Minha princesinha puxou a mãe (incesto)
Fui me masturbar de noite no quarto da minha filha, e a coisa terminou de um jeito que eu jamais poderia imaginar.
O relógio marcava 3:22 da manhã, e eu vestia apenas um shorts mole quadriculado vermelho acima do joelho, estava em pé na beira da cama da minha filha, olhando-a dormir como eu fiz muitas vezes por anos durante o seu crescimento, mas agora, com uma sensação diferente. De uns meses para cá tenho notado uma mudança drástica em seu corpinho, ou melhor, corpão... Ela está hoje com o corpo que a minha mulher tinha na época que a conheci, inclusive fico espantado em como elas se parecem. Julia completou 14 anos recentemente, mas já exibe umas coxas grossas, uma bunda bem volumosa, peitos médios e uma boca carnuda vermelhinha que me atiça. Já faz alguns meses que tenho evitado entrar no quarto dela, tendo a plena consciência de que eu não sou lá um exemplo de autocontrole com mulheres, já tendo traido minha esposa algumas vezes com outras mulheres mais novas. Mas hoje eu não pude evitar quando desci para beber água e a vi pela fresta da porta, descoberta e com a camisola levemente levantada, revelando um pedaço da polpa de sua bunda branquinha e lisinha.
Ali no quarto da minha filha, sendo iluminado por uma meia luz que vinha do corredor, eu pude perceber que por baixo da camisola, minha Julia estava nua, e isso ficou mais perceptível quando ela se mexeu na cama, virando-se para cima com as pernas um pouco mais abertas, revelando uma vagina lisinha e fechadinha. Não pude evitar a excitação! Meu pênis imediatamente começou a se movimentar no meu shorts, ganhando uma corpagem rígida sem eu ao menos toca-lo. "Eu preciso sair daqui", penso comigo. Mas meu corpo não se move do lugar. "Tenho que ser firme", penso ao ajeitar meu pênis no shorts e sentir uma leve umidade em minha mão esquerda ao encosta-la em meu prepúcio.
Saio do quarto, volto para a cozinha, bebo um, dois, três goles de água gelada na tentativa de abaixar minha excitação. Falho. Retorno para o meu quarto, mas travo na porta. Ali, travado fico observando minha esposa, que está roncando, algo que me irrita profundamente. Desde que ela começou a tomar remédios para dormir, ela vive em um sono profundo, que resulta em roncos longos e que não cessam nem que eu a cutuque forte no meio da noite. Desisto então de dormir no quarto com ela e vou para o sofá da sala.
Ali na sala, deitado no sofá, tenho dificuldades em pegar no sono novamente. Além do calor do ambiente, sinto um calor interno vindo de mim, meu pênis volta a ficar rígido ao pensar na minha filha dormindo. E entre viradas para cá e viradas para lá, percebo que não vou conseguir retornar ao sono, então deixo-me vencer aos meus instintos e retorno ao quarto da minha filha.
Silenciosamente, entro e fecho a porta por completo, sem passar a chave. Me sento ao lado de sua cama e apenas a observo, enquanto faço leves movimentos acariciando meu pênis. Agora mais de perto, consigo ver mesmo no escuro, a sua linda vagina, na qual eu chamava de pepequinha da Ju, quando ela era menor, dizendo coisas como: "Lava bem a pepequinha da Ju" quando passava pelo banheiro e ela estava tomando banho sozinha. Aquela pepequinha me atraia, e eu tinha a plena consciência de que era errado, mas como ignorar uma coisa tão perfeita, nova, virgem, lisa, rosinha, fechadinha e que exalava um cheiro gostoso que parecia mexer com a química do meu cérebro. Ela já não era uma menina inocente, tinha até uma paquera na escola. Meninas nessa idade já se masturbam, e eu tinha certeza que a minha fazia isso. É a minha filha, mas eu sei que como toda mulher, ela é uma safada sedenta por pênis. Toda mulher é, independente da idade, certo? Vai ver, eu nem estou tão errado assim em desejar a minha filha, é sinal de que ela é uma mulher atraente, e que se for esperta, vai saber usar isso ao seu favor. E agora pensando bem, ali na beira da cama, talvez o certo mesmo seja um pai conversar sobre sexo com a sua filha, tirar sua dúvidas e até mostrar como funciona. É melhor do que qualquer homem por aí mostrar, certo?
Será que eu realmente acho isso, ou estou apenas tentando me convencer de que está tudo bem transar com a minha própria filha? Não consigo definir. Pareço estar em um transe, e quando percebo meu shorts já está no chão, e agora estou sentado na beira da cama da milha filha, me masturbando enquanto toco suavemente suas coxas com a minha mão.
NÃO! Eu devo parar com isso imediatamente! Acordo do meu transe e dou um salto da cama, estou de volta ao chão, agora em pé do lado da cama dela, processando o que eu iria fazer e no quão aquilo poderia dar errado. Coloco novamente o meu shorts e me encaminho para a porta, ao abri-la ouço uma doce voz me chamar.
- Papai!
Travo na porta, congelo! Sinto meu coração batendo em uma velocidade que não imaginei que ele fosse capaz de bater.
- Papai?
Me viro para encarar os olhos da minha filha me chamando. Ela está me julgando? Ela sentiu algo? O que ela está pensando agora. Respiro e respondo com a voz trêmula.
- Oi princesa.
O olhar de doçura dela se transforma, ela inclina a cabeça e dá um leve sorriso para mim, ao mesmo tempo que abre levemente as pernas e acaricia a si mesmo nas coxas.
- Porque você parou, papai?
Aquele olhar. Eu conheço aquele olhar. É o mesmo olhar que a minha esposa tinha na cama, nos primeiros anos em que o sexo era selvagem, diário e em qualquer lugar. Éramos aquele casal que fazia inveja nos amigos, transando em qualquer lugar, a todo momento que desse vontade. Ela era sedenta por sexo e eu sempre fui um animal sexual. Esse é o mesmo olhar que reconheço em minha filha agora, acordada desde o começo, ciente de tudo e apenas deixando acontecer.
- Papai achou que você estava dormindo, amor.
- Não papai, eu estou acordada.
- Desde quando, amor?
- Desde que você entrou pela primeira vez. Responde ela com um sorriso malicioso e a lingua passando pelos lábios.
Eu ainda estou com o coração acelerado, congelado na porta. Minha filha é esperta, puxou a mãe em muita coisa, e aparentemente na safadeza também. Devagar, ela se levanta da cama e suavemente vem em minha direção. Tira a minha mão da maçaneta da porta, passa suas mãos pelos meus bíceps, depois em meu peito, descendo bem devagar até o elástico que segura o meu shorts. Ela abaixa meu shorts devagar, e ajoelha-se no chão. Meu pênis duro salta em seu rosto, eu acho que nunca estive tão duro em minha vida, estou pingando pelo meu prepúcio. Ela não se intimida com os 22cm da minha pica grossa em sua frente, parece até que já viu isso antes. Com as duas mãos, ela segura a base do meu pênis, olha para cima em meus olhos e fala:
- Veio me trazer leitinho?
Eu dou um suspiro sincero que parece uma risadinha que saiu naturalmente da minha boca, olhando nos olhos dela eu aceno que sim com a cabeça, ainda sem conseguir soltar uma palavra sequer da minha boca, apenas dou um gemido sincero de prazer quando pela primeira vez, sinto a boca macia e molhadinha da minha filha abocanhando a cabeça do meu pau, ao mesmo tempo que sua língua percorre a em circulos todo o diâmetro da minha glandê. Como ela sabe fazer isso? Certamente não é a sua primeira vez. Ela vai saboreando devagar o meu pênis, e eu finalmente vou começando a relaxar, apenas esquecendo o mundo todo lá fora e deixando isso acontecer. Ela solta pequenos gemidos sem tirar a boca do meu pau, a cada chupada ela parece ir mais fundo, e aos poucos vou vendo meu pênis entrar quase por inteiro em sua boca. Seguro sua cabeça por trás, levantando seu cabelo e fazendo um rabo de cabalo com a mão, ajudando-a a chegar mais perto da base do meu pênis com a boca, engulindo mais um pouco minha pica. Vou ajudando mais e mais no movimento, me inclinando para frente e puxando a sua cabeça na mesma direção, fazendo ela engasgar no meu pau, para finalmente ela pela primeira vez, tirar a boca do meu pau depois de alguns poucos minutos, o que é impressionante para uma garotinha de 14 anos.
Ainda ajoelhada, ela olha para mim com os olhos lacrimejando, passando a mão na boca para limpar o excesso de saliva. Eu sorrio para ela, dou a mão para levanta-la, e uma vez em pé eu a pego no colo. Meu pau está roçando em sua bundinha lisa, deixando um rastro de babinha em sua bunda. Beijo ela na boca e sou retribuido com uma língua macia e um hálito fresco suave e lábios que parecem ter sido feitos para se encaixar exatamente na minha boca. Deito ela na cama, passo a mão em sua coxa levantando a camisola, revelando totalmente a sua vagina, a pequena pepequinha da minha princesinha. Ela completa o trabalho removendo completamente a roupa, ficando nua, de pernas abertas, com usa vagina bem em frente a minha cara. Ela passa mão na boca, molhando a ponta de seus dedos e depois levando a sua vagina, como se me fizesse um convite para umidece-la. Entendo o recado, caio de boca na bucetinha da minha filha. Não sei explicar, mas sinto um sabor único, levemente doce e salgadinho na medida certa. Saboreio a buceta da minha filha por alguns bons minutos, fazendo ela se contorcer e soltar gemidinhos timidos e silenciosos e segurando na minha cabeça, pressionando mais em sua buceta. Ali, chupando a minha filha penso em todas as vezes que entrei em seu quarto, e fiquei obervando-a, desejando-a por anos e anos, para agora finalmente estar ali, transando com a criatura que eu ajudei a colocar no mundo. A menina que saiu de uma jatada do meu pênis e fecundou o utero de sua mãe, agora está aqui, se contorcendo e esfregando a sua buceta infantil em meu rosto. E eu devoro cada centímetro desse fruto proibido.
Não sei dizer ao certo, mas fiquei cerca de uns 10 minutos chupando a bueceta da minha filha, antes dela voltar a mamar o meu pauzão, que não amoleceu em momento algum, continuou duro e rígido e babando. Agora ela parece estar com mais fome, engulindo frenéticamente meu pênis e fazendo eu soltar gemidos altos e perigosos de tesão.
- Mais baixo papai, a mamãe pode acordar!
Eu ignoro, e apenas enfio meu pênis em sua boca novamente. Consigo ver uma poça de baba saindo de sua boca enquanto recebo o boquete mais molhado que já ganhei na minha vida, e da minha própria filha. Ao mesmo tempo que ela chupa meu pênis, eu acaricio a sua pepequinha, fazendo movimento circulares com a mão e enfiando um, dois dedos... Safada! Ela não é mais virgem, penso comigo. Mas quem será que foi o muleque que tirou o cabaço da minha princesinha? Será que a minha esposa sabe? Ah, foda-se! Isso não importa agora, enfio os dedos mais fundo e ela geme mais alto. Enfio meu pau mais fundo em sua boca e seguro. Um, dois, três, quatro, cinco segundos! Solto sua cabeça e a deixo respirar, ela recupera o fôlego e sorri. Está gostando disso e nem está surpresa com o tamanho do meu pênis. Será que ela lembra dos incontáveis banhos onde viu meu pênis duro?
Em um movimento rápido, me viro e deito-me por completo na cama, colocando-a em cima do meu colo. Nos beijamos enquanto ela segura meu pênis, com a mão para trás, me masturbando suavemente e sem olhar tentando encaixar sua buceta no meu cacete. Eu sinto a cabeça do meu pau lubrificando seus lábios vaginais, passando suavemente indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando, até finalmente entrar os primeiros centímetros. Ela geme.
- Calma amorzinho, pode ir devagar.
Ela geme novamente, engole um pouco mais meu pênis. Joga o cabelo todo para o lado, deixando seu rosto todo a mostra, me encarando com um olhar, como eu já disse antes, familiar! Parece que estou revivendo a primeira noite com a minha mulher, mas eu estava ali com a minha filha agora, e ela não se intimida pelo tamanho ou por eu ser seu pai, ela finalmente senta até a base, engole meu pênis inteiro com a sua pepequinha, e começa a cavalgar suavemente, intercalando gemidos baixos com beijos em minha boca.
- Que delicia papai!
- Isso, meu amor! Senta gostoso.
- Que pica gostosa pai!
- Toda sua, princesa!
Ela se apoia em meu peitoral para ganhar mais estabilidade, e começa a quicar mais rapidamente. Eu estou no céu, não consigo imaginar sensação melhor do que essa. Penetrar a minha própria filha, e por vontade dela também! Eu fui do medo absoluto em ser pego por ela na porta, para o maior prazer que senti em minha vida. Mudamos de posição, agora ela está de quatro e eu segurando em seu cabelo, dando leves tapas em sua bunda equanto meu pênis entra e sai de sua vagina. Mais forte, mais rápido, mais selvagem! Igual a mãe dela fazia. Minha filha é uma vaganunda, tal qual minha esposa! E eu amo isso!
Os tapas ficam mais intensos, ela parece gostar. Mudamos algumas vezes de posição, e agora de frente para mim ela me olha com a cara mais vagabunda que já vi uma mulher fazer. Nem as atrizes pornôs dos milhares de vídeo que já vi, tem uma expressão tão de puta igual as que a minha filha está fazendo para mim enquanto penetro ela. Seguro em seu pescoço, cuspo em sua boca, coloco meu pezão 44 na sua cara, dou tapas. Ela não reclama de nada disso! Aceita tudo, como uma boa vagabunda que sabe que nasceu para agradar seu macho. É isso, eu sou o pai e também sou o macho, o homem, a referência de masculinidade para a minha filha. O sexo ficando cada vez mais intenso a cada minuto, baixinho ela começa a me pedir leitinho.
- Vai dar leitinho pra mim, vai papai?
- Ah minha puta, eu vou encher você de leite.
- É? Então vai, dá leitinho pra sua filhota.
Desgraçada! Ela sabe usar os gatilhos para me deixar doido, se chamando de filhota enquanto engole meu pau com a sua buceta com tanta facilidade que parece ser uma prostituta em seu quinto cliente do dia. Eu não paro, meto mais forte, meto mais rápido, deixando a buceta infantil da minha filha com o formato da minha pica. Sinto a porra vindo, meus vasos se dilatando. Um lapso de sanidade me ocorre, e tiro meu pau da sua bueceta antes de gozar, pego em seu cabelo e a puxo para frente ao meu pênis. Os dedos dos meus pés se contorcem, solto um grunhido animal e finalmente jorro leite no rosto da minha filhota, uma, duas, tres... cinco... sete... oito jatadas! Oito caralhos de jatadas de leite na cara da minha filha, deixando-a parecendo uma vela derretida, com semêm grosso escorrendo em seu rosto, eliminando toda a imagem de inocência que eu tinha dela. Ela lambe os lábios, dá uma risadinha, empurra com os dedinhos um pouco de porra para dentro da sua boca e saboreia como se fosse uma calda de chocolate mais delicioso que ela já provou. Tudo para me provocar.
Olho no relógio e o tempo voou, são quase 5 horas da manhã. Minha filha ali, nua, leitada, com cara de vagabunda depois de levar muita pica do seu paizão. Mas ela não parece saciada, quer mais. Enquanto ainda recupero o fôlego ela me solta:
- Vamos repetir isso toda noite?
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Comentários (3)
Tuga tarado: Filha, enteada que provoca pai, padrasto e quer dar pra ele, é um sonho.
Responder↴ • uid:b9408ou4fykMichelle Reyes: Nada como fazer um agrado bem gostoso 😋 para o papai...
Responder↴ • uid:plyqecizy5tComandante: Q delicia neh Michelle. Também queria te agradar.
• uid:1cz47v3j13o0