Lar Moreau - aulas online
Em uma aula importante de economia, Guilherme precisa dar conta das demandas não convencionais da família.
Guilherme estava sentado em sua cadeira gamer, focado na tela onde um professor entediado discorria sobre economia. Seus fones de ouvido isolavam parte do ambiente, mas a webcam permanecia ligada — padrão das aulas remotas exigidas pela universidade.
A porta se abriu silenciosamente. Bianca entrou em pé de meia, seus passos inaudíveis. Na cabeça, ela usava uma tiara preta com orelhas de gatinha, e seu corpo estava envolto em uma lingerie de renda branca tão transparente que mal escondia nada. Seus seios — já levemente inchados de tanto estímulo constante naquela casa — balançavam a cada passo felino que ela dava.
Ela se aproximou por trás da cadeira do irmão, seus olhos verificando a tela. A webcam estava ativa. Perfeito.
— Miau — ela sussurrou, tão baixo que apenas Guilherme poderia ouvir através de seus fones.
Ele deu um pulo na cadeira, mas Bianca já havia envolvido seus braços em seu pescoço, pressionando seus seios contra suas costas.
— Bianca, que porra... — ele começou, olhando para a webcam com pânico.
— Shhh — ela sussurrou, lambendo sua orelha. — A webcam está ligada, irmãozinho. E se eu me abaixar agora... ninguém vai me ver. Mas você vai ter que manter a pose. Não quer que seus colegas percebam, quer?
Seus dedos já deslizavam pelo pescoço dele, descendo pelo peito, massageando a protuberância dura que crescia em sua calça.
— Bianca, eu estou em aula...
— E eu estou no cio — ela rosrou, mordiscando seu lóbulo. — Faz três dias que não te sinto dentro de mim. Estou ficando maluca. Olha...
Ela se moveu para a frente, agachando-se entre as pernas dele, fora do alcance da câmera. Com um movimento rápido, puxou para baixo o topo da lingerie, expondo seus seios. Eles estavam pesados, os mamilos escuros e endurecidos — e quando ela os apertou, um fio de leite brotou, escorrendo pelo seu ventre.
— Porra... — Guilherme gemeu, sua resistência derretendo.
— Mantenha a pose — Bianca ordenou, sua voz agora carregada de autoridade perversa. — Olhe para a tela. Sorria como se estivesse prestando atenção. E deixe que sua irmã gatinha cuide de você.
Ela puxou o zíper dele, libertando seu pau já duro. Sem hesitação, envolveu a base com uma mão e levou a cabeça à boca, sugando profundamente. Guilherme teve que morder o próprio lábio para não gemer alto, seus olhos fixos na tela da aula enquanto sua irmã o chupava com fervor obsceno.
Bianca trabalhava sua língua como uma profissional, mas com a urgência de uma amante faminta. Ela gostava do risco, da adrenalina. Cada vez que ela sentia o pau do irmão pulsar em sua boca, ela apertava seus próprios seios, fazendo mais leite escorrer, usando-o como lubrificante para masturbar a base enquanto sugava a cabeça.
— Vocês têm alguma pergunta sobre a oferta e demanda? — a voz do professor veio dos fones.
Guilherme engasgou-se, e Bianca aproveitou para sugar ainda mais fundo, sua garganta se contraindo em torno dele. Ela olhou para cima, encontrando seus olhos, e fez um sinal com a mão: dois minutos.
Ele entendeu. Ela queria mais.
Bianca se levantou, sua calcinha já encharcada. Ela se virou, apoiando as mãos na mesa ao lado do teclado — fora do campo da webcam, mas em uma posição onde qualquer movimento brusco a exporia. Levantou a bunda, olhando por cima do ombro com um sorriso de gata que comeu o canário.
— Me fode — ela ordenou em um sussurro. — Agora. Insemina sua irmã gatinha enquanto você finge ser um bom aluno.
Guilherme não precisou de mais incentivo. Ele puxou sua cadeira levemente para trás — o suficiente para que ela não aparecesse na câmera, mas ainda visível para ele — e alinhou seu pau molhado de saliva com sua entrada.
— Diga que está prestando atenção — Bianca provocou, empurrando-se contra ele.
— Estou... estou acompanhando, professor — Guilherme disse alto, sua voz estranhamente controlada enquanto ele penetrava a irmã de uma só vez.
Bianca gritou baixinho, mordendo o próprio punho para silenciar-se. Ela estava molhada, apertada, perfeita. E ela queria mais.
— Mais forte — ela exigiu, olhando para trás. — Me enche de porra, Gui. Quero sentir você gozando dentro de mim. Quero ficar grávida de novo, quero meus seios ainda maiores, cheios de leite...
Guilherme a agarrou pelos quadris, seus dedos cravando-se em sua pele enquanto ele começava a embalar. A cadeira rangia, mas o som era abafado pelos fones. Ele olhava para a tela, respondendo ocasionalmente no chat da aula — "interessante", "concordo" — enquanto fodendo a irmã com força crescente.
— Sua putinha gatinha está gozando — Bianca gemeu, seu corpo tremendo. — Estou gozando no seu pau, irmãozinho... porra, me engravida, me engravida agora!
A frase foi demais. Guilherme enterrou-se até as bolas, seu corpo tenso, e liberou uma carga quente e espessa dentro dela. Bianca sentiu cada jato, seu próprio orgasmo sendo intensificado pela sensação de ser preenchida, de ser inseminada pelo irmão enquanto ele mantinha uma conversa educada sobre elasticidade-preço.
— Obrigado pela participação, Guilherme — o professor disse, notando seu comentário no chat. — Parece que você está realmente engajado hoje.
— Sempre, professor — Guilherme respondeu, sua voz firme apesar do pau ainda pulsando dentro da irmã.
Quando a aula finalmente terminou e a webcam se apagou, Bianca se virou, ainda sentada em seu colo, o leite agora escorrendo livremente de seus seios. Ela agarrou o rosto dele, beijando-o profundamente.
— Bom garoto — ela sussurrou. — Minha barriga está quente com sua semente. Quer ver?
Ela se levantou, deixando que o líquido branco escorresse de suas coxas, caindo no chão. Depois, com um movimento provocador, apertou seus seios, mirando no rosto dele. Um jato de leite materno atingiu seu queixo.
— Ops — ela riu. — A gatinha fez bagunça. Melhor eu limpar...
Ela se ajoelhou novamente, desta vez lambendo o leite de seu rosto, depois descendo para limpar o pau dele com a língua, provando a mistura de seus próprios fluidos.
— Próxima aula é quando? — ela perguntou, lambendo os lábios. — Porque sua gatinha está com fome de novo...
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