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Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar - Parte 6

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Garotão Incestuoso

A casa de campo que Bruno alugara para o fim de semana ficava isolada no fim de uma estrada de terra, cercada por uma mata densa e silêncio absoluto. Era para ser um refúgio de paz em família, mas para mim e para ele, aquele lugar era apenas um campo de caça maior, sem vizinhos a quilômetros de distância.

A noite caiu fria e úmida. O som dos grilos lá fora e o vento forte colidindo contra as janelas de vidro da sala eram os únicos ruídos da montanha. Minha mãe, exausta da viagem e de duas taças de vinho no jantar, recolheu-se para o quarto principal no andar de cima por volta das dez e meia. O rangido dos passos dela no piso de madeira do teto cessou cerca de vinte minutos depois, dando lugar ao silêncio denso da casa.

Eu continuei sentado no sofá de couro escuro da sala. Vestia apenas um short de moletom largo e nada mais.

O fogo da lareira crepitava devagar, projetando sombras compridas e avermelhadas pelas paredes de pedra da sala. Fiquei encarando as brasas até ouvir o som firme de passos descendo a escada de madeira.

Não me mexi. Apenas acompanhei pela visão periférica a figura de Bruno surgindo no pé da escada, vestindo apenas uma calça de ginástica preta, com o peitoral largo e marcado pela luz do fogo completamente exposto.

Ele não falou nada. Caminhou a passos calmos e predatórios até parar diante do sofá onde eu estava, olhando de cima com aquele olhar sombrio que devorava a minha sanidade.

— Ela apagou — Bruno disse, a voz num tom grave que quase se fundia ao crepitar da madeira. — Tomou um remédio pra dormir. Não acorda nem se essa casa pegar fogo.

— Que bom — respondi, sem piscar.

Desta vez, não houve hesitação na minha voz, nem o sobressalto do garoto arisco dos primeiros dias. Encarei os olhos escuros do meu padrasto e dei um sorriso lento, desafiador. Deslizei minhas pernas pelo couro do sofá, abrindo-as ligeiramente para ele, sem vergonha alguma do volume rígido que já marcava o tecido do meu short.

— Porque eu passei o dia inteiro esperando por isso — continuei, a voz num tom baixo, denso e provocador. — E você demorou demais, Bruno.

Bruno estreitou os olhos, surpreso com a audácia do tom. Um sorriso perverso e perigoso surgiu no canto dos seus lábios enquanto ele dava mais um passo, colando os joelhos no sofá, bem entre as minhas pernas.

— Você tá muito corajoso nessa casa isolada, moleque — ele murmurou, descendo a mão pesada para cravar os dedos na minha garganta, sem apertar, apenas sentindo a minha pulsação descontrolada. — Esqueceu quem manda em você?

— Então me mostra — desafiei, cravando as unhas no pulso dele e puxando a mão dele contra o meu peito. — Me mostra agora.

O desafio no meu tom foi o estopim. Bruno soltou uma risada baixa, rouca, e se ajoelhou no sofá sobre mim. Ele não hesitou: puxou o meu short de moletom para baixo com força, me deixando completamente nu, enquanto descia a própria calça até os joelhos. O pau dele se libertou duro, grosso, pulsando contra a minha coxa.

Sem dizer uma palavra, Bruno se deitou de costas no estofado macio, puxando meu corpo pela cintura e me girando sobre ele. Ele me posicionou ao contrário, alinhando nossas virilhas em um 69.

A visão do sexo dele tão perto da minha face, iluminado pela luz avermelhada da lareira, fez minha boca encher d'água. Ao mesmo tempo, senti a boca quente de Bruno se fechar ao redor da minha rola no momento em que abocanhei a dele. Engoli a cabeça do pau dele até o fundo da garganta, sugando com força, enquanto ele usava a língua e os lábios para trabalhar o meu pau com uma maestria que me fez contorcer sobre o peitoral dele.

O som abafado de nós dois nos devorando simultaneamente ecoava na sala, abafado apenas pelo crepitar das brasas. Eu rebolava a cabeça contra o quadril dele, afundando a língua na extensão do pau de Bruno, enquanto ele puxava meu pau com sucções fortes que me faziam agarrar o couro do sofá para não gemer alto. O risco da minha mãe no andar de cima tornava cada engolida mais desesperada.

Bruno me segurou pelas coxas e rompeu a posição, me erguendo no ar e sentando no sofá.

— Minha vez de ver você trabalhar — ele rosnou, me puxando pela cintura e me alinhando por cima do seu pau.

Tomei o controle. Segurei no pescoço largo dele e me sentei sobre o pau de Bruno, guiando a cabeça do pau para o meu rabo e descendo o quadril de uma só vez.

A invasão me fez esticar o pescoço para trás num arfar mudo. O pau dele me preencheu até a base. Comecei a rebolar por cima dele, ditando o meu próprio ritmo no sofá, subindo e descendo com ganância, sentindo a extensão dele rasgar o meu interior num prazer devastador. Bruno cravou as mãos no meu quadril, ditando a força das descidas, seus dentes cravando na minha pele do peito enquanto eu rebolava em cima dele como se minha vida dependesse daquela dor.

— Isso... usa essa porra, Bernardo — ele arfava no meu ouvido, os nós dos dedos brancos de tanto apertar minha carne. — Assume esse lugar de vez.

Mas a postura passiva-dominante durou pouco. A fome de Bruno falou mais alto. Ele me ergueu do sofá como se eu não pesasse nada e me jogou de costas no tapete felpudo em frente à lareira.

Ele me dobrou ao meio sem piedade. Segurou meus tornozelos e puxou minhas pernas contra o meu próprio peito, me escancarando na posição de frango assado sobre o tapete.

— Agora você fica calado e aguentar até o fim — ele rosnou, alinhando o corpo e se enterrando em mim com uma estocada seca e brutal.

O impacto contra o chão de madeira me fez perder a respiração. Bruno começou a me foder com uma violência ritmada e implacável, o quadril estalando contra as minhas nádegas num ritmo desesperado. A cada estocada violenta de frango assado, o pau dele atingia a minha próstata com uma força que me fazia contorcer no tapete, cravando as unhas na pele das suas costas.

O som do sexo ecoava limpo na sala, abafado pela tempestade lá fora. Ele metia fundo, rasgando meu cuzinho sem dó, me mantendo completamente dobrado e entregue à sua vontade.

— Vai... goza pra mim, porra! — ele exigiu, acelerando as estocadas finais.

A combinação do ângulo de frango assado com o calor do fogo nos meus pés foi o limite. Gozei sem tocar no meu pênis, disparando um jato forte e descontrolado que melou o meu próprio abdômen e o peito dele.

Minha gozada fez Bruno perder o juízo. Ele soltou um urro abafado contra o meu pescoço, meteu o pau até a raiz e descarregou uma enxurrada fervente de porra direto no meu interior, seu corpo tremendo em espasmos pesados sobre o meu.

A luz alaranjada da lareira crepitava devagar, projetando sombras compridas sobre o tapete felpudo da sala. O peso do corpo de Bruno ainda me prensava contra o chão de madeira, o peito dele subindo e descendo num ritmo pesado, colado ao meu. A sensação do gozo quente e denso escorrendo lentamente do meu buraco misturava-se ao suor que cobria a minha pele, deixando um rastro de calor e exaustão.

O silêncio da casa era absoluto, quebrado apenas pelo vento uivando contra os vidros e pelo rangido fraco das estacas de madeira no teto, o andar de cima continuava imóvel, com a minha mãe afundada no sono pesado provocado pelos remédios.

Bruno devagar se ergueu sobre os cotovelos, me encarando de cima. As gotas de suor caíam da testa dele direto no meu peito. Ele passou a mão pesada pelo meu rosto, o polegar áspero limpando um rastro de suor do meu lábio inferior com uma posse tranquila, quase carinhosa na sua brutalidade.

Ele não disse nada, apenas me olhava com a frieza de quem sabia que tinha destruído e reconstruído cada pedaço da minha mente.

Cravei os dedos nos braços dele, sentindo os músculos rígidos sob a minha pele. Meu coração martelava no peito, não apenas pela violência do sexo ou pelo medo do flagrante, mas por algo muito pior que tinha se instalado na minha cabeça e no meu peito ao longo desses meses. Uma dependência doentia, um abismo de onde eu não tinha mais a menor intenção de sair.

— Bruno... — murmurei, a voz rasgada e rouca, saindo quase num sopro sob o estalar do fogo.
Ele ergueu uma sobrancelha, esperando um pedido de desculpas, uma reclamação sobre a dor, ou um sobressalto de culpa.

Eu puxei o rosto dele para baixo pela nuca, colando minha testa na dele, sustentando aquele olhar escuro sem piscar por um único segundo.

— Eu odeio o que você fez comigo... — sussurrei, sentindo o hálito quente dele falhar por uma fração de segundo. — Mas eu te amo, porra. Eu não quero mais que você pare. Nunca.

As palavras saíram limpas, cruas, sem qualquer escudo de vergonha. Eu tinha me entregado por inteiro.

Bruno ficou imóvel por alguns segundos. O olhar dele escureceu ainda mais, uma mistura perigosa de surpresa e triunfo absoluto cruzando suas feições. Ele não sorriu, não debochou e não recuou. Em vez disso, cravou a mão no meu queixo com uma força sufocante, apertando minha carne até doer, e aproximou os lábios do meu ouvido.

— Você é meu, Bernardo — ele rosnou, a voz num tom macabro e definitivo que selou a minha sentença. — Agora e até o fim. Se você tentar fugir desse inferno, eu te caço até no fundo do mundo.

Ele selou aquilo com um beijo lento, pesado e cheio de sangue e saliva, enquanto o fogo da lareira queimava os últimos pedaços do que um dia tinha sido a minha inocência.

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