Bacanal incestuoso
Somos três irmãs, modéstia a parte nossos pais sabem fazer filhas, é muito difícil dizer qual de nós tem o corpo mais bonito, sou a do meio, aos dezessete anos, vi minha irmã subir ao altar de véu e grinalda, vestida de branco e senti remorso por já ter perdido o cabaço e dias depois do casamento quando estava deitada na cama ao lado da cama de minha irmã de quatorze anos, a Suzi, então com pouco mais de 1,60 m, olhos verdes assim como os meus, peitinhos já bem inchadinhos, bundinha gordinha, coxas torneadas e cintura fina choramingando com o rosto enfiado no travesseiro, deitei-me ao lado dela e a abracei sentindo seu hálito quente gostoso perguntei o que estava acontecendo e ela desabafou dizendo que apesar dos garotos assedia-la constantemente, ela não tinha coragem de passar dos beijos na boca apesar de ter muita vontade de sentir e fazer carinhos pois não confiava em nenhum deles pois ouvia o que eles falavam das garotas e a abracei com mais força, sentindo seus peitos durinhos amassarem os meus . Meus mamilos entumeceram na hora e segurei seu pescoço olhando dentro de seus olhos ainda cheios de lágrimas, passei minha língua neles para seca-los sentindo o gostinho salgado das lágrimas e a vi entreabrir os lábios como quem quer ser beijada e sem pensar nas consequências a beijei com paixão e levei uma de minhas mãos a um de seus seios e ela virou o rosto e abocanhou meu pescoço fazendo meu corpo inteiro entrar em estado de tesão, levei uma de minhas mãos a suas nádegas gostosas e alisei, a danadinha enfiou sua perna no meio das minhas e instintivamente esfreguei devagarinho minha buceta nas coxas de minha irmãzinha, não demorou para ela levantar minha camiseta e mamar em um de meus seios levando-me a enlouquecer, não resisti e parando de me esfregar nela, levei minha mão para dentro de seu shortinho e com o dedo indicador em riste encontrei seu colombinho durinho no meio de sua rachinha virgem, o massageei ouvindo aqueles sons enlouquecedores arranquei o shorts de Suzi mesmo sem saber exatamente sem saber o que fazer, succionei aquele calombinho arrancando da adolescente um gemido profundo. Meu grelo estava doendo de tão duro que estava e enfiei a minha mão dentro de minha calcinha e enquanto me masturbava, chupava o grelo de minha irmãzinha virgem e enfiava a língua em sua grutinha enquanto ela choramingava pedia para eu não parar e naquela loucura seus gemidos mudaram indicando que eu a havia conduzido ao êxtase e gozei junto com ela. Acabamos de tirar nossas roupas e nos cobrimos só com um lençol e adormecemos sem trocarmos uma só palavra. Na manhã seguinte, acordei com meu pai na porta vendo suas duas filhas nuas alisando o pau. Rapidamente puxei o lençol que não cobria nem a mim nem a minha irmã e tentei cobrir meu corpo já sentada na cama e papai com voz terna pede: "Deixa papai ver um pouquinho mais do seu corpinho meu amor". Olhei para o meio das pernas dele e vi a marca daquele cilindro o tecido de seu pijama e ele se aproximou, pegou minha mão e colocou em seu cacete dizendo: "Vocês dormiram juntinhas, nuazinhas, você não ficou com tesão? Veja como você me deixou". Fechei a mão naquela piroca dura sentindo minha bucetinha golfar no exato instante que Suzi abriu os olhos e se espantou com o que viu. Papai não se abalou e continuou a falar no mesmo tom: "Agora que a irmã de vocês casou, quero ensinar a vocês o mesmo que ensinei a ela". Sem cerimônia deitou entre nós duas e voltou a colocar minha mão em seu cacete enquanto beijava minha irmã que já estava perfeitamente desperta e entendendo a situação correspondeu ao beijo lascivo e incestuoso. Diante do que estava vendo, baixei o shorts do pijama de papai, vendo pela primeira vez papai completamente nu e sua piroca bem maior que a dos dois meninos que tinham me comido. Eu estava tão tesuda quanto minha irmã que não descolava a boca da boca de nosso pai enquanto recebia uma massagem no grelo e me ajoelhei em cima daquele mastro lindo e aos pouquinhos fui engolindo aquela piroca, quando senti que estava quase tudo dentro de mim, percebi a presença de nossa mãe que em silencio também alisava minha irmã que largou meu pai e passou a trocar aquele beijo com nossa mãe que só então falou: "Sorte nossa que o pai de vocês não pode viver com uma buceta só". Aquelas palavras foram libertadoras e passei a quicar com mais velocidade e sentindo meu pai lá no fundo do meu canal, gozei assim que vi minha mãe chupando minha irmã e no finalzinho, me assustei ao sentir meu pai ejacular dentro de mim e ele me tranquilizou lembrando-me que assim que minha irmã menor tinha nascido ele tinha se submetido a uma vasectomia. Naquela manhã de sábado mesmo, eu e mamãe assistimos papai descabaçar a Suzi e passamos a dormir os quatro na mesma cama em permanente bacanal incestuoso, sabendo que minha irmã mais velha não podia ter casado com a vestimenta que casou, pois papai a comia a anos.
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