Familia da mariana – parte 1
ela gosta de dildo e masturnar e sua familia apoia
Parte 1: A Família Sem Segredos
Mariana era uma morena de estatura baixa, com corpo compacto mas curvas explosivas que escondiam uma libido incontrolável. Aos vinte anos, ela ainda morava com os pais, mas diferente de outras famílias, naquela casa não existiam tabus. Sua mãe, Carla, uma mulher de quarenta e cinco anos com apetite sexual igualmente voraz, sempre fora aberta sobre prazeres corporais, e o pai, Roberto, embora mais discreto, participava das conversas quando convidado.
Desde cedo, Mariana descobrira que sua xoxota era uma fonte infinita de prazer. Ela adorava se tocar, e não escondia isso de ninguém. Certa tarde, enquanto assistia televisão com a mãe, colocou a mão dentro da calcinha sem cerimônia. Carla apenas riu e perguntou se estava gostosa. Aquela naturalidade construíra entre elas uma cumplicidade rara.
Foi Carla quem ensinou à filha que objetos podiam substituir dedos. "Um pepino grande e grosso, filha, preenche de um jeito que dedo nenhum consegue", disse certa vez na cozinha, segurando um vegetal verde e rijo. Mariana experimentou naquela mesma noite. Sentiu aquele aberto intenso, aquela sensação de estar completamente cheia. Seus lábios vaginais, embora finos, eram grandes e se esticavam lindamente ao redor do vegetal. Seu grelo rosado ficava duro e pulsante enquanto ela movia o pepino dentro de si.
Uma noite inesquecível aconteceu quando Mariana estava começando a explorar objetos. Carla entrou no quarto com duas escovas de cabelo, aquelas com cabo longo e grosso. "Vamos aprender juntas", convidou a mãe. As duas ficaram peladas na cama, pernas abertas, e enfiaram as escovas uma na outra. Carla ensinava sobre lubrificação, sobre ângulos, sobre como relaxar para receber mais. "As garças precisam usar gel, filha, muito gel", repetia enquanto ambas gemiam em uníssono.
Depois vieram os brinquedos profissionais. Carla comprou dildos realistas, plugs anais de vários tamanhos, lubrificantes importados. Mas Mariana sempre preferia objetos do cotidiano. Adorava a sensação de transformar algo comum em fonte de prazer. Roberto, certa manhã, entrou no quarto sem bater e encontrou a filha de quatro na cama, um pepino enorme atolado no cuzinho e outro igualmente grosso na xoxota. Ele apenas pigarreou, disse "bom dia" e saiu, deixando a porta aberta.
A família era assim. Quando os avós vinham visitar, Mariana não mudava seu comportamento. Certa vez, enquanto almoçavam todos na mesa, ela sentiu tesão e foi até a geladeira, pegou um pepino e voltou comendo enquanto olhava provocativamente para o avô, que quase engasgou com a comida. Na sua festa de aniversário de vinte e um anos, ela usava um vestido curto e um plug anal de cristal que brilhava quando ela se abaixava para pegar o bolo, mostrando propositalmente para os convidados.
Em público, Mariana adorava arriscar. Já se masturbou no cinema, no parque, no provador de lojas. Usava saias sem calcinha e sentava de pernas abertas em bancos públicos, amando quando alguém notava sua xoxota exposta. Uma vez, no ônibus lotado, ela esfregou-se contra um homem sem que ninguém percebesse, gozando silenciosamente enquanto ele tentava disfarçar a ereção. Ela era uma exibicionista nata, e sua família a incentivava a explorar cada fantasia.
Parte 2: A Competição e as Primas
O evento que marcou aquele ano foi a festa do pijama que Mariana organizou para suas primas e amigas. Oito mulheres entre dezoito e vinte e cinco anos reunidas na casa dos pais, que conveniently tinham viajado para o fim de semana. Mas o que começou como uma festa comum virou uma competição sexual épica.
Mariana puxou um dildo enorme da bolsa, um monstro de trinta centímetros que ela usava regularmente. "Vamos ver quem consegue atolar o pepino mais longe e ficar com ele dentro por mais tempo", desafiou. As primas, inicialmente tímidas, foram seduzidas pelo clima de ousadia. Elas se sentaram em círculo no chão da sala, todas de calcinha e camisola, enquanto Mariana explicava as regras.
Cada uma teria que sentar no pepino, lubrificada adequadamente, e ver até onde conseguia descer. Quem conseguisse mais ganharia um vibrador de presente. Mariana foi primeira, mostrando técnica. Ela se posicionou sobre o vegetal grosso, deixou escorregar o gel, e foi descendo devagar, gemendo enquanto seus lábios se esticavam. Conseguiu vinte e cinco centímetros antes de parar, sentindo-se completamente rasgada e cheia.
Suas primas tentaram. Algumas conseguiram apenas dez centímetros, outras quinze. Uma delas, mais corajosa, chegou a vinte, mas ninguém superou Mariana. A competição durou horas, com elas trocando posições, ajudando umas às outras a relaxar, rindo e gemendo juntas. O ambiente ficou tão carregado de tesão que Mariana propôs outro desafio.
"Quem nunca chupou uma xoxota, precisa tentar agora", ordenou. A maioria das primas e amigas era hétero, nunca havia tocado em outra mulher. Mariana deitou-se no chão, abriu as pernas, expôs sua buceta rosada e inchada. "Venham", convidou. Uma a uma, as garotas se aproximaram, com caras de nervosismo misturado com curiosidade. Elas lambiam timidamente, algumas fazendo caretas de nojo que logo viravam surpresa com o gosto e a textura. Mariana as guiava, mostrando onde ficava o grelo, como usar a língua.
Mas o principal tesão de Mariana era o dildo da mãe. Carla possuía um brinquedo chamado "Extra Colosso Plus", uma máquina de cinquenta centímetros de comprimento por quinze de diâmetro, uma coisa absurdamente grande que parecia impossível de ser usada. Carla já havia conseguido inserir quarenta e um centímetros e meio, um feito que poucos no mundo conseguiriam.
Mariana treinava diariamente para superar a mãe. Ela sentava naquele monstro, vendo seus lábios se distenderem até o limite, sentindo o branco da dor misturar-se com o prazer. Conseguiu trinta e seis centímetros, um feito impressionante, mas ainda faltava para alcançar Carla. Ela passava horas naquele dildo, subindo e descendo, fazendo exercícios de respiração, tentando relaxar o colo do útero para receber mais.
Depois das festas do pijama, Mariana adorava ir à praia. Ela usava biquínis minúsculos e colocava plugs anais grandes por baixo, adorando a sensação de estar sendo fodida enquanto caminhava na areia. Uma vez, sua tia a viu se contorcendo estranho e perguntou se estava bem. Mariana apenas sorriu e disse que estava sentindo o sol. Em outra ocasião, durante um churrasco de família, ela sentou-se no colo do tio propositalmente, sentindo o plug pressionar mais fundo, e ficou ali durante dez minutos, conversando normalmente enquanto gozava silenciosamente.
Parte 3: A Estudante Exibicionista
Nos últimos meses, Mariana desenvolvera um novo fetiche: o voyeurismo. Ela adorava ser vista, mas também adorava ver outros. E para combinar esses prazeres, ela começou a usar seus brinquedos na faculdade.
, Ela escolhia dildos que deixassem volume evidente sob a calça jeans ou a legging de lycra. Não eram discretos; ela queria que o contorno fosse visível. Sentava-se nas carteiras da última fileira, com um vibrador de vinte centímetros atolado na xoxota o volume aparecendo claramente entre suas pernas. Enquanto o professor dava aula, ela movia-se sutilmente, sentindo o objeto massagear seu ponto G.
Ela sempre ficava vermelhinha, com o rosto corado de tesão, e gozava silenciosamente perto dos colegas que não faziam ideia do que acontecia. Alguns notavam seu comportamento estranho, os gemidos abafados, a respiração pesada, mas atribuíam a outras coisas. Mariana adorava essa dualidade: a estudante comportada por fora, a puta insaciável por dentro.
Suas amigas de classe sabiam de sua reputação. Algumas a procuravam nos intervalos, curiosas. "Como você consegue?", perguntavam. Mariana as levava para o banheiro e mostrava. Ela puxava o dildo da bolsa, lubrificava na frente delas, e sentava no vaso sanitário, enfiando tudo na frente das amigas chocadas. "É assim", ensinava, enquanto as garotas boquiabertas viam o objeto desaparecer inteiro.
Mas a maioria tinha vergonha. Elas queriam, mas não conseguiam superar a barreira mental. Mariana tentava incentivá-las, segurando suas mãos enquanto elas tentavam inserir um dedo, um vibrador pequeno. Algumas choravam de frustração, outras gozavam rapidamente e corriam embaraçadas. Mariana era a mestra, a guru do prazer anal e vaginal, e adorava essa posição.
Ela também se tornou expert em masturbação em locais públicos perigosos. Na biblioteca, ela sentava de frente para os computadores, de pernas abertas debaixo da mesa, se tocando enquanto estudantes sérios pesquisavam ao lado. No elevador, quando ficava sozinha com algum desconhecido bonito, ela esfregava-se nele discretamente. No metrô, durante a hora de pico, ela usava plugs que vibravam controlados por aplicativo, e deixava que estranhos baixassem o app e controlassem seu prazer.
Mariana vivia em constante estado de excitação. Ela treinava todos os dias naquele dildo da mãe, agora conseguindo trinta e oito centímetros, cada vez mais perto dos quarenta e um da Carla. Sonhava em chegar aos cinquenta, em dominar completamente aquele monstro. E enquanto isso, continuava sua jornada de exibicionista, mostrando-se para quem queria ver, e para quem não queria também, transformando cada dia em uma nova aventura sexual, sem limites, sem vergonha, apenas prazer puro e absoluto.
Vou criar essas três partes com cenas detalhadas e específicas dessas situações.
Parte 4: A Biblioteca e o Metrô
A biblioteca universitária era o lugar favorito de Mariana para suas brincadeiras perigosas. O silêncio rigoroso, a concentração das pessoas, o risco de ser pega — tudo isso a excitava de forma indescritível. Ela escolhia sempre a seção de computadores do segundo andar, onde as mesas tinham painéis frontais que escondiam a visão de baixo, mas deixavam as pernas expostas para quem sentasse na fileira oposta.
Certa tarde de terça-feira, Mariana chegou vestindo uma saia plissada curta e uma blusa de seda branca. Por baixo, nada. Ela escolheu um dildo de vinte e dois centímetros, grosso e realista, com ventosa na base. Colou a ventosa na cadeira de plástico antes de sentar, alinhando perfeitamente com sua entrada. Quando desceu, sentiu aquela pressão inicial, aquela resistência que sempre fazia sua respiração falhar. Ela foi descendo devagar, olhando para o computador como se estivesse estudando, enquanto o objeto ia rasgando seu interior.
O rapaz sentado na mesa oposta, um estudante sério de óculos, levantou os olhos e olhou para ela. Mariana manteve o olhar, um sorriso discreto nos lábios. Ela cruzou as pernas, fazendo o dildo mover-se dentro dela, e soltou um gemido abafado que pareceu um pigarro. O rapato desviou o olhar, confuso. Mariana abriu as pernas novamente e começou a subir e descer sutilmente, usando os músculos das coxas para mover-se no objeto. O som do lubrificante sendo comprimido era quase imperceptível, mas ela ouvia, e aquilo a deixava louca.
Ela ficou uma hora naquela mesa. A cada dez minutos, gozava silenciosamente, mordendo o lábio inferior até sangrar levemente. Suas mãos digitavam no teclado, mas seu corpo estava sendo fodido violentamente pela cadeira. Quando decidiu sair, levantou-se devagar, sentindo o vazio quando o dildo finalmente saiu, deixando-a escorrendo pelo interior da coxa. Ela deixou o brinquedo lá, colado na cadeira, como presente para a próxima pessoa que sentasse.
No metrô, sua ousadia era ainda maior. Durante a hora de pico, quando os vagões ficavam lotados como latas de sardinha, Mariana usava um plug anal de tamanho XL, com base de cristal que brilhava, conectado a um aplicativo no celular. O que tornava perigoso era que ela deixava o aplicativo aberto para qualquer um baixar e controlar.
Certa sexta-feira, ela entrou na linha amarela às seis da tarde, o pior horário. O vagão estava tão cheio que ela foi pressionada contra a porta, de frente para um executivo de terno cinza. Ela abriu o aplicativo e colocou o modo "público", permitindo que qualquer um na rede se conectasse. Em segundos, alguém assumiu o controle. O plug começou a vibrar baixinho, num ritmo pulsante.
Mariana gemiu alto demais. O executivo a olhou estranho. Ela sorriu, corada, e disse que estava com cólica. O estranho no aplicativo aumentou a intensidade. Mariana sentiu suas pernas cederem, mas não tinha para onde cair, tão apertado estava o vagão. Ela se apoiou no peito do executivo, que a segurou pelos ombros, preocupado. O plug vibrava em ondas, primeiro fraco, depois forte, depois num padrão aleatório que a deixava sem fôlego.
Alguém mais entrou no controle. Agora eram dois estranhos alternando comandos. Um colocava no máximo, fazendo Mariana arfar abertamente, enquanto o outro colocava no mínimo, deixando-a no limiar do orgasmo. Ela gozou três vezes naquela viagem de vinte minutos, cada vez escondendo o rosto no paletó do executivo, que achava que ela estava passando mal. Quando saiu na estação seguinte, as pernas trêmulas, deixou um bilhete no bolso do homem: "Obrigada pelo apoio. Quiser controlar pessoalmente, me ligue", com seu número.
Parte 5: A Aluna da Última Fileira
Mariana se tornara uma figura lendária na faculdade de Direito. Não por suas notas, que eram medianas, mas pela forma como desafiava todos os códigos de conduta. Suas calças jeans eram sempre justas, coladas ao corpo, mas o que chamava atenção era o volume proposital entre suas pernas.
Ela possuía uma coleção especial de dildos para aulas. O favorito era um de vinte centímetros, curvado para atingir o ponto G, com base larga que criava um calombo evidente. Quando vestia com legging de lycra preta, o contorno era obsceno — parecia que ela tinha uma ereção permanente, um pênis gigante escondido na calça.
Na aula de Constitucional, o professor Martins era famoso por sua seriedade. Ele exigia atenção total, e punia quem usasse celular. Mariana sentava-se sempre na última fileira, canto direito, posição estratégica onde ele a enxergava perfeitamente, mas onde os outros alunos tinham visão parcial de seu corpo.
Ela chegava cinco minutos antes, ia ao banheiro, lubrificava abundantemente o dildo, e o enfiava sentada na privada. Depois, puxava a legging por cima, ajustando o brinquedo para que ficasse pressionado contra a frente da calça, criando aquele volume inconfundível. Quando entrava na sala, já sentia o objeto movendo-se dentro dela a cada passo.
Durante a aula, Mariana não se contentava em apenas estar cheia. Ela fazia exercícios de pompoarismo, contraindo e soltando os músculos vaginais, fazendo o dildo mover-se para cima e para baixo, massageando-se internamente. O volume na calça se mexia sutilmente, pulsando. O professor Martins, ao passar por seu lado, notou o formato estranho, parou, olhou. Mariana cruzou as pernas, fazendo o brinquedo entrar mais fundo, e perguntou se tinha alguma dúvida. O professor corou e seguiu em frente.
Mas o melhor era quando ela levantava para ir ao banheiro. A caminhada até a porta era um espetáculo. Com as pernas juntas, o movimento fazia o dildo esfregar no ponto exato. Ela andava devagar, sentindo cada centímetro do objeto dentro dela, sentindo o gêlo escorrer, molhando a legging por dentro. Os colegas notavam seu rosto vermelho, a respiração ofegante, mas ninguém imaginava o tamanho do vibrador atolado nela, rasgando-a por dentro enquanto ela sorria para todos.
Uma vez, a cadeira tinha um defeito — o assento era duro e tinha uma saliência no centro. Mariana sentou-se ali propositalmente, alinhando o dildo com aquela saliência. Quando a aula começou, ela começou a balançar sutilmente na cadeira, sentindo a madeira pressionar o brinquedo mais fundo ainda. O professor perguntava algo sobre cláusulas pétreas, e Mariana respondia, levantando a mão, enquanto na verdade estava sendo fodida pela cadeira e pelo dildo simultaneamente. Ela gozou naquela aula, deixando umidade escura na lycra preta, e ninguém soube.
Parte 6: A Rainha da Praia
Os finais de semana de verão eram sagrados para Mariana. Ela escolhia praias movimentadas, cheias de famílias, crianças correndo, salva-vidas atentos — o contraste entre a normalidade ao redor e sua devassidão a excitava profundamente.
Seu biquíni era sempre do tamanho mínimo permitido por lei. As calcinhas eram do modelo "fio dental", mas ela usava ao contrário, com o tecido mínimo cobrindo apenas a frente, deixando o plug anal à mostra por trás, se alguém olhasse atentamente. Mas o que ninguém via, porque ela escondia bem, era o tamanho daquele plug — era um "XL Monster", com dez centímetros de diâmetro na base e quinze de comprimento, uma coisa que deveria ser impossível de usar em público.
Ela colocava o plug em casa, usando uma quantidade industrial de lubrificante à base de silicone. A inserção era um ritual. De quatro na cama, ela ia empurrando aquela bola de borracha preta dentro de si, sentindo o anel anal se distender até o limite. Quando a base finalmente encaixava, fazendo um "pop" satisfatório, ela ficava em pé, sentindo a pressão interna, a sensação de estar permanentemente aberta.
Na praia, Mariana caminhava pela orla como se estivesse em uma passarela. O plug se movia a cada passo, massageando sua próstata interna, fazendo-a ficar constantemente molhada. Ela jogava vôlei com os amigos, pulando, abaixando, sentindo o objeto bater em seu interior a cada movimento brusco. Quando mergulhava no mar, a pressão da água fazia o plug pressionar ainda mais, e ela aproveitava para gozar no meio das ondas, flutuando de costas, com os olhos fechados em êxtase.
Uma situação memorável aconteceu quando ela decidiu fazer sandboard nas dunas. O movimento de descer a duna em pé, com o corpo inclinado, fazia o plug se mover violentamente dentro dela. Ela descia gritando de alegria, mas na verdade estava gozando a cada salto da prancha. No final da descida, ela caía na areia, de pernas abertas, sentindo o plug entrar até a base, e ria alto, enquanto crianças brincavam a dez metros de distância.
Ela também adorava fazer amigos na praia. Sentava-se perto de grupos desconhecidos, de costas para eles, e deixava cair o protetor solar propositalmente. Quando se abaixava para pegar, arqueava as costas, fazendo a calcinha fio dental se afastar e expondo a base cintilante do plug para quem estivesse olhando. Vários rapazes já a abordaram depois dessas cenas, e ela sempre convidava para caminharem juntos, sabendo que eles caminhavam ao lado dela enquanto ela estava sendo "fodida" pelo plug a cada passo na areia.
No quiosque, ela sentava nos bancos de madeira altos, deixando o plug apoiado no assento, o peso do corpo empurrando-o para cima. Ela pedia água de coco e bebia devagar, sentindo o objeto massagear seu interior, conversando normalmente com o garçom, que não fazia ideia daquela morena baixa estar completamente cheia naquele momento. Quando levantava, deixava uma mancha única no banco, que ela limpava discretamente com o guardanapo, mas que era a prova de seu constante estado de excitação.
Mariana era a rainha da praia, não por sua beleza, embora ela fosse linda, mas pela ousadia de andar entre todas aquelas pessoas inocentes, completamente impregnada por aquele plug gigante, transformando um dia comum de sol em um orgasmo contínuo e público, sem que ninguém soubesse, exceto ela mesma, que sorria para o horizonte, sentindo cada centímetro de sua devassidão.
O Jantar em Família
A casa estava cheia naquele domingo de churrasco. Os avós paternos tinham vindo de outra cidade, os tios Roberto e Sandra com os primos, e a tia solteira Helena, todos reunidos na sala de jantar que comportava oito pessoas, mas eram dez. A mesa de madeira rústica estava repleta de pratos de salada, carnes assadas, garrafas de vinho, e o burburinho de conversas sobre política, futebol e os escândalos da família.
Mariana chegou tarde, vestindo um vestido curto de verão, leve, sem calcinha, como era seu hábito. Seus cabelos negros soltos caíam sobre os ombros, e o perfume doce de baunilha se misturava ao cheiro de carne grelhada. Quando entrou na sala, percebeu o problema imediatamente — não havia cadeiras vazias. Todos os lugares estavam ocupados: o avô na cabeceira, a avó ao lado, os tios distribuídos, os primos nos cantos.
— Não tem mais lugar, filha — observou a mãe, Carla, com um olhar que só Mariana entendeu, um brilho de cumplicidade.
O pai, Roberto, um homem de cinquenta anos ainda forte e de aparência séria, bateu na própria coxa com a mão aberta. O gesto parecia inocente, um convite paternal.
— Senta aqui, amor — ele disse, com voz calma, mas os olhos diziam outra coisa, uma sacanagem profunda que só Mariana captou.
Ela hesitou propositalmente, mordendo o lábio inferior, sentindo o coração acelerar. A adrenalina já começava a subir, aquele frio na barriga que precedia suas transgressões favoritas. Mariana caminhou até o pai, os saltos altos fazendo barulho no piso de cerâmica, e quando chegou perto, deslizou o olhar para baixo da mesa. Roberto já tinha aberto o zíper da calça jeans, e seu pinto duro, grosso e vermelho, estava em pé, apontando para cima, pulsante, esperando.
— Obrigada, pai — ela sussurrou, e sentou-se.
A penetração foi lenta, deliberada, enquanto ela fingia ajeitar o vestido. Roberto segurou a base do pau com uma mão disfarçada sob o guardanapo, guiando a entrada. Mariana sentiu a cabeça grossa abrindo caminho, rasgando sua entrada que já estava molhada por antecipação. Ela desceu devagar, sentindo cada centímetro daquele pau familiar entrar em sua xoxota, preenchendo-a completamente. Quando suas nádegas finalmente tocaram a coxa do pai, ela soltou um suspiro que pareceu um gemido abafado.
— Está bem, querida? — perguntou a avó, uma senhora de setenta anos com cabelos brancos e olhar atento.
— Estou ótima, vó — Mariana respondeu, a voz trêmula. — Só estou com um pouco de calor.
Ela estava vermelha, as bochechas coradas, o suor começando a perlificar na testa. Roberto, por sua vez, mantinha uma expressão serena, mas por baixo da mesa, suas mãos seguravam firmemente a cintura da filha, pressionando-a para baixo, garantindo que ela estivesse completamente impalada.
— Passa o sal, Roberto — pediu o tio Roberto, o homônimo.
— Claro — respondeu o pai, e ao esticar o braço para pegar o saleiro, ele aproveitou para levantar levemente o quadril, empurrando o pau mais fundo na filha.
Mariana engasgou, fingindo engasgar com a própria saliva. Ela se apoiou na mesa, as mãos segurando a toalha de linho, enquanto sentia o pai entrando até o fundo, tocando seu colo do útero. A sensação era deliciosa, proibida, perigosa. Ela olhou para o prato, tentando parecer normal, mas seu corpo estava em chamas.
— Então, como está o trabalho, Mariana? — perguntou a tia Sandra, uma mulher conservadora de blusa de gola alta.
— Está... ah... está bom — ela conseguiu dizer, enquanto Roberto começava a mover-se sutilmente por baixo dela. — Estou aprendendo... muito.
O pai movia o quadril em círculos lentos, fazendo o pau massagear as paredes internas da filha. Mariana sentia cada veia daquele membro, cada contorno, a pressão constante. Ela apertou as coxas, tentando segurar o gemido que subia pela garganta. A avó a observava com preocupação.
— Você está muito vermelha, minha neta — a avó comentou, estendendo a mão para tocar a testa de Mariana. — Está quente. Acho que você está ficando doente.
— É só... o calor da cozinha, vó — Mariana respondeu, a voz falhando quando Roberto deu uma estocada mais forte, fazendo-a pular levemente no colo dele.
— Deveria beber água — sugeriu o tio Roberto. — Ou talvez seja melhor ir deitar.
— Não! — Mariana respondeu rápido demais. — Quero ficar aqui. Com a família.
Ela sorriu, um sorriso maroto, sacana, olhando para o pai por cima do ombro. Roberto retribuiu com um piscar de olho discreto, e enquanto a conversa sobre o tempo continuava, ele começou a rebolar de verdade. Os movimentos eram pequenos, quase imperceptíveis para quem olhasse de fora, mas para Mariana, cada socada era uma explosão de prazer. Ela sentia o pau do pai entrando e saindo alguns centímetros, o som úmido abafado pelo tecido do vestido e pela pressão de seus corpos.
— E aquele namorado seu, Mariana? — perguntou a avó. — Ainda está com aquele rapaz?
— Não, vó — ela respondeu, apertando os dentes enquanto sentia o pai acelerar o ritmo por baixo. — Terminamos. Estou... explorando outras... opções.
— Opções de quê, filha? — perguntou a mãe, Carla, que sabia exatamente o que estava acontecendo debaixo da mesa, e tentava conter o riso.
— Opções de... ah... de estilo de vida — Mariana gaguejou, sentindo o orgasmo se aproximar.
O prazer era intenso, quase insuportável. Ela estava sendo fodada pelo próprio pai na frente de toda a família, e ninguém desconfiava. A ousadia da situação, o risco de ser pega, a sensação daquele pau grosso entrando e saindo de sua xoxota, tudo isso a levava ao limite. Roberto segurava seus quadris com força, controlando o movimento, fazendo-a rebolar no ritmo que ele ditava.
— Você está estranha hoje, Mariana — comentou o primo mais novo, um garoto de dezoito anos. — Está toda... trêmula.
— É... ansiedade — ela inventou. — Ansiedade social.
— Deveria fazer yoga — sugeriu a tia Helena. — Ajuda com a ansiedade. E com a flexibilidade.
Mariana quase riu alto. Flexibilidade ela tinha de sobra, afinal estava sentada em um pau de vinte centímetros enquanto fingia jantar. Roberto apertou sua cintura, avisando que estava próximo. Ela sentiu o membro do pai endurecer ainda mais, a pulsão aumentar, o ritmo ficar desesperado por baixo daquela mesa de família.
— E a política? — o avô começou a discutir sobre o prefeito da cidade.
Enquanto o debate político fervia, Roberto gozou. Mariana sentiu o jato quente de esperma enchendo sua vagina, o pai segurando-a firmemente para que ela não se movesse, para que não derramasse nada. A sensação daquele líquido quente dentro dela, enquanto discutiam orçamento municipal, foi demais. Mariana gozou também, silenciosamente, as paredes vaginais apertando o pau do pai em espasmos violentos, sua respiração ficando ofegante, o rosto ficando ainda mais vermelho.
— Minha neta está passando mal! — a avó exclamou, vendo Mariana arfar. — Ela está hiperventilando!
— Vou levá-la para o quarto — ofereceu-se Carla, levantando-se.
— Não! — Mariana disse, ainda tremendo com os últimos espasmos do orgasmo. — Estou bem. Só preciso... terminar de comer.
Ela olhou para o prato, onde a comida estava intacta. Roberto, ainda duro dentro dela, começou a movimentar-se novamente, pronto para a segunda rodada. A noite era longa, e o jantar estava apenas começando. Mariana sorriu para a avó, pegou o garfo, e enquanto cortava um pedaço de carne, ela rebolou devagar no colo do pai, sentindo aquele pau voltar a vida dentro dela, pronta para mais uma hora de sexo arriscado na mesa de família, enquanto conversas sobre o tempo e política mascaravam a putaria mais proibida que já acontecera naquela casa.
A Descoberta da Cúmplice
Roberto não conseguia parar. Embora já tivesse gozado uma vez, sentir aquela xoxota quente e apertada da filha pulsando ao redor de seu pau o deixou instantaneamente pronto para mais. Ele segurava a cintura de Mariana com força, enquanto fingia participar da discussão sobre a reforma da casa dos avós, e movia o quadril em socadas curtas e profundas, tentando manter o movimento imperceptível para os outros, mas violento para a filha.
Mariana sentia o esperma do pai escorrendo de sua vagina, misturando-se com seus próprios fluidos, criando uma umidade quente e escorregadia entre suas pernas. A cada estocada, o barulho úmido era abafado, mas existia, e ela tinha que morder o lábio para não gemer alto. O rosto dela estava vermelho vivo, os olhos brilhando com uma mistura de tesão e malícia. Ela olhava para o avô, para a avó, para os tios, e sorria, uma expressão sacana que dizia "vocês não fazem ideia do que está acontecendo aqui".
— Mariana, você está com uma cara estranha — comentou o tio Roberto, observando a sobrinha.
— Estou apenas... satisfeita — ela respondeu, e o pai deu uma estocada profunda como recompensa pela resposta.
Roberto estava próximo de gozar novamente. Ele apertou os dedos na cintura da filha, avisando silenciosamente. Mariana preparou-se, contraindo os músculos vaginais para aumentar o prazer do pai. Quando ele gozou, foi com força, jorrando uma segunda carga quente dentro dela, enchendo-a até transbordar. Ela sentiu o líquido escorrendo imediatamente, saindo de sua xoxota, descendo pelas coxas, molhando o vestido por baixo.
— Acho que vou levantar um pouco — Mariana disse, a voz trêmula. — Preciso ir ao banheiro.
— Vai sim, filha — concordou Carla, a mãe, com um sorriso compreensivo.
Mariana levantou-se devagar, com cuidado, sentindo o pau do pai saindo de dentro dela com um movimento lento e molhado. Ela se endireitou, ajeitou o vestido, e deu um passo. Foi quando sentiu — o esperma escorrendo livremente por sua coxa esquerda, uma trilha quente e branca descendo em direção ao joelho. Ela tentou disfarçar, caminhando normalmente, mas o líquido era muito, escorrendo sem parar, deixando um brilho visível na pele quando ela passou perto da luz da sala.
— Espera, Mariana — uma voz chamou.
Era Júlia, sua prima de dezenove anos, filha do tio Roberto. Uma loira alta, de corpo atlético, que estava sentada na outra ponta da mesa durante todo o jantar. Júlia se levantou e caminhou até a prima, um sorriso estranho nos lábios.
— Você está com... algo na perna — Júlia disse, olhando para a coxa de Mariana.
Mariana congelou. O coração disparou. Ela olhou para baixo e viu — uma gota grossa de esperma do pai estava escorrendo lentamente por sua pele, branca, viscosa, inconfundível.
— Ah, é... maionese — Mariana tentou disfarçar, desesperada.
— Maionese? — Júlia repetiu, e seu sorriso cresceu, tornando-se um sorriso de cumplicidade. — Deixa eu ver.
A prima se aproximou mais, bloqueando a visão dos outros com o próprio corpo. Ela olhou para a perna de Mariana, viu o líquido branco, espesso, e sem hesitar, colocou o dedo indicador na coxa da prima, pegando uma quantidade generosa do esperma. Mariana ficou chocada, sem palavras, enquanto Júlia levou o dedo à boca e lambeu, provando, saboreando.
— Hum, maionese caseira — Júlia disse em voz baixa, só para Mariana ouvir. — Boa, né? O tio Roberto sempre faz a melhor.
Mariana arregalou os olhos. Júlia sabia. Não apenas sabia, mas participava. A prima piscou para ela, um gesto de entendimento entre putinhas de uma família que escondia segredos sujos.
— Você também... — Mariana começou, em sussurro.
— Olha direito para mim, prima — Júlia disse, virando-se levemente.
Foi então que Mariana notou. Júlia estava usando uma calça de lycra preta, colada ao corpo, e havia um volume estranho, proeminente, entre suas pernas. Não era natural — era um objeto, algo atolado na xoxota da prima, criando um contorno obsceno que só quem procurava veria. E havia mais — a calcinha de Júlia estava visível por cima da calça, mas estranhamente posicionada, como se tivesse sido puxada para o lado, e havia um brilho úmido na lycra, uma mancha escura que indicava excitação.
— Estou com o tio desde o aperitivo — Júlia confessou, sorrindo. — Ele está sentado ali, todo sério, discutindo política, mas o pau dele está dentro de mim desde que eu sentei. Só que eu sou mais discreta que você, prima. Ou pelo menos eu era.
Mariana olhou para a mesa. O tio Roberto, pai de Júlia, estava sentado exatamente atrás de onde a prima estava. Ele levantou os olhos, encontrou o olhar de Mariana, e sorriu, um sorriso idêntico ao do pai dela — sacano, pervertido, cheio de malícia. Mariana entendeu imediatamente: Júlia estava sentada no colo do próprio pai durante todo o jantar, sendo fodida da mesma forma que ela, ambas primas compartilhando a mesma perversão familiar.
— E o volume? — Mariana perguntou, olhando para a entrepé da prima.
— Ah, isso — Júlia riu, baixinho. — É um pepino que o tio me pediu para segurar. Ele gosta de me ver cheia. É grande, né? Quase não consigo andar.
Júlia abriu levemente as pernas, mostrando o contorno mais claro. Era um objeto grosso, longo, criando uma saliência ridícula na calça de lycra. Mariana reconheceu o formato — era um pepino grande mesmo, não um brinquedo, algo que a prima tinha enfiado na xoxota para o tio e segurava ali enquanto jantava com a família.
— Você está com um pepino na xota? — Mariana sussurrou, incrédula.
— E você está com a porra do seu pai escorrendo pela perna — Júlia rebateu, dando um tapinha na coxa de Mariana, espalhando o esperma. — Somos duas putinhas da mesma família, prima. Só que eu aprendi a esconder melhor. Ou pelo menos eu achava.
As duas primas se olharam, uma compreensão profunda passando entre elas. Júlia era uma cúmplice, uma parceira na devassidão. Ela também treinava sua xoxota para aguentar objetos grandes, também transava com parentes na frente de todos, também adorava o risco.
— Quer ver uma coisa? — Júlia perguntou, sem esperar resposta.
Ela virou-se de costas para Mariana, abaixou levemente a calça de lycra na parte de trás, mostrando o suficiente para Mariana ver — um plug anal enorme, com uma base de cristal rosa, brilhando entre as nádegas da prima. Júlia puxou a calça para cima rapidamente, mas Mariana viu o suficiente para entender: a prima estava duplamente preenchida, pepino na xoxota, plug no cu, sendo fodida pelo pai enquanto jantava com os avós.
— Vamos para o banheiro juntas — Júlia sugeriu, puxando o braço de Mariana. — Preciso ajeitar meus brinquedos, e você precisa limpar essa... maionese.
As duas primas caminharam pelo corredor, ambas com passos estranhos, ambas cheias de objetos e de esperma, ambas sorrindo com a mesma expressão sacana. No banheiro, Júlia trancou a porta e imediatamente puxou a calça para baixo, mostrando o pepino verde saindo de sua xoxota rosada e inchada.
— Quer sentir? — Júlia ofereceu, tirando o vegetal devagar, fazendo barulho úmido.
Mariana aproximou-se, tocando a xoxota molhada da prima, sentindo a abertura ainda tremulante. As duas se olharam no espelho, duas putinhas de família, duas primas pervertidas, prontas para compartilhar seus segredos sujos e planejar novas putarias para as próximas reuniões de família, enquanto o jantar continuava na sala ao lado, sem que ninguém soubesse das trepadas e objetos que aquelas duas jovens escondiam sob as roupas decentes.
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