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Treino de Ciclismo com dildo – parte 1

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doida por dildo

neste escola o treine livre com dildo nas bike e materia para as garotas

garotas é claro que não vou deixar vocês pedalarem por diversão nas nossas novas bikes de treinamento. E sim… tem um elemento educacional bem grande pra hoje.
As garotas hoje vao treinar e todas lindas morenas de cabelo bagunçado e corpos suados de suor já, olharam umas pras outras com cara de quem sabiam exatamente o que viria.
“Os assentos dessas bikes têm um pistão de alumínio que abre pra baixo. Quando vocês apertarem a alça de treinamento, o pistão sobe e empala o dildo cravejado bem fundo no seu cu. Cada puxada é um golpe. Cada empurrada pra frente é o dildo entrando mais ainda até o talo. E o vibrador dentro dele vai vibrar no ritmo da sua respiração.”
Anne entregou o tubo de gel com um sorrisinho.
“Vocês só podem usar isso como lubrificante hoje. É a regra educacional. Vai queimar um pouco… é parte do treino.”
Mia foi a primeira a subir na bike da esquerda. Luna na do meio, Sofia na da direita e Isabel por último. Anne apontou para a pista de agilidade.
“Vocês vão fazer a volta completa da pista. Obstáculos, rampas, curvas fechadas, tudo. O dildo cravejado vai ficar girando dentro de vocês o tempo todo. E o prêmio? O time que terminar a volta mais rápido sem cair ganha o direito de beber o líquido da garrafa de cerveja do outro time… mas com a cara de quem ganhou.”
As quatro garotas se olharam. Nenhuma tinha medo. Todas tinham o mesmo pensamento: “quero ser a última a cair”.

As quatro pedalando juntas no começo, o dildo cravejado (10 cm de grosso,28 cm de longo) já estava totalmente empalado até o talo dentro dos cu delas. O pistão subia e descia a cada movimento do corpo.
Mia na frente, pernas abertas, buceta já pingando.

“Porra… tá tão fundo que eu sinto o talo do dildo batendo no meu útero…”

Ela empurrou com força, o dildo cravejado girando com um som molhado. O gel escorria pelo cu dela e pingava no banco
Luna atrás dela, gemendo baixo:

“Ahhh… cada puxada eu sinto o vibrador direto no meu ânus… tá queimando gostoso pra caralho…”
Sofia e Isabel vinham no meio, cu mais apertado, mas o dildo cravejado abrindo elas devagar. O calor da pasta de dente estava fazendo o vibrador vibrar mais forte.
Quando chegaram na primeira rampa o dildo cravejado empalou mais fundo ainda. As quatro soltaram um gemido coletivo.

“Meu cu… tá se abrindo inteiro…” Isabel gritou, voz rouca.
A pista era cheia de curvas e obstáculos baixos. Cada vez que elas pedalavam contra a resistência, o pistão subia e descia com força.

O dildo cravejado entrava e saía como se estivesse vivo, girando, vibrando, fodendo o cu delas sem piedade.
Sofia foi a primeira a cair na primeira curva fechada. A roda travou. O dildo cravejado saiu com um estalo molhado, saindo do cu dela como uma bala. Ela caiu de quatro, buceta e cu brilhando de lubrificação branca, gemendo alto:

“Foda… que delícia… entrou mais… mas ainda tô molhada pra porra!”

“Fica de quatro e espera a recompensa do perdedor, Sofia. A garota que cair por último bebe a cerveja toda com o cu exposto.”

as outras não aquentaram só as irma putinhas continuam.
Mia e Luna estavam juntas, pedalando lado a lado, cu completamente empalados e fodendo um no outro com os dildos cravejados. Cada pedalada delas fazia o pistão bater contra a bunda da outra.
“Eu tô sentindo o seu cu ainda cheio do meu dildo…” Mia rosnou, voz rouca.

“E eu sentindo o seu vibrador vibrando direto no meu… porra, eu vou gozar antes da metade…” Luna respondeu, pernas tremendo.
Elas aceleraram. A pista tinha uma rampa dupla. Quando as duas subiram, os dildos cravejados empalaram até o talo de uma vez só. As duas gritaram ao mesmo tempo:
“AAHHH PORRA!”

O vibrador dentro delas girava sem parar. Mia gozou primeiro, jatos quentes escorrendo pela buceta e pingando no chão. Luna veio logo depois, corpo inteiro tremendo, cu apertado ao redor do dildo cravejado que não parava de foder ela.

O dildo cravejado saiu com força, saindo do cu dela em um jorro de pasta de dente e lubrificação. Ela caiu de lado, gemendo:

“Meu cu… tá doendo… mas ainda tô sentindo o vibrador… porra…”

Só Mia e Luna continuavam. As duas estavam completamente molhadas, cu brilhando, buceta escorrendo. Cada pedalada era um show de foda no cu.

O dildo cravejado girava tão forte que parecia que ia quebrar.

“Então vai mais rápido, sua vadia…” Luna respondeu, mordendo o lábio.
Elas aceleraram. A pista tinha o obstáculo final: uma subida de 40 cm + uma curva de 180 graus. Quando subiram, os dois dildos cravejados empalaram até o talo de uma vez só, vibrando no máximo.
As duas gozaram juntas, gritos ecoando pela pista. Jatos de porra e lubrificação escorrendo pelas pernas, pingando no chão. O corpo inteiro tremendo, cu ainda aberto e pulsando.
Elas cruzaram a linha de chegada juntas, rindo e respirando pesado.

“Vencedoras… vocês vão tomar a cerveja toda com o cu exposto.
E se alguém cair de novo, vai beber sem a cerveja — vai beber a porra que saiu dos cu de vocês.”
rindo com os instrutores
Mia e Luna sorriram, cu ainda brilhando, buceta pingando.

“Aceito a recompensa, professora.”
Elas se ajoelharam na pista, abriram as pernas, cu exposto e ainda pulsando. As duas encheram a garrafa de cerveja com a boca, gemendo baixinho enquanto tomavam os goles, testosterona e porra misturadas na língua.
Isabel e Sofia, ainda no chão, só olharam com fome.
Anne sorriu.

“Próxima aula… vamos ver quem consegue fazer o dildo cravejado chegar mais fundo ainda.”
As quatro garotas de 21 anos riram, cu latejando, cu com fome.

Segunda Aula — Treino de Ciclismo — Pista de Agilidade

hoje eu vou deixar vocês em dupla só. Mia e Luna. Porque eu quero ver exatamente o quanto vocês conseguem aguentar quando o dildo cravejado é grosso pra caralho.”
As duas subiram na pista lado a lado. As bikes de treinamento já estavam montadas: pistão de alumínio, dildo cravejado de 35 cm de comprimento e 10 cm de grossura, com 12 cravos finos e longos que saíam em todas as direções, perfeitamente lubricados com uma boa camada de gel (a mesma regra de sempre).
Anne sorriu.

“Vocês vão fazer a volta completa da pista de 8 obstáculos. Cada vez que vocês pedalarem forte, o pistão vai subir e empalar o dildo cravejado até o talo.
Os cravos vão girar dentro do cu, rasgando, fodendo o ânus de vocês sem misericórdia. Vocês vão sentir que não consegue chegar ao final. Vai doer. Vai queimar. E vai ser gostoso pra porra.”
Mia olhou pro cu de Luna com um sorrisinho.

“Você aguenta 35 cm com esses cravos, Luna?”

Luna passou a língua nos lábios, já molhada.

“Eu quero ver você tentar.”
Elas pedalaram juntas no começo. As duas bucetas já estavam pingando. Quando começaram a subir a primeira rampa, o dildo cravejado de Mia subiu devagar, o furo apertado tentando abrir o círculo largo.

“Porra… tá entrando…” Mia gemeu, voz rouca.

“Mais… força…” Luna respondeu.
O pistão empalou 10 cm. 12. 14. 26. e sumindo

Mia soltou um gemido alto quando os 35 cm bateram até o talo, o vibrador dentro vibrando no máximo.

Os cravos finos rasgaram o cu dela por dentro, fodendo sem parar. Ela tentou acelerar, mas o dildo cravejado não deixava — cada pedalada era um empalamento mais fundo ainda.

“Não… não consigo… tá demais… ahhh!”
Ela parou na rampa, pernas tremendo, cu completamente cheio até o talo, cabeça do dildo cravejado batendo contra o útero. Suor escorrendo pelo corpo, buceta escorrendo na pista.
Luna foi a próxima. Ela subiu atrás de Mia, o dildo cravejado de grossíssimo entrando mais fácil porque já estava molhado.

“Meu cu tá se abrindo inteiro…” Luna sussurrou, olhando pro cu de Mia ainda cheio. “Deixa eu sentir o seu.”
Ela acelerou. O pistão subiu com força. Os dildos foram empalados até o talo de uma vez só. Os cravos viraram e rasgaram o cu dela. Luna gritou, corpo inteiro tremendo.

“Porra… não consigo… meu cu tá cheio demais… eu tô sentindo os cravos furando meu cu por dentro… ahhh!”
Elas pedalavam juntas agora. Cada movimento fazia os dois dildos cravejados empalarem e saírem ao mesmo tempo, os cravos girando, fodendo o cu de ambas. A pista tinha uma curva fechada de 90 graus com um obstáculo baixo. Quando entraram, os dois dildos cravejados empalaram até o talo de novo.

“Eu não consigo… não consigo chegar até o final…” Mia choramingou, voz de vadia.

“Eu também… meu cu tá doendo gostoso pra caralho… mas ainda quero mais…” Luna respondeu, gemendo sem parar.
Elas caíram de joelhos na pista depois de 7 minutos. Os dois dildos cravejados saíram com um som molhado, saindo do cu de Mia e Luna em um jorro de pasta de dente e lubrificação branca. As duas caíram de quatro, cu aberto, pulsando, buceta escorrendo, olhos vidrados de prazer.
“Eu não aguento… é muito cravo doe demais é o maior que já usei…” Mia sussurrou, passando a mão no cu ainda quente.

“Eu também… mas eu quero tentar de novo na próxima volta…” Luna respondeu, já molhada pra caralho.

“Porra… a gente acabou de usar e é grosso e cravejado e ainda tá molhada pra foder de novo…”

De repente…
O portão da pista abriu com um estrondo.

Mia e Luna congelaram.

Seu pai apareceu primeiro, seguido pela mãe. Os dois tinham cara de quem tinha vindo resolver alguma coisa da faculdade.
O pai de Mia e Luna viu as duas filhas la na pista, e nuas e com cu ainda brilhando de lubrificação, buceta pingando, dildos cravejados jogados no chão.

“Que porra é essa?!” ele gritou.

“Vocês duas… o que está acontecendo aqui?!”
A mãe, com os olhos arregalados, cobriu a boca.

“Meninas… vocês estão empaladas … são dildos mesmo e assim peladas?!”
Mia e Luna se levantaram rápido, tentando cobrir a buceta com as mãos.

“Pai… mãe… não é o que parece…” Mia gaguejou.

“É… é só treino…” Luna mentiu, voz tremendo.
O pai puxou as duas pro lado,

“Treino? Vocês duas estão completamente peladas, buceta a monstra… e um dildo cravejado ali no chão? Isso não é treino nenhum, é… é… eu vejo que vocês estão suadas, mas isso aqui é suco escorrendo e marcas de dedos…!”
A mãe começou a lembrar que estao em publico

“Filhas… olha pra vocês… eu tô preocupada pra caralho. Vocês não contam nada pra gente… e agora eu vejo vocês assim? Com esses brinquedos… isso é perigoso! Vocês não podem continuar fazendo isso sozinhas!”
Mia olhou pro cu ainda pulsando e pra buceta molhada.

“Pai… mãe… eu juro que não… é só… parte do treino da faculdade…”
Luna apertou a mão do pai.

“Eu… eu tô bem… realmente… mas… tô com medo de contar que não aguento mais os dildos tão grossos…”
As duas irmas olharam uma pra outra, suadas, cu latejando, buceta vermelhas, e falaram ao mesmo tempo:
“Eu consigo chegar até o talo com o dildo cravejado de 35 cm e gratificante mae…”

O pai e a mãe trocaram um olhar preocupado.

“Vamos levar vocês pra casa agora”, o pai disse firme.

“Vocês duas não voltam mais pra essa pista de agilidade hoje… e amanhã eu quero falar com a professora.”
Mia e Luna só conseguiram sorrir de lado, ainda molhadas, cu pulsando, pensando no próximo treino… quando ninguém estivesse olhando.

Outro dia

“Hoje a gente vai testar o limite real. Só Mia e Luna. E eu trouxe algo novo pra vocês… um motor de bicicleta japonês de verdade. O dildo cravejado agora sobe e desce sozinho, empurrando pra dentro e pra fora com força, sem parar. 40 cm de grosso, 12 cm de diâmetro, 20 cravos finos e longos… e o motor vai girar no ritmo da pedalada. Vocês não vão conseguir chegar ao talo, meninas. O pistão vai empalar vocês mais fundo a cada segundo. E quando vocês squirtearem… a pista inteira vai ficar molhada.”
Mia e Luna subiram na pista sem dizer nada. As duas bucetas já estavam pingando. Elas montaram as bikes. O pistão abriu. Os motores japoneses de bicicleta de dildo acenderam com um zumbido baixo. Os dildos cravejados subiram devagar, empalando o cu de Mia e Luna de uma vez só.
“Porra… já tá entrando…” Mia gemeu, pernas tremendo.

“Não consigo… tá muito grosso… e o motor tá subindo e descendo sozinho…” Luna respondeu, voz falhando.
Elas pedalaram. Cada pedalada fazia o motor empurrar o dildo cravejado mais fundo. Os 18 cm foram até o talo. Os cravos giraram dentro do cu, rasgando.

“Meu cu tá se abrindo inteiro… não consigo chegar no talo… tá demais… ahhh!”

Mia gritou, corpo sacudindo. O motor parou por um segundo, só pra ela sentir a cabeça do dildo cravejado batendo direto no útero.
Luna foi a próxima. Ela acelerou. O motor japonês de bicicleta de dildo subiu com força, empalando até o talo de uma vez.

“Meu cu… tá cheio… os cravos tá furando meu cu por dentro… eu não consigo… porra… eu não consigo chegar até o talo…”

Ela tentou empurrar, mas o dildo cravejado não deixava. O motor girava sem parar, fodendo o cu dela enquanto ela tentava pedalar. Suor escorrendo, buceta pingando na pista.
Elas pedalaram juntas agora. Os dois motores japoneses de bicicleta de dildo funcionando ao mesmo tempo. Cada pedalada delas fazia os dois dildos cravejados empalarem e saírem, subindo e descendo sem parar, os 20 cravos finos rasgando os cuas de Mia e Luna.

“Eu tô squirtando… meu cu tá jorrando porra quente…” Mia gemeu, voz rouca.

“Eu também… olha… tá jorrando pra caralho na pista…” Luna respondeu, pernas tremendo violentamente.
Elas gozaram várias vezes. Jatos grossos de squirt misturado com lubrificação branca escorriam pelas coxas, pingando no chão, molhando as pernas dos dois. Os cuas pulsavam, ainda cheios dos 20 cm cravejados, mas nunca chegavam ao talo — o motor japonês de bicicleta de dildo sempre empurrava de volta antes.
“Não consigo… o motor sobe e desce… eu tô com medo que eu não aguente mais…” Mia choramingou, olhos marejados de prazer.

“Eu também… meu cu tá doendo gostoso pra caralho… mas eu quero mais…” Luna respondeu, passando a língua nos lábios.
Elas pedalaram mais 5 minutos, o motor japonês de bicicleta de dildo fodendo os cuas delas sem parar, empalando e saindo, cravos rasgando, squirt jorrando a cada pedalada forte. A pista inteira estava molhada. As duas caíram de quatro depois da última volta, cu ainda pulsando, buceta escorrendo, olhos vidrados.
“Porra… a gente não consegue chegar ao talo com esse motor japonês de bicicleta de dildo… é o maior que já usamos…” Mia sussurrou, rindo.

“Eu sei… mas eu quero tentar de novo amanhã…” Luna respondeu, já molhada de novo só de lembrar.
Elas se levantaram, pernas moles, cu brilhando, buceta pingando. As duas olharam uma pra outra e sorriram.

De novo o pai e mae assistem

O pai viu tudo. As duas filhas na pista, nuas e buceta a monstra elas não tem vergonha mesmo, dildos cravejados na xotinhas dela e molhadas de squirt e lubrificação de gel. Ele parou, olhos arregalados.

“Filha olha pra vocês… peladas e exposta, buceta toda molhada e vermelhas… e esses brinquedos aí no … isso não é treino nenhum, caralho! Vocês duas estão completamente peladas, porrinha escorrendo nas pernas, cu pulsando… isso é… isso é… eu tô preocupado pra caralho com vocês!”

olha pra sua buceta… tá linda… parecida com a minha… sempre foi bonita, igualzinha com a minha, bem rosadinha, greluda tambem

eu sempre amei olhar pra buceta da sua mãe, mas a sua é igualzinha… parece a buceta da sua mãe, filha… igualzinha!”
Mia tentou se cobrir, mas só conseguiu gemer baixo.

Luna apertou a mão da mãe.

“Eu também… eu tô bem… realmente… mas o dildo cravejado tá me fodendo tanto que eu tô gozando sem parar… eu não consigo chegar ao talo com esses motores japoneses de bicicleta de dildo… tá demais… eu tô com medo…”
O pai olhou e ficando com tesao

“Treino? Vocês duas estão suadas, cu brilhando, buceta pingando… e eu vejo que vocês estão molhadas assim… isso aqui é suco escorrendo e marcas de dedos…

eu vi a buceta da Mia hoje cedo quando ela tava se arrumando… linda pra caralho…
eu sempre gostei dela assim, bem rosadinha, com aquela toda… mas vocês duas… isso aqui é perigoso! Vocês não podem continuar fazendo isso sozinhas…

eu tô preocupado pra caralho com vocês!”
A mãe passou a mão na buceta de Mia, olha filha cuidado.

tambem parece a buceta da sua mãe… igualzinha… eu sempre amei olhar pra buceta da sua mãe quando a gente tava transando… a sua é igualzinha… linda, rosadinha,
… mas vocês duas… isso aqui é… isso aqui é… eu tô preocupada pra caralho!”
Mia e Luna só conseguiram sorrir de lado, cu ainda pulsando, buceta escorrendo, olhos marejados.

“Pai… mãe… a gente tá bem… realmente… o treino tá sendo bem educacional… mas a gente não aguenta mais esses dildos cravejados tão grossos… o motor japonês de bicicleta de dildo sobe e desce…
eu não consigo chegar ao talo… tô com medo que eu não aguente…”
O pai olhou pros cuas delas ainda brilhando, pra bike de dildo

“Vocês duas não voltam mais pra essa pista hoje… e amanhã eu quero falar com a Anne… eu tô preocupado pra caralho com vocês, meninas… muito preocupado.”
Mia, Luna e o pai estavam sentados na mesa da cozinha. O jantar tinha acabado. A mãe já tinha ido dormir. A casa estava quieta, só o som da geladeira e o zumbido baixo do ventilador.
Mia falou primeiro, voz baixa e doce, olhando pro pai com aqueles olhos que deram pra ele desde o dia que ele viu as duas na pista:
“Papai… eu e a Luna… a gente gosta tanto de dildo porque… porque ele parece um pau de verdade. A gente fica pensando que é você.

A gente masturba pensando que é você… é como se você estivesse dentro de nós. A gente fica molhada o dia todo só de imaginar seu pau grande…”
Luna, ao lado dela, apertou a mão do pai e sorriu tímida, bochechas coradas:
“Sim, papai… eu também. Quando eu uso o dildo cravejado, eu fecho os olhos e penso que é o seu pau entrando em mim. Eu gozo pensando que era você… eu gosto tanto de masturbar porque é o jeito que a gente tem de te sentir perto… você não sabe o quanto a gente te ama, papai…”
O pai sentiu o pau inchando devagar dentro da calça. Ele engoliu em seco, olhando pra duas garotas sentadas na frente dele, já com os olhinhos brilhando de tesão.
“Filhas… eu vi tudo naquele dia na pista e amei

Eu vi a buceta da Mia quando ela tava de quatro… ela é linda, igualzinha com a da mãe… rosadinha, bem inchada, com aquela escorrendo… e a sua buceta Luna… também linda pra caralho… os lábios rosados e grandes, bem cheinho, todo molhado… eu fiquei com um tesão enorme, meninas… um tesão louco…”
Mia e Luna trocaram um olhar. As duas sorriam. Mia falou, voz quase sussurrando:
“Papai… a gente também gosta de masturbar olhando pra você… eu imagino você com aquele pau grande que eu sempre vi de canto de olho… grosso, veioso, batendo forte dentro de mim… eu squirto pensando em você, papai… eu amo quando você me olha assim…”
Luna apertou a coxa do pai por baixo da mesa. Seus dedinhos subiram devagar, sentindo o pau já duro e latejante através da calça.
“Eu também, papai… meu grelo é pequeno, papai… bem pequeno e sensível… mas eu gosto quando você me olha… olha… eu tenho um grelo bem pequeno e fofinho, papai… igualzinho ao da mãe… eu amo quando você me chama de gostosa…”
O pai não aguentou. Ele levantou devagar da cadeira, o pau já completamente duro dentro da calça, marcando bem grande. Ele olhou pros corpos das duas meninas, suadas ainda do treino, bucetas brilhando de lubrificação que não tinha sido lavada.
“Meninas… eu quero que a gente fique nu todo dia em casa. Como família nudista. Todo dia. Eu quero ver vocês nuazinhas, lindas, com esse cu apertado, esses peitos pequenos e perfeitos, essas bucetas rosadíssimas que eu vi hoje… eu quero ver o grelo pequeno da Mia, os lábios grandes e rosados da Luna, tudo… sem vergonha nenhuma. O que acham?”
As duas meninas se olharam. Os olhinhos brilhando de tesão. Mia foi a primeira a falar, voz meiga e quente:
“Papai… eu amo… eu amo quando você me olha… eu quero ficar nua todo dia… quero que você veja meu grelo pequeno, meu cu, minha buceta toda molhada… eu te amo, papai…”
Luna apertou a mão dele, já tirando a própria blusa devagar, revelando os peitos pequenos e perfeitos, mamilos duros:
“Eu também, papai… eu quero ficar nua todo dia… quero que você veja meu grelo pequeno, meus lábios rosados e grandes… eu squirto só de pensar em você me vendo nua… eu te amo tanto…”
Mia tirou a própria blusa em seguida, deixando os peitos pequenos à mostra, mamilos duros. As duas meninas ficaram só de calcinha, olhando pro pai com tesão puro.
O pai respirou fundo, o pau latejando dentro da calça.
“Então tá decidido… amanhã a gente começa a família nudista em casa. Todo dia. Vocês duas vão tirar a roupa na minha frente, me deixar ver cada detalhe… o grelo pequeno da Mia, os lábios rosados e grandes da Luna… e eu vou olhar… e eu vou querer mais…”
Mia e Luna sorriram, já tirando a calcinha juntas, deixando os corpos nu com tudo à mostra. O cu delas ainda brilhando de lubrificação, bucetas rosadíssimas, grelo pequeno da Mia, lábios grandes e cheios da Luna… tudo exposto.
O pai olhou pra elas, pau duro, e falou baixinho:
“Que família nudista mais linda… a gente vai ficar assim todo dia… e eu vou amar cada segundo.”
As duas meninas se aproximaram, nuazinhas, molhadas, sorrindo pro pai.

As quatro estavam totalmente nu na sala. Mia e Luna já tinham tirado tudo, só de quatro no chão, cu brilhando, bucetas rosadíssimas pingando. O pai estava de pé, pau grande e grosso (bem mais de 30 cm, veioso, cabeça brilhando) já completamente duro e latejante.
O pai olhou pras duas meninas e falou com voz rouca:
“Vamos pro quarto delas agora. Hoje a gente vai sentir o amor de verdade.”
Ele segurou as duas mãos. Mia e Luna se levantaram, nuzinhas, peitos pequenos balançando, grelo pequeno da Mia e lábios grandes e rosados da Luna brilhando de tesão. As três entraram no quarto das meninas, a mãe ficou na porta assistindo, tocando a própria buceta sem vergonha.
No quarto, o pai se deitou na cama. As duas subiram em cima dele. Primeiro Mia se ajoelhou entre as pernas dele, olhou com aquele olhar meigo e pegou o pau grande na mão. Ela lambeu devagar, língua girando na cabeça grossa, chupando o pré-gozo com vontade.
“Papai… esse pau é tão grande… eu sempre imaginei chupando ele assim…” Mia sussurrou, voz doce, olhos brilhando de tesão. Ela chupou mais fundo, garganta engolindo parte dele, babando em volta.
Luna subiu atrás, beijou o pescoço do pai e lambeu a outra parte, língua girando no saco, chupando as bolas com carinho.
“Papai… eu também amo esse pau… sempre sonhei em chupar ele todo…” Luna gemeu baixinho, lambendo os veios grandes, saliva escorrendo pelo pau.
Elas chuparam ele quase 10 minutos, trocando de boca, lambendo cada centímetro, gemendo de prazer. O pai estava com as mãos no cabelo delas, gemendo rouco.
Então as duas se levantaram. Mia pegou o pai pelos ombros e sussurrou:
“Vem, papai… a gente quer ficar abraçada com você hoje…”
As três deitaram na cama. O pai deitado no meio, Mia e Luna de cada lado, todo mundo pelado, abraçados. Mia subiu primeiro, cavalgando o pau grande dele devagar, sentindo cada veio, cada centímetro entrando na buceta rosadinha e molhada.
“Ahhh papai… tá entrando… tá tão grande…” Mia gemeu, olhos fechados, cabeça jogada pra trás. Ela começou a cavalgar devagar, buceta entrando e saindo, squirt molhado escapando toda hora.
Luna se deitou ao lado do pai, lambendo o pescoço dele, chupando um mamilo enquanto Mia cavalgava. Depois Luna subiu no outro lado, cavalgando também, as duas irmãs cavalgando o pai ao mesmo tempo, bocetas apertando o pau grande.
“Eu tô squirtando… papai… tá me enchendo tudo…” Mia gritou, jatos quentes de squirt jorrando na coxa do pai.
Luna gozou logo depois, corpo tremendo, buceta apertando o pau dele.
Então Mia desceu, virou de quatro, deu o cu pra ele. O pai segurou a cintura dela e enfiou devagar. Mia soltou um gemido alto:
“Porra papai… tá enfiando no meu cu… tá tão fundo… ahhh…”
Ele começou a meter devagar, pau grande abrindo o cu apertado. Mia empurrou pra trás, querendo mais.
Luna pegou o strapon que tinha deixado na mesa (um de 30 cm, cravejado). Ela ajoelhou atrás da irmã, segurou a cintura de Mia e enfiou o strapon devagar no cu da Mia, enquanto o pai enfiava o pau no cu dela.
“Olha a gente duas juntas, papai…” Luna gemeu, cavalgando no strapon de Mia. “a irma cavalgando você e eu fodendo ela…”
As três gemiam juntas. Mia cavalgando o pau do pai, buceta e cu cheio, squirt jorrando. Luna cavalgando o strapon no cu da irmã, gemendo:
“Meu cu tá apertado… papai… a gente ama você tanto…”
O pai gozou primeiro, enchendo a buceta de Mia com porra quente. Mia gozou logo depois, squirt jorrando forte. Luna gozou chorando de prazer, corpo tremendo.
Elas caíram abraçadas, todo mundo suado, pelado, bocetas e cu pulsando.
O pai beijou as duas meninas na testa, voz rouca:
“Que família nudista mais linda… a gente vai fazer isso todo dia… eu amo vocês.”
Mia e Luna sorriram, beijando ele ao mesmo tempo, bocetas ainda pingando.

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