cabelos cacheados. Talvez por ir muito à praia.
“Você é o filho do Pedro, certo? Seu nome é... Levi?” perguntei ainda com as mãos escondendo o pau.
“Não, esse é meu irmão gêmeo, eu me chamo Leonardo, mas pode me chamar de Leo”
“Você é gêmeo? Que foda! Sempre quis um irmão gêmeo, mas sou filho único”
“Nem tanto... quando éramos meninos, papai insistia em usar roupar combinando, e até hoje que temos 19 anos, parece que ele vive comprando roupas parecidas pra gente” ele falou, rindo brevemente.
“Seu pai deve ser um homem bem bacana, cuidando de vocês com tanto carinho”
“É, sempre fomos só nós três. Nunca cheguei a conhecer minha mãe”
“Sinto muito”
“Não, tranquilo. É até bom viver num lugar só com homens, porque as vezes posso andar nu dentro de casa” então ele voltou a olhar pra minha virilha, e eu sorrir torto sem graça.
“Eu geralmente não ando pelado em casa. É porque...” mas eu parei de falar, porque ele não precisava saber que eu tinha transado com meu próprio pai. As pessoas geralmente não reagem bem quando se fala de incesto. E o Leo parecia um cara legal demais para eu revelar pra ele que eu fodi o meu pai no cu.
Foi quando o papai apareceu na sacada, e eu tremi quando ele me abraçou forte e carinhoso por trás. Eu vi que o Leo fez uma cara de surpresa quando o papai me beijou no ombro, e eu precisava fazer alguma coisa logo antes que o papai fizesse algo impróprio, além de ter me abraçado ainda nu.
“Pai, agora não é hora..."
“Por que você demorou tanto, Felipe? E o que está fazendo aqui fora?”
Mas daí o Leo deu bom dia pro meu pai, e ele o notou ali, encarando a gente. Naquele mesmo instante, o papai me soltou e fingiu tossir, dando bom dia pro Leo também. Só que diferente de mim, o papai não cobriu o pênis, e eu fiquei curioso porquê o Leo encarava tanto o pau do meu pai.
“Eu não lhe vi aí Leo. Seu pai e seu irmão estão bem? Faz tempo que não os vejo” papai tentou esconder seu nervosismo, mas ainda parecia conhecer eles muito bem, e eu que nem idiota confundindo seus nomes.
“O papai e o Levi estão dormindo. Mas eu digo a eles que o senhor disse oi”
Mas não demorou muito para mais alguém aparecer, e desta vez, era alguém idêntico ao Leo. Seu irmão Levi apareceu na sua sacada perguntando por que o irmão estava fazendo tanto barulho, até que avistou papai e eu do outro lado.
“Oi, bom dia” ele falou, e igual seu irmão, encarou nossos corpos nus. E eu não entendia porque o papai ainda não tinha escondido seu pau e bolas dos dois.
E porra, eles eram idênticos mesmo. O papai e eu também éramos parecidos, sendo que o papai era uma versão minha de 45 anos, enquanto eu, era igualzinho a ele quando tinha 19 anos. Isso de genética familiar era foda, porque parei pra perceber que o Arthur e Augusto também eram iguais.
Depois que papai e eu nos despedimos dos nossos vizinhos, a gente entrou e fechou a varanda.
Lá dentro, nós sentamos no sofá, e ele pegou na minha mão.
“Por que demorou tanto pra voltar pra cama, filho? Sabe que fico preocupado quando você some por muito tempo”
“Deve ser porque o senhor estava bem ocupado com o Arthur pra perceber que eu precisava ficar sozinho”
“Você está com ciúmes? Do Arthur?”
Mas eu não respondi, estava chateado por ele não perceber antes.
“Mas Felipe, ele é filho do meu melhor amigo. Se tinha alguém que você devia está com ciúmes, era do Augusto, não do Arthur”
“Por quê? Se eu ainda não vi o senhor e o Augusto trocando carinhos igual o Arthur estava, então por que eu teria ciúmes dele?”
“Olha filho, eu não queria revelar isso pra você agora. Mas... bem... é que o Augusto e eu...” só que papai parou de falar quando a porta do quarto abriu, e o Augusto e Arthur apareceram.
O Augusto foi tomar água, e o Arthur como sempre sendo um pervertido, sentou ao lado do meu pai.
“Já falou pra ele tio Nando?”
“Falar o quê?” perguntei olhando do Arthur pro papai.
“Bem, filho, você não estava na cama pra ouvir. Mas o Arthur deu a ideia de sairmos pra algum lugar e aproveitar o domingo nós 4 juntos”
“É isso aí irmãozinho! Parece que você e eu vamos ficar juntos por mais um dia. Igual uma família” o Arthur falou todo empolgado, olhando pra mim com aqueles olhos esperançosos e sorriso bobo. Se eu não o conhecesse, diria que estava tentando ser amoroso comigo.
Eu olhei pro Augusto, e ele estava bebendo água, olhando pra mim com um sorriso simplório como se pedisse desculpa pelo seu filho ser tão cheio de ideias e cheio de energia.
Que porra, domingo sempre foi meu dia pra ficar sozinho com o papai. Porque na semana ele tinha trabalho e academia, e agora que eu estava de férias da faculdade, queria aproveitar mais tempo com ele sozinho. Só que o Arthur como sempre tinha que inventar ideias só para ficar perto do meu pai. Esse pequeno pervertido.

[...]

Após o café da manhã, eu, meu pai Fernando, seu amigo Augusto e o Arthur saímos todos em um carro só, e acho que eram umas 10h15. O papai estava bem para dirigir, então foi dirigindo, com o Augusto no banco do passageiro, e eu e o Arthur atrás. Eu estava angustiado por sempre aparecer algo no meu caminho e do papai, porque pra variar, ainda não conversamos sobre nós desde quando o beijei na boca, e de quando fizemos amor. Eu queria saber se ele sentia o mesmo que eu, ou se só me amava apenas como filho. Eu queria ele como meu homem e não ia desistir, nem mesmo pelo Arthur tentando roubar ele de mim.
Eu fiquei olhando a cidade pela janela, enquanto o Arthur estava cantando e pedindo para aumentar o som, e ele era tão animado e carismático que eu quase esqueço quem ele é de verdade. Mas algum tempo depois, papai estacionou o carro e nós descemos e entramos em um dos shoppings da cidade. Nem acredito que vou passar o dia fazendo compras, ao invés de está em casa transando com o papai. Mas ao menos estávamos juntos.
Eu usava short, camisa, sapatos. Arthur também de short, porém bem mais curto, uma regata, boné pra traz, e sapatos. Já o papai e o Arthur estavam de calça, com camisas combinando, e eu automaticamente olhei pra bunda dos dois, porque caralho mano, mesmo de calça, eles tinham uma bunda muito grande e ficava muito erótico na calça justa.
Nós entramos no shopping, e o Arthur ficou andando comigo atrás, enquanto nossos pais iam na frente, conversando entre si.
“Ei irmão, já percebeu que nossos pais estão bem próximos ultimamente?”
“Igual você colado em mim? Porque estou sentindo o cheiro do seu pau suado daqui” falei caminhando enquanto sentia o ombro do Arthur roçar no meu a medida que a gente caminhava.
“Tá, também não precisa ser tão ignorante comigo, Felipe. Eu sempre gostei tanto de você, por que você fica tão irritado comigo assim do nada, mano?”
“Deve ser porque você é um tarado que quer roubar meu pai de mim. Eu vejo como você fica se esfregando nele, e isso bem antes de termos feito sexo”
Eu vi papai e o Augusto entrarem numa loja de roupa masculina bem grande e espaçosa, e eu e o Arthur nos distanciamos deles para ver algo em outra seção mais moderna, ainda na mesma loja. Eu até que gostava de vim ao shopping, vez ou outra eu estava aqui com amigos da faculdade, só que veja bem, o único garoto comigo ali, era meu rival do amor, o Arthur.
“Cara, você está com ciúmes? De mim?” ele falou enquanto entrava na minha frente e eu vi seu rosto sério começar se formar um sorriso, e foi quando ele me abraçou com força me apertando com carinho, e com o rosto no meu ombro.
“Arthur? Que isso?” falei baixinho, vendo um funcionário bonitão olhar pra gente de longe com olhar de desconfiança.
“Qual é mano, você sabe que sou doido por você. E quando você disse que estava com ciúmes de mim, eu só quis te abraçar. Isso significa que somos namorados agora?”
“Pera, o quê?!” eu acabei afastando ele de mim, e vi seu rosto corado como se quisesse me beijar. Então eu falei: “Não, você entendeu errado! Eu não estou com ciúmes de você, mas sim do papai estar com você! Não entendeu? Eu gosto do meu pai” mas o Arthur parecia confuso.
“Acho que entendi... você gosta do seu pai. Mas como isso interfere no nosso relacionamento?”
Mano, juro que aquele garoto era impossível de lidar.
“O que significava você estar o tempo todo se esfregando no meu pai, e trocando carinhos com ele?”
“Olha, seu pai é um gostoso sim, mas eu não quero namorar o tio Nando. Eu só fazia aquilo pra você ficar com ciúmes e tentar olhar pra mim. Porque sempre acreditei que nós dois tínhamos um lance implícito... se é que você me entende”
“Então você não gosta do meu pai?”
“Ainda quero transar com ele se você estiver de bem com isso, mas não gosto, não do jeito que sempre gostei de você”
Puta merda! Foi como se uma bomba tivesse explodido na minha mente e eu finalmente estivesse livre de obstáculos. O papai seria só meu! Somente meu, pra sempre! Eu acabei sorrindo muito forte, e o Arthur percebeu minha felicidade, mas eu não achava que ele fosse me beijar em seguida.
O Arthur simplesmente me beijou ali, em público, no meio da loja, e eu estava atordoado demais para me afastar. Foi quando ele me soltou, e falou baixinho:
“Olha Felipe, sei que vamos ser namorados agora, mas ainda posso lhe chamar de irmão, né? Mas não tilta, eu sei ser romântico e posso lhe chamar de docinho ou amor se você quiser”
“Arthur, não somos namorados”
“Claro que somos, você só está se fazendo de difícil. Vem, vamos contar pros nossos pais” então ele segurou minha mão e me arrastou pela loja pra procurar nossos pais.
Eu me livrei de um problema, mas acho que arrumei outro. Eu até poderia gostar da ideia de namorar o Arthur, ele é todo meninão usando regata e shorts curtos com boné pra traz, e eu achava fofo seu jeitinho ingênuo e carismático de ver as coisas. Mas a gente não podia namorar, e o que ele queria dizer que éramos irmãos?
“Papai, tio Nando. O Felipe e eu precisamos dizer algo”
A gente parou numa seção de roupas sociais, e nossos pais nos encararam com atenção, vendo que o Arthur e eu estávamos de mãos dadas e bem próximos.
“Sim garotos, o que vocês querem falar?” mas era claro que eles já desconfiavam do que era. O Arthur estava muito feliz, e eu também, mas não porque ele pensava que era meu namorado, e sim porque eu não teria mais obstáculos pra tentar namorar com o papai.
“O Felipe falou que andava com ciúmes de mim, daí ele me beijou na boca e agora estamos namorando”
“Não, não foi bem assim q--”
“Irmão, para de ser tímido. São nossos pais”
Eu estava com o rosto queimando de vergonha, porque nossos pais pareceram cair naquela brincadeira. Porque só podia ser brincadeira. O Arthur estava só brincando, né?
Depois dali, ele me levou pra todo lugar sem soltar minha mão. Eu tentei ir até o papai, mas ele sempre dava um jeito de me prender a ele. Então eu só aceitei, porque ele era muito ingênuo e eu também estava perdido em pensamentos enquanto me imaginava com o papai. Então ficamos andando pela loja de mãos dadas, o que foi vergonhoso porque vez ou outra olhavam pra gente e eu não entendia como o Arthur podia está tão tranquilo quando disse que ia entrar no provador comigo, que sou seu namorado.
Como era uma loja masculina, só haviam homens no provador. E a ala parecia está com quase todos os provadores ocupados, exceto por umas três, de onde o Arthur e eu entramos juntos em uma e ele começou a tirar a roupa.
“Arthur o que está fazendo?” falei baixinho para nenhum cara ouvir do outro lado.
“Tirando a roupa. Viemos provar roupas novas, lembra irmãozinho?” ele me beijou na bochecha, e então ele tirou o boné, depois a regata, e o short. Eu não entendi porque ele precisava ficar pelado pra provar apenas 3 shorts.
“Me refiro a esse papo de você fingir que somos namorados. Eu já falei que gosto do meu pai”
“Eu sei, eu também gosto do meu pai tanto quanto você gosta do seu. E eu não estou fingindo, eu sei que você tá doido pra ser meu namorado também. Porque porra, olha pra mim” ele apontou pro corpo nu dele. “Eu sou gostoso pra porra, e você também é. Então vamos namorar, e eu não quero você de olho em outros caras além dos nossos pais, porque eu sou ciumento”
Eu comecei a rir, porque ele parecia muito ingênuo falando aquilo, e foi até fofo, porque por um lado, a ideia ruim que eu tinha dele querer roubar meu pai, simplesmente sumiu, e eu fiquei até lisonjeado em saber que ele tinha uma tara por mim, eu só não esperava descobrir daquele jeito, naquele momento. Por um instante eu até esqueci que o papai e o Augusto estavam em outra cabine provando roupas também. Foi quando eu sentir o Arthur me beijar de novo, mas dessa vez de língua.
“Agora que estamos juntos, acho que posso fazer isso” sua voz era baixa e sexy, e eu tremi quando ele me fez sentar no banco e enfiou a mão na minha virilha.
“Arthur, o que está fazendo? Tá cheio de homens aqui, além dos nossos pais”
“Eu não vou demorar, maninho, só quero chupar seu pau pela primeira vez” e foi quando ele puxou minha pica e saco pra fora do short, e abocanhou começando a chupar antes de piscar safado pra mim.
Esse garoto ainda ia nos colocar numa encrenca. Primeiro foi a punheta na praia, e agora um boquete no provador masculino. Mas caralho, ele tinha uma boca deliciosa. Eu sabia que não podia fugir dele, então deixei ele me mamar gostoso enquanto eu tentava fazer silêncio.
Minha rola ficou completamente dura dentro da sua boca, e eu vi ele se masturbando enquanto engolia meu pau, enchendo sua boca e descendo pra garganta. O foda era que a gente ainda não tinha tomado banho, então minha rola continuava suada e pegajosa de quando fodi o papai ontem. Mas o pervertido do Arthur não se importou, ele pareceu estar limpando meu pau com a língua. E eu assistir ele me mamando enquanto olhava pra mim com aqueles olhos sedentos pela minha pica. E eu sabia que não devia alimentar esse desejo dele de querer ser meu namorado, porque não ia durar, mas eu alisei seu rosto e depois coloquei a mão no seu cabelo.
“Vai mais fundo... mano. Aah sim, isso!” tentei falar baixo, mas o barulho de boquete era bem alto, até parecia que ele fazia de propósito quando tirava meu pau da boca e engolia até o talo causando sons eróticos de chupadas.
E mano, eu me deixei levar, sentindo ele me mamar gostoso e eu delirar de prazer com ele levando minha piroca dura fundo na garganta. O Arthur era mesmo um putinho tarado, mas eu gostava dele assim, submisso pra mim, me servindo como um servo sexual. Mas acho que ele pensava que era meu namorado agora, mesmo que eu ainda quisesse o meu pai, ele sempre estaria junto nos finais de semana mesmo, então por que não dar a ele o que ele quer em troca de uma boa mamada.
Porra, os barulhos estavam altos pra um caralho, eu só sei que se passou alguns minutos, e quando achei que ia gozar fundo naquela garganta, eu percebi que alguém estava abrindo a cortina do provador.
“Meu D-- Foi mal! Achei que estava vago!” um cara de uns 30 anos tinha aberto por engano, mas era tarde pra segurar!
“Porra-- nnngghh!” cerrei a porra dos dentes com força, porque meu gozo veio forte e comecei a gozar fundo e grosso na garganta do Arthur que não se importou de termos sido flagrados enquanto ele me pagava um boquete.
Só depois que eu gozei vários jatos de porra, que o cara fechou a cortina e saiu, nos deixando sozinhos. Porra, só espero que ele não conte pra ninguém. Porque caralho, eu não sabia quem ele era, mas ele me assistiu gozar fundo na garganta do Arthur que estava pelado ajoelhado entre minhas pernas.
“Porra, isso foi do caralho! Mas nunca mais faça isso de novo!” falei subindo o short, respirando cansado.
“Irmão... acho que gozei por toda parte”
“Você fez o quê?” foi quando eu vi que os três shorts que ele tinha pego para provar, estavam no chão abaixo dele, todos melados com seu gozo.
Puta merda, ele melou tudo mesmo! Porque assim como eu, e nossos pais, o Arthur também tinha um gozo de cavalo.
“Desculpa... o que eu faço?” ele pareceu um cachorrinho desesperado, e tentou lamber pra limpar, mas eu puxei ele pra sentar comigo no banco.
“Ei, deixa que eu resolvo. Não se preocupe, tá bom? Só vamos sair logo daqui, e encontrar nossos pais”
“Tá certo...” ele parecia realmente aflito, mas também não era pra tanto, aquilo não teria acontecido se ele não se empolgasse. Foi quando ele voltou a falar, num tom menos receoso agora: “Ei maninho, obrigado por cuidar de mim” ele me beijou outra vez, e eu acabei beijando ele de volta por instinto, estava com gosto do meu pau e sua boca continuava melada com meu gozo.
“Tá certo... mas vamos indo, antes que mais alguém nos pegue”
“Ok, deixa eu só me vestir” foi quando ele se virou e eu vi que seu rabo era bem grande também. Não tanto quanto o do papai ou do Augusto, mas ainda era carnudo e pouco peludinho.
Depois dele se vestir, ele ainda me deu outro beijo na boca, e eu estava quase me convencendo que era seu namorado mesmo, do jeito que ele era carente. Nós então saímos do provador. Eu estava segurando os três shorts da loja, mas lembrei que precisava passar pelo funcionário responsável pela ala do provador.
“Então, vão levar quantas?”
O Arthur se encolheu e ficou atrás de mim, porque os três shorts estavam melados de porra ainda quente.
“Ah... vamos levar os três” eu não devia dizer aquilo, não era pra gente levar nada, porque ele nem provou.
“Tudo bem, pode levar pro caixa. Eles liberam as peças para vocês lá” então a gente foi pro pagamento.
“O que está fazendo? Eu não tenho dinheiro pra pagar isso”
Mas desta vez, era eu quem estava segurando ele na mão e levando ele comigo até o pagamento.
“Fica tranquilo Arthur, eu pago”
“Sério?”
“Sim, eu tenho dinheiro sobrando. Só não conta pros nossos--” mas ele me pegou de surpresa me abraçando.
“Eu te amo irmãozinho. Prometo que vou compensar o gasto no futuro” ele ficava tão bobo assim, e eu nem acreditava que durante sei lá quanto tempo, ele tinha uma tara por mim e eu nunca percebi.
“Tá...” eu não devia está tão nervoso. Era apenas o Arthur. Mas de qualquer maneira, fomos ao caixa e eu paguei, até quando o funcionário nos olhou estranho pelos shorts estarem melados, eu não liguei de passar aquela vergonha no lugar do Arthur. Ele era quase como um irmão, um irmão ingênuo, convencido, tarado e até mesmo carismático com toda essa carência pelas pessoas ao seu redor.
Mandai mensagem pro papai, e ele falou que estava esperando num banco fora da loja, junto do Augusto. Eu não queria passar o dia todo no shopping segurando a mão do Arthur, mas ele era muito grudento e dependente. Agora eu entendia porque ele vivia se esfregando no meu pai, mesmo que fosse só pra colocar ciúmes em mim.
“Vocês demoraram. O que foi que compraram aí?”
“Tio Nando, o Felipe me comprou esses 3 shorts. Só estão um pouco... melados” a última parte ele falou muito baixinho.
“Sério Felipe? Que bonito da sua parte, filho. Estou feliz que estejam se dando tão bem”
Eu estava tímido demais para alguém que tinha transado com eles 3. Só sei que deixei o Arthur falar o que quiser, e agora nós estávamos indo pra sala de alimentação. Chegando lá, pagamos nosso almoço e escolhemos um lugar próximo a uma planta. Eu teria sentado do lado do papai, porque queria estar perto dele pra variar, mas o Arthur me puxou pra sentar do seu lado e eu tive que fazer suas vontades, vendo o Augusto sentar ao lado do papai.
“Sabe o que seria melhor que mostarda, irmãozinho?”
“O quê?”
“Se você gozasse no meu prato, eu ia comer tudinho”
“Filho, olha a boca. Estamos em público”
“Tudo bem Augusto, acho que... eu ia gostar de fazer isso” falei pegando todos eles de surpresa. Foi quando senti um clima, e percebi que não apenas eu, mas todos nós ficamos com tesão imaginando a cena do prato do Arthur cheio com meu gozo de cavalo.
Então começamos a comer, e por mais que o Arthur estivesse colado em mim, insistindo em ser carinhoso, como trocar carne nos nossos pratos como se fosse um gesto romântico, eu acabei pegando o papai me encarando, e nossos pés se encontraram por baixo da mesa. Papai piscou pra mim, e eu dei um grande sorriso, só pra voltar a comer quando o Arthur fez eu beber refrigerante do seu copo.
“Filho, deixe o Felipe comer em paz. Desse jeito ele não vai terminar nunca” seu pai falou com veemência, e o Arthur ficou mais comportado. Embora ainda estivesse grudado em mim.
Era fofo como seu pai era o único que botava ordem nele. Mas até que eu gostava dele desse jeito, porque pra variar eu nunca tinha conhecido esse Arthur até hoje, ou talvez só não tenha percebido os gestos antes. Por curiosidade, eu queria fazer tantas perguntas, só que o momento estava gostosinho demais para acabar com sua alegria. Por fim me deixei levar, e acabei cortando um pedaço da carne e pedindo pra ele abrir a boca, e eu vi ele mastigando com um sorriso bobo no rosto como se parecesse grato.
Nossa, o Arthur era carente mesmo. Talvez mais do que eu com meu pai.
“Vocês ficam lindos juntos, garotos” ouvi papai falar com orgulho.
“Acho que sim, mas...” mas eu não consegui falar. Foi um pouco triste não poder ter aquela conversa em particular com o papai para que eu pudesse abrir meu coração para ele.
Papai e o Augusto pareciam felizes pela gente. E eu quase aceitei que éramos namorados, se não fosse por... eu ainda querer que meu pai fosse o homem pra mim. O que era estranho, porque eu também não queria magoar o Arthur, e era egoísta da minha parte está se aproveitando dos seus carinhos. E tinha o seu pai que eu sempre considerei como um tio super gostoso. Porra mano, talvez a ideia de sermos uma família fosse muito louca mesmo, e era suspeito nossos pais estarem solteiros depois que descobrir que eles também curtiam homens.
“Meninos, acho que esse é o momento certo para revelar algo para vocês. Já que estão juntos, espero que aceitem numa boa” papai foi falando e ele parecia ansioso, mas nada nem ninguém tinha me preparado pro que vinha a seguir: “É sobre eu e o Augusto...”
Eu vi o papai segurar a mão do Augusto por cima da mesa, e foi como se meu coração estivesse se partindo. Eles estavam muito próximos, de mãos dadas, igual eu e o Arthur. Aquilo não podia ser real! De todos, quem estava tendo um caso com meu pai, era o Augusto?!
E quando achei que não podia ter mais surpresas, eu avistei ninguém mais que nossos vizinhos, que estavam se aproximando da gente para nos cumprimentar. Pedro era o pai dos gêmeos Levi e Leo, mas havia outro homem com eles, que eu não reconheci, e que logo se apresentou como: Rodrigo.

[...]

Depois que nossos vizinhos nos encontraram assim que terminamos de almoçar, meu pai Fernando e o Augusto trocaram papo com o Pedro e o Rodrigo, enquanto eu, o Arthur, Levi e Leo ficamos em uma mesa do outro lado.
Desde quando eu abracei os gêmeos, o Arthur anda um tanto ciumento pro meu lado, sem querer soltar minha mão ou parar de tá me tocando de propósito pra eles verem. Como se os gêmeos fossem dar em cima de mim, afinal eu nem sabia se eles gostavam de homem. O que eu não podia dizer o mesmo dos seus pais, já que o pai deles, o Pedro, aparentemente era namorado do tal Rodrigo. Eu podia ouvir papai e os outros conversando, mas achei melhor focar nos meninos.
“Vocês já se pegaram?” o Arthur perguntou sem pudor, e eu tive vontade de calar sua boca.
“Para de ser tão tarado, Arthur” repreendi ele, e ele fez biquinho.
“De boa, ele não é o primeiro que pergunta isso” o Leo respondeu. “Mas não, porque a gente já namora”
“Então se estivesse solteiro, você pegaria seu irmão?”
Foi quando eu literalmente calei a boca dele com minha mão, e pedi desculpas aos gêmeos. Eu tentei ignorar a língua do Arthur na minha mão, porque prestei atenção no Levi, que riu e então respondeu:
“Não sei se quero falar sobre disso aqui. Mas... vocês estão afim de ir ao cinema amanhã pela noite? Só nós 4, claro” sua voz também era idêntica ao do irmão, e por causa disso, achei que fossem clones, pois pra variar, até suas roupas eram parecidas, exceto pela cor.
Eu queria poder perguntar ao papai se podia ir com eles, mas o Arthur mais uma vez tomou a frente:
“Claro, nós vamos! Né amor?” então o Arthur segurou meu braço me dando um beijo na bochecha.
Eu vi os gêmeos olhando pra gente com surpresa, até que um deles perguntou:
“Vocês são namorados?”
Eu ia responder que não, só que seria mentira se eu falasse que não gostava dos carinhos do Arthur. Então ele mais uma vez respondeu:
“Sim, mas também somos irmãos”
“Não somos irmãos de sangue” falei apressado, para que o clima não ficasse estranho “É só que nossos pais estão... juntos. E ele meio que se tornou meu irmão”
“E namorado, não se esqueça de namorado, Felipe!”
“É Arthur, acho que eles já entenderam essa parte” então senti ele me beijar, desta vez um selinho na boca, e foi quando vi o Levi dá um sorrisinho e dizer:
“Vocês são fofos. Vou gostar de passar a noite com vocês amanhã”
Mas o Leo não disse nada, ele parecia está me encarando sem desviar o olhar, e eu pensei se ele estava lembrando de quando me viu pelado na sacada do apartamento hoje mais cedo. Eu definitivamente não ia dizer isso ao Arthur, porque percebi que ele era bem mais ciumento do que eu com o papai. Que por sinal, ele parecia está se divertindo bastante na outra mesa, porque eu podia ver ele sorrindo junto do Augusto, e o Pedro e Rodrigo falando de alguma coisa interessante que não dava para ouvir muito bem.
“Ei irmãozinho, você está fazendo aquela coisa de novo” o Arthur virou meu rosto para encarar ele.
“Que coisa?”
“De ficar encarando seu pai por tempo demais” ele então olhou pros gêmeos “Vocês dois tinham que ver ontem, ele e o tio Nando juntos-- mmhhm"
Eu beijei o Arthur pra fazer ele calar a boca, senão esse pervertido ia acabar falando o que não devia. Ele não tinha vergonha, e eu tinha que manter ele na linha antes que espalhasse pra todo mundo que nós literalmente transamos com nossos pais e enchemos eles de porra. Isso não era algo pra se dizer em público, mesmo que eu achasse um tesão.
Foi quando o Leo fingiu tossir, e eu separei minha boca da do Arthur, que parecia mais calmo agora com a mente distante e uma expressão mansa. E acho que me deixei levar pelo beijo, porque tinha enfiando a língua na boca dele.
“Então, tá marcado pra amanhã de noite? Só nós 4, beleza?” falou o Levi.
“Tipo noite dos garotos” disse o Leo.
Eu não sabia o que tinha naqueles dois, mas eles pareciam estar escondendo alguma coisa, do jeito que estavam bastante interessados em mim e no Arthur. Só sei que tirei isso da cabeça, e ficamos conversando um pouco mais, até que uns 30 minutos depois, os pais dos gêmeos tiveram que ir. Nós todos nos despedimos, mas o Leo trocou número comigo enquanto o Arthur estava falando alguma coisa com meu pai.
“Manda um oi depois, Felipe. Isso se seu namorado e irmão deixar” ele riu, e então foi embora com seus pais e irmão.
Até que eles formavam uma família bonita. Mas daí eu voltei minha atenção pros homens que estavam comigo, e não pude deixar de ver que eles eram bem mais bonitos e suficientes pra mim.

[...]

Nunca achei que meu primeiro namorado seria o Arthur, ou mais ou menos isso. Porque levando o tempo que conheço ele, que é muito, nunca passou pela minha cabeça que ele gostava de mim. Ou vai ver eu só estou tão loucamente apaixonado pelo meu pai, que nunca dei chance de outros caras flertarem comigo.
“Ei Augusto, vou no banheiro. Você pode ficar com os meninos, eu alcanço vocês depois” papai falou indo em direção ao banheiro do shopping, mas eu segurei em seu pulso.
“Espera pai, quero ir com o senhor”
“Se for assim, eu também vou” o Arthur falou, mas seu pai interveio:
“Não mocinho, você fica comigo. Tem algo que precisamos conversar”
Eu não parei para ouvir, mas os vi entrando numa loja, enquanto o Arthur não tirava os olhos de mim junto do papai, até que nos distanciamos e enfim, papai e eu entramos no banheiro masculino. O seguir, e eu podia ter parado em um mictório mais afastado para não ficar estranho pro caras que estavam ali presente, mas eu taquei o foda-se e parei ao lado dele mesmo, já colocando o pau pra fora para mijar.
“Fico feliz por você e o Arthur, filho” papai falou, enquanto eu via seu pênis suado e saco peludo pra fora.
Papai começou a mijar, e eu também.
“Eu também tô feliz pelo senhor e o... Augusto” falei baixinho, sem desviar da rola do papai que estava mijando forte. Foi quando eu percebi que ele também estava me assistindo mijar. “O senhor está com sede?” perguntei baixinho com o rosto quente, porque ainda tinha outros caras no banheiro, fosse na cabina, mictório ou lavando as mãos.
“Quem sabe em outro momento...” ele olhou e percebeu um cara parando dois mictórios ao meu lado, também indo mijar.
“Certo pai... em outro momento, então” mas eu não tirava os olhos do pau dele jorrando mijo quente e forte. Eu sabia que não devia está encarando tanto, porque a porra do banheiro estava bem movimentado pra 14h.
Então papai terminou de mijar primeiro, e me esperou terminar, ainda sem desviar os olhos do meu pau. Eu sabia que ia ficar de pica dura se ele não parasse de encarar com tanta fome. Eu estava realmente cheio, mas ainda segurei um pouquinho no final, só pro papai ficar na tentação. Eu amava quando ele parecia sedento pelo meu pau, tanto que quando fodi ele no cu, ele estava lá implorando por mais para que eu o enchesse de porra.
“Bem... acho que já podemos ir” papai falou nervoso, e eu guardei o pau no short.
“Ei pai, espera” e com a mão que eu tinha segurado meu pau, eu agarrei sua mão.
Eu sabia que tinham uns caras estranhando nossa proximidade, e ainda tão perto do mictório. Mas eu não estava afim de voltar só pra ver o papai junto do Augusto, quando na verdade ele deveria está junto de mim. Porra, eu estava feliz por ele sim, mas eu também queria que ele soubesse que eu o amo, e que mesmo que estivesse namorando o Augusto, seria eu quem iria acordar com ele na nossa cama.
O papai sabia que eu precisava dizer alguma coisa, e foi quando ele chegou perto de mim e disse:
“Eu prometo que quando chegarmos em casa, vamos conversar melhor sozinhos. Só você e eu, Felipe”
Caralho, que vontade de beijá-lo de língua, jogar ele dentro de uma cabine dessa e fazê-lo gemer alto por ter minha rola dura no seu rabo. Eu nem ia me importar se alguém me visse fodendo o papai, eu só queria foder ele, e encher ele com minha porra de novo.
“Tá certo pai... quando chegarmos em casa então. Só o senhor e eu...” eu estava nervoso, eu não ia aguentar até lá, precisava dele agora. Mas acho que o Arthur também precisava de mim, e ele estava me esperando.
Que porra, eu já não sabia mais por quem estava apaixonado. Porque o Arthur revelou sempre gostar de mim, e eu como idiota achava que ele gostava do meu pai, e seu jeito carinhoso e grudento era bom demais para afastar ele. Eu queria meu pai, o Arthur, e o Augusto. Porque meu pai precisava do Augusto, ele também era o pai do Arthur, e um puto gostoso com aquele rabo peludo e corpo forte igual do papai.
Cacete mano, acho que eu estava fodido.

[...]

“Ei irmãozinho, você demorou. Não vai me dizer que você e o tio Nando entraram na cabine e gozaram juntos”
“Não Arthur, não foi isso”
“Que pena, porque eu teria feito isso se estivesse lá com você”
“Ei Arthur, precisamos conversar”
Nós 4 estávamos numa loja de calçados, bem grande e bonita. Eu acabei sentando ali perto e puxei o Arthur comigo, deixando que nossos pais escolhessem o que comprar sozinhos.
“O que foi irmãozinho?”
“É que... eu gosto muito de você, mas a pessoa que eu amo, é o papai”
“Eu sei, você já disse isso”
“Tipo, eu amo ele mesmo. Igual o jeito que você gosta de mim”
“Tá, e daí?”
“Arthur, não entendeu? Eu quero namorar o meu pai” tentei falar baixo porque outro funcionário com um cliente tinha passado ali.
“Mas eu entendi. Você ama seu pai, eu já sei, Felipe”
“Então por que você está agindo como se fôssemos namorados?”
“E por que não poderíamos ser namorados? Ele é o seu pai, não é como se eu fosse expulsar ele da sua vida, seu bobinho”
“Então...”
“Sim, eu percebi ontem que você estava loucamente apaixonado pelo tio Nando. O jeito que você abraçava ele, e o beijava enquanto fodia--"
“Tá, tá, já entendi. Não precisa entrar em detalhes” olhei novamente ao redor, mas ainda bem que não tinha ninguém perto.
“Era só isso que você queria dizer?”
“Bem... deixa eu ver se entendi: você quer ser meu namorado, mesmo sabendo que sou apaixonado pelo papai. E tudo bem com isso?”
“Mas você também me ama, né?” ele pareceu meio triste, e eu me sentir culpado.
“Bem... eu amo, eu acho. Eu gosto do seu jeito pervertido, e de como você se veste, e faz brincadeiras todo brincalhão, e...” mas eu percebi que estava falando demais, e não demorou muito pra ele me beijar na boca, ali em público.
“Eu sabia que você também me amava”
“Mas...”
“Olha, eu também amo meu pai. Tanto quanto você ama o seu. Ele já te contou que dormimos juntos? Porque eu sou muito carente e não consigo dormir sozinho sem ele. Por muito tempo eu achava que estava me apaixonando pelo papai também, mas daí percebi que também queria você, e...”
“E agora somos namorados”
“E irmãos”
“É, namorados e irmãos” falei, sem conter um sorriso.
E eu achando que ele era só burrinho, mas o Arthur parecia mais inteligente do que eu, que sempre compliquei tudo. Que porra, eu deveria ter aberto o jogo pra ele antes, ia evitar tanto estresse.
“Mas me diz uma coisa, irmãozinho”
Eu não sabia porque ele me chamava de irmãozinho e não irmãozão, porque sou alguns meses mais velho que ele. Mas enfim...
“Diz Arthur” foi quando ele chegou mais perto e cochichou no meu ouvido:
“Eu vou transar com o papai quando chegar em casa. Você também vai, num é? Porque eu quero detalhes quando a gente se ver de novo”
“Você marcou isso com seu pai?”
“Claro que não. Ele é meu pai, não preciso pedir permissão pra foder ele. E além do mais, ontem foi a primeira vez que transamos, e eu quero de novo” ele parecia está ficando com tesão.
“Sim, também foi minha primeira vez com o papai... e acho que vou foder ele quando chegar em casa” eu também estava ficando com tesão.
Então eu beijei ele na boca, enfiando a língua, mas quando eu desci minha mão pra agarrar seu pau, ouvir duas vozes nos chamando. Era o papai e o tio Augusto.
“Vocês dois não podem se controlar?”
“É, pelo o menos até chegarmos em casa”
Eu olhei do Arthur pros nossos pais, e foi como se ele estivesse pensando o mesmo que eu. Foi tão erótico ver os dois nos observando de cima com aqueles corpos grandes e músculos apertados na roupa, e tinha seus rabos deliciosos e peludos que eu e o Arthur íamos fazer questão de encher de porra de novo, quando cada um chegasse em casa.

[...]

Quando chegamos no apartamento, já era noite, e o papai estacionou o carro na nossa vaga de proprietário do prédio, nós saímos e foi então que chegou a hora da despedida. E no fundo eu queria que eles dormissem conosco outra vez, porque pra variar eu acabei me apaixonando pelo Arthur nesse nosso passeio de domingo.
Papai colocou umas sacolas de compras no carro do Augusto que estava estacionado próximo ao nosso, e foi quando eu vi os dois se beijando pela primeira vez na nossa frente. Papai e o Augusto se beijando foi tão delicioso de olhar, porque os dois tem em torno dos 45 anos, com barba, são grandes e fortes, peludos e fodidamente gostosos pra caralho. E eu não era o único aproveitando a vista, o Arthur parecia muito atento a língua do meu pai entrando na boca do seu pai. E se aquilo era um beijo de despedida, eu também ia querer um.
“Ei seu pequeno pervertido, eu sei o que você tá querendo. E eu também quero” falei pro Arthur, foi quando ele me olhou com tesão nos olhos, e eu puxei ele pra vim comigo até nossos pais.
“Ei filho, a gente já vai entrar, só estou me despedindo do Augusto” papai falou, e eu vi sua boca molhada pelo beijo molhado que eles deram.
O estacionamento do prédio estava silencioso, só havia nós 4 ali àquela hora da noite.
“Ei tio Nando, eu também estou indo embora, posso ter um beijo também?”
Vi papai sorrindo, porque o Arthur sempre foi carente. Mas assim que eu soltei sua mão, ele entrou na frente do seu pai, e começou a beijar meu pai na boca, de língua, fundo e bem molhado. Eu fiquei com um tesão da porra, e foi quando olhei pro Augusto, e nós dois nem falamos nada que começamos a nos lamber de língua também. Ele seria meu padrasto e era o pai do meu namorado, além de que era um coroa gostoso pra caralho também. Eu enfiei minha língua fundo, provando da sua boca que antes tinha beijado meu pai, e do lado dava pra ouvir os sons de chupadas de língua do Arthur e do papai.
“Mmmhhm... a-acho que basta meninos...” ouvir papai falando, e pouco depois eu soltei a boca do Augusto também.
A boca de nós 4 estava bem molhada e babada de saliva. E eu me virei pro Arthur e o apertei forte num abraço carinhoso.
“Também vou sentir sua falta, irmãozinho. Eu te amo, sabe disso né”
“Eu sei, também te amo seu pequeno pervertido” foi quando nos olhamos por um instante, só para começar a nos beijar também.
“Ei Fernando, acho que nossos garotos vão sentir mais falta um do outro do que você de mim”
“Não tanto, aposto que daqui a pouco vão tá mandando mensagem um pro outro”
Eu ouvir passos, e o Augusto tinha aberto a porta do motorista, e acho que meu pai beijou ele uma última vez, antes de voltar pra mim e o Arthur.
“Tá bom garotos. Todos já trocamos carinho suficientes por uma noite. Está na hora de ir”
Mas eu não quis soltar o Arthur, e enfiei minha língua um pouco mais fundo, antes de finalmente soltar ele. E porra mano, é claro que ele também estaria de pau duro igual a mim. Eu ouvir o papai abrindo a porta do passageiro pro Arthur entrar e foi quando ele entrou, e eu fiquei com o papai vendo o carro ser ligado.
Então uma última vez, o Arthur baixou o vidro e disse:
“Irmãozinho, não se esqueça do nosso combinado pra esta noite! Vou pensar em você enquanto estiver fazendo” e foi quando o carro deu partida, e ele piscou pra mim com um sorriso que eu retribuir também.
Papai e eu estávamos sozinhos, e começamos a andar pra entrar no elevador e chegar ao nosso lar.
“Que combinado é esse, filho?”
“O senhor vai descobrir quando chegarmos” falei, sentindo o elevador subir.
É claro que a gente ia foder forte esta noite. Eu estava ansioso de tirar a roupa e jogar o papai na cama pra comer seu rabo e melar todo o seu corpo.

[...]

“Aaahh... Aahh... Aaahh-- Felipe! D-Devagar filho! Aahh!”
“Não, o senhor é todo meu esta noite! Oohh sim! Isso! Que cu apertado, caralho!”
Mano, estávamos pelados na cama do papai, fodendo tão forte que já escorria suor de mim e caia nele que estava de pernas abertas levando pica no cu! Foda-se, eu ia arrombar aquele rabo mais uma vez, eu continuei metendo e comendo seu cu apertado de macho peludo e o papai que nem putinho gemendo tão alto que o vizinho ia ouvir.
“Oohh sim, isso, isso! Caralho pai! Por que o senhor é tão gostoso, porra?!”
“F-Felipe... aaahh... aahhh! V-Você está me arregaçando! Aaahh d-devagar, por f--aaahhh!!!”
“N-Não vou parar de meter! Oohh porra! Até o senhor ficar... aahh... todo mole com o cu cheio do meu leite! Porra! Que delícia!”
Puta que pariu, eu estava fodendo meu pai com tanta força! Ele deitado e embaixo de mim de pernas abertas enquanto minha piroca suada e babada de macho penetrava fundo no seu rabo guloso! E mano, o puto do meu pai gemia tão alto, ele parecia estar sendo fodido por um cavalo, e talvez eu fosse mesmo, porque minha piroca estava atingindo sua barriga e fazendo um volume toda vez que eu metia até o talo, e ele urrava e arregalava os olhos enquanto era estuprado no cu pelo próprio filho!
“Aaahh! F-Felipe! Aah! Aaahh! Aaah! Ahh!”
“Eu s-sei pai! Tá uma d-delícia pra mim também! Seu cu é m-muito apertado! Porra!”
Então eu meti e meti, cada vez mais fundo e bruto, arregaçando aquele cu e tornando meu pai no puto que ele era! Eu pensei no Arthur e em como ele estaria fodendo o seu pai agora, provavelmente o Augusto devia está gritando com a rola do filho dele uma hora dessa! Aqueles dois putos, mal podia esperar pra vê-los de novo, mas por enquanto, eu ia arregaçar esse cu do papai que não parava de provocar minha piroca!
Foi quando deitei nele, e parei com a piroca atolada no seu rabo, sentindo meus pentelhos da virilha e do saco pressionando sua bunda também peluda! Eu estava suando pra porra, e o papai também, e eu achei que ele ia se acalmar mais, só que estava me agarrando com muita força e cerrando os dentes enquanto tinha minha piroca enorme pressionando sua barriga!
“F-Filho-- nnngghh!!!”
“Tá s-sentindo, pai? Aah... é minha pica pulsando no seu cuzinho apertado... aahh porra! Tá uma d-delícia pai! Caralho!” então eu comecei a afastar minha pica devagar, sentindo as paredes do cu do meu pai contraindo no meu pau, foi só quando eu fiquei com a cabeça do pau no seu rabo, que ele conseguiu respirar melhor e parar de gemer.
“F-Felipe... não faça isso... meu c-cu não vai aguentar... aah...”
“Eu amo o senhor, pai. Mas...” eu encostei a testa na dele, e a gente respirou o mesmo ar quente. “Mas eu quero muito destruir seu rabo com minha pica” eu dei um rápido beijo na boca do papai, e ele passou a mão no meu rosto, acenando com a cabeça como se falasse que eu podia meter. Mas acho que o papai se arrependeu, porque no momento que eu empurrei minha piroca com tudo contra seu rabo, até atingir além do fundo do seu cu, ele deu um grito!
“Aaaahhaa-- F-Filho-- nnnggghhh!!!”
Puta que pariu, acho que minha pica tinha dobrado de tamanho, porque eu estava fundo pra caralho! Era tão quente, escorregadio e molhado! E mano, quando eu voltei a meter e estuprar aquele cu, o puto do papai me apertou com tanta força, que a sua rola apertou entre nós dois.
“Oohh sim! Toma, toma nesse seu cu, pai! Aaahh isso, isso!”
“Aaahhh! Aahh!! Aaahh! Felipe... F-Felipe... aaahh filho-- Nnngghh!!”
“Vai p-pai! G-Goza pra mim, seu puto gostoso! Aaahh!” eu apertei ele mais forte, e toda vez sua rola roçava entre a gente.
Caralho, a cama estava tão molhada de suor, e o quarto cheirando a sexo, com barulhos altos de estocadas, além do papai que gemia alto só pra depois apertar os dentes e abafar seu gemidos de urso. Ficamos naquela por mais alguns minutos, porque sempre que eu sentia que ia gozar, tirava o pau até a ponta, só para prolongar enquanto a gente trepava feito animal. Papai não aguentava mais, eu via ele todo destruído sem forças pra nada além de me agarrar forte enquanto seu próprio filho arrombava seu cu.
Mano, sexo incestuoso era tão bom! Eu nunca mais ia ser triste na vida sabendo que tinha meu pai pra transar e ele era ciente disso, ele era submisso a mim! Ele era meu, e mais ninguém além do Arthur e Augusto iriam tocar no seu corpo!
“P-Pai... aahh! Eu te amo tanto, pai! Aahh... aahh sim! Vou encher s-seu cu de porra grossa! Aaahh caralho!”
O papai pareceu não ouvir, estava gemendo e falando palavras desconexas, e foi quando eu sentir o corpo tremer e meu leite de macho percorreu das minhas bolas e saiu pela cabeça da pica como uma enchente de porra quente indo fundo no seu cu! Eu percebi o papai gozando entre nossos corpos, e nos apertamos com tanta força que ia ficar marca! Mano, foi tanto tiro de porra, que seu cu encheu, e ainda transbordava pra fora! Só sei que ficamos juntos mais alguns minutos, até meu pau sair naturalmente, e eu desabafar sobre ele.
Papai ficou todo mole, eu sabia que ele estava muito mais destruído do que eu, e foi quando eu passei pro lado pra ele respirar melhor e não acabar desmaiando de tanta pirocada no cu. Aposto que o cu do papai estava todo aberto lotado da minha porra grossa e quente. Eu tentei falar com ele, mas ele estava todo mole, exausto e com uma aparência acabada todo destruído.
Mano, acho que peguei muito pesado com meu velho.

[...]

Na manhã seguinte, sentir o papai me tocando pra mim acordar. Acho que devia ser umas 7h mais ou menos.
“Pai... que foi?” falei cansado, acordando bocejando.
“Felipe... acorda, filho. Eu preciso de ajuda”
“Com o quê? São 7h da manhã. Bora ficar mais um pouco na cama” tentei voltar a deitar, mas sentir o papai apertar meu saco. “Aah meu sac--! Eu já acordei, o que foi pai, o que foi?” eu estava com os cabelos todo bagunçado, o corpo ainda melado e tanto a cama quanto o quarto ainda cheirava a sexo e suor de macho.
“Tô com dificuldade pra movimentar as pernas...” papai falou tímido e eu achei ele lindo assim, mais bagunçado do que eu, e parecia tão cansado quanto a hora que pegamos no sono juntos. “Felipe... é sério, você precisa me ajudar”
“Quê? Que foi? Eu estava com a cabeça em outro lugar” então sentir papai apertar minha bochecha. “Tá bom, tá bom! Não vou pensar em sexo de novo! Eu vou te ajudar a sair da cama, pai”
Puta que pariu, eu estava cansado pra um caralho. E precisava urgentemente mijar porque a bexiga estava cheia. Mas ainda assim, fui pro outro lado da cama, e ajudei o papai a levantar, com ele apoiado ao redor do meu ombro.
“Se você não tivesse me devorado noite passada, eu não estaria assim”
“Sério que o senhor mal consegue andar?”
“Por que você acha que eu lhe acordei, mocinho?”
Eu abrir a porta do banheiro, e nós entramos juntos. Acho que o papai ia escovar os dentes, mas ele pediu pra ficar com ele até mijar primeiro.
“Porque eu pensei que o senhor queria transar de novo-- ai, ai, desculpa!” sentir ele puxar minha orelha de leve, e fiquei quieto.
“Diferente de você que está de férias, eu tenho trabalho hoje”
“Droga, eu esqueci!” falei segurando seu pau enquanto ele se apoiava em mim para mijar. Papai sempre mijava forte, e eu vi os jatos de mijo saindo do seu pau, e fiquei pensando se eu só me abaixasse, poderia...
“Felipe?”
“Sim, pai?”
“No que está pensando?”
“Não, nada”
“Tá. Porque acho que você precisa me levar ao trabalho hoje”
“Por quê?”
“Porque você só faltou literalmente me comer ontem. Eu falei pra você não meter tanto, nem por tanto tempo. Seu pau é muito grande, filho...”
“Tá, na próxima vou tentar ir mais devagar...” e eu falava sério, nossa noite de sexo romântico e lento tinha que chegar, só fodi o papai tão bruto porque estava mesmo com muito tesão pelo meu coroa. O papai sempre foi a razão da minha piroca ficar dura, e isso porque eu o amava.
“Você não vai mijar também? Eu espero”
“Tá...” posicionei o pau, e comecei a mijar, enquanto o papai assistia. Ele ainda estava apoiado em mim, claro. Foi quando eu percebi que pro papai querer que eu leve ele pro trabalho dirigindo, era porque ele estava realmente fodido, literalmente.
“Me espera escovar os dentes e arrumar o cabelo. Enquanto isso, você pode separar minha roupa do trabalho? Eu vou ficar bem”
“O senhor não vai tomar banho? Está com cheiro de sexo”
“Não dá tempo. E também você ia ter que me ajudar pra ficar em pé. Não me garanto sozinho no banheiro”
“Tá... desculpa por foder o senhor com tanta força ontem...”
“Ei, olha pro pai” então voltei a encarar ele, e o papai me beijou na boca rapidinho. “Eu amei a noite de ontem, filho. Você poderia ter ido mais devagar sim. Mas ainda foi divertido e não estou arrependido”
“Te amo pai”
“Também te amo Felipe. Agora vai separar minhas roupas, que vou avisar ao Augusto que vou me atrasar um pouco”
“Certo”
É claro, o papai e o Augusto trabalham na mesma empresa. Eu queria saber como o Arthur e ele estavam agora, porque pra variar, o Arthur tem um pênis tão grande quanto o meu. Até parece que nossos pais criaram dois cavalos.
Mas enfim, eu já tinha separado a roupa do papai, e peguei suas coisas pro trabalho, quando fui na cozinha preparar algo pra ele comer. Eu vi ele mancando de volta pro quarto pra se vestir, e eu fiquei meio preocupado. Imagina o papai chegando no trabalho mancando, com o corpo todo dolorido, ainda melado de porra e suor, com arranhões pelo corpo e chupões no pescoço. Eu poderia ajudar ele a tomar banho, mas pra ser sincero, deu um tesão saber que ele ia continuar com meu cheiro. Só que era bem provável que o papai já fosse banhar por lá, já que a academia era próximo ao trabalho do papai e as vezes ele tomava banho no banheiro da academia quando ia malhar, isso após o trabalho, claro.
Depois dele comer, já estava pronto, e descemos pro estacionamento, onde ele sentou no banco do passageiro e eu fui dirigindo pro seu trabalho.
“Pai...” falei enquanto dirigia.
“Sim Felipe”
“Será que depois do trabalho, eu podia buscar o senhor e voltar pra buscar o Arthur? Nós vamos ao cinema com o Leo e Levi esta noite”
“Tudo bem. Só cuidado no estacionamento do shopping, as vezes fica estreito pra estacionar”
“Tá, valeu pai”
“Parece que o Augusto também vai demorar pra chegar na empresa”
“E por quê?”
“Você sabe muito bem o motivo, mocinho. Vocês dois planejaram isso, não foi? De nos foder assim que chagamos em casa ontem?”
“Eu não sei de nada...” porra, então o Arthur fodeu tanto o Augusto que ele também estava mancando. Nem acredito que aquele pequeno pervertido era meu namorado mesmo.
Até que eu estava orgulhoso do Arthur.

[...]

Era segunda-feira, papai foi trabalhar, eu estava de férias da faculdade. Eu aproveitei para limpar o apartamento, e foi quando recebi uma ligação. Era o Arthur.
“Alô, Arthur?”
“Felipe! Por que não respondeu nenhuma das minhas mensagens? Já tô ficando louco!”
“Tá, também não precisa gritar, e ainda são 10h da manhã. Estou limpando o apartamento. Eu ia ver suas mensagens depois”
“Você podia ao menos mandar um bom dia. Sabe o que eu tive que passar com o papai essa manhã?”
“Aposto que sei...”
“Ele me fez levar ele pro trabalho porque parece que fodi ele muito forte ontem. Me sentir um pouco culpado, porque o papai nem teve chance de resistir, eu só me joguei nele e fui metendo”
“Eu também...”
“Fala mais alto, irmãozinho”
“Porra, eu disse que eu também fodi o papai com muita força e tive que levar ele pro trabalho”
“Pera aí, significa que você está sozinho com o carro dele aí?”
“É, mas--"
“Por que não disse antes?! O papai não me deixa dirigir o carro dele sem que ele esteja junto. Mas você pode, não pode? Do jeito que o tio Nando é legal”
“Posso, mas--"
“Então vem me buscar logo! Vamos passar a manhã juntos!”
“Você pode deixar eu falar, Arthur?”
“Tá, desculpa amor”
“Eu preciso limpar o apartamento, mas acho que não vou demorar. Daí depois eu passo no mercado, compro umas coisas pro almoço e passo na sua casa pra te buscar”
“Felipe...”
“Odeio quando você me chama pelo nome, porque sei que--"
“Que parte de sermos namorados você não entendeu?! Eu quero está aí com você, pra limpar o apartamento juntos e fazer compras juntos! Vem já me buscar, vou avisar ao vovô que não posso ficar com ele hoje”
“Arthur, eu--" mas ele desligou com um ‘te amo’ apressado.
Porra, eu amava aquele garoto.

[...]

“Finalmente, que demora toda foi essa?” o Arthur entrou no banco do passageiro, me beijando na boca e colocando o cinto em seguida. Eu dei partida no carro e fomos indo.
“Você vai pro mercado vestido desse jeito?”
“O que tem? Não gostou do meu boné?”
“Bem...” mas não era exatamente o boné dele que eu estava olhando, nem sua regata mostrando o bico do peito. Mas sim seu short que era bem curto, e parece que ele não estava usando cueca porque deu pra ver o contorno do seu pau. “Não é nada Arthur, você tá lindo com essa roupa”
“Eu sei que estou. E também nós vamos limpar seu apartamento, eu não ia vestir shorts longos sabendo que vou suar”
“Eu já limpei o apartamento--"
“Você o quê?! Por isso demorou tanto pra me buscar? Sabia que eu falei pro vovô que você ia chegar em 10 minutos, e ele pensou que eu estava mentindo porque você demorou mais de 50 minutos pra chegar. Agora ele ficou lá com meu primo achando que sou um mentiroso”
“Seu primo está aí?”
“Está, chegou hoje cedo aquele tarado. E você sabe que o papai e eu moramos do lado do vovô, então eu vi meu tio chegando, e o papai inventando desculpa dizendo que escorregou da cama e machucou a bunda, porque ele não quis admitir que transamos forte ontem”
“Você não pode falar pros seus parentes que você e seu pai fizeram sexo”
“Por que não? Por mim tudo bem eles saberem, aposto até que o tio já--"
“Você nem parece que tem 19 anos, sabia?” mas claro que ele tinha 19, é que esse jeito meninão, roupas curtas e mentalidade ingênua, faz parecer que ele não amadureceu o suficiente pra parecer ter 19 anos.
“Mas você ainda me ama, não é?” ele parou com a mão na minha coxa, e eu precisei olhar pra ele enquanto desacelerava o carro.
“É, eu te amo Arthur” e dessa vez eu tinha total certeza disso. “Você é meu irmão, e o amor da minha vida, junto do papai e do Augusto”
“Mal posso esperar pra você me pedir em noivado e semanas depois a gente se casar e morarmos junto. Só que acho que seria melhor nossos pais morarem conosco também, assim eu podia lhe fazer ciúmes beijando o tio Nando na boca”
Eu comecei a rir, e voltei a prestar atenção na estrada. Aquele garoto era impossível, mas eu gostava do seu jeito de mexer comigo.

[...]

“Só não faz nenhuma palhaçada, lembre-se que só vamos comprar umas coisas pro almoço e daí voltamos pra casa” falei, já no estacionamento do mercado, que era um daqueles atacadistas grandes. Eu guardei a chave no bolso, e quando achei que não, o Arthur agarrou minha mão.
“Ei irmãozinho, me cheira aqui rapidinho”
“Por quê?” mas eu cheirei ele mesmo assim, ignorando dois caras que passaram por nós e ficaram nos encarando.
“É que não tomei banho, e acho que o cheiro do papai ainda tá forte em mim”
“É, você tá cheirando a sexo mesmo. Eu percebi no carro, mas não falei nada”
“Por que não? E se alguém perceber?”
“Que me importa, eu também não tomei banho e tô com o cheiro do papai ainda. Agora vamos, pega o carrinho, que eu quero chegar logo em casa”
Daí o Arthur soltou minha mão, e empurrou o carrinho enquanto me acompanhava pelo supermercado e eu colocava os produtos no lugar.
Algum tempo depois, ele parou de ficar observando todo mundo que passava, e resolveu falar comigo de algo que não fosse falar do seu tio e primo.
“Ei amor, como foi a sua noite ontem? Digo, com o tio Nando”
“Você quer falar disso agora? Estamos em público” falei colocando o macarrão no carrinho.
“Eu sei, mas é que estou entediado. E você não quer segurar minha mão. E desde quando chegamos no mercado, você ainda não me beijou”
Mano, juro que esse garoto tinha algum problema. Mas mesmo assim, eu olhei no corredor e como só tinha um cara de costas pra gente, eu rapidamente beijei o Arthur na boca pra ver se ele ficava mais calmo.
“Tá melhor?”
“Sim, obrigado. Mas não vai muito longe, acho que alguém tocou na minha bunda quando passamos no último corredor”
“Quem?”
“Acho que um cara bem alto e careca”
“E você não disse nada por quê? Arthur, isso é assédio, e você é meu namorado”
“Eu sei, mas você não prestava atenção em mim”
“Porque estou fazendo compras. Mas se coisas assim acontecerem de novo, você me avisa” cheguei nele e o abracei forte. “Não vou deixar ninguém abusar do meu namorado, mesmo que você esteja quase pelado nessa roupa”
“Então você iria me proteger se eu fosse abordado num beco escuro por 10 caras e eles quisessem me estuprar a noite inteira?”
Tá, aquilo foi muito específico. Eu sabia que o Arthur não batia bem da cabeça, mas porra, ele é tão lindo, mas tão ingênuo. Eu diria inocente, só que ele fodeu o próprio pai duas vezes, além de ter me masturbado na praia e feito um boquete no provador masculino. Então talvez ele só fosse bonito e ingênuo mesmo.
“Olha, vamos continuar fazendo as compras e eu prometo que sou todo seu quando chegarmos em casa”
“Tá, e eu prometo que vou me comportar”
Foi quando voltamos às compras e até que foi divertido. Ele não estava falando muito e continuava me ajudando, mas mesmo assim eu via que ele não parava de mexer os dedos, e achei que fosse só o jeito dele, só que o Arthur era bastante hiperativo com um hiperfoco muito grande em mim, o que era estranho porque éramos namorados só fazia dois dias. Bem, nos conhecemos há muitos anos, mas mesmo assim, acho que eu ia fazer uma pergunta pessoal ao Augusto quando tivesse a chance.

[...]

“Ei amor, não tem ninguém na sua casa também, né? A gente podia ir pra lá”
“Não. Meu primo ia ficar querendo nos perturbar assim que nos visse chegando”
Eu estava dirigindo de volta pro apartamento, com ele comendo chocolate do meu lado, e foi fofo porque ele estava com a ponta do nariz melado de chocolate, e ainda não percebeu. Eu esperei pra ver se ele percebia.
“E qual a idade do seu primo mesmo?”
“Ele tem 18, vai fazer 19 mês que vem eu acho. Mas por quê? Você não está interessado nele não, né Felipe?”
“Não né, já falei que você, e nossos pais são os únicos que importam pra mim. E além do mais, seria legal ter mais alguém pra jogar videogame, já que você sempre perde de mim” falei rindo, mas ele não gostou.
“Isso porque você não para de me distrair”
“Por acaso meu sorriso lhe distrai amorzinho?” falei brincando sorrindo pra ele.
“Pois é, daí eu fico sem jeito e acabo perdendo pra você”
“Nossa, eu não sabia”
“Tudo bem. Nunca te contei também, mas tem uns 10 meses que gosto de você”
“10 meses?! E nesse tempo todo você ficava se esfregando no meu pai pra tentar colocar ciúmes em mim?”
“É, achei que você também gostava de mim. Mas admito que muitas vezes foi só porque eu gostava de sentir o cheiro do tio Nando”
“Seu pervertido”
“É, mas eu sou o seu pervertido. E vamos logo, que antes de seu pai chegar, nós ainda vamos transar” ele falou, abrindo a porta do carro assim que eu estacionei. Eu desci logo em seguida.
“Arthur, vem cá”
“Que foi agora Felipe? Você me chateou me chamando de pervertido”
Mas eu ignorei ele, e limpei a ponta do seu nariz com meu dedo. Foi quando lhe beijei na bochecha e ele ficou corado.
“Amo quando você fica mais calminho. Acho que vou lhe beijar mais vezes” falei brincando, abrindo a mala do carro pra levar as sacolas de compra. “Ei, não vai me ajudar?” mas ele parecia perdido em pensamentos, e só quando chamei ele de novo, que ele veio me ajudar a levar as sacolas.
No elevador, dividimos o espaço com outro cara, e eu fiquei com raiva quando ele saiu piscando o olho pro meu namorado. Mas o Arthur me impediu de chamar a atenção dele, e eu só deixei que o elevador subisse pra gente sair no nosso andar. Depois entramos e lá estávamos nós, guardando as compras. Eu vi o Arthur indo pra sacada, e eu segui ele.
“Tá tudo bem? Você parece bem quieto desde quando lhe beijei no estacionamento” segurei sua mão, mas ele continuou olhando pra vista à frente.
“Você acha que eu falo demais?”
“Você tá preocupado com isso?”
“É, você falou que ia me beijar mais vezes só pra que eu ficasse em silêncio”
“Não, foi só uma brincadeira. Ei, olha pra mim Arthur, por favor”
“Eu sei que eu falo demais, mas--"
“Mais nada. Eu retiro o que eu disse, tá bom? Eu quero que você continue falando, o quanto quiser. Mesmo que você fale muito alto as vezes, eu amo seu jeito de ser. É bem animador e engraçado, eu me divirto bastante junto de você. Pena que eu demorei muito pra perceber” foi quando eu lembrei de várias vezes que fiquei de cara fechada pra ele porque via ele se esfregando no meu pai, mas isso era passado.
“Então tá... mas qualquer coisa que eu fizer de errado, você me fala. Eu não quero te perder”
“Ei, vem cá” eu abracei ele com carinho, e sentir ele esconder o rosto no meu pescoço. “Eu te amo hoje e sempre, e mesmo que a gente brigue no futuro, nós somos irmãos e tudo bem brigar as vezes, certo? Então nunca mais se preocupe com isso” eu beijei sua bochecha antes dele me surpreender com um beijo na boca.
O Arthur era um cara pervertido e ousado, mas ele também sabia ser doce e atencioso, e eu amava isso nele. Por fim, nós voltamos pra dentro e ele me ajudou a preparar o almoço enquanto ouvíamos música alta e ele não parava de cantar. Ele era pervertido pra porra, mas também era muito fofo, e eu amava.
Até aquele ponto, ele estava só de short, e boné. Não sei porquê ele tirou a regata, mas deixou o boné, só que eu também não quis perguntar. Ele estava lindo assim.
Eu tirei a camisa, e fiquei de short também. Depois do almoço, eu separei a comida do papai, e guardei o restante na geladeira. Limpei os pratos e voltei pro sofá com ele deitado no meu colo, ele tinha tirado o boné pra deitar em mim.
“Você não quer transar?” perguntei vendo ele mexer no meu celular, enquanto estava deitado em mim com a cabeça no meu peito.
“Acabamos de comer, irmãozinho. Espera um pouco, e eu já já fico de pau duro. Além do mais, quando que você e o tio Nando tiraram essa foto?” ele me mostrou meu celular, que estava na galeria.
“Foi quando eu e o papai visitamos nosso avô na fazenda dele. Ele tinha me ajudado a montar no cavalo, e depois que subiu, pediu ao nosso tio para tirar uma foto”
“Nossa, que legal! Nunca montei num cavalo”
“Você tem eu, não é o bastante?”
“Seu idiota” ele riu, passando mais fotos na galeria. “Nossa, você tem muita foto junto do tio Nando”
“Pois é... digamos que eu batia punheta toda noite vendo fotos do papai no celular”
“Isso é sério?”
“Você não está surpreso, né?”
“Não, é que eu fazia o mesmo com meu pai” então ele riu, e eu abracei ele mais forte, trazendo pra mais perto de mim. “Mas também eu batia muita punheta pensando em você, e no tio Nando. Uma noite o papai me pegou batendo uma, e eu acabei gozando na frente dele”
“Nossa, aposto que você nunca mais fechou a porta depois disso”
“Não mesmo”
Então rimos de novo, mas a verdade era que meu pau estava ficando duro. Porque pra variar, o Arthur tinha uma bunda gostosa, e ele estava deitado em mim no sofá. Eu vi ele passando mais fotos, mas não eram minhas fotos juntos do papai que eu estava interessado naquele momento. Só sei que eu comecei a cheirar ele, e ele percebeu claro. O Arthur tinha um cheiro gostoso de macho pegajoso, porque também ele tinha transado com seu pai noite passada e eu podia jurar que senti o cheiro do tio Augusto nele.
Foi quando passou pela minha cabeça. O que será que o papai e o tio Augusto estavam fazendo agora? Obviamente trabalhando, mas eles estavam com o rabo melado com nossas porras a manhã toda, além de estarem mancos porque fodemos eles com muita força. Eu até imagino o papai inventando desculpa que alguma mulher deixou um chupão no seu pescoço, mas que na verdade fui eu. Só que ele estava namorando o Augusto agora, e acho que ele não iria esconder seu relacionamento. Porque pra variar, o Augusto não era seu parente, diferente de mim.
“Ei bebê, podemos transar agora? Tô ficando com tesão”
“Tá, mas eu preciso confessar um segredo. Promete que não vai rir?”
“Claro, qualquer coisa por você”
“Eu sou virgem do cu”
Eu acho que ele estava esperando que eu risse, mas ele estava se preocupando atoa.
“Tá, e qual a parte ruim?”
“Você não acha estranho?”
“Arthur, nós temos 19 anos. E não é como se você fosse virgem. Já transou com seu pai, não foi?”
“É, mas...”
“Isso também significa que eu vou tirar sua virgindade da bunda. Vou ser o seu primeiro. Isso parece bem romântico pra mim”
“Tá, só não vai com muita força... eu sei que seu pau é gigante”
“Você tá exagerando. O seu também é grande”
“É, mas é você que vai entrar em mim. E eu não quero ficar igual o meu pai mancando o dia todo”
Naquele momento eu já estava virando nossas posições. O Arthur ficou deitado de costas no sofá com as pernas abertas, e eu em cima dele tirando seu short, e depois o meu.
“Pare de sorrir assim, senão eu não consigo ficar de pau duro”
“Desculpa, é que você é muito lindo e fofo. Quase fico com pena de destruir esse seu cuzinho virgem” falei percebendo que o Arthur não tinha apenas uma bunda grande e carnuda, mas suas coxas também eram bem sexuais. Porra, eu queria meter nele com tanta força, mas eu prometi que não seria tão bruto, então fui alargando ele com meus dedos.
Eu enfiei 1 dedo melado de saliva, e ele gemeu quando enfiei 2 e depois 3. Penetrando e girando, fazendo ele se acostumar enquanto me preparava para enfiar 4 dedos. Eu tinha que fazer isso, senão meu pau grande e gordo ia machucar ele, e mesmo que eu curtisse sexo a força a ponto de fazer o outro gritar por piedade, eu queria que fosse especial pra ele na primeira vez. Mesmo ele tendo minha idade que é 19 anos, ele era meu irmãozinho e eu precisava cuidar dele.
“Vai, pode meter. Eu tô pronto”
“Certeza? Eu posso--"
“Só mete Felipe! Esperei por isso muito tempo pra demorar agora”
“Você quem manda, gatinho”
Eu empurrei meu pau duro no seu rabo, e ouvi ele gemendo enquanto tinha o rabo virgem sendo alargado pela minha rola. E mano, estava apertado pra porra! Muito mais estreito que o rabo do papai, e a sensação foi uma delícia! Então assim que era um cu virgem?! Eu empurrei mais fundo, e depois tirei pra meter de novo, e de novo...
“Aahh porra! Aahh... aaahh...”
“Ooh sim! Seu rabo é uma delícia, gatinho! Oohho caralho!”
“Aahh... aaahh... aahh... m-mais f-fundo irmãozinho-- aahh!!”
“Tá... só deixa eu-- porra! Acho que cheguei no fundo do seu cu! Arthur?”
“Nnnnnngghhh!!!” ele estava com os olhos revirados e dentes cerrados suportando a pressão no seu rabo.
Cara, eu não podia recuar agora, e meu pau ainda não tinha sido enfiado por inteiro. Eu só sei que cheguei no limite do seu cu, e não quis avançar mais pra não atingir sua barriga. Era a primeira vez dele, e eu só tirei e meti, tirei e enfiei várias vezes, fodendo ele devagar, até ir mais rápido enquanto ele gemia e as vezes olhava pra mim só pra revirar os olhos quando eu chegava no fundo.
Mano, ele era tão bonito, tão fofo, e eu estava maltratando seu rabo gostoso com minha piroca dura e enorme. Mas foda-se, ele era meu namorado, e precisava entrar nele e arregaçar esse cuzinho apertado.
“Oohh caralho! Isso tá muito gostoso-- aaahh! Porra, v-você tá apertando muito o cu!”
“Aaahh! Aaahh! Felipe-- Nnnnggh!!!” ele chamou por mim, mas eu só fiz meter mais forte, porque queria continuar vendo sua expressão erótica enquanto babava pelos cantos da boca.
Mano, ficamos transando por um bom tempo e eu estava prestes a gozar quando percebi que ele ainda não tinha tocado no pau que tava duro esse tempo todo. Só sei que fui enfiando nele, transando com seu rabo, que com uma mão livre, fui agarrar sua pica, mas algo aconteceu:
“P-Porra Felipe, não-- aaaahhha!!!”
Caralho! O Arthur começou a gozar jorrando leite quente e grudento na minha cara como um hidrante, e eu senti seu cu apertar pra um caralho, tanto que não aguentei e comecei a gozar grosso dentro dele! E cacete viado, que orgasmo forte do caralho que eu tive! Todos os tiros de porra foram direto no seu cu, e eu sabia que estava entrando na sua barriga quando eu finalmente terminei e desabei em cima dele.
Ficamos ali, deitados exaustos, com nossos corpos moles e grudentos, respirando cansados. Eu abracei ele, porque sabia que seu cu estava dolorido agora. E mano, o coração dele batia muito rápido.
“Ei bebê, você está bem?” perguntei cansado, mas ele não respondia, estava ofegante e suado. Só depois de um tempo, ele finalmente olhou pra mim e disse:
“S-Sim... isso foi... incrível. Mas acho q-que você me encheu de leite... não para de escorrer, e me sinto tão... cheio”
“É... achei que você soubesse que estava namorando um cavalo quando decidiu ficar comigo” rir, mas ele forçou um sorriso cansado.
Eu tentei me segurar na sua primeira vez, mas acho que ainda fui agressivo demais. Não consigo me segurar com um rabo tão gostoso, e ainda mais quando é uma pessoa que eu passei a amar de verdade.
Foi quando eu recebi uma mensagem no celular, e era o papai. Mas acho que dava tempo de tomar um banho com o Arthur antes, porque depois de buscar o papai e o tio Augusto no trabalho, eu e ele iríamos ao cinema com o Leo e Levi, meus vizinhos filhos do sr. Pedro.

[...]

“Você vai ter que me emprestar uma roupa limpa” o Arthur falou enquanto tomávamos banho.
“Tá bom” respondi esfregando seu cabelo com o shampoo.
“Ei irmãozinho, pode passar o sabonete também?”
“Sério?”
“É, o papai e eu tomamos banho juntos, e ele passa o sabonete quando eu peço. Por favorzinho” ele pediu com a voz mansa me passando o sabão. Eu acabei aceitando.
Diferente de mim e do papai, que também tomávamos banho juntos, ele só deixava eu passar o shampoo e não o sabão. Parece que a relação do Arthur com o tio Augusto era bem mais sem pudor.
“Sabe, acho que posso me acostumar com isso” me agachei um pouco pra espumar ele entre as coxas, depois bunda e saco, e sentir que o pênis dele tava ficando duro.
“Opa... desculpa”
“Tudo bem. Mas não vamos transar agora, nossos pais estão esperando”
“Viu. Mas... você pode se acostumar com o que exatamente?” ele perguntou ligando o chuveiro de novo, e o sabão começou a escorrer.
“Sabe... você, e eu. Eu sempre fui atencioso com o papai também, mas você é um pouco mais...”
“Mais o quê?”
“Mais bobinho. Não sei explicar, mas gosto desse seu jeito carente”
“Acha que sou carente?”
“É, mas foi um elogio. Não precisa ficar chateado”
“Eu sei irmãozinho, fica tranquilo” ele riu, e me beijou com o chuveiro descendo na gente, só pra depois pegar o sabão e decidir que iria me limpar também.
Acabamos demorando um pouco mais no chuveiro, porque ele sempre pausava pra me beijar ou fazer alguma brincadeira que me fazia rir. No entanto, estava na hora de buscar o papai, e o tio Augusto. Nós só descemos, entramos no carro, e em poucos minutos estávamos lá, não no trabalho deles, mas na academia. Mandei mensagem pro papai, e ele veio junto do Augusto já tomados banho. Os dois sentaram atrás e o Arthur e eu ficamos na frente.
“O Arthur não lhe deu trabalho, não né, Felipe?” era o Augusto perguntando pra mim, mas o Arthur respondeu antes:
“Para pai, eu não sou mais garoto. E também, só fomos ao mercado e voltamos pro apartamento do tio Nando”
“É, ele é um bom menino” brinquei, vendo que ele me olhou com um olhar travesso enquanto eu parava o carro por causa do semáforo.
“É, eu sou um bom menino mesmo. Nós até fizemos sexo, não foi irmãozinho?”
Nossa, eu teria ficado tímido, se não fossem nossos pais. Eu sabia que o Arthur era imprevisível, mas ele não tinha pudor mesmo. Era divertido entre nós, mas eu me perguntava se ele não seria capaz de soltar sem querer que transamos na frente de outras pessoas.
Após alguns papos e um caminho curto até a casa deles, o papai e o Augusto desceram quando eu estacionei, eu e o Arthur também. Era grande, e ao lado tinha a casa do avô do Arthur.
“Você vem me buscar mais tarde?” o Arthur perguntou como se não quisesse sair de perto de mim. Eu acabei abraçando ele, ali mesmo, na calçada.
“Sim, estamos juntos agora. Pra aonde eu for, você vai também. Agora vai lá, antes que nossos pais fiquem com ciúmes” falei em tom de brincadeira vendo que eles estavam só felizes da nossa proximidade.
O papai tinha o Augusto, e eu o Arthur. Meu plano nunca foi um relacionamento poliamoroso, mas o divertido da vida, é que tudo é uma grande surpresa. Afinal, o papai sempre foi meu, eu só estava apreensivo achando que existia muita diferença entre carinho paterno e amoroso, porque a única diferença agora era que eu podia beijar o papai na boca, além de transar com ele, levando em conta que sempre fomos carinhosos um com o outro antes.
Foi um pouco doloroso dar tchau pro Arthur e vê-lo entrar junto do seu pai Augusto. Eu queria poder permanecer com ele mais um pouco, porque algo me dizia que saudades independente do tempo, ainda era saudades. E foi pior ainda quando papai e eu voltamos para casa, e o Leo mandou mensagem avisando que teria que cancelar nosso encontro dos garotos no cinema. Tinha haver algo sobre o pai dele Pedro, mas eu não quis me intrometer nos seus assuntos familiares. Sinto que isso poderia ter sido uma noite divertida, mas independente do encontro cancelado. Eu ao menos poderia ficar a sós com meu pai em casa.

[CONCLUSÃO]
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[[CONCLUSÃO]]
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“Ei amor, você está bem?” papai perguntou me puxando mais pra perto no seu peito.
Estávamos juntos deitados no sofá, abraçados e assistindo algo que o papai queria ver. A varanda estava fechada, e a sala ficou escurinha porque também já era noite, e só tinha a TV ligada, além das pequenas luzes de LED da cozinha.
“Sim, pai. Eu estou bem” falei me aconchegando melhor no seu peito. “Só estava pensando...”
“Você anda pensando bastante. Pode conversar comigo, você sabe, né filho?”
“Eu sei...” eu escondi o rosto no seu peito, e sentir o papai acariciando minhas costas. “É que... desde quando você e o Augusto estavam juntos?”
“Era nisso que você estava preocupado esse tempo todo?”
Foi quando eu abracei ele um pouco mais forte e ele continuou falando:
“Bem... o Augusto e eu nos conhecemos há muito tempo, você sabe. E eu percebi que nós tínhamos muito em comum, além de sermos pais solteiros com filhos lindos. Então semana após semana, percebemos que estávamos gostando um do outro, e só aconteceu”
“O senhor o ama? Perguntei levantando o rosto e encarando o papai no olho. “Mais do que eu?” só que o papai demorou a responder, e eu fiquei com ciúmes.
“Ei querido, é claro que eu lhe amo muito mais. Sempre. Você é meu garoto, e a pessoa mais importante pra mim no mundo todo. Você não precisa se preocupar ou pensar nisso, tá bom?”
“Certo...” mas eu ainda estava um pouco triste, porque o papai podia ter me contado bem antes que estava saindo com o Augusto desse jeito. Foi quando ele percebeu minha aflição, e voltou a falar, mas agora baixando o volume da TV e focando somente em mim.
“Filho”
“Hm?”
“Se você não estiver de bem com isso, eu posso ficar só na amizade com o Augusto, e sou apenas seu”
“O senhor faria isso por mim?”
O papai demorou pra responder de novo, e foi quando passou uma mão acariciando meus cabelos, só para me beijar na testa em seguida.
“Eu faria qualquer coisa por você, Felipe. Sua felicidade é o que me deixa feliz”
Meu coração estava acelerado, eu nem podia acreditar que o papai seria apenas meu. Bastava eu dizer sim. Mas eu hesitei, porque não era apenas o Augusto que iria sofrer com isso.
“Pai...”
“Pode falar, amor”
“Eu não sei responder agora... será que podemos só ficar juntos hoje?”
“Você quer dizer, como nossos momentos de pai e filho?” ele sorriu, roçando seu nariz no meu, e eu sorrir de volta.
“É, nossos momentos de pai e filho. Como sempre foi” beijei o papai na bochecha.
“E como sempre será” ele me beijou também, mas na boca. “Você é tudo pra mim, Felipe. Pai te ama muito” e me beijou de novo na boca.
Foi quando papai se virou pra deitar de lado, e eu fiquei entre o sofá e seu corpo, com ele me abraçando com sua testa colada na minha. Tudo ficou tão quente, e foi tão prazeroso ter ele comigo ali, apenas nós dois, sozinhos, nos amando não apenas como pai e filho, mas também como o meu homem, o homem que sempre amei.
“Ei” papai falou baixinho, e eu sentir ele respirando o mesmo ar que eu.
“Que foi pai?” perguntei dando um selinho na sua boca só para ele sorrir pra mim.
“Agora que estamos juntos, está na hora de revelar um segredo”
“Achei que não existia segredos entre a gente”
“Bem, esse eu fiz questão de não lhe contar antes”
“E por quê?”
Mas o papai me beijou na boca de novo, e eu agarrei ele com mais necessidade. Era tão bom beijar meu coroa, e melhor ainda porque ele sentia o mesmo que eu.
“Porque eu sempre amei quando você ficava com ciúmes”
“Pai, tinha me contado antes”
“Se eu contasse, não ia ficar tão óbvio, não acha?”
“Pera aí, o senhor sabia que eu gostava do senhor?”
“Claro filho, eu sou seu pai. Acha que eu não percebia quando você olhava pro meu corpo com desejo, e vinha dormir abraçado comigo quase todas as noites?”
“Por que não contou? A gente podia está juntos há muito mais tempo”
“Mas amor, sempre estivemos juntos, você é meu filho”
“Não, pai, quero dizer...”
“Mesmo que sexo seja gostoso, nem sempre é melhor do que carinho, e você sempre foi carinhoso comigo. Além do mais, eu não podia chegar em você lhe beijando na boca, eu sabia que tinha que esperar você dá iniciativa. E mesmo que eu tenha me feito de difícil por muito tempo e tenha sido um choque quando aconteceu, eu ia estar apoiando você”
“É, tanto que a gente acabou transando” falei rindo, e ele riu também.
“Sim, transamos e foi muito bom” papai voltou a me beijar, e desta vez foi de língua.
Eu sentia sua barba roçando em mim enquanto nossas línguas entrava na boca um do outro, e foi tão gostoso agora, porque não era apressado ou selvagem, foi só devagar, mas bem fundo.
Ficamos um tempo nos beijando, até perceber que estávamos ficando excitados.
“Mmhm... p-pai... o senhor quer transar?”
“Agora? E nosso momento de pai e filho?” ele voltou a acariciar meu cabelo e eu segurei seu pulso, só para beijar sua mão.
“Mas esse é o nosso momento de pai e filho. Eu te amo tanto, e também tenho tanta coisa pra falar pro senhor. Mas acho que...” foi quando eu voltei a subir no papai, e levantei uma perna sua para eu me posicionar nele. “Acho que precisamos fazer amor agora, porque não consigo fingir que não desejo o senhor”
“Esse é o meu garoto” ele me beijou na boca, e foi tirando o short e cueca, logo se abrindo pra mim. “Mas desta vez, seja mais carinhoso com seu pai”
“Pai, eu sou carinhoso com o senhor” mas daí ele riu, e eu também.
A gente se encarou em silêncio enquanto eu começava a entrar nele com o pau duro e já babado pois tinha cuspido bastante. Eu fui devagar, metendo lento, até entrar todo, e a gente gemer junto. Eu me aproximei do papai e ele me abraçou, ficamos cara a cara, enquanto eu começava a foder e foder.
“Aah sim filho... eu estava precisando disso... mais fundo, Felipe... aahh”
“Ei pai... aahh... o senhor sempre soube que eu era afim do senhor?”
“Tem alguns meses... mas... aahh... eu não tinha plena certeza até algumas semanas... aahh Felipe, seu pau é enorme!”
“Sshh... eu vou cuidar bem do senhor” voltei a meter devagar, e o papai entrelaçou as pernas na minha cintura, me fazendo ir mais fundo.
“Isso filho... ah sim, isso...”
“Está tão bom... pai... aahh! Eu te amo”
“Ei... ahh... o pai também te ama, sempre vou... amar! Aahh!”
“O senhor é meu, só meu” então eu meti mais fundo, e ele arregalou os olhos, sentindo meu pênis indo fundo na sua bunda.
“E-Eu sou seu, Felipe! Aahha sim! Mete mais fundo no papai, filho!”
Eu beijeu meu coroa na boca, e passamos a transar um pouco mais rápido. Meu pau ia fundo no meu velho, e a gente aproveitou cada segundo saboreando o corpo um do outro com sua língua na minha boca, enquanto sua barba roçava em mim. Ele era tão másculo, tão lindo, gostoso, e era apenas meu, finalmente, após tanto tempo.
A gente continuou fodendo por bastante tempo, porque sempre que eu chegava perto de gozar, eu parava de meter e encarava o papai olhando pra mim com um sorriso que me fazia meu coração acelerar mais rápido.
“Pode gozar no pai, Felipe”
“T-Tá...” agarrei ele forte, porém com carinho e então meti mais um pouco, até perceber que estava chegando no clímax e antes que eu pudesse avisar que ia gozar dentro dele, o papai juntou nossas testas e ele começou a gozar primeiro.
“Aahh-- nngggg!”
“Porr-- pai! Oohh sim!”
Então gozamos juntos e eu jorrei tudo dentro dele. Eu estava exausto e nosso corpos foram ficando moles, tanto que acabei deitando nele e respiramos cansados por mais alguns minutos.
“O senhor... o senhor é uma delícia” mas ele ficou respirando cansado enquanto acariciava meu cabelo e acabou me beijando ali.
Eu não sabia no que daria dali pra frente, porque eu só queria a sua felicidade. O papai estava disposto a abandonar seu relacionamento só para que ele fosse apenas meu. Mas acho que independente do caminho, nós estaríamos juntos, como pai e filho, como sempre foi. Eu o amava.
“O pai te ama, Felipe. Sempre vou te amar...”

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  • Vagno: Muito bom do início ao fim, mas fiquei decepcionado que Felipe e o seu pai Fernando continuaram apenas como pai e filho tendo sexo amoroso ao invés de criar uma relação a mais entre os dois, sem a intromissão do Arthur e o Augusto. Mas muito bom o conto ainda

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