#Bissexual #Corno #Gay #Traições

Muito mais que bons amigos - Parte 9

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Lopedrinhofm

Abaixei a cabeça por um segundo, engoli o orgulho na frente da Emilly e olhei pro Felipe:
— Eu aceito a condição. Peço desculpas pelo excesso e vou até a sua casa no fim de semana para me retratar com você e sua família.
— Ótimo — a Emilly respondeu, fechando a pasta preta na mesa. — O processo de demissão fica suspenso. Podem voltar ao trabalho.
O Felipe saiu da sala sem falar nada. Esperei uns dez minutos pra não dar na cara e fui até a sala dele. Bati na porta e entrei, fechando logo em seguida. Ele estava de pé, olhando uns papéis.
— Felipe, podemos falar a sós rapidinho? — perguntei, abaixando o tom de voz. — Você quer mesmo só uma retratação ou isso é desculpa pra gente se ver fora daqui?
Ele largou os papéis na mesa, tirou os óculos e me encarou. O rosto dele continuava sério, mas a postura estava mais relaxada do que na sala da Emilly.
— Não é tão simples quanto você pensa, Vitor — o Felipe disse, suspirando. — Eu já tive problemas sérios no passado em outra empresa. Quase perdi meu cargo.
Ele deu dois passos na minha direção e continuou:
— A Sabrina é muito traumatizada com isso. Ela é rígida e não quer, de jeito nenhum, que qualquer pessoa do meu trabalho saiba da nossa vida ou participe das nossas coisas. Ela surtou quando viu sua mensagem.
— E o Pedro? — perguntei.
— O Pedro ficou curioso — o Felipe deu um sorrisinho de canto bem rápido, mas logo voltou a ficar sério. — O pedido de retratação na minha casa é real. A Sabrina quer olhar na sua cara e ver que não te contei nada, e que não estamos tendo um caso na empresa.
— Entendi — respondi, assentindo. — Então eu preciso convencer a Sabrina de que foi tudo ideia minha e que entre a gente nunca rolou nada.
— Exatamente — ele disse, colocando os óculos de volta. — A Sabrina tem um gênio forte. Se ela sentir um pingo de mentira ou sacanagem da sua parte nessa conversa, ela faz a minha vida virar um inferno e eu te demito no segundo seguinte.
Saí da sala dele com a cabeça fervendo. O Felipe não estava preocupado só com a empresa, ele estava desesperado para acalmar a ciumenta da esposa. Mas o fato de o Pedro ter ficado curioso mostrava que a porta não estava totalmente fechada.
Voltei pra minha mesa e mandei uma mensagem rápida pra Gi contando do encontro no fim de semana. Ela respondeu na hora, animada com a chance de cara a cara com o chefe, o marido e a parceira dele.
No sábado à tarde, eu e a Gi nos arrumamos com roupas bem alinhadas, mas neutras, sem nada apelativo. Quando estávamos quase saindo da nossa casa, fomos surpreendidos: a Emilly e o Vini apareceram de surpresa. A Emilly deixou claro que, como Diretora de Governança, faria questão de ir junto para supervisionar tudo de perto e garantir que o mal-entendido morresse ali.
Fomos no mesmo carro até o condomínio do Felipe. Era um lugar incrível, e a casa dele era de alto padrão, enorme, com fachada moderna e vidros espelhados.
Apertei a campainha com o coração acelerado.
Alguns segundos depois, a porta se abriu. Um cara de altura média, muito bonito, sem barba e de rosto marcante nos recebeu. Era o Pedro. Ao lado dele estava a Sabrina: uma morena de pele clara, absurdamente gostosa, com um corpo atlético e curvas impecáveis que chamavam a atenção mesmo usando um vestido simples e comportado.
— Boa tarde. Entrem, por favor — o Pedro disse, educado, dando espaço.
O Felipe veio da sala logo atrás, sério como sempre. A Sabrina encarou o nosso grupo com os olhos bem atentos, braços cruzados, analisando cada um de nós de cima a baixo.
Nos sentamos na sala de estar. O clima estava denso, tenso e muito silencioso.
A Sabrina quebrou o gelo, com uma voz calma, mas extremamente desconfiada:
— A gente aceitou receber vocês porque o Felipe preza muito pela transparência. Eu tenho a mente super aberta pra nossa vida pessoal, não sou preconceituosa com nada... Mas eu sou muito exigente com a verdade. E eu quero entender de onde veio essa história, Vitor. De onde você tirou que tinha essa intimidade toda com meu marido?
O Pedro nos observava em silêncio, curioso, enquanto a Emilly e o Vini prestavam atenção em cada vírgula. A Sabrina me encarava fixo, esperando uma resposta que a convencesse de que eu e o Felipe não tínhamos nada esquisito na empresa.
Olhei bem nos olhos da Sabrina. Mantive a voz firme, sem vacilar:
— Sabrina, a culpa foi toda minha. Eu interpretei mal a convivência no escritório e achei que podia pular etapas. A verdade é que o Felipe nunca me deu abertura nenhuma dentro da empresa. Ele sempre foi 100% profissional comigo. A mensagem foi uma iniciativa minha e da Giovana, porque a gente tem uma vida aberta e achou que podia propor algo assim.
A Sabrina não piscou. Ela me encarou por longos segundos, medindo cada palavra, e depois virou devagar para a Gi.
— E você, Giovana? — a Sabrina perguntou, com o tom calmo, mas afiado. — Você apoia o seu marido nisso de sair mandando mensagem pro chefe dele?
— Apoio, Sabrina — a Gi respondeu de primeira, com uma tranquilidade absurda. — A gente joga limpo um com o outro. Nós queríamos conhecer vocês porque admiramos a postura do Felipe e a discrição de vocês. Mas se a gente errou no tom ou te causou qualquer desconforto, eu te peço desculpas diretas agora. De mulher pra mulher.
O silêncio tomou conta da sala de estar por quase meio minuto. O Pedro se ajeitou no sofá, trocando um olhar rápido com o Felipe. A Emilly e o Vini continuavam em silêncio, apenas observando a dinâmica.
A Sabrina relaxou os braços cruzados, soltando o ar devagar. A postura defensiva dela deu lugar a uma expressão calculista e curiosa.
— Vocês têm coragem, admito — disse a Sabrina, olhando da Gi pra mim. — Muita gente amarelaria na primeira ameaça de demissão. O Felipe é um homem muito atraente, eu sei disso. E se tem uma coisa que eu não suporto é mentira ou falsidade. Mas se vocês estão dizendo que foi só um interesse de casais, sem canalhice de bastidor... a história muda de figura.
O Pedro encostou o corpo pra trás e deu um sorriso leve, quebrando a tensão do ambiente:
— O Vitor foi direto ao ponto. Gostei disso. E a Giovana não é de se jogar fora
O Felipe pigarreou, mantendo a pose séria, mas a testa dele já não estava mais franzida. Ele olhou pra Sabrina, depois pra Emilly, e por fim fixou o olhar em mim:
— A retratação tá aceita. Mas o assunto da empresa morre aqui — o Felipe disse, sério. — Agora que tá tudo esclarecido, vamos lá pra trás comer alguma coisa.
Ele nos guiou até a área gourmet no quintal. O lugar era incrível, com uma churrasqueira enorme de inox, uma bancada de granito preto e uma piscina bonita ao fundo. O Felipe acendeu o carvão e começou a preparar uns cortes nobres de carne, sempre atento e focado.
Mesmo com o clima mais calmo, a Sabrina não tirava o olho da gente. Ela sentou num banco alto da bancada, conversando com a Emilly de forma educada, mas ainda testando os limites de cada um com perguntas sobre a nossa vida.
Eu e o Vini fomos até a bancada pegar uns copos e uns petiscos. Ele me deu um tapa forte no ombro e falou baixo:
— Porra, cara... achei que tu ia rodar de verdade hoje — o Vini disse, rindo aliviado do meu lado. — Mas tu mandou bem pra caralho na conversa. Tu é meu irmão, mano. Se desse merda, eu saía daquela empresa contigo.
— Valeu, Vini — respondi, sorrindo pra ele. — A gente tá junto nessa desde o começo, cara. Eu não ia deixar você na mão.
O Vini é meu melhor amigo há anos, a gente se conhece bem e joga junto em tudo, desde os perrengues do trabalho até as loucuras com a Gi e a Emilly. Ter ele ali do meu lado me deu a firmeza que eu precisava.
Nós dois voltamos pra perto da churrasqueira. O Pedro estava trocando uma ideia com a Gi perto do balcão, rindo das histórias dela, enquanto o Felipe cuidava da carne sem perder a pose de chefe durão.
A conversa rolava solta, mas dava pra sentir que a Sabrina e o Felipe ainda estavam analisando a gente, medindo cada passo do nosso grupo.
A tarde passou sem mais sustos. A carne estava excelente, a conversa continuou suave, e o Felipe se manteve no controle absoluto o tempo todo — compenetrado, calmo e sem dar brecha pra nada mais ousado. A Sabrina até relaxou um pouco mais, mas não tirava os olhos da gente. Por volta das seis da tarde, nos despedimos e saímos de lá.
Em vez de ir cada um pro seu canto, fomos direto pra casa da Emilly. Assim que a porta da sala se fechou, a tensão da tarde inteira se transformou em outra coisa.
A Gi tirou os sapatos alto, jogou a bolsa no sofá e soltou o cabelo, dando uma suspirada funda. A cara dela entregava tudo.
— Meu Deus... — a Gi disse, passando a mão pelo pescoço quente. — O Felipe é um absurdo de homem. Aquele jeito todo certinho, sem beber nada, cuidando de tudo na churrasqueira... Eu fiquei ensopada a tarde inteira só de olhar pra ele.
— Não começa, Giovana — a Emilly cortou na hora, enquanto servia uma água pra ela na cozinha. Ela voltou pra sala com a postura rígida de sempre. — O Felipe não é qualquer um. Ele é o CFO da empresa. Hoje a gente conseguiu salvar a pele do Vitor por pouco. Ficar insistindo nisso é procurar problema pra cabeça.
— Ah, para, Emilly! — o Vini entrou no meio, rindo e se encostando no balcão. — Você não viu o jeito que a Sabrina olhou pra gente no final? Eles curtem o esquema, pô. O Pedro deu a maior moral pra Gi e pro Vitor.
— Uma coisa é eles curtirem na vida privada deles, com gente de fora — a Emilly respondeu, olhando bem sério pra mim e pro Vini. — Outra coisa é envolver o trabalho. O Felipe morre de medo de dar merda no compliance de novo. Se a gente der mais um passo em falso, ele surta e manda todo mundo pro olho da rua. Não é uma boa ideia tentar entrar na vida dele. Esqueçam isso.
A Gi me olhou de canto de olho, com um sorriso sacana no rosto, totalmente surda para os avisos da Emilly. Ela queria o chefe, e a proibição da Emilly só deixava a ideia ainda mais gostosa.
A Emilly deu um último gole no copo de água, olhou de cima a baixo pra mim e balançou a cabeça, meio irritada com a nossa teimosia.
— Eu vou lá em cima tomar um banho e me trocar — ela disse, virando de costas e indo em direção à escada. No meio do primeiro degrau, ela parou, olhou pra trás e me encarou com um tom provocante. — Vitor, sobe aqui um minuto. Preciso que você me ajude a escolher qual lingerie eu vou usar.
O Vini e a Gi nem ligaram. O Vini já estava abrindo o frigobar e a Gi continuava jogada no sofá, ainda com a cabeça no churrasco do Felipe.
Subi a escada logo atrás da Emilly. O andar de cima da casa dela era silencioso. Ela caminhou até o quarto principal, abriu a porta e deu espaço pra eu entrar, trancando a porta com um clique seco logo em seguida.
Ela foi direto pro closet enorme, iluminado com luzes amarelas bem suaves. Em cima da poltrona, já tinha duas caixas abertas com lingeries e fantasias eróticas novinhas.
— O Vini me disse pra pegar a sua opinião também — a Emilly falou bem baixo, abrindo o zíper do vestido pelas costas sem cerimônia nenhuma. O tecido caiu até os pés dela, deixando ela só de calcinha. — E como você adora dar palpite, quero ver o seu gosto.
Ela se virou devagar pra mim, me olhando no fundo dos olhos pra ver a minha reação.
— Qual dessas duas você prefere ver no meu corpo? — ela perguntou, apontando pra uma fantasia erótica de renda preta cheia de tiras e outra vermelha, bem cavada e transparente.
Dei dois passos pra frente e peguei a peça de renda preta cheia de tiras na mão. Senti o tecido macio entre os dedos e olhei pra ela:
— A preta, com certeza. Vai destacar pra caralho no seu corpo.
A Emilly deu um sorriso de canto, pegou a lingerie preta da minha mão e jogou a vermelha — a bem cavada e transparente — na minha direção.
— Pega essa e leva pra Giovana. Eu sei que ela vai adorar — ela disse, já tirando a calcinha pra vestir a peça nova ali mesmo na minha frente.
Peguei a peça vermelha e descemos a escada. O Vini e a Gi estavam no sofá grande da sala, conversando baixo e rindo de um corte no canal de TV. Quando nos viram chegar, a Gi olhou pra minha mão e os olhos dela brilharam na hora.
— Isso é pra mim? — a Gi perguntou, levantando num pulo.
— Presente da Emilly — respondi, entregando pra ela.
A Gi nem pensou duas vezes. Ela foi pro banheiro do andar de baixo e voltou três minutos depois só com a lingerie vermelha. Ficou linda demais. A Emilly desceu em seguida com a preta, e o clima da sala mudou completamente num estalo.
O Vini puxou a Gi pela cintura devagar, fazendo ela sentar no colo dele no sofá. Ele começou a dar beijos calmos no pescoço dela, subindo pros lábios de um jeito bem suave, sem pressa nenhuma. A Gi suspirou fundo, entregando o corpo pro toque dele.
Eu sentei no outro canto do sofá grande. A Emilly veio na minha direção, subiu no meu colo de frente pra mim e me abraçou pelo pescoço, encostando a testa na minha.
— Chega de falar do Felipe por hoje — ela sussurrou no meu ouvido, dando um beijo lento na minha bochecha antes de selar nossos lábios num beijo quente, demorado e bem calmo.
O som da sala era só da TV ligada no volume baixo e das nossas respirações ficando mais pesadas a cada segundo. O toque no corpo de cada um ia esquentando naturalmente, enquanto o Vini tirava a lingerie da Gi devagar e a Emilly puxava a minha camisa pra fora da calça.
A noite na sala da Emilly continuou num ritmo quente e contínuo. As luzes indiretas do ambiente deixavam a iluminação perfeita, refletindo a pele suada das duas.
O Vini deitou a Gi no sofá grande. Ele desceu os beijos pela barriga dela, puxando a calcinha vermelha transparente devagar pelas pernas até tirá-la por completo. A buceta da Gi já estava completamente molhada, brilhando sob a luz fraca. O Vini se ajoelhou no chão, abriu bem as pernas dela e afundou a boca ali. A Gi deu um gemido alto, segurando no cabelo dele enquanto ele passava a língua de baixo para cima, lambendo o clitóris com vontade e chupando sem pressa, fazendo o suco dela escorrer pelos dedos dele.
Ao mesmo tempo, a Emilly tirou a minha camisa e se posicionou de quatro no outro canto do sofá, usando a peça de renda preta aberta na parte de trás. A buceta dela é linda, lisinha, rosada e estava derramando de tão úmida. Me aproximei por trás, segurei firme na cintura dela e passei a cabeça do meu pau na entrada molhada dela, sentindo o calor absurdo daquele corpo.
Empurrei devagar até entrar todo. A Emilly soltou um suspiro fundo, empurrando o quadril pra trás pra me receber mais fundo. Comecei a meter num ritmo firme e gostoso, ouvindo o som alto da minha pélvis batendo na bunda dela e o barulho molhado de cada enfia e tira. A aperto da buceta dela era surreal, me abraçando a cada estocada.
Depois de um tempo, trocamos de posição. O Vini colocou a Gi de quatro do meu lado, e a Emilly sentou por cima do meu pau de frente pra mim, rebolando forte e rápido, enquanto eu chupava os peitos dela. Do lado, o Vini metia com força na Gi, segurando firme nos quadris dela, fazendo o sofá ranger com o impacto. As duas gemiam alto, juntas, num coro que deixava a sala ainda mais quente.
Quando sentimos que estávamos no limite, o Vini e eu nos olhamos. Paramos a meteção ao mesmo tempo e tiramos os paus de dentro delas.
A Emilly e a Gi já sabiam exatamente o que fazer. Elas se ajoelharam no tapete, lado a lado, olhando pra gente com os olhos famintos. A Gi pegou o pau do Vini e a Emilly pegou o meu, com as bocas bem abertas e a língua pra fora.
Começamos a nos masturbar na cara delas, bem perto dos lábios delas. Não demorou nem dez segundos. Eu segurei na cabeça da Emilly e dei as últimas bombeadas, jorrando uma porra grossa e quente direto na boca dela, cobrindo a língua, os dentes e o queixo dela. O Vini gozou logo em seguida, despejando vários jatos fortes e fartos direto no fundo da garganta e na língua da Gi.
As duas receberam tudo sem piscar, engolindo uma parte e deixando o resto escorrer pelos cantos da boca, sorrindo satisfeitas, totalmente lambuzadas de porra sob a iluminação da sala.
Depois de limparem os rostos e recuperarem o fôlego, todo mundo se vestiu com calma. A Gi e a Emilly ainda trocavam risadinhas cúmplices enquanto ajeitavam as roupas. Me despedi do Vini com o nosso aperto de mão característico e dei um beijo na Emilly. Eu e a Gi voltamos para casa, exaustos e completamente satisfeitos com o rumo que a noite tomou.
No domingo de manhã, o meu celular apitou com uma mensagem do Vini chamando para um futebol society com o pessoal do bairro. Aceitei na hora. Era o programa perfeito para desocupar a cabeça depois de um fim de semana tão denso.
O jogo foi pesado, debaixo de um sol forte. Jogamos por quase duas horas e, quando a partida acabou, sentamos no banco de reservas da quadra para descansar.
O Vini tirou a camisa do time e jogou no ombro. O corpo dele estava totalmente coberto por uma camada fina de suor que brilhava sob a luz do sol, destacando a definição do peitoral e do abdômen. As gotas de suor escorriam devagar pelo pescoço dele, descendo pelo peito e sumindo na tora do calção esportivo. Ele pegou uma garrafa d'água, virou metade na boca e jogou o resto na cabeça, sacudindo o cabelo molhado para trás.
O cheiro viril de suor misturado com o perfume que ele tinha usado antes do jogo subiu forte.
Fiquei encarando o corpo do meu melhor amigo por alguns segundos, acompanhando a respiração funda dele fazer o tórax subir e descer. Um tesão repentino e violento tomou conta de mim ali mesmo no banco, me pegando de surpresa com o volume que começou a se formar no meu próprio calção.
O Vini percebeu o meu olhar, olhou para baixo de canto de olho e deu um sorriso de lado, provocante:
— Que foi, mano? Tá me olhando assim por quê? Gostou do que viu?
O Vini me deu uma cotovelada fraca no braço, deu um sorriso sacana e levantou do banco, indo direto para o vestiário da quadra. O local estava vazio, já que o resto do pessoal tinha ido embora para o bar da esquina. Mantenho a cabeça erguida, olho para os lados e vou atrás dele.
Assim que entrei, o Vini trancou a trinquinha da porta de alumínio. O som do trinco ecoou no ambiente abafado. Ele veio pra cima de mim na hora, empurrando minhas costas contra os azulejos frios da parede e selando a boca na minha num beijo quente, pesado, com gosto de suor e água fresca.
A gente não perdeu tempo. O tesão acumulado da semana inteira e da noite anterior explodiu ali. O Vini ajoelhou direto no chão do vestiário, puxou meu calção pra baixo de uma vez e colocou meu pau inteiro na boca. A boca dele estava quente, a língua dele envolvia a minha cabeça com força, chupando até o fundo num ritmo guloso e rápido. Soltei um gemido baixo, segurando no cabelo molhado dele e metendo a rola pra frente na garganta dele.
Depois de alguns minutos me fazendo delirar, puxei o Vini pra cima. Invertemos as posições. Fiz ele se encostar na pia, tirei a bermuda dele e peguei o pau dele, que já estava duro e babando. Botei na boca na hora, lambendo desde a base até a cabeça, engolindo ele todo e fazendo um barulho molhado que tomou conta do vestiário. A troca de mamada foi rápida, violenta e cheia de vontade.
Sem aguentar mais só na boca, virei o Vini de costas pra mim e apoiei os braços dele no balcão de granito. A bunda dele estava suada e quente. Cuspi na minha mão, passei na cabeça do meu pau e na entrada dele. Ele olhou pra trás por cima do ombro, respirando fundo:
— Enfia logo essa porra, Vitor...
Empurrei de uma vez. O Vini deu um urro abafado quando meu pau entrou rasgando no cuzinho dele. Comecei a socar com força por trás, ouvindo o barulho seco da minha virilha batendo nas nádegas dele. As pernas dele tremiam, mas ele empurrava o quadril pra trás na mesma intensidade, pedindo mais.
Fiquei nesse ritmo forte até sentir que ia explodir. Tirei meu pau de dentro dele, virei o Vini de frente e ele me colocou contra a parede. Ele segurou minhas pernas no alto, levantou meu corpo e me enterrou no pau dele de uma vez só. Agora era a vez dele me foder. O Vini estocava fundo, com raiva, olhando nos meus olhos enquanto metia dentro de mim. O calor do corpo suado dele colado no meu deixou o momento insano.
A gente gozou quase juntos. O Vini me desceu, a gente se masturbou na frente um do outro com rapidez, e jorramos porra na barriga e no peito um do outro, arfando alto, encostados na parede do vestiário e tentando recuperar o fôlego.
Ainda arfando pesadamente contra os azulejos frios, o Vini deu um sorriso sacana e se aproximou. Sem dizer uma palavra, ele começou a passar a língua pelo meu peito, lambendo a porra quente e espessa que cobria a minha pele. Desci o olhar para a barriga dele e fiz o mesmo, limpando os jatos que tinham caído no seu abdômen tanquinho. A gente se lambeu por inteiro, saboreando o gosto do outro até não sobrar quase nada.
Demos uma chuveirada rápida só para tirar o suor do jogo, vestimos as roupas esportivas e ajeitamos o cabelo no espelho.
O Vini destrancou a porta com cuidado e olhou para o corredor. O caminho estava livre. Saímos do vestiário rapidamente, mantendo uma distância natural e voltando ao tom normal de conversa sobre o jogo, garantindo que ninguém no complexo esportivo desconfiasse do que tinha acabado de acontecer ali.
Quando dobrei o corredor junto com o Vini em direção à saída, dei de cara com o Alex. Ele estava encostado perto das catracas, e era impossível não reparar no cara. O Alex é um absurdo de gostoso, com um porte físico forte, tórax largo e barriga trincada. Ele faz bem o estilo maloqueiro chique de bairro: bermuda tactel, correntes grossas de prata no pescoço e uma marra de quem sabe que é bonito. O corpo dele é quase todo tomado por tatuagens — um fechamento pesado em preto e cinza sobe pelo braço direito e no peito.
Quando ele viu a gente se aproximando, soltou uma risada de canto cheia de malícia e cruzou os braços fortes sobre o peito.
— Porra, rapaziada... da próxima vez tenta abafar o som, tá? — o Alex falou num tom baixo e brincalhão, dando uma piscada direta pra mim. — O vestiário é colado no corredor, deu pra ouvir os gemidos de longe. Mas de boa... só peço uma coisa: me chama pra participar na próxima.
O Vini travou a postura na hora, mas disfarçou rápido, soltando uma risada seca e ajeitando a mochila nas costas:
— Tá doido, Alex? Que gemido o quê, mano? A gente tava lá dentro quase saindo na porrada por causa de lance do jogo, fora o chuveiro que tava fazendo um barulho da porra. Tá viajando.
— É, mano, viaja não — completei na hora, mantendo a voz firme e encarando ele de cabeça erguida. — A gente só tava tirando o suor do jogo pra ir embora.
O Alex só deu mais uma risada debochada, medindo a mim e ao Vini de cima a baixo com um olhar bem sacana:
— Sei... brigando por causa do jogo. Beleza então, rapaziada.
Ele deu dois tapinhas no ombro do Vini e passou pela gente com aquele sorriso de lado, deixando um rastro de provocação no ar.

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  • PA22: Vino e vitor estão perdendo a noção do perigo, pqp!

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