Enteado 01
Meu nome é Camila, tenho 35 anos. Sou casada há dois anos com Tadeu, de 44. Não temos filhos juntos, mas ele tem um: Fabrício, de 18 anos. Desde o começo do nosso relacionamento nos demos bem. Há três anos moramos todos na mesma casa.
O que vou contar aconteceu no aniversário do Tadeu.
Fizemos um churrasco em casa. Chamamos alguns amigos e familiares. A noite foi boa, animada. Quando tudo terminou e a casa ficou vazia, fomos para o quarto. Tadeu estava bem alegre… e bem alcoolizado. Transamos. Apesar do estado dele, foi gostoso. Ele gozou na minha boca. Eu não. Depois disso, ele apagou quase imediatamente.
Eu fiquei ali, ainda com vontade, mas resolvi deixar passar. Era o aniversário dele e ele estava bêbado. Levantei, coloquei a camisa dele e fui até a cozinha beber água. Na volta, esqueci de fechar a porta por completo. Deitei e tentei dormir.
Pouco tempo depois, acordei sentindo alguém me tocando. No primeiro segundo pensei que era o Tadeu. Abri os olhos e vi ele profundamente dormindo ao meu lado. Gelei.
Só podia ser o Fabrício.
Ele estava com o dedo no meu clitóris, massageando devagar. Um frio subiu pela barriga. Estava bom. Gostoso demais para eu reagir. Fiquei quieta. Ele percebeu que eu não me mexia e ficou mais ousado. O dedo começou a deslizar molhado da minha buceta até o meu cuzinho, subindo e descendo, espalhando a umidade. Eu tentava não contrair, mas o tesão só aumentava. Apertei o travesseiro com força.
Ele parou por um momento. Achei que tinha ido embora. Então senti algo maior se esfregar em mim. No começo fiquei em dúvida, mas logo entendi: era o pau dele. Ele pressionou a cabeça contra a minha entrada, que já estava encharcada, e eu senti a glande entrando. Era diferente do do pai. Mais grosso.
Aí voltei a mim. Mesmo gostando, decidi interromper. Me virei de barriga para cima. Ele parou por alguns segundos.
Mas não desistiu.
Logo senti a mão dele no meu peito, apertando o bico com cuidado. A outra mão voltou para o clitóris e, em seguida, os dedos entraram em mim. Ele sentiu o quanto eu estava molhada. Começou a ir mais fundo, mexendo os dedos dentro de mim enquanto eu tentava permanecer imóvel.
Abri os olhos bem devagar. Ele estava em pé ao lado da cama, encarando minha buceta. Olhei para o lado e vi o pau dele duro, apontando para cima, maior que o do Tadeu. Queria sentir aquilo dentro de mim. Queria tanto.
Ele começou a se masturbar ali mesmo, bem perto, enquanto os dedos continuavam me fodendo. Minha buceta contraía em volta deles. Eu estava prestes a gozar.
Foi quando ele gozou. Senti a porra quente escorrer na minha barriga. Os dedos saíram devagar. Ele se afastou, saiu do quarto e fechou a porta.
Eu não consegui me controlar. Assim que ele saiu, comecei a me tocar freneticamente, pensando no pau do meu enteado. Gozei forte. Fazia tempo que não gozava daquele jeito.
Fiquei deitada um tempo, tentando recompor a respiração. Depois, apaguei
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