O lar dos Moreau - o início
Uma família especiali onde todas as mulheres são perversas, taradas, e ensinam seu primogênito.
Três anos antes, quando Valentina tinha vinte e um anos e ainda não carregava a barriga de mãe, a família Moreau passava a véspera de Natal na casa austera dos avós paternos. Era uma residência antiga, cheia de regras e silêncios, onde o sexo era tabu e as portas deviam permanecer fechadas — exatamente o tipo de lugar que fazia as irmãs pularem de excitação.
Guilherme estava no box do banheiro do andar de cima, tentando tomar um banho rápido antes da ceia, quando a porta de correr se abriu silenciosamente. Valentina entrou completamente vestida — um vestido vermelho de veludo que contrastava obscenamente com a proposta da noite — e trancou o box atrás de si.
"O que você está fazendo?" Guilherme sussurrou, já endurecendo apesar de si mesmo. "Os avós estão lá embaixo..."
"E a mamãe está sentada ali," Valentina sorriu, apontando para a pia do banheiro, onde Helena realmente estava, aplicando batom no espelho, a poucos metros de distância através da cortina de plástico semi-transparente do box. "Ela vai demorar uns dez minutos. Vamos usar cada segundo."
Sem esperar resposta, Valentina se ajoelhou no chão de cerâmica molhada, puxando o pênis semi-ereto do irmão para fora da toalha e engolindo-o inteiro em uma única movimentação da garganta. Guilherme teve que morder o próprio punho para não gemer alto, sentindo a irmã o chupar com aquela técnica perversa que só ela dominava — a língua girando na base, a garganta apertando a ponta, as mãos massageando suas bolas de forma quase brutal.
"Val, porra..." ele arquejou, baixinho, enquanto a água do chuveiro ainda quente escorria sobre eles.
Valentina interrompeu o boquete apenas para levantar o vestido e enfiar a mão nas próprias calcinhas, molhando os dedos no próprio lubrificante e oferecendo-os à boca do irmão. "Chupa," ela ordenou. "Sinta o gosto do que vou te dar."
Guilherme chupou os dedos da irmã, provando sua excitação, enquanto ela se virava de costas, apoiando as mãos na parede do box, o vestido vermelho subido na cintura expondo a bunda branca e redonda. Ela olhou por cima do ombro, os olhos brilhando de perversidade.
"Me fode no cu," ela sussurrou, tão baixo que ele mal ouviu sobre o som da água. "Agora. Bem rápido e bem sujo. Quero sentir você gozando dentro enquanto mamãe está ali do lado."
Guilherme não hesitou. Posicionou-se atrás da irmã, guiando seu pênis duro e pulsante até o ânus apertado. A entrada foi brutal — ele empurrou de uma vez, sentindo o anel muscular ceder e apertá-lo em um calor escaldante. Valentina abafou o próprio grito no antebraço, o corpo tremendo enquanto aceitava a invasão completa.
"Mais fundo," ela rosnou, olhando para a silhueta da mãe através da cortina. "Mais forte. Fode essa bunda como se fosse a última vez, Gui."
Ele começou a bombar com estocadas rápidas e profundas, o som de suas coxas batendo na bunda da irmã misturando-se ao barulho da água. O box era pequeno, o vapor subia, e o cheiro de sexo sujo — suor, excitação, o odor mais intenso do sexo anal — preenchia o espaço fechado.
Helena tossiu do lado de fora, ajustando o batom, e as duas crianças — agora adultos perversos — congelaram por um segundo, o pênis de Guilherme enterrado até as bolas no cu da irmã.
"Está tudo bem aí, Guilherme?" Helena perguntou, batendo na porta do banheiro.
"Sim, mãe," ele respondeu, a voz trêmula enquanto Valentina apertava propositalmente os músculos internos em volta dele. "Só... tomando banho."
"Não demore, a ceia está quase pronta."
Os passos de Helena se afastaram, mas ela não saiu do banheiro — apenas foi até o vaso sanitário ao fundo, fechando a tampa e sentando-se para fazer xixi, a poucos metros de onde o filho estava metendo no cu da irmã.
O perigo absoluto daquilo — a mãe a metros de distância, os avós e parentes lá embaixo, o Natal, a santidade da data — fez Guilherme perder o controle. Ele agarrou o cabelo de Valentina, puxando sua cabeça para trás, e começou a fode-la com uma violência animal, o pau entrando e saindo daquele buraco apertado em movimentos sujos e barulhentos.
"Goza dentro," Valentina implorava, a voz abafada pela mão na própria boca. "Enche meu cu de porra, irmãozinho. Quero sentir escorrendo durante toda a ceia..."
Guilherme sentiu as bolas contraírem e explodiu, jorrando jatos quentes e grossos dentro do reto da irmã, enchendo-a de sêmen enquanto ela tremia em seu próprio orgasmo, uma mão entre as pernas esfregando o clitóris em círculos frenéticos.
Ele saiu devagar, e o sêmen branco e viscoso já começava a escorrer pelas coxas dela, misturando-se à água do chuveiro que caía. Valentina se virou, beijando-o profundamente, misturando o gosto do próprio corpo à saliva deles.
"Feliz Natal," ela sussurrou, ajeitando o vestido e saindo do box primeiro, deixando o irmão tremendo e ofegante, ouvindo a mãe lavar as mãos na pia, completamente alheia ao fato de que sua filha acabava de ser inseminada no ânus pelo irmão a poucos metros de distância.
Valentina saiu do banheiro com um sorriso perverso, cumprimentando Helena naturalmente. "Oi, mamãe. O Gui está quase saindo."
Helena nem notou o brilho excitado nos olhos da filha, nem a maneira peculiar como ela caminhava, com o sêmen do irmão escorrendo lentamente dentro de si, enquanto descia as escadas para juntar-se à família para a oração de Natal.
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