Muito mais que bons amigos - Parte 10
A gente acelerou o passo até o carro do Vini sem olhar para trás. Assim que entramos, ele trancou as portas e deu a partida, e eu soltei o ar que estava preso no peito, balançando a cabeça.
— Caralho, Vini... — falei, me ajeitando no banco do carona e olhando pelo retrovisor. — O Alex pegou a gente no pulo, mano. O cara ouviu tudo.
O Vini estava no volante, ainda meio tenso, mas com um sorriso de canto que começou a entregar o jogo. Ele olhou pra mim e deu uma risada baixa:
— Fiquei gelado na hora, não vou mentir. Mas porra, Vitor... tu viu o tamanho daquele cara? O Alex é um gostoso do caralho. Maloqueiro, todo tatuado, aquele peitoral marcado na regata...
— Nem me fala — respondi, olhando pro perfil do Vini enquanto ele dirigia. — O fdp é bonito de verdade. E a marra dele só deixa o cara mais atraente. Quando ele piscou pra mim e disse aquilo de 'me chama pra participar na próxima', meu pau quase voltou a subir ali mesmo na catraca.
— O meu também deu um sinal de vida — o Vini confessou, rindo mais solto agora e trocando a marcha. — Imagina aquele braço todo fechado de tattoo segurando a gente, mano. O cara tem mó cara de quem morde, de quem mete com raiva.
— Pois é. A gente fingiu demência lá dentro, mas a proposta do Alex não foi ruim não — falei, encarando a pista, mas sentindo o tesão da ideia martelando na cabeça. — Já pensou num treino com aquele maluco no vestiário? Ou melhor... chamar ele pra colar com a gente, com a Gi e a Emilly?
— Ia ser uma sacanagem sem fim — o Vini disse, passando a mão pelo pescoço ainda quente.
— A Emilly ia pirar no estilo maloqueiro dele, e a Gi nem se fala. Mas e a gente? Se o cara quiser entrar no meio só comigo e com você, tu encarava?
— Encarava fácil — respondi sem pensar duas vezes. — O Alex tem cara de quem não tem frescura nenhuma. Se ele quiser jogo, a gente entrega o jogo completo.
O clima dentro do carro do Vini voltou a esquentar só de imaginar essa possibilidade. O pavor de ter sido pego deu lugar a uma expectativa absurda para os próximos encontros no complexo esportivo.
O resto do caminho até a minha casa foi só na especulação, mas combinamos de deixar a história do Alex fechada só entre nós dois, sem dar um piu para a Gi ou para a Emilly por enquanto. O Vini me deixou na porta de casa, se despediu com um aceno e foi embora. O domingo terminou calmo, com o tesão reprimido dando espaço pra rotina.
Na segunda-feira de manhã, o ritmo na empresa já começou diferente. Quando cheguei no andar da diretoria, percebi a mesa do Felipe totalmente vazia e sem movimento.
Pouco depois, a Emilly apareceu caminhando pelo corredor com a postura impecável de sempre, segurando um tablet e uma pasta de documentos. Ela parou na minha mesa e deu um sorriso leve de canto:
— O filho do Felipe nasceu de madrugada — a Emilly explicou, num tom baixo e profissional. — Ele vai ficar afastado essa semana inteira pra acompanhar a mãe e o bebê. A diretoria me colocou pra assumir a sala dele e tocar as reuniões até ele voltar.
Ela olhou em volta pra garantir que ninguém estava prestando atenção e deu uma piscadinha discreta pra mim:
— Ou seja: o CFO rígido tá longe, a sala dele agora é minha e eu que dou as ordens nessa semana.
O Vini chegou logo em seguida com dois copos de café, ouviu a novidade e os olhos dele brilharam na hora. Com o Felipe afastado e a Emilly no comando da sala principal, o clima de tensão da semana anterior deu lugar a uma sensação de liberdade total no trabalho.
Olhei pra Emilly surpreso. A informação simplesmente não batia com nada do que tínhamos visto no final de semana.
— Pera aí, Emilly... como assim filho do Felipe? — perguntei, abaixando um pouco a voz e me aproximando da mesa dela. — Eu estive na casa do cara no sábado. A Sabrina não tava grávida nem ferrando, tava lá com a barriga trincada, firme, conversando com a gente. Que história é essa?
A Emilly deu uma olhada rápida para os lados, soltou um suspiro e ajeitou a postura, encostando na divisória da minha estação de trabalho.
— Pois é, Vitor. Não é da Sabrina — a Emilly sussurrou, mexendo discretamente nos documentos da pasta. — Eu também fiquei surpresa quando recebi o e-mail do RH de manhã cedo. O filho é de outra mulher. Uma tal de Julia.
— Julia? Quem é essa? — o Vini interveio, aproximando o copo de café e prestando atenção em cada palavra.
— Eu não sei explicar direito os detalhes — a Emilly admitiu, dando um de ombros —, mas pelo que colhi no setor de Compliance e no RH, essa Julia é um caso bem antigo do Felipe. Pelo visto, eles tiveram um rolo longo antes de ele se juntar de vez com a Sabrina, e acabou rolando essa gravidez. O Felipe assumiu tudo, mas manteve a história num sigilo absoluto na empresa.
— Caralho... — murmurei, processando aquilo. — O CFO todo certinho, moralista, rígido com compliance, que não bebe uma gota de álcool e controla tudo na casa dele... mantendo um filho com uma ex pelas costas de todo mundo.
— Se é pelas costas da Sabrina ou se ela sabe, aí eu já não sei — disse a Emilly, ajeitando a chave da sala da diretoria na mão. — Só sei que o homem deu entrada na licença de emergência hoje cedo pra acompanhar o parto e dar assistência a essa Julia. E enquanto ele tá resolvendo essa vida dupla dele lá fora, a sala do CFO fica sob meu comando.
O Vini olhou pra mim com um sorriso de canto, e o mistério sobre o passado do Felipe só deixou a figura do nosso chefe ainda mais intrigante para o nosso grupo.
A tarde no escritório já estava no fim. Com a maior parte da equipe indo embora e o andar da diretoria vazio, a Emilly trancou a porta da sala envidraçada do Felipe e abaixou todas as persianas.
— Aquele CFO certinho ia ter um ataque do coração se visse o que a gente vai fazer na mesa dele — disse a Emilly, tirando o blazer e jogando sobre a cadeira executiva de couro.
O Vini caminhou até ela com um sorriso sacana no rosto, puxando a Emilly pela cintura e colando a boca na dela num beijo quente. Ela retribuiu no mesmo instante, arranhando as costas dele por cima da camisa social. Fui direto pra porta de entrada, girei a chave na fechadura pra garantir o sigilo absoluto e me juntei a eles.
Puxei a Emilly pela nuca, fazendo ela soltar a boca do Vini pra me dar um beijo profundo, cheio de língua. A saia dela já estava levantada até a cintura. O Vini se ajoelhou ali mesmo, no tapete felpudo da sala da diretoria, e puxou a calcinha dela pro lado. Ele começou a lamber a buceta dela de baixo pra cima, encharcando os dedos e fazendo a Emilly gemer baixinho, abafando o som contra o meu pescoço.
— Vamos logo com isso... — ela sussurrou no meu ouvido, arfando pesado.
Empurrei a Emilly de bruços contra a mesa de madeira nobre do Felipe. Ajeitei o quadril dela, passei a mão pela pele quente das coxas dela e me posicionei por trás. Alinhei a cabeça do meu pau na entrada úmida e empurrei com tudo. A buceta da Emilly engoliu meu pau inteiro num suspiro alto, bem apertada e quente. Comecei a meter num ritmo firme, ouvindo o som seco da minha virilha batendo contra as nádegas dela, fazendo as pastas de documentos do chefe balançarem sobre a mesa.
O Vini não perdeu tempo. Ele se ajoelhou na frente dela, em cima da cadeira do Felipe, e colocou o pau duro direto na boca da Emilly. Ela agarrou as coxas dele com força, enfiando a cabeça dele até o fundo da garganta enquanto recebia as minhas estocadas violentas por trás.
Trocamos de posição minutos depois. O Vini encostou na vidraça da sala e colocou a Emilly de quatro no sofá de couro. Ele pegou o quadril dela e começou a foder a Emilly com raiva, esbofeteando a bunda dela a cada metida fundo. Me ajoelhei na frente dela, segurei nos cabelos da Emilly e dei o meu pau pra ela chupar. Ela alternava os olhares entre mim e o Vini, completamente entregue pro tesão de estar sendo foda bem no meio da sala do nosso chefe sumido.
O clima da sala virou um forno, abafado com o cheiro de sexo e suor. Quando sentimos que o limite tinha chegado, puxamos a Emilly para o centro do tapete. Ela ficou de joelhos, com o rosto levantado, de olhos fechados e a boca bem aberta.
O Vini e eu nos posicionamos lado a lado. Segurei meu pau e comecei a me masturbar rápido, e o Vini fez o mesmo. Em menos de cinco segundos, jorrei uma quantidade enorme de porra quente cobrindo o queixo, o peito e a boca da Emilly. O Vini gozou logo em seguida, disparando vários jatos espessos que cobriram a língua e as bochechas dela.
A Emilly passou os dedos pelo rosto lambuzado, lambendo a porra dos próprios lábios com um sorriso satisfeito, vitoriosa por ter transformado o templo do CFO rígido na nossa sala de prazer.
A semana voou no escritório. A Emilly dominou a sala da diretoria com maestria, mantendo a fachada impecável de trabalho enquanto o clima de cumplicidade entre nós três só aumentava a cada olhar nos corredores. O Felipe continuava totalmente ausente, imerso nos problemas e na rotina da nova paternidade com a tal da Julia, o que deixou o nosso andar em uma tranquilidade absurda até a sexta-feira.
No sábado de manhã, o Vini me mandou mensagem avisando que passaria na minha casa para nos irmos ao futebol society de novo.
Assim que entrei no carro dele, o assunto não podia ser outro. O Vini deu a partida e, antes mesmo de dobrarmos a esquina, olhou para mim de canto:
— E aí, Vitor... preparado pro jogo de hoje? Tu sabe que o Alex vai estar lá, né?
— Pensei nisso a semana inteira, mano — respondi, encostando a cabeça no banco e dando uma risada curta. — O cara jogou a verde no domingo passado e ficou esperando a gente dar o troco.
— Pois é, se a gente chegar lá fingindo que nada aconteceu de novo, ele vai achar que a gente amarelou ou que tá com medo dele. Mas se a gente der trela demais, o cara toma conta da situação.
— A gente não tem que ter medo nenhum — falei firme, sentindo aquele tesão velado voltar a esquentar o peito. — Se ele vier com graça de novo, a gente não nega mais nada. Vamos encarar. Se ele quiser conversa de verdade, a gente chama ele pro vestiário sem enrolação e vê se ele é isso tudo mesmo que demonstra ser.
— Fechado — o Vini sorriu, com o olhar fixo na pista. — Hoje a gente não desvia da conversa. Se o Alex quiser jogo, vai ter.
Chegamos ao complexo esportivo com o clima lá em cima, sabendo exatamente que o pós-jogo de hoje não seria nada comum.
O Alex já estava na quadra quando a gente chegou.
O cara jogou muito, mas a atitude dele irritou do começo ao fim. Ele fazia questão de ser folgado, dava carrinho desnecessário, comemorava gol na nossa cara e soltava piadinhas de duplo sentido toda vez que trombava de ombro comigo ou com o Vini. Num lance na lateral, o Alex veio com o corpo inteiro pra cima de mim, me jogou contra a grade e sussurrou bem no meu ouvido, rindo:
— Cuidado pra não gemer alto de novo, hein, Vitor.
Passei o resto do jogo acumulando uma raiva absurda daquele fdp. O Vini estava no mesmo pique, encarando o cara com os olhos pegando fogo. Ele era o típico "hétero" de bairro, acostumado a provocar todo mundo, pagar de machão dominante e usar a sexualidade dos outros como piada pra se afirmar.
Quando a partida acabou, eu e o Vini fomos direto pro vestiário sem falar com ninguém. A gente tirou a chuteira e o calção no puro ódio, ajeitando as coisas pra tomar banho e ir embora rápido antes que eu saísse na porrada com aquele maluco.
Liguei o chuveiro, deixei a água fria bater nas minhas costas e o Vini entrou no box do lado. O vestiário estava num silêncio tenso, quebrado só pelo barulho da água caindo no piso de cerâmica.
De repente, a porta do vestiário bateu e a tranca de ferro correu.
Olhei pra trás pelo vão do box e vi o Alex tirando a regata ensopada. O corpo daquele desgraçado era um absurdo de bem trabalhado, totalmente coberto de suor e tatuagens. Ele tirou a bermuda sem cerimônia nenhuma, ficando completamente pelado. O pau dele estava caidão, mas era enorme, grosso e pesado.
Ele caminhou devagar na direção dos nossos boxes, com aquele sorriso de canto debochado, sem pinga de vergonha.
— A água tá boa aí, rapaziada? — o Alex perguntou, entrando direto no meu box, colando o peito suado e quente nas minhas costas e me prensando contra a parede molhada do chuveiro. — Ficaram irritadinhos no jogo, foi?
Senti o volume do pau dele começar a despertar e encostar direto na minha bunda, mostrando que de "hétero" aquele folgado não tinha nada quando estava trancado a sós com a gente.
O toque do cara nas minhas costas fez o sangue subir pro meu rosto numa mistura violenta de raiva e tesão. Eu tentei me virar pra dar uma cotovelada na cara dele, mas o Alex era um monstro de forte. Ele segurou meus dois pulsos com uma mão só, torcendo meus braços pra trás, e me prensou com mais força ainda contra o azulejo gelado do chuveiro.
— Fica quieto, Vitor — ele rosnou bem na minha orelha, com a voz grave e o hálito quente. — Tu acha mesmo que eu vim aqui pra brincar de troca-troca com vocês dois? Comigo não tem essa porra de me chupar ou me dar a bunda não, mermão. Eu sou homem pra caralho. Sou só ativo. Vim aqui é pra foder vocês dois até pedir pra parar.
O Vini saiu do box dele no pulo, furioso ao ver o cara me segurando:
— Solta ele, seu arrombado!
O Alex nem se abalou. Ele se virou de lado, puxou o Vini pelo pescoço com o braço tatuado e deu uma gravata nele sem o menor esforço, prendendo nós dois juntos debaixo da água do chuveiro. A pegada dele era brutal, pura força física de maloqueiro. E o pior: o pau dele já estava completamente ereto, uma tora enorme, grossa e veia de fora, roçando na minha bunda e na coxa do Vini ao mesmo tempo.
— Tu quer defender teu amigo, Vini? — o Alex debochou — Então fica de joelhos aí agora e abre essa boca pra amaciar o meu pau antes de eu rasgar teu parceiro.
O domínio do cara era absoluto. O ar de superioridade, a força com que ele segurava a gente e a certeza de que ele só queria comer nossos cuzinhos deixou o ambiente insano.A raiva que a gente estava sentindo se transformou num tesão cego e avassalador pela imposição daquele babaca. Vini era mais forte que ele, mas parecia se render de propósito.
Rendido pela presença e pelo tamanho da tora do Alex, ele se ajoelhou ali mesmo no chão molhado do banheiro, agarrou a base daquele pau grosso e enfiou a cabeça da rola até o fundo da garganta, chupando com uma fome desesperada enquanto o Alex segurava o cabelo dele e socava o pau pra frente na boca dele.
— É assim que eu gosto, porra... — o Alex falou, olhando pra mim de cima, sem soltar meu pulso. — Olha o teu amigo mamando feito uma cadelinha, Vitor. Tu é o próximo a levar esse pau no fundo.
Respirei fundo, sentindo a água fria caindo sobre a gente e o calor absurdo do corpo do Alex prensado contra o meu. A força dele era esmagadora, mas dava pra sentir que tinha muito tesão acumulado ali por trás daquela marra toda.
Virei o rosto devagar, olhando bem nos olhos dele, e relaxei os pulsos na mão dele.
— Calma, Alex... não precisa dessa brutalidade toda, mano — falei num tom baixo, calmo e firme, mantendo o olhar fixo no dele. — Ninguém aqui tá contra você. Se você quer foder a gente, não precisa forçar nada. A gente quer esse pau tanto quanto você quer meter.
O Alex travou por um segundo, surpreso com a minha reação. A expressão dura dele foi desarmando aos poucos, dando lugar a um sorriso de canto, carregado de um tesão muito mais denso e consciente. Ele soltou meus pulsos devagar e passou a mão pesada e tatuada pelo meu peitoral, descendo até a minha cintura com firmeza, mas sem violência.
— Gostei de ver, Vitor... — ele sussurrou, a voz ainda grave, mas agora num tom bem mais quente. — Tu sabe exatamente como pedir.
Ele puxou o Vini do chão pelos braços, encostou ele de costas na parede fria do chuveiro e segurou no meu pescoço, trazendo a minha boca pra dele num beijo pesado, com gosto de água e suor. O Alex babava na nossa boca, revezando os beijos entre mim e o Vini, mostrando que a dominancia dele agora era no carinho bruto, no desejo puro.
Sem enrolação, o Alex me virou de costas, me apoiando com as duas mãos no azulejo. Ele cuspiu forte na mão tatuada, lambuzou a cabeça do pau enorme dele e passou na minha entrada. Segurou firme na minha cintura e empurrou devagar.
— Puta que pariu...— ele disse, fechando os olhos quando a tora dele entrou inteira em mim.
Foi gostoso demais. Meu cuzinho abriu e engoliu aquele pau grosso até a base. Ele começou a meter num ritmo ritmado, fundo e gostoso, fazendo o barulho da água se misturar com o som seco das nossas virilhas se chocando. O Alex metia com vontade, me preenchendo por inteiro, dando tapas estalados na minha bunda enquanto o Vini ficava de joelhos na nossa frente, chupando o meu pau e olhando nos olhos do Alex.
Quando sentiu que eu estava no limite, o Alex me tirou de perto e puxou o Vini pelo quadril, colocando ele de quatro ali mesmo na área do chuveiro. O Alex enterrou a rola no Vini de uma vez só, fazendo o Vini dar um grito de prazer que ecoou no banheiro. Me ajoelhei na frente do Vini, segurando a cabeça dele e dando o meu pau pra ele chupar enquanto o Alex arregaçava ele por trás, socando forte, firme e sem pressa, num ritmo alucinante.
A foda seguiu quente, intensa e cheia de desejo, com o Alex comandando tudo do jeito que ele queria — como o único ativo da parada —, fodendo cada um de nós com o maior tesão do mundo.
Quando o Alex sentiu que ia gozar, ele tirou o pau do Vini e me puxou pra perto pelo pescoço. Eu e o Vini ficamos de joelhos na frente dele, com as bocas abertas e a língua pra fora.
— Abre essa boca, caralho... — o Alex gemeu alto, se masturbando rápido por dois segundos.
Ele disparou uma quantidade absurda de porra grossa e quente, jorrando direto nas nossas línguas e nos nossos rostos. A porra dele cobriu a minha boca, o queixo do Vini e o peito de nós dois. O Alex deu um suspiro fundo, admirando a gente todo lambuzado, e deu um tapa leve no meu rosto com um sorriso satisfeito no rosto tatuado:
— É assim que se faz, porra. Na próxima, já sabem onde me achar.
Enquanto o Alex ainda recuperava o fôlego encostado no azulejo, nós dois ficamos ali no chão, encarando um ao outro totalmente cobertos pela porra grossa dele. A adrenalina do momento e o sabor quente daquele gozo provocaram uma faísca imediata entre a gente.
Sem pensar duas vezes, puxei o Vini pela nuca e selei nossas bocas num beijo molhado, pesado e Faminto. A gente começou a trocar a porra do Alex direto de uma boca pra outra, misturando a saliva com o gozo dele, num beijo de língua intenso que fez o meu pau recém-gozado dar um tranco. O Vini agarrou minha cintura com força, retribuindo cada movimento da língua, saboreando aquele momento e dividindo o excesso que escorria pelos nossos lábios até não sobrar quase nada.
O Alex só observava tudo de pé, com os braços cruzados, soltando um riso abafado de canto e balançando a cabeça, impressionado com a nossa sintonia.
Limpamos o resto do rosto na água do chuveiro, tomamos um banho rápido pra tirar qualquer vestígio do cheiro dele do nosso corpo e vestimos as roupas esportivas. O Alex se despediu com um aceno rápido e uma piscada maliciosa, saindo primeiro do vestiário.
Enquanto ajeitávamos as bolsas pra ir pro carro do Vini, olhei pra ele bem sério, baixando o tom de voz:
— Vini... nem uma palavra disso pra Gi ou pra Emilly, mano.
— Tá doido? Nem fudendo — o Vini respondeu na hora, trancando a bolsa. — A gente já tem as dinâmicas no nosso grupo, mas se elas souberem que a gente colocou o Alex no meio, ainda mais do jeito que foi hoje, o tempo vai fechar bonito. Daria uma briga do caralho.
— Pois é. Esse assunto do Alex morre aqui no vestiário e fica só entre nós dois — decretei, batendo no ombro dele.
Entramos no carro do Vini e ele deu a partida, voltando ao ritmo normal do fim de semana, guardando esse segredo a sete chaves enquanto planejávamos como seria a nossa rotina na empresa na segunda-feira.
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Comentários (1)
PA22: Vini saiu de dominador para submisso kkk Bastou começar a provar homem!
Responder↴ • uid:aych8rq