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Trabalho com fio dental na xoxota e dildo o dia todo – parte 1

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doida por dildo

neste trabalho ela tem que ficar andando com dildo e calcinhas pro chefe tarado

Ela aceitou a vaga porque o salário era alto demais para recusar. A empresa ficava no meio do nada, a mais de trezentos quilômetros da cidade mais próxima, um complexo industrial isolado cercado por mata. No anúncio só falava em “código de vestimenta específico interno” e “adaptação obrigatória às normas da unidade”.
No primeiro dia, depois do treinamento burocrático, a gerente de RH — uma mulher de uns trinta e cinco anos, rosto sério — a levou para uma sala pequena sem janelas.
— Aqui as regras são diferentes — disse sem rodeios, abrindo uma gaveta. Dentro havia dezenas de calcinhas minúsculas, de tecido fino e elástico, quase só um fio com um pedaço pequeno de tecido na frente. — Todas as funcionárias usam. É obrigatório. A calcinha fica enfiada. Completamente. O tecido da frente entra dentro da xoxota e o fio fica enterrado entre os lábios. Você anda, trabalha, senta e sobe escada assim o dia inteiro. Na frente de todo mundo.
A garota piscou, achando que era brincadeira. Não era.
A gerente pegou uma das calcinhas, puxou o próprio vestido para cima e mostrou. Entre as pernas dela não havia quase nada à vista: só o contorno dos lábios abertos e o tecido fino sumindo dentro dela, esticado, molhado. O fio desaparecia completamente no meio.
— Você vai usar agora. Ou pode desistir da vaga e voltar pra cidade sem o salário.
Com as mãos trêmulas, a garota tirou a calcinha normal que tinha vindo de casa. A gerente entregou a peça minúscula e um pequeno frasco de gel.
— Passa um pouco pra facilitar. Depois enfia o tecido todo pra dentro. Até não sobrar quase nada de fora.
Ela obedeceu, o rosto queimando. O gel frio, o tecido fino sendo empurrado para dentro da entrada, os lábios se fechando em volta. Quando terminou, a calcinha praticamente não existia por fora. Só um fio finíssimo sumia entre as nádegas e, na frente, quase nada. Qualquer movimento fazia o tecido se mexer lá dentro.
— Agora vai trabalhar.
A área operacional era um escritório aberto misturado com chão de fábrica. Homens de todas as idades circulavam o tempo todo. As outras mulheres já estavam no padrão: saias curtas ou vestidos leves, e entre as pernas apenas aquele volume sutil dos lábios abertos com o tecido enfiado. Algumas andavam com as pernas um pouco mais abertas. Outras se mexiam de forma estranha ao sentar, porque o tecido puxava.
No primeiro corredor, dois funcionários homens passaram por ela. Os olhos desceram imediatamente. Um deles sorriu de lado.
— Nova, né? Ainda tá se acostumando com a calcinha enfiada. Vai ver que depois de uma semana você nem sente mais… ou sente demais.
Ela continuou andando, cada passo fazendo o tecido fino se mover dentro dela. Quando precisou subir uma escada de metal para entregar um relatório, o movimento puxou o tecido mais fundo. Um supervisor que subia atrás não disfarçou o olhar colado entre as pernas dela.
Durante a manhã inteira foi assim. Ela andava entre as mesas, atendia chamados, levava pastas, e a cada movimento a calcinha minúscula se mexia lá dentro. As outras mulheres trabalhavam normalmente, algumas até conversavam entre si enquanto ajustavam o tecido com um puxão discreto, empurrando ainda mais para dentro na frente dos homens.
Na hora do almoço, no refeitório, ela se sentou com cuidado. O tecido puxou. Uma colega ao lado, mais antiga na empresa, se inclinou e falou baixo:
— Quanto mais você anda, mais ele fica enfiado. Às vezes a gente goza no meio do expediente e ninguém fala nada. Faz parte. Os homens gostam de ver a gente assim… aberta, com a calcinha sumida dentro.
A garota apertou as pernas, sentindo o tecido molhado se mexer. Do outro lado do refeitório, um grupo de funcionários homens olhava abertamente na direção das mulheres. Uma delas se levantou para pegar água e o tecido brilhou entre os lábios abertos enquanto ela andava.
Ela ainda estava no primeiro dia. E já sabia que teria que passar todas as próximas semanas exatamente daquele jeito: andando, trabalhando, subindo escada e sentando com a calcinha minúscula completamente enfiada na xoxota, exposta na frente de todos os homens e funcionários daquele lugar isolado.
No banheiro feminino, no meio da tarde, três funcionárias mais antigas a abordaram enquanto ela tentava se olhar no espelho. O rosto dela ainda estava vermelho. Entre as pernas, o tecido minúsculo já estava completamente enfiado e um pouco úmido de tanto se mexer.
Uma delas, uma morena de cabelos presos, abriu a própria bolsa e tirou um frasco transparente de gel.
— Você tá andando engessada demais — falou direto. — No primeiro dia arde. O tecido é tão fino que parece fio de lã… quase não existe. Entra fácil, mas resseca e começa a puxar. Passa isso aqui nos lábios e um pouco pra dentro. Não arde mais e fica bem escorregadio.
Outra garota, mais nova, assentiu e puxou a própria saia curta sem nenhum pudor, mostrando. O tecido da calcinha dela era tão fino e transparente que mal se via; estava completamente sumido entre os lábios, só um brilho úmido denunciava onde terminava a pele e começava o fio.
— Olha só. É quase como não usar nada. A gente fica praticamente nua o dia inteiro. Os homens veem tudo… o contorno, quando abre, quando molha. Mas depois que acostuma, é gostoso. Você sente o ar, sente o tecido se mexendo lá dentro a cada passo… e ninguém pode reclamar porque é a regra.
A terceira pegou o frasco, passou uma quantidade generosa nos próprios dedos e, sem perguntar, abaixou um pouco a calcinha já enfiada da novata. Os dedos gelados deslizaram entre os lábios dela, espalhando o produto, empurrando um pouco mais do tecido fino para dentro junto com o gel.
— Assim. Agora anda.
Elas saíram juntas do banheiro. O gel fazia diferença imediata. O tecido minúsculo, que antes puxava e ardia de leve, agora deslizava. Era realmente quase invisível: um fio tão fino que parecia de lã molhada, sumindo completamente entre os lábios. A cada passo o ar fresco do corredor tocava a pele exposta. A saia curta balançava e não escondia quase nada.
Enquanto caminhavam de volta para a área de trabalho, uma das garotas comentou, rindo baixo:
— Quanto mais fino, melhor. Tem dia que a gente nem sente que tá usando. Só sente quando senta ou quando sobe escada e o fio puxa lá no fundo. E os homens… eles ficam olhando o tempo todo. Gostam de ver a gente assim, quase nua, com a calcinha enfiada e brilhando de gel.
A novata sentia o tecido se mexer dentro dela a cada movimento, agora escorregadio e quente. Era estranho. Era exposto. E, como as outras tinham falado, também era gostoso de um jeito vergonhoso. As outras mulheres do setor já trabalhavam normalmente daquele jeito: algumas sentadas de pernas um pouco abertas, outras andando com o fio brilhando entre as nádegas, todas praticamente nuas por baixo das roupas mínimas, o gel deixando tudo mais visível sob a luz fria do escritório.
Ela ajustou a saia, sentiu o tecido fino se acomodar ainda mais fundo e voltou para a mesa. O dia ainda era longo. E agora, com o gel, ela conseguiria aguentar… e talvez até começar a gostar da sensação de ficar daquele jeito na frente de todo mundo.
Aqui vai a continuação:

No final do expediente, quando a maior parte dos homens já tinha saído, as três funcionárias a puxaram de novo para o banheiro feminino. Uma delas carregava uma pequena caixa preta.
— Calcinha enfiada é só o básico — disse a morena, abrindo a caixa. Dentro havia vários plugs anais de tamanhos diferentes, todos de silicone preto, com base larga para não entrar inteiro, e alguns dildos grossos. — Aqui a gente também trabalha com plug. O dia inteiro. Sentada, andando, em reunião… o plug fica lá dentro e a gente goza devagar sem ninguém precisar saber. Só sente.
A mais nova da equipe pegou um plug de tamanho médio, passou gel fartamente e se virou de costas, abrindo a própria saia. Empurrou o brinquedo com naturalidade até a base se acomodar entre as nádegas. Quando se virou de frente de novo, o volume quase não aparecia sob o tecido fino da calcinha já enfiada.
— Você vai usar também. Começa com esse. Depois acostuma e pega os maiores.
A novata hesitou só por um segundo. O gel ainda brilhava entre as pernas dela. Ela se virou, apoiou as mãos na pia e sentiu os dedos da colega espalhando mais lubrificante. O plug frio pressionou a entrada e foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até a base se encaixar. A sensação de estar preenchida nos dois lados ao mesmo tempo a fez morder o lábio.
— Agora anda — ordenou a morena.
Cada passo fazia o plug se mexer lá dentro. O tecido fino da calcinha continuava enfiado na xoxota, escorregadio de gel. As duas invasões juntas deixavam ela hipersensível. Quando voltaram para a área de trabalho ainda havia alguns funcionários homens e o chefe do setor terminando relatórios.
Elas a fizeram sentar na cadeira normal de escritório. O plug se acomodou mais fundo com o peso do corpo. A calcinha minúscula puxou.
— Agora trabalha assim — sussurrou a colega ao lado. — Fica quieta, digita, atende telefone… e deixa o plug te foder devagar cada vez que você se mexe. Quando vier vontade de gozar, não segura. Goza sentada. Devagar. Ninguém vai perceber se você não gritar.
A novata tentou se concentrar na tela. Mas cada pequena mudança de postura fazia o plug pressionar e a calcinha se mover dentro dela. Em menos de dez minutos o prazer começou a subir, lento e constante. Ela apertou as coxas, digitou mais devagar, e gozou em silêncio, o corpo tremendo só um pouco, o líquido escorrendo ao redor do tecido fino e molhando a cadeira.
As outras sorriam de canto, já acostumadas.
Foi então que o chefe se aproximou da mesa delas. Homem de meia-idade, olhar direto.
— Novata. Levanta. Hoje você vai usar o grosso. Sala de reunião dois. Cinco minutos.
As colegas trocaram um olhar significativo. Uma delas abriu a caixa de novo e tirou um dildo bem mais grosso, de silicone pesado, quase tão largo quanto dois dedos juntos.
— Quando ele manda, a gente enfia — explicou baixinho enquanto passava gel no brinquedo. — Às vezes é só pra ficar andando com ele dentro. Às vezes ele quer que a gente sente na reunião com o dildo atolado e continue trabalhando. Já teve dia que eu gozei duas vezes enquanto apresentava gráfico.
No banheiro de novo, elas ajudaram a novata a tirar o plug e a calcinha enfiada só o suficiente para empurrar o dildo grosso até o fundo. O silicone abriu ela com lentidão, obrigando-a a respirar fundo. Quando a base se acomodou, a calcinha minúscula foi reenfiada por cima, o tecido fino esticado ao redor do volume. O plug voltou para o cú. Agora ela estava completamente preenchida.
— Anda normal — disse a morena. — E se ele mandar sentar, senta. E goza se precisar. Faz parte do serviço.
A novata saiu do banheiro andando devagar, o dildo grosso e o plug se mexendo a cada passo, a calcinha fina quase inexistente brilhando de gel entre os lábios. O chefe a esperava na porta da sala de reunião com outros dois homens. Ele olhou diretamente entre as pernas dela, confirmou o volume e apontou a cadeira.
— Senta. E não tira até eu falar.
Ela obedeceu. O dildo se acomodou ainda mais fundo. O plug pressionou. E, enquanto os homens começavam a falar de números e prazos, ela já sentia o próximo orgasmo subindo devagar, inevitável, na frente de todo mundo.
Ela saiu da sala de reunião ainda com o dildo grosso dentro dela, mas o chefe não ficou satisfeito. Chamou uma das funcionárias mais antigas e pediu o “especial de trinta e cinco”.
No banheiro, as colegas trocaram o brinquedo sem cerimônia. O novo dildo tinha trinta e cinco centímetros de comprimento e seis centímetros de diâmetro. Era pesado, de silicone firme, com veias marcadas e uma cabeça grossa. Passaram gel demais nele e também entre os lábios dela. A calcinha minúscula foi puxada de lado. A cabeça pressionou a entrada já aberta e foi entrando devagar, centímetro por centímetro. A garota teve que segurar a pia com as duas mãos, as pernas tremendo, enquanto o comprimento absurdo desaparecia dentro dela. Quando a base finalmente se acomodou, a barriga dela marcava um leve volume. A calcinha fina foi reenfiada por cima, o tecido quase transparente esticado ao redor da grossura, sumindo entre os lábios inchados.
— Agora anda — ordenou a morena. — O chefe quer te ver circulando no escritório assim.
Ela saiu ao corredor principal.
Cada passo era uma luta. O dildo de trinta e cinco por seis centímetros se mexia fundo, a cabeça grossa batendo em pontos que faziam a visão dela embacar por um segundo. A calcinha minúscula, enfiada até o limite, puxava e roçava o clitóris a cada movimento. O gel escorria sem parar, brilhando na parte interna das coxas. A saia curta balançava e não escondia quase nada: dava para ver o contorno grosso do silicone entre as pernas, os lábios abertos ao redor da base e o tecido fino molhado.
Os funcionários homens levantavam os olhos das telas quando ela passava. Alguns paravam de digitar. Outros se recostavam na cadeira só para acompanhar o movimento do quadril dela. O volume era impossível de disfarçar. A cada passo o dildo se deslocava alguns milímetros para dentro e para fora, obrigando-a a andar mais devagar, as pernas um pouco abertas.
Ela precisou levar um relatório até o outro lado do escritório. O caminho era longo. No meio do corredor aberto, um espasmo a atingiu sem aviso. As pernas fraquejaram. Ela se apoiou em uma mesa vazia, o corpo contraindo ao redor do silicone enorme, e gozou em pé, em silêncio, o líquido escorrendo ainda mais ao redor da calcinha enfiada e pingando no chão. Ninguém comentou. Alguns homens apenas sorriram de lado e voltaram ao trabalho.
Quando chegou à mesa de destino, entregou a pasta com a mão trêmula. O funcionário que recebeu olhou abertamente entre as pernas dela, viu o volume de trinta e cinco centímetros marcado sob o tecido fino e assentiu, como se estivesse apenas confirmando que ela estava cumprindo a regra.
No caminho de volta, o chefe apareceu no corredor.
— Continua andando. Quero te ver dar mais duas voltas completas no escritório antes de sentar de novo.
Ela obedeceu. O dildo grosso e longo se mexia sem parar dentro dela. A calcinha minúscula continuava completamente enfiada, o tecido fino e molhado quase inexistente. E enquanto ela caminhava devagar entre as mesas, sob os olhares de todos os homens e das outras funcionárias, o próximo orgasmo já começava a subir de novo, lento e inevitável.
No meio da tarde o elevador de carga abriu com um barulho metálico. Dois funcionários homens empurraram uma estrutura pesada coberta por um pano preto até o centro da área aberta do escritório. O chefe apareceu logo atrás, as mãos nos bolsos, o olhar satisfeito.
— Hoje todas vão testar — anunciou em voz alta. — Máquina nova. Quero ver se aguenta o ritmo de vocês.
O pano foi retirado. Era uma máquina de foder profissional: base de metal estável, braço articulado com motor potente e, na ponta, um dildo grosso e longo de silicone realista, já brilhando de gel. Havia controles de velocidade, profundidade e ângulo. Várias correias de contenção pendiam dos lados.
As funcionárias se entreolharam. Nenhuma pareceu surpresa. A morena, a mais antiga, apenas suspirou e começou a tirar a saia.
— Em fila. De quatro. Uma de cada vez — ordenou o chefe. — A novata vai por último. Quero que ela veja direito antes.
A primeira se posicionou no meio do escritório, de quatro no chão frio, as pernas abertas, a calcinha minúscula ainda enfiada. Uma das colegas puxou o tecido fino de lado e o chefe mesmo guiou a cabeça do dildo da máquina até a entrada dela. Com um clique o motor ligou. O braço avançou devagar no começo, empurrando o silicone grosso centímetro por centímetro até sumir por completo. Depois a velocidade aumentou.
O som molhado ecoou no escritório aberto. A mulher de quatro gemeu alto quando a máquina começou a foder de verdade, estocadas firmes e profundas, o dildo saindo quase inteiro e voltando com força. Os seios dela balançavam. O rosto ficou vermelho. Em menos de dois minutos ela já estava gozando, o corpo tremendo, o líquido escorrendo pela máquina e pingando no chão. O chefe deixou a máquina continuar por mais alguns segundos antes de desligar e mandar a próxima.
Uma após a outra as mulheres se ajoelharam no mesmo lugar. Algumas aguentavam vários minutos, gemendo e gozando mais de uma vez enquanto o dildo mecânico as abria sem parar. Outras gozavam rápido, as pernas fraquejando, e precisavam ser seguradas pelas colegas. Os funcionários homens formaram um círculo ao redor, alguns já com a mão no pau, assistindo sem nenhum pudor. O chefe controlava a velocidade com o controle remoto, aumentando quando alguma delas parecia aguentar demais.
Chegou a vez da novata.
As pernas dela tremiam quando se ajoelhou no chão ainda molhado dos orgasmos anteriores. A calcinha minúscula foi puxada de lado. O dildo de trinta e cinco centímetros que ela ainda carregava dentro foi retirado com um som molhado. Em seguida o da máquina — ainda mais grosso — foi posicionado na entrada já vermelha e aberta. O chefe não teve pressa. Deixou só a cabeça entrar e ligou o motor na velocidade mais baixa.
O silicone avançou devagar, preenchendo cada centímetro. Quando chegou ao fundo, a máquina parou por um segundo e depois começou o vaivém. Estocadas longas, profundas, constantes. O dildo saía quase inteiro, brilhando de gel e do líquido dela, e voltava com força até a base bater nos lábios. O som era obsceno, molhado, ritmado.
Ela tentou segurar o gemido, mas não conseguiu. A cada investida o prazer subia mais rápido. As garçonetes (não, as colegas) ao redor comentavam baixo, algumas passando a mão na própria xoxota enquanto assistiam. O chefe aumentou a velocidade. O braço mecânico passou a foder com força rápida e precisa. O corpo dela balançava para frente e para trás. Os seios pendiam. O clitóris era roçado pelo movimento constante.
O primeiro orgasmo veio forte. Ela gritou, as braços fraquejando, o líquido espirrando ao redor do dildo da máquina. O chefe não desligou. Aumentou mais um pouco. A máquina continuou fodendo através do orgasmo, arrancando espasmos longos e descontrolados. Ela gozou de novo menos de um minuto depois, o corpo inteiro tremendo de quatro no meio do escritório, a boca aberta, a baba escorrendo, enquanto o dildo mecânico entrava e saía sem parar.
Só então o chefe reduziu a velocidade e, por fim, desligou. O dildo saiu devagar, deixando-a aberta e pulsando à mostra. Uma poça visível se formara no chão sob ela.
— Próxima semana a gente testa a velocidade máxima — comentou ele, já se afastando. — Todas voltaram pro trabalho. E a novata fica com o dildo da máquina dentro até o final do expediente.
Duas colegas a ajudaram a se levantar. O dildo grosso da máquina foi empurrado de volta nela até a base e a calcinha minúscula reenfiada por cima. As pernas dela ainda tremiam quando voltou a andar pelo escritório, agora com o brinquedo da máquina atolado, o corpo ainda sentindo as estocadas fantasmas a cada passo.
O expediente terminou e as pernas dela mal aguentavam. O dildo grosso da máquina ainda estava dentro, a calcinha minúscula enfiada por cima, o tecido fino completamente encharcado e transparente. Cada passo até o estacionamento fazia o silicone se mexer fundo, lembrando o quanto ela tinha sido aberta o dia inteiro.
As três colegas mais próximas não a deixaram ir sozinha.
— Você aguentou demais hoje — disse a morena, já abrindo a porta do carro. — Vamos na sua casa. Precisa passar gel de verdade, senão amanhã você não consegue nem sentar.
Elas entraram no apartamento pequeno da novata. Assim que a porta se fechou, a morena mandou:
— Tira tudo. Deita na cama e abre as pernas.
Com as mãos trêmulas, ela obedeceu. A saia caiu. A calcinha minúscula foi puxada de lado com cuidado. O dildo da máquina saiu devagar, centímetro por centímetro, fazendo um som molhado e obeso. Quando finalmente escapou, a xoxota dela ficou aberta, vermelha, latejando, os lábios inchados e brilhantes. Uma quantidade absurda de gel misturado com o próprio líquido escorreu imediatamente, molhando a parte interna das coxas.
— Nossa… olha o estado — murmurou a colega mais nova, ajoelhando-se entre as pernas dela. — Você realmente aguentou o dia inteiro com esse tamanho.
A morena abriu um frasco grande de gel calmante, mais grosso e fresco que o usado no trabalho. Despejou uma quantidade generosa direto entre os lábios abertos da novata. Os dedos dela entraram com cuidado, espalhando o produto por dentro, massageando as paredes ainda sensíveis e abertas. O gel frio contrastava com o calor inflamado da pele.
— Respira… vai aliviar — falou baixo enquanto os dedos giravam devagar, cobrindo cada centímetro que o dildo tinha esticado. — Você ficou muito tempo preenchida. Precisa hidratar direito.
A segunda colega ajudou, segurando as coxas da novata bem abertas para a morena trabalhar melhor. A terceira passou mais gel nos lábios externos e no clitóris inchado, fazendo movimentos circulares lentos, quase carinhosos. A novata gemia baixinho, metade de alívio, metade de prazer residual. O corpo ainda tremia de vez em quando, lembrando das estocadas da máquina.
— Amanhã você vai de plug mais fino e calcinha enfiada normal — disse a morena enquanto continuava a massagem interna com os dedos cheios de gel. — Hoje você forçou demais. Mas aguentou bem. O chefe gostou.
Elas passaram vários minutos ali, ajoelhadas ao redor da cama, espalhando o gel fresco, acalmando a xoxota vermelha e aberta, limpando o excesso que escorria e aplicando mais. Os dedos entravam e saíam com delicadeza, cobrindo tudo, aliviando o ardor e a sensação de estar vazia demais depois de horas preenchida.
Quando terminaram, a novata estava ofegante, as pernas ainda abertas, o gel brilhando entre os lábios inchados. As colegas se levantaram, satisfeitas.
— Descansa. E deixa o gel agir a noite toda — falou a morena, já se dirigindo à porta. — Amanhã a gente te busca. E vem preparada… porque o chefe já falou que quer te ver de novo na máquina.
A morena ainda tinha os dedos cobertos de gel quando se inclinou sobre a novata. Em vez de se afastar, deslizou a boca pela barriga dela, deixando beijos lentos e úmidos na pele quente. A cada beijo descia um pouco mais. A colega mais nova e a terceira se ajoelharam dos lados, segurando as coxas da novata bem abertas, como se quisessem garantir que nada ficasse escondido.
— Ainda tá tão vermelha… — murmurou a morena, a boca já rente ao monte de Vênus. — Olha isso. Mesmo depois de tirar o dildo, continua latejando de tesão.
Os lábios inchados e vermelhos da novata estavam abertos, brilhantes de gel e do próprio líquido. O clitóris ainda aparecia proeminente e sensível. A morena não hesitou. Passou a língua de baixo para cima, bem devagar, recolhendo o gosto do gel misturado com o tesão acumulado o dia inteiro. A novata soltou um gemido trêmulo, os quadris subindo sozinhos.
As outras duas funcionárias assistiam de perto, os rostos corados, as respirações pesadas. Uma delas passou a própria mão entre as pernas, por cima da saia, enquanto a outra se inclinava mais para ver melhor.
— Lambe direito — pediu a colega mais nova, a voz rouca. — Ela aguentou a máquina o dia todo… merece.
A morena obedeceu. Abriu mais os lábios grossos com os dedos e enfiou a língua dentro, lambendo as paredes ainda abertas e sensíveis, chupando o clitóris inchado com força moderada. O som molhado preencheu o quarto. A novata arquejou, as mãos apertando o lençol, as pernas tremendo nos ombros das amigas.
A terceira funcionária não aguentou só olhar. Ajoelhou-se do outro lado e começou a beijar a parte interna da coxa da novata, subindo até encontrar a língua da morena. As duas línguas se encontraram sobre a xoxota vermelha, lambendo juntas, dividindo o gosto, chupando os lábios inchados e o clitóris latejante na frente uma da outra.
— Ela tá gozando de novo — anunciou a mais nova, os olhos brilhando enquanto esfregava a própria calcinha enfiada.
A novata realmente estava. O corpo inteiro se contorceu. Um jato quente saiu contra a boca da morena, que continuou lambendo sem parar, engolindo o que podia, a língua entrando e saindo enquanto a outra amiga chupava o clitóris com força. As duas funcionárias a mantinham aberta, exposta, sendo chupada sem pressa no meio do quarto, ainda com o gosto do gel e do dia inteiro de abuso na língua.
Quando o orgasmo finalmente começou a baixar, a morena deu mais algumas lambidas lentas, limpando o excesso, e ergueu o rosto molhado. As outras duas ainda seguravam as coxas da novata abertas, admirando a xoxota vermelha, latejante e brilhante de saliva e gel.
— Amanhã a gente continua — disse a morena, passando o polegar de leve sobre o clitóris ainda sensível. — Agora descansa. Você vai precisar.

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