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Ensinando a irma a usar dildo todo dia - parte 1

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doida por dildo

ela tem que ficar andando com dildo e vai ensinar a irma tambem

Ela chegou cedo de propósito. No banheiro do escritório, trancou a porta e se preparou. O plug anal de silicone já estava dentro dela desde a manhã, a base chata pressionada entre as nádegas. O dildo fino e flexível ela encaixou com cuidado, empurrando até sentir o volume empurrar a calcinha por dentro. Por cima, escondeu um pepino fresco, limpo e frio, entre as pernas, pressionado contra a entrada enquanto se sentava.
A sala estava cheia. Colegas digitavam, falavam ao telefone, riam baixo. Ninguém olhava para ela. Ela se acomodou na cadeira da mesa de trabalho, abriu as pernas o suficiente para o pepino se acomodar melhor e começou a se mexer devagar. O movimento sutil do quadril fazia o pepino deslizar para dentro e para fora, enquanto o dildo e o plug se mexiam juntos, preenchendo tudo.
A umidade veio rápido. Ela sentiu escorrer pela calcinha, molhando a parte interna das coxas. Continuou se movendo devagar, o prazer subindo em ondas lentas. Cada vez que apertava os músculos, o plug se movia mais fundo e o pepino roçava no ponto certo. Um gemido quase escapou quando ela gozou pela primeira vez, sentada ali, digitando um e-mail qualquer. O líquido escorreu mais, escorrendo pelas pernas, manchando a saia por baixo.
Ela se levantou para pegar um café, andando pelo corredor do escritório. Cada passo fazia o pepino se mover, o dildo pressionar e o plug tremer dentro dela. O gozo continuava, lento, quente, escorrendo pelas coxas enquanto ela passava pelos colegas. Eles conversavam normalmente. Ninguém sabia. O cheiro quase não dava para sentir no ar-condicionado, mas ela sabia que estava encharcada.
Voltou para a mesa. Sentou de novo, abriu mais as pernas sob a mesa e retomou o movimento. O pepino entrava e saía com mais facilidade agora, escorregadio. Outro orgasmo veio devagar, fazendo as pernas tremerem de leve sob a mesa. O líquido escorreu mais, pingando no chão por um segundo antes de ela fechar as pernas.
Foi então que o chefe apareceu na porta da sala.
— Preciso falar com você. Vem aqui um minuto.
Ela se levantou, as pernas um pouco trêmulas, a saia grudada nas coxas molhadas. Andou até a mesa dele, sentindo tudo se mover dentro dela a cada passo. O dildo fazia volume claro na calcinha. O plug empurrava para trás. O pepino ainda estava ali, pressionado.
O chefe a olhou de cima a baixo enquanto ela parava na frente da mesa dele. Os olhos desceram até a altura da cintura, depois mais abaixo. Ele franziu a testa por um segundo, notando o volume estranho sob o tecido da saia, o jeito como a calcinha marcava algo grosso e o caminho úmido que descia pelas pernas.
Ela ficou parada, o coração batendo forte, o prazer ainda pulsando devagar enquanto o líquido continuava escorrendo.
Ele não disse nada sobre o que viu. Só apontou para a cadeira na frente da mesa.
— Senta. Precisamos conversar sobre o relatório.
Ela sentou. O pepino entrou mais fundo. O dildo e o plug se acomodaram. E ela ficou ali, molhada, cheia, com o chefe olhando para ela como se ainda estivesse processando o que tinha notado.
Ela saiu do escritório ainda encharcada. No carro, trancou as portas, tirou o pepino e o guardou na bolsa. Em seguida, puxou da mesma bolsa um dildo bem maior — vinte e cinco centímetros de silicone rígido, grosso na base. Com as pernas abertas no banco do motorista, empurrou o brinquedo até o fundo, gemendo baixinho quando a cabeça grossa passou pela entrada já molhada e o comprimento inteiro sumiu dentro dela. O plug anal ainda estava no lugar. Agora ela estava completamente preenchida.
Ligar o carro e sair foi uma tortura deliciosa. Cada solavanco da estrada fazia o dildo se mexer lá dentro, batendo fundo. O plug se movia junto. Ela apertava o volante com força, as coxas tremendo, o líquido escorrendo de novo pela calcinha e manchando o banco. No semáforo, gozou pela terceira vez, o corpo inteiro se contraindo ao redor do brinquedo de vinte e cinco centímetros. O orgasmo veio lento e profundo, fazendo-a ofegar com a testa apoiada no volante por alguns segundos.
Chegou na casa da irmã ainda com o dildo atolado até o fim. Ajeitou a saia, limpou por cima o que dava e entrou. A família estava reunida: a irmã, o cunhado, os primos, a mãe. A mesa de jantar já estava posta. Todos a cumprimentaram, puxaram conversa, perguntaram do trabalho. Ninguém fazia ideia.
Ela se sentou na cadeira, exatamente no meio da mesa. O dildo se acomodou mais fundo com o peso do corpo. O plug pressionou. Ela abriu um pouco as pernas sob a toalha e começou a se mexer devagar, quase imperceptível. Cada vez que se inclinava para pegar o prato ou servir água, o brinquedo se movia lá dentro.
A conversa fluía ao redor dela. A irmã falava de um problema no trabalho. O cunhado contava uma piada. A mãe perguntava se ela estava comendo bem. E ela só sorria, respondia em frases curtas, enquanto o prazer subia de novo. O dildo de vinte e cinco centímetros estava tão fundo que cada respiração fazia pressão. O líquido voltou a escorrer, descendo pelas coxas, pingando no chão sob a mesa.
Ela apertou os músculos com força. O orgasmo veio devagar, exatamente como ela queria. O corpo tremeu de leve sob a toalha. As pernas se fecharam por um segundo. Um gemido quase escapou, mas ela disfarçou tossindo e pedindo mais suco. O gozo escorreu quente, molhando a cadeira e a parte de dentro da saia. Ninguém notou. Todos continuaram comendo e conversando ao redor dela.
Ela ficou ali, sentada na mesa de jantar da irmã, completamente cheia, ainda pulsando ao redor do dildo enorme, o plug se mexendo a cada respiração, o líquido escorrendo devagar pelas pernas enquanto a família ria de alguma história qualquer.
Depois do jantar, quando a maior parte da família já tinha se retirado para a sala, ela puxou a irmã pelo braço até o quarto de hóspedes e fechou a porta com cuidado.
— Preciso te mostrar uma coisa — murmurou, a voz ainda um pouco embargada pelo prazer que ainda pulsa dentro dela.
A irmã franziu a sobrancelha, curiosa. Ela então se virou de frente para a cama, puxou a saia para cima e, sem tirar a calcinha completamente, afastou o tecido encharcado. O volume do dildo de vinte e cinco centímetros marcava claramente sob o tecido fino. Com os dedos, ela puxou a calcinha de lado e deixou a base grossa do brinquedo aparecer, brilhando de tanto líquido.
A irmã abriu a boca, os olhos arregalados.
— Meu Deus… isso tá inteiro dentro de você?
Ela assentiu, respirando fundo. Empurrou um pouco para fora, mostrando mais alguns centímetros do silicone grosso e veado, antes de engolir tudo de novo com um movimento lento do quadril. O plug anal ainda estava no lugar, fazendo a base dela se arredondar um pouco mais.
— Desde de manhã. No trabalho, no carro, na mesa de jantar… o dia inteiro. Eu fico andando com ele atolado e gozando devagar sem ninguém perceber.
A irmã engoliu em seco, o olhar preso no volume que sumia e reaparecia entre as pernas da irmã. As faces dela coraram. Uma mão subiu quase sem querer até o próprio peito.
— E… não dói? Como você aguenta isso o dia todo?
— Dói um pouco no começo — respondeu ela, a voz rouca —, mas depois vira só pressão gostosa. O plug ajuda a preencher tudo. Você fica molhada o tempo inteiro… e quando goza, escorre pelas pernas e ninguém vê.
Ela puxou o dildo quase até a cabeça e depois empurrou de novo até o fundo, gemendo baixinho. O líquido escorreu mais um pouco, descendo pela coxa.
A irmã não desviou o olhar. A respiração dela ficou mais pesada. As pernas se fecharam e se abriram de leve, como se estivesse se esfregando sem perceber.
— Eu… nunca usei nada assim — confessou, a voz baixa. — Só os dedos. Mas… vendo você aguentar isso o dia inteiro… fiquei com vontade de tentar. De aprender.
Ela sorriu, ainda com o dildo enterrado até a base.
— Eu te ensino. Começa com coisas menores… um pepino, um consolozinho fino. Depois você vai aumentando. O segredo é ir devagar, deixar o corpo se acostumar, e não ter vergonha de ficar molhada o dia todo.
A irmã deu um passo mais perto, os olhos brilhando de curiosidade e tesão. A mão dela tremeu um pouco quando tocou de leve a base do dildo que ainda estava dentro da irmã, sentindo o calor e a umidade.
— Me mostra de novo… por favor. Quero ver o quanto você aguenta.
Ela puxou o brinquedo quase inteiro para fora, deixando só a cabeça dentro, e depois engoliu os vinte e cinco centímetros de uma vez só, o corpo se contraindo visivelmente. Um gemido mais alto escapou. O líquido escorreu de novo, pingando no chão entre os pés dela.
A irmã mordeu o lábio, as pernas agora claramente inquietas, o desejo estampado no rosto.
— Eu quero aprender — sussurrou. — Me ensina a usar objetos… igual você.
Elas entraram no quarto de hóspedes e trancaram a porta. A irmã mais velha tirou da bolsa um segundo dildo — ainda mais grosso e quase tão longo quanto o de vinte e cinco centímetros que ainda estava dentro dela. O silicone era pesado, com veias marcadas e uma base larga. Ao lado dele, um frasco grande de gel lubrificante transparente.
— Tira a calça e a calcinha — ordenou baixinho, a voz rouca. — Deita na cama e abre bem as pernas.
A irmã obedeceu, o rosto vermelho de vergonha e tesão. Deitou de costas, as coxas abertas, a xoxota já úmida só de ter visto o volume da irmã o dia inteiro. A mais velha se ajoelhou entre as pernas dela, ainda com o próprio dildo atolado, o líquido escorrendo devagar pela coxa.
Ela abriu o frasco e despejou uma quantidade generosa de gel sobre os dedos. Passou os dedos molhados pela entrada da irmã, espalhando o lubrificante com movimentos circulares lentos. Os dedos entraram com facilidade, um, depois dois, abrindo e massajando por dentro enquanto o polegar roçava o clitóris.
— Respira fundo… vai ficar bem escorregadio. Assim não dói.
A irmã gemeu baixinho, os quadris se movendo sozinhos. A mais velha tirou os dedos, pegou o dildo grosso e cobriu o comprimento inteiro de gel, até ficar brilhando. Posicionou a cabeça grossa na entrada molhada da irmã e começou a pressionar devagar.
— Empurra um pouco com o quadril… isso. Abre pra mim.
A cabeça entrou com um estalo úmido. A irmã arquejou, as mãos apertando o lençol. A mais velha foi empurrando centímetro por centímetro, girando o brinquedo de leve, deixando o gel escorrer para dentro. Quando metade já estava engolida, parou e fez movimentos curtos de vai-e-vem, abrindo a irmã com paciência.
— Sente como ele preenche? Agora respira e aceita mais…
Ela empurrou o resto de uma vez só. O dildo grosso e longo sumiu até a base. A irmã soltou um gemido alto, as pernas tremendo, a xoxota se contraindo visivelmente ao redor do silicone. O gel escorria pelas nádegas, misturado com o próprio líquido dela.
A mais velha começou a masturbá-la de verdade. Puxava o dildo quase até a cabeça sair e depois enfiaava tudo de novo, com força controlada, o gel fazendo barulho molhado a cada investida. A outra mão descia para esfregar o clitóris da irmã em círculos rápidos e firmes.
— Assim… aperta em volta dele. Sente ele batendo fundo. Isso… goza com ele dentro.
A irmã já não conseguia ficar quieta. Os quadris subiam encontrando cada empurrão. O dildo saía brilhando de gel e de tesão e voltava engolido até o fim. A mais velha aumentou o ritmo, fodendo a irmã com o brinquedo de forma constante e profunda, o polegar pressionando o clitóris sem parar.
— Tá vendo? É assim que se faz… deixa ele te abrir, te preencher… não tem vergonha de gozar molhada.
A irmã gozou com um grito abafado, o corpo se arqueando, a xoxota contraindo com força ao redor do dildo grosso. O líquido escorreu em jatos, misturado com o gel, molhando a mão da irmã e o lençol. A mais velha continuou movimentando o brinquedo durante todo o orgasmo, extraindo cada contração, cada tremor.
Quando a irmã finalmente afrouxou, ofegante, a mais velha puxou o dildo quase inteiro para fora, deixando só a cabeça dentro, e depois empurrou tudo de novo, bem devagar, só para ela sentir o quanto ainda estava aberta e sensível.
— Agora você já sabe — sussurrou, a voz carregada de tesão. — Amanhã você leva um menor pro trabalho… e aprende a aguentar o dia inteiro igual eu.

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