#Coroa #Teen #Virgem

Dr. Tarcísio Siqueira

4.0k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
pretus

Quando eu era jovem, uma tragédia mudou toda a minha vida. Foi em uma tarde de verão, meus pais corretores de imóveis, voltando de uma rápida viagem que fizeram para negociar uma fazenda nas proximidades de Ribeirão Preto-SP, envolveram-se em um acidente fatal entre seu carro e um caminhão de transporte de gado. Ficando eu órfã de pai e mãe, acabei indo morar com minha avó materna em uma pequena cidade do interior paulista, bem próxima a Campinas-SP.
Ainda muito abalada e com depressão, me isolei do mundo e acabei perdendo todo o restante do ano letivo no colégio. Minha avó muito mais forte que eu e já superado a perda da filha me aconselhava dizendo:
- Fernandinha, você precisa superar tudo isso, abra um sorriso e encara a vida, sei que você os amava, mas a vida continua, você é uma menina tão linda, pegue algum dinheiro da sua herança, invista em roupas novas, faça um corte novo nesses seus cabelos e volte para o colégio.
Fui me animando aos poucos, passei a me olhar mais no espelho e a me gostar novamente, então decidi começar a usar meu dinheiro da herança deixado por meus pais comprando muitas roupas e sapatos novos e pegando minha transferencia do antigo colégio , para fazer minha matricula no colégio local.
Logo nas primeiras semanas de aulas conheci a Adriana, uma garota maravilhosa, gentil e ficamos amigas imediatamente. Logo de inicio contei toda a minha vida e ela se solidarizou demonstrando ter um bom coração. Aquela amizade me fez muito bem e em poucos meses eu estava totalmente recuperada pela perda dos meus pais.
A Adriana era filha do delegado da cidade o Dr. Tarcísio Siqueira, eu já o tinha visto, mas apenas de longe, quando ia de carro apanha-la na saída do colégio.
Ele era um homem sério, sempre trajado com ternos super alinhados de cores sóbrias, deveria ter seus 45 anos ou um pouco mais, era branco, tinha cabelos muito escuros bem penteados para atrás, notáva-se ainda umas leves entradas de calvice na testa. Ele tinha belas sobrancelhas negras bem marcantes e costeletas até o meio do rosto “muito usadas na época” e também um bigode muito bem desenhado, que lhe dava uma aparência bem máscula. Não era muito alto, mas beirava seus 1,80m.
Até hoje não sei se foi a falta de uma presença paterna em casa, ou eu realmente o achava atraente, mesmo vendo-o às vezes e de longe. Mas foi numa sexta feira ao meio dia na saída do colégio enquanto conversávamos, que um carro preto oficial estacionou bem ao nosso lado, era ele que vinha busca-la. A Adriana pediu para ele me dar uma carona e ele prontamente aceitou. Sentei no banco de trás e passei a observa-lo pelo espelho retrovisor, ele percebeu e fez o mesmo.
Ele tinha olhos negros lindos e franzia a testa e as sobrancelhas para me olhar. Ficamos nesse “flerte” por alguns minutos até que chegamos em casa. Me despedi da amiga, agradeci a carona e saltei do carro, mas quando iam saindo ele freia o carro me chama e me convida para ir na casa deles no outro dia “sábado”, assim eu faria companhia para a Adriana e poderíamos passar o dia na piscina, aceitei prontamente e no outro dia logo pela manhã eles passaram lá em casa e me pegaram. Chegando na casa e após descermos, ele disse para a Adriana que teria dar expediente na delegacia e voltaria assim que terminasse para me levar para casa.
Foi um dia incrível, fazia tempo que eu não usava roupas de banho, nos divertimos muito e deu até para pegar uma corzinha, já que eu estava muito pálida. Dona Esmeralda mãe da Adriana não estava na casa, ela visitava em outra cidade sua mãe que tinha problemas de saúde. O café da manhã, os sucos e depois o almoço foram servidos na própria piscina, pelos criados “assim eram chamados os empregados naquela época”. A tarde depois do lanche estávamos ainda conversando quando o Dr. Siqueira chegou, ele disse que estava exausto e que também queria tomar um banho de piscina.
Minutos depois ele aparece só de calção de banho. Ele tinha um corpão, peito largo, costas largas e levemente musculosa, uma leve barriga e pelos muitos pelos negros pelo corpo todo. Mergulhou com tudo na piscina, quando emergiu do outro lado com o cabelo escorrido no rosto e aqueles pelos todos penteados para baixo por causa da agua, eu pirei. Jamais poderia imaginar que sentiria desejos por um homem bem mais velho que eu.
Depois que ele nadou vários minutos se secou e pegou seu drink trazido pelo criado. Se juntos a nós e ficamos conversando muito tempo, a Adriana comentou que eu era órfã e eu contei minha estória para ele.
Perto das 18h e já vestido socialmente sem o terno habitual, ele disse que tinha uma reuniãozinha com amigos e que aproveitaria para me levar para casa. Me despedi da amiga e fomos embora. No caminho ele dirigindo bem devagar, passou a me perguntar sobre minha idade, seu eu tinha namorado, se eu gostava de algum rapaz, coisas assim. Disse ter me achado muito bonita e que eu tinha um lindo corpo.
Fiquei assustada com tantas perguntas, mas vá lá, eu também o tinha achado incrível. Depois falou que achava que eu tinha sentido o mesmo por ele “corei imediatamente” e meu desconforto emocional me denunciou.
Ele parou o carro numa praça sem movimento e abriu o jogo comigo. Falou que estava louco por mim, disse que já me olhava na porta do colégio há algum tempo, mas se eu não o quisesse ele nunca mais falaria sobre o assunto. Fiquei olhando para ele sem falar nada, o sol estava se pondo e a luz batia exatamente em seu rosto, aqueles olhos negros estavam fixos em mim. Eu disse que não daria a resposta naquele momento, afinal dependendo do ponto de vista, eu tinha muito a perder.
Ele me deu seu cartão social e disse para eu ligar quando decidir pelo sim ou pelo não. Me levou embora, desci do carro muito pensativa sobre tudo aquilo, mas eu teria que dar uma resposta à ele. O que me animou foi sua sinceridade e que em nenhum momento ele me tocou, ponto para ele.
Entrei em casa nem falei com minha avó, fui para meu quarto e passei a examinar meu corpo no espelho. Eu era bem jovem, loira de olhos claros e cabelos castanhos bem claros, meu corpo após minhas primeiras menstruações havia se modificado muito, eu me tornara uma mulher muito atraente. Naquela noite foi difícil pegar no sono, foram muitas emoções e quando consegui sonhei com muitas coisas, sonhei com o Siqueira principalmente. Esse homem fez meus hormônios entrarem em ebulição, fiquei preocupada comigo mesma. As vezes eu falava comigo mesma olhando para o espelho:
- Fernanda, esse homem tem idade para ser seu pai, ele é casado é pai da sua melhor amiga. Analisa bem o que vai fazer para não se arrepender amargamente depois. Você tem a sua avó, ela é uma ótima pessoa, não vá decepciona-la. Mas por outro lado, ele mexe muito comigo, nunca nenhum outro homem me fez ter esses sentimentos, minha buceta fica toda molhada quando eu o ve-jo. Pensa bem…
Por fim, uma semana depois mesmo sem ve-lo em nenhum momento, pois naqueles dias o motorista da delegacia é que foi buscar a Adriana, resolvi ligar para ele. A secretária atendeu e disse:
- Dr. Siqueira telefone para o senhor, a voz é de uma moça, mas não é a sua filha.
Que mulher xereta !!
Imediatamente ele me atendeu, disse saber que era eu e que estava parecendo um garoto de tão ansioso. Eu disse que queria falar com ele, combinamos de nos encontrar no dia seguinte a tarde.
No dia seguinte me pegou numa rua atras da minha casa onde havíamos combinado e fomos passear numa cidadezinha bem pequena próxima a nossa.
Durante a curta viagem a gente não se falou nenhuma vez, era aparente nosso desconforto. Quando chegamos ele estacionou o carro ao lado de uma praça deserta e não quis nem saber o que eu tinha a dizer, simplesmente me abraçou e me pediu um beijo, nos beijamos ardentemente, foi muito melhor que os garotos que eu ja havia beijado, aquela barba, aquele hálito de menta, tudo foi novidade. Eu assustada com seu ímpeto relaxei e correspondi, foi nosso primeiro beijo.
Ele estava tão desesperado que imediatamente falou que queria sexo comigo, falou também que queria meu corpo e que eu seria dele. Fiquei até tonta com tudo aquilo, mas ele não me dava folga para eu por os pensamentos em ordem. Me beijava apaixonado e me abraçava apertado, abriu a camisa e eu encostei meu rosto naqueles fartos pelos negros. Ele sabia exatamente como seduzir uma mulher...
- Fernanda você é tão linda, seus cabelos são macios, sua pele é sedosa e cheirosa. Deixa eu te amar, vem aqui se aconchega no meu corpo e sente meu coração bater forte…
Uma hora depois, entravámos num pequeno hotel discreto.
Minha nudez ao lado de um homem me causou muitos constrangimentos, mas ele soube levar a situação muito bem e em poucos minutos já estava em cima de mim completamente nu e eu assustada com aquele homem quente e seu cacetão duro pressionando minha bucetinha.
Ele disse que não me penetraria aquele dia, mas que faríamos sexo oral para nos conhecermos.
Depois de beijarmos milhares de vezes e explorarmos cada parte de nossos corpos eu gemi descontroladamente quando ele sugou todos os líquidos da minha bucetinha, gozei pela primeira vez sentindo aquela língua voluptuosa, o bigode e a barba cerrada arranhando minha xotinha. Por ser meu primeiro pau, eu não tinha ideia de tamanhos, mas era grande, 20cm medidos por nós meses depois. O pau tinha uma cabeça em forma de cogumelo e era cincuncidado, era normal até a metade e ao passo que descia para a base ficava cada vez mais torado, tipo um cone, era totalmente reto, as veias eram aveludadas e o saco era grande, caído e muito peludo, até hoje me pergunto, quem teria um saco daqueles? Ele me fez chupar aquele cacetão e aquelas bolonas até gozar. Aquele liquido branco quase um creme foi novidade para mim e o gosto não achei muito bom, não daquela vez.
Naquela semana fiquei com vergonha de mim mesma, parecia que todos já sabiam que eu era a putinha do delegado, evitei até a filha dele no colégio, ela não entendeu nada, coitada.
Alguns dias depois, já instalados no mesmo quarto do hotelzinho, após de ter sido sugada pela vagina, sentindo aquele corpo peludo me pegando por trás e massageando meus seios fiquei com a bucetinha totalmente molhada. Me virou de barriga para cima com minhas pernas abertas apoiadas em seu pescoço, senti a cabeça do cacetão forçar a entrada da minha buceta e comecei a reclamar quase arrependida. Mas ele não se importou e cravou aquele cacetão todo de uma vez. Gritei de dor, ele falou um pouco áspero para eu ficar quieta se não as pessoas iriam ouvir. O sangue do hímen rompido manchou os lençóis do hotel. Ele passou a bombar lentamente e eu chorosa comecei a gemer alto, as bombadas foram se intensificando eu gemendo mais alto ainda, eu sentia o calor daquele cacetão e a ardência nas paredes da minha bucetinha, quando as bombadas viraram estocadas fundas e fortes eu percebi que agora eu era definitivamente sua mulher. Ele ordenou que eu contraísse as paredes da minha bucetinha e sugasse o cacetão ainda mais para dentro. O gozo dele veio momentos depois e a porra estourou pra dentro do meu útero. Assustada e anestesiada pela foda intensa, o corpo quente do meu homem e seus gemidos de gozo, eu também gozei aos berros.
Depois de ter sido deflorada pelo Dr. Siqueira e aceitado ser sua mulher “amante”, tive que me reinventar como pessoa. É claro que nos primeiros tempos fiquei meio acanhanda “retraída”, com vergonha de tudo e de todos. Imaginava que todos me olhavam e já sabiam que eu era a putinha do delegado. Imaginem na década de 1970 durante a ditadura militar, o poder que as autoridades e os delegados tinham, sem falar nos pré conceitos de uma sociedade leviana e hipócrita. Siqueira estava tão entusiasmado que queria sair comigo quase todos os dias. Ele não me dava folga, fincava aquela rolona em mim como se não houvesse o amanhã. Me dava inúmeros presentes que eram difíceis de serem escondidos da minha avó. Até me levou numa ginecologista amiga sua em outra cidade, para me receitar pílulas. Resolvi que seria a hora de eu impor as minha regras. A Fernandinha 1 era a loira bonita, orfã de pai e mãe, que morava com a avó materna e que tinha recebido uma boa quantia de herança dos pais. Que estudava em colégio particular e tinha várias amigas riquinhas, inclusive a Adriana, filha do Siqueira. A Fernandinha 2 era uma mulher charmosa, amante de um homem tarado, que ao ver da sociedade era distintíssimo. Siqueira tinha deixado bem claro que não era para eu ter namorados. Mas atraídos pelos meus dotes e atrativos físicos eles praticamente se acotovelavam para me namorar. E para não ficar mau na fita com as amigas, volte e meia aceitava namorar com alguns. Nessa época o Siqueira ja insinuava que queria fazer sexo anal comigo. Era tanto sexo que meus hormônios estavam em ebulição, por isso deduzi que estava ficando com pernas e bumbum um pouco maiores, que deixou ele bem animadinho. Numa sexta feira a tarde entramos em um hotel numa cidadezinha próxima, depois dos beijos e chupadas que fizemos um ao outro, ele quiz me comer atras. Disse que faria com calma e que eu não receasse. Fiquei de 4 e me pus a observar pelo espelho o peludão todo descabelado chegando com o pausão em riste. - Relaxe, não se tranque que é pior! Procure relaxar o mais possível! Lamentando ter esquecido a vaselina, cuspiu nos dedos e passou no meu anus. Me empurrou para que eu deitasse, colocou duas almofadas em baixo para que meu bumbum ficasse empinado. Em seguida abriu as minhas pernas macias com as suas mãos grandes e peludas. O contato e o peso daquele corpanzil nas minhas costas me deu arrepios de prazer pela antecipação do que me aguardava enquanto o pau do tarado, duro como um cassetete, procurava o meu anel cheio de pregas para a introdução. O Siqueira empurrou suavemente o seu cacete de cabeça circuncidada bem lubrificada e o meu esfíncter anal opôs pequena resistência, mas de pouco adiantou, pois isso aumentou foi a tesão dele que impôs novo impulso e segurou, forçando a cabeça na entrada, e o anel, ainda numa última tentativa, se contraiu em torno dela, mas se deu por vencido e foi cedendo pouco a pouco. Eu gemi, sem forças, me entreguei: E o esticado anel abocanhou de um lance, a cabeça da cobra completamente, que iniciou a longa viagem até os confins do meu cólon. A cabeça entrou roçando com força nas paredes do meu reto, avançando lentamente, forçando a passagem, embora muito apertada, e deslizou até a metade do pau. Não doía, apenas ardia um bocado pelo atrito. O ardor crescia devido ao uso de cuspe, como lubrificante, que logo enxuga, ao invés da vaselina, e, também, devido a grossura do pau que aumentava, ao passo que entrava, arregaçando o couro para a base e, assim, entrava rangendo. Eu tentei fechar as pernas, e apertei o anel, para impedir o avanço, estava ardendo muito! mas o Siqueira esperto e experiente, colocou as suas coxas peludas entre as minhas coxas , me deixando impossibilitada de me fechar, ficando completamente indefesa e de fácil acesso ao meu cuzinho. A contração do anel quando se deu já foi em volta do pau, que ao sentir ele agradeceu:
– “Isso ! Isso! Isso!”
Ele aproveitou para empurrar mais algumas polegadas, agora da parte mais grossa. Eu gemi de novo, em puro êxtase, apesar do ardor. Da metade até à base, o pênis dele engrossava, engrossava mais e mais, até adquirir uma circunferência que não comportava no meu esfíncter anal muito jovem e nada acostumado a essas grossuras exageradas, precisando de um esforço extra para seguir entrando. Eu estremeci de prazer e respondi com mais um profundo gemido:
- “Aaannnhh Siqueira.
Enquanto isso eu empurrava a própria bunda contra o pau dele, que prosseguia, em busca da minha parte mais funda. Não demorou muito e os ovos pesados dele estavam batendo na porta de entrada, avisando que todo ele estava mergulhado na apertada bainha do meu reto. Ele excitado ao extremo, perguntou:
- Como é que está aí meu amor?
- Estou bem, já estou sentindo gostoso! Mas, ainda arde muito respondi. Eu gemia e pedia mais, cheia de tesão. Em resposta eu forçava a traseira pra trás:
- Mais fundo querido! Por favor, meta até os ovos, querido!
Enquanto isso, eu forçava a bunda de encontro ao tronco do pau do dele que a essas alturas batia com ovos nas minhas nádegas. Eu não me conformava e pedia mais:
- Abria as bochechas de minha bunda com as duas mãos para entrar até a raiz;
- Amor! Por favoooor! Por favoooor! Mais um pouquinho, amor!!!
Eu estava descontrolada, quase gritando, esperneava num ritmo louco. Siqueira obedeceu as minhas instruções e deixando-se cair pesadamente sobre as minhas costas, com ambas as mãos segurou as bochechas da minha bunda e puxou-as suavemente para fora, abrindo-as, como um livro, e empurrou, enquanto sentia o tronco grosso do seu pau deslizar para dentro mais alguns centímetros, me provocando mais um profundo gemido. A sensação transmitida pelo contato dos ovos pesados e peludos dele esfregando na entrada de minha bunda era de enlouquecer de prazer! A abertura que o tronco grosso fazia no meu ânus, a extrema dilatação era incrível, eu pedia mais e mais, como as putas! Ele segurou o pau nessa posição, com um igual estremecimento de todo o seu volumoso corpo, e começou a despejar os jatos de porra dentro da minha bunda, em movimentos seguidos, como numa autêntica mijada:
- Oh, meu amor! Estou enchendo as suas tripas de porra!
Assim que se deu o começo da gozada nas minhas entranhas, ele arriou o seu corpanzil com toda a sua massa corporal sobre as minhas costas, e prosseguiu derramando os fortes jatos nas minhas tripas, enquanto beijava o meu cangote, mordia a minha orelha e, de novo, mordia a nuca, num gozo que parecia não ter fim. Eu gemia e gritava. Após alguns minutos e suado, ele caiu de lado exausto e eu fui no banheiro ver o estrago. Dessa vez não cheguei a gozar, foi uma experiencia nova e dolorida. Fiquei brava com ele, pois percebi que ele tinha muita experiencia no sexo anal, nem tentei imaginar quem ja tinha dado o cuzinho para ele.
Algum tempo depois tendo brigado com ele pela insistência em não querer que eu namorasse fui numa festa com um namoradinho da vez. A festa era louca, regada a bebidas e maconha. Lá pelas tantas da madrugada, teve batida policial e todos nós fomos levados. O Dr. Tarcisio Siqueira, estava de plantão naquela noite e passou a tomar depoimentos de um por um, os menores ele mandava chamar os pais e liberava com um sermão, os maiores ele mandava dar uns tapas e guarda-los na cela por uma noite. Eu estava de cabelo preso e de chapéu , ele não me reconheceu ou nem prestou atenção. Quando eu disse meu nome ele quase caiu da cadeira FERNANDA !… o guarda que estava ao lado disfarçou e começou a rir. Me deu um sermão daqueles e falou entre dentes "voce me paga...". Mandou o guarda me por em uma sala ao lado, esperar o plantão acabar pois ele mesmo iria me levar para casa.
Lá pelas tres da manhã, saímos da delegacia sem nos falar. No caminho ele parou o carro ao lado de uma praça muito deserta, desceu o banco até em baixo, abriu a camisa, tirou o pau para fora e me pediu para fode-lo. Naqueles vinte minutos seguintes cavalguei feito uma louca naquela vara e gozei aos berros junto com ele.
Fui amante do Dr. Siqueira durante anos, ele me ensinou tudo sobre sexo, nossas fodas eram homéricas.
Quanto a sua filha continuamos amigas, ela um pouquinho mais moça que eu, ainda com aqueles papinhos de beijinhos escondidos na escola e de como seria transar com um cara, nem sabia a coitada que sua amiga se acabava no pauzão do seu pai, pelo menos 3 vezes por semana.
Minha avó certo dia me indagou sobre manchas na minha calcinha, tive que tirar da mão dela e esconder. As manchas eram de porra ressecada do Siqueira. Diante disso passei eu mesma a lavar minhas roupas intimas.
Siqueira e eu brigamos muito porque ele não queria que eu tivesse namorados, inclusive mandou até prender um deles por vadiagem para fazer chantagem comigo e eu ir com ele em um churrasco numa fazenda de amigos. Ele queria era me exibir, isso sim...
Enfim a gente chegou a um acordo, eu casaria mas continuaria sendo sua amante, mesmo transando menos e só fazendo o anal com ele. Aprendi que quando fazíamos o anal "comigo de quatro", a por um espelho em baixo só para ver o sacão peludo bater com violência na minha buceta.
O Dr. Siqueira morreu em 2001 e ele foi o primeiro e o único homem que realmente me fez sentir mulher.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos