Família Richards: Mundo só de homens
Um mundo onde que só existem homens, vamos ver a vida e o cotidiano da familia Richard e a putaria.
Esta história se passa em um universo de fantasia no qual somente homens existem. A biologia e os papéis sociais desse mundo são diferentes dos nossos.
A narrativa contém:
Gravidez masculina;
Lactação masculina;
Nudez e nudismo;
Inversão de papéis de gênero;
Homens que engravidam e desempenham funções reprodutivas normalmente associadas às mulheres;
Personagens masculinos que utilizam roupas e comportamentos tradicionalmente femininos;
Diferenças entre identidade, aparência física, vestimenta e função biológica.
Dominação e incesto.
Abuso.
Esses elementos fazem parte das regras e da construção desse universo fictício.
Bem espero que gostem.
****
No mundo só existiam homens.
Não havia mulheres. Nunca tinha havido. A humanidade se dividia em dois tipos: os **homens fêmeas** e os **homens machos**.
Neste mundo, só existiam homens. Desde o início dos tempos, a humanidade havia evoluído de forma única: todos nascidos com pênis e testículos, mas divididos em dois tipos distintos — os machos e os fêmeas. Os machos eram a personificação da força bruta: corpos musculosos, peludos, rostos quadrados e viris, barbas densas, vozes graves que ecoavam como trovões. Eram dotados de paus grossos, longos e pesados, veias pulsantes e glande rosada brilhante de pré-gozo. Viviam para dominar, foder e procriar.
Os fêmeas, por outro lado, carregavam a voluptuosidade feminina em corpos de homem. Peitorais pesados e macios, quadris largos, bundas carnudas e empinadas — muitas vezes peludas, outras lisas como seda —, com um cu rosado, apertado e extremamente sensível que funcionava como útero. Quando excitados, o ânus inchava, ficava molhado de lubrificação natural e pulsava, pronto para receber o pau de um macho e gerar vida ou foder. Tinham rostos fortes igualmente, barbudos, mandíbula marcada, mas olhos expressivos e bocas carnudas. Eram gostosos, provocantes, feitos para serem montados, preenchidos e engravidados. Rolas pequenas na maiorias das vezes.
E assim a humanidade continuou...
Em um estado, e em uma cidade acordava devagar naquela manhã de terça-feira.
O sol ainda não tinha subido por completo. As ruas do bairro residencial estavam quietas, só o barulho distante de um caminhão de lixo e o canto esporádico de algum pássaro. Nas calçadas, alguns fêmeas já saíam de casa com o cabelo ainda úmido do banho, casacos largos cobrindo peitos volumosos, enquanto machos mais cedo levantavam o portão da garagem, carros engasgando no friozinho da manhã.
Na rua das Acácias, número 47, a casa dos Richard ainda estava semi-escura. A família Richards era uma das mais respeitadas da região.
Dentro da casa de dois andares, no quarto principal ficava no fundo, com a janela semiaberta. O ventilador de teto girava preguiçoso. Na cama king size, bagunçada, dois corpos adultos ainda se entrelaçavam sob o lençol.
Guilherme Richard, 39 anos, fêmea, estava de bruços, o corpo pesado e macio. Peitos grandes espalhados contra o colchão, a bunda branca carnuda, pernas peludas entreabertas. A barba dele era curta e bem cuidada, o rosto marcado, os olhos ainda fechados. Sua rolinha estava semi-ereta entre as coxas, pressionada contra o lençol.
Com a perna cima dele. Roger Richards, o pai macho de 45 anos, era um colosso: 1,90m de puro músculo peludo, peito largo coberto de pelos escuros, braços grossos como troncos e uma barba negra cerrada. Seu pau sempre latejando por baixo da calça jeans justa. Ele comandava a família com punho de ferro e tarra insaciável. Sua rola, grossa, ainda descansava pesada entre as nádegas do marido, o glande molhado de sêmen seco da noite anterior.
Roger acordou primeiro.
Abriu os olhos, respirou fundo o cheiro de sexo e suor que ainda impregnava o quarto, e olhou para o corpo do fêmea debaixo dele. Passou a mão grande pela curva da cintura de Guilherme, desceu até a bunda larga e apertou com força, só para sentir a carne ceder.
Guilherme murmurou algo baixo, a voz ainda rouca de sono.
— Já são quase sete… — disse Roger, a voz grave e baixa. — Os meninos vão acordar logo.
Guilherme só empurrou a bunda para trás, preguiçoso, e resmungou:
— Mais cinco minutos...
Roger riu baixo, beijou a nuca peluda do marido e se retirou com cuidado. A rola dele saiu com um som molhado. Levantou, o corpo nu e poderoso, e foi até a janela. Puxou a cortina só um pouco.
Lá fora, a rua já tinha movimento leve. Dois fêmeas caminhavam lado a lado, um deles empurrando um carrinho de bebê. Um macho mais velho regava as plantas da calçada.
Dentro da casa, os três filhos machos ainda dormiam.
No quarto, Jonas de 20 anos, o mais velho, dormia de bruços, o corpo já alto e musculoso, a barba rala começando a fechar. Sua rola, estava dura contra o colchão sujo de esperma..
No quarto do meio, Rafael e Magnus dividiam o mesmo quarto. Rafael dormia de lado, a mão enfiada na cueca, a o pau já inchado. Magnus estava de barriga para cima na outra cama, o peito e descendo, a ereção matinal levantando o lençol.
Guilherme finalmente se levantou, o corpo voluptuoso se movendo com preguiça. Os peitos pesados balançaram quando ele esticou os braços. Foi até o banheiro, mijou de pé, a rola grossa e curta na mão, e depois olhou no espelho: barba por fazer, peitos marcados de chupões da noite anterior, a bunda ainda vermelha das palmadas.
Na cozinha, Roger já tinha colocado o café para ferver. O cheiro de pão torrado e café forte começou a invadir a casa.
Guilherme desceu as escadas sem roupa, só de chinelo, os peitos e a barriga macia balançando. Chegou atrás do marido, passou os braços em volta da cintura larga de Roger e encostou a rola semi-dura na bunda do macho.
— Bom dia — murmurou no ouvido dele.
Roger virou o rosto, beijou a boca barbuda do fêmea com força e respondeu, a voz ainda rouca:
— Bom dia, mãe dos meus filhos.
Lá em cima, os três meninos começaram a se mexer. O cheiro de café e o barulho da casa acordando os puxavam para a manhã.
E assim começava mais um dia na casa dos Richards— uma família de homens num mundo feito só de homens.
O cheiro de café forte e pão na chapa já tinha invadido o corredor inteiro quando Jonas abriu a porta do quarto. Ele saiu só de cueca preta, a rola ainda meio dura, marcando o tecido. O corpo alto e definido. Desceu as escadas bocejando, a mão enfiada na cueca, ajeitando o pau.
Na cozinha, Guilherme estava de costas para a pia, agora vestindo só uma camiseta larga que pegou de Roger que mal cobria a bunda. Os peitos pesados balançavam por baixo do tecido fino toda vez que ele se mexia. Roger, de short e nada mais, preparava ovos na frigideira, a rola grossa de 24 cm descansando pesada dentro do short, quase saindo pela perna.
Jonas chegou atrás do pai fêmea, abraçou-o por trás e enfiou o rosto no pescoço dele.
— Manhã, pai… — murmurou, a voz ainda rouca de sono. A mão grande desceu e apertou um dos peitos de Guilherme por cima da camiseta. — Tá cheirando a sexo ainda.
Guilherme riu baixo e empurrou a bunda para trás, sentindo a ereção do filho pressionar contra ele.
— Seu pai me comeu até tarde. Agora vai sentar e comer de verdade.
Rafael apareceu em seguida, 17 anos, um pouco mais baixo que o irmão, mas com ombros largos. Só de cueca branca, a rola de quase completamente dura, a cabeça já molhada. Ele foi direto até Roger e deu um bom dia pro coroa e pergunta pro pai fêmea:
— Café tá pronto? Tô morrendo de fome… e de tesão.
Roger virou o rosto e deu um tapa seco na bunda do filho.
— Senta a porra da bunda e come. Depois você resolve isso.
Magnus, o mais novo, 14 anos, desceu por último. O corpo ainda um pouco mais esguio que os irmãos, peito liso. Ele parou na entrada da cozinha, olhou a cena e deu um sorrisinho safado.
— Todo mundo já acordou de pau duro, né?
Guilherme se virou, os peitorais grandes quase saindo da camiseta, e apontou com a espátula:
— Para de falar e vem comer, pra ir para a escola.
Os quatro se acomodaram na mesa grande da cozinha. O café da manhã era simples e farto: ovos mexidos, pão na chapa com manteiga e queijo das fazendas Almeida, café preto e suco de laranja. Mas o ar estava carregado.
Guilherme sentou de pernas abertas, a camiseta subindo e mostrando a rola já semi-ereta entre as coxas peludas. Toda vez que se inclinava para pegar o pão, os peitos pesados balançavam e os três filhos olhavam sem nem disfarçar.
Roger comia devagar, a mão livre descansando na coxa interna do marido, o polegar fazendo carinho perto das bolas dele.
Jonas, do outro lado da mesa, mastigava enquanto olhava direto para o peito do pai fêmea.
— Pais… — falou baixo, a voz grossa — Eu to namorando alguém da faculdade.
Guilherme sorriu, pegou um pedaço de pão e passou manteiga devagar.
— Nossa que bom filho, quem é esse sortudo?
— É Rodrigo, ele é um anos mais velho que eu.
— Jonas não se apegue tem que foder é vazar — comentou Roger comendo e rindo do próprio comentário.
E recebeu um chute de Gui de baixo da mesa. E Rafael fala:
— Esse fêmea que Jonas tá pegando é feio
— Ele não é feio! E você nunca viu ele!
Rafael engasgou no café quando o pai Gui o chutou no pé. Magnus já estava com a mão dentro da cueca, massageando a rola por baixo da mesa.
Roger riu, a voz grave:
— Tá bom. Você se comporte. Não quero chegar em casa um dia achar a casa destruída de tanto foder.
Guilherme se levantou para pegar mais café. Ao passar atrás de de Jonas, passou a mão no cabelo do filho fazendo bagunça.
— Porra, pai… — murmurou.
A mesa ficou em silêncio por alguns segundos, só o barulho de talheres e o cheiro de café e tesão no ar. Roger terminou o café, se levantou, beijou a boca do marido com força (a língua entrando fundo) e depois beijou a testa de cada um dos filhos.
— Eu já vou.
O pai macho subiu para se vestir, Gui viu aquela bundinha durinha balançado quando subia os degraus. Era sexy!
Na cozinha ficaram só Guilherme e os três filhos machos, todos de pau duro, o café da manhã ainda pela metade, e o ar cada vez mais pesado.
Guilherme se sentou de novo, abriu um pouco mais as pernas e olhou para os três.
— Então… quem vai limpar a mesa primeiro?
O dia estava só começando.
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Comentários (1)
Marcus: Pode ser promissor
Responder↴ • uid:81ritu2b0c