#Bissexual #Gay #Trans

Femboy na minha escola vai entra na minha bbc

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dixbelladonna

mano, eu sou hetero. ponto. curto mulher de todo jeito, preto, 1,80, e idade fica pra depois se eu continuar escrevendo isso. não sou gay por comer algo que parece mulher, puta que pariu. nunca vi nada tão irreal quanto aquela trans na escola.
todo dia eu olhava e meu pau soltava uns pingos de pré-gozo. tesão do caralho. chamavam ela de Fabi. cabelo azul longo, saia longa até o joelho, piercing no mamilo e outro na boca. quando vi pela primeira vez, jurei que era mulher. novinha, voz fina, toda lindinha. comecei a conversar, flertando mesmo. rolou papo mais pesado, dei um cheiro no pescoço dela e era doce, cheirinho de morango. eu queria muito aquela mina. aquilo não era homem.
aí ela falou que eu tava indo rápido demais e vazou. fiquei maluco. nenhuma mina me rejeitava. mais tarde ela me chamou num canto e soltou: era trans. e aí? a merda de simplesmente entender que eu tava atraído por um macho. é foda. passei uma semana fugindo dela, sem querer papo. fiquei puto, não com ela, comigo.
um dia larguei a frescura e falei com ela. viramos amigos, papo reto. até que um dia ela me zoou: “você é negro mas deve ter o pintinho, o meu é maior que o seu”. eu ri pra caralho. sou a porra de um cavalo, meu pau é bonito de verdade. respondi: “nunca, o meu deve ser duas vezes maior que o teu, viado mizera”. chamava assim com carinho. ela falou que se o meu fosse maior me dava 100 conto ali na hora. eu to maluco de recusar, já salvava a maconha da semana. quis nem saber, puxei a calça mostrando o contorno. vi o olho dela brilhar e ficar passeando pelo volume. ela disse que não valia, que não dava pra ver direito. eu mandei: “então puxa minha calça pra baixo e olha, porra”.
ela puxou a calça pra baixo e o negoço caiu mole, pesado, pulsando na frente dela. eu vi o olho dela abrir pra caralho, a boca entreaberta, a língua passando devagar no lábio. ela ficou parada olhando, salivando mesmo, engolindo seco, o peito subindo e descendo rápido. gemeu fino, quase sem ar, e falou baixinho: “isso é mentira… porra, isso é mentira…” me chamou de cavalo, a voz tremendo, sem tirar o olhar de cima. eu só ria, de braço cruzado, vendo ela se derreter ali. ela estendeu a mão devagar, querendo tocar, os dedos tremendo, a saliva quase pingando. eu dei um tapa seco na mão dela e outro na cara, sem força demais, só pra acordar. falei: “deixa de ser viado. agora me paga o que deve”. ela ficou vermelha, ainda olhando pro pau, ainda salivando, e meteu a mão no bolso. tirou os 100, entregou sem falar nada, só balançou a cabeça e murmurou que não tinha competição. virou e correu pro banheiro da escola, a saia balançando. eu puxei a calça, fui embora e comprei meu baseado.

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