#Gay #Incesto #Sado

Meu presente de aniversário veio com uma nova realidade: tenho meu pai e meu tio nas mãos.

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Novinho Dudu

Algumas sensações são tão íntimas e tão profundas, que absolutamente nada substitui o prazer de senti-las.

Algo me arrancou do sono. Quente, pegajoso, escorregadio. Ia de um lado para o outro na minha virilha, arrastava deixando um rastro de saliva molhada e quente na pele já morna. Era gostoso demais para fazer parte de algum sonho, então fui abrindo os olhos devagar, percebendo que alguém dava forma embaixo do meu edredom na altura das coxas. Suspirei ao me espreguiçar e não me preocupei em flagrar o intruso. A boca do meu pai me procurando enquanto ainda desperto é uma realidade que eu adoro redescobrir.

Meu corpo nu facilita a busca que a sua língua melada faz pelo meu pau que endurece rápido. Quando encontra, lambe da base até a cabeça exposta, arrasta o bigode no couro esticado, umedece bem os lábios e coloca inteiro para dentro com sugadas firmes e gulosas. O edredom mantém o segredo, apenas acompanho o movimento da sua cabeça coberta e ouço o barulho da sucção encharcada.

“Bom dia, paizão.” Falo rouco, olhos ainda meio abertos, braços apoiados atrás da cabeça expondo o chumaço dourado da minha axila.

Finalmente o homem se revela. A boca avermelhada denuncia o trabalho sujo de mamar o próprio filho lá embaixo, da barba pende um fio perfeitamente esticado de saliva, os olhos marejados é de alguém que ainda enfrenta dificuldade pra engolir tudo, e olha que meu pau não é dos maiores. Não tira o edredom, não pretende. Vejo que o sábado começou com chuva, como se o dia atendesse aos pedidos do aniversariante. Meu pai sorri, passa a língua nos próprios lábios, adora o sabor do filho e despeja um beijo na cabeça da rola que ainda segura entre os dedos grossos.

“Bom dia, filhão. Tava louco pra te dar a primeira chupada com vinte e dois anos. Não consegui esperar você acordar sozinho.”

“Acho que esse é um jeito perfeito de me acordar.” Respondo entre dois suspiros cortados.

O cara sorri pra mim com um orgulho nos olhos que fica claro. Que pai não se sentiria assim, aliás? É meu aniversário, estamos na sua cama, no seu quarto, cobertos pelo edredom que guarda nosso cheiro; e ele me chupa com calma, sabendo que temos o dia inteiro juntos.

Definitivamente sou apaixonado por essa minha nova vida.

A chupada no meu pau continua e em minutos se estende ao meu saco e desce pela fenda quente que anuncia o começo da minha bunda. Me surpreende com força suficiente para me girar na cama e enterrar o nariz inteiro no meu rabo quando me deixa de bruços. Empino, só me resta fazer isso. Crava as mãos nas minhas coxas, abraça minha cintura, vasculha meu cu com sua língua pesada sem
preguiça e me faz gemer sem medo de sermos pegos. Estamos seguros em casa.

“Geme, meu puto. Mostra que o pai tá fazendo direitinho.” Ele incentiva quando enfio a cara no travesseiro instigado com a sensação de algo tão quente e molhado invadir meu corpo. “Você tá em casa, pode gritar na boca do seu paizão. Tô aqui pra te encher de prazer.”

Faço isso. Digo repetidas vezes que não tem nada no mundo que se compare a boca do meu pai colada no meu rabo, ou algo tão gostoso como a sua língua me comendo assim tão cedo. Minhas coxas tremem toda vez que ele suspira e sua barba se arrasta na minha pele. A mesma sensação de quando me caçava ainda criança pela casa com ameaças de que beijaria meu pescoço. Sua barba me fazia cócegas; hoje me atiça, acorda meu tesão.

Gozei farto, melei o lençol e a boca bonita do meu cara. Ele me masturbava enquanto acomodava a cabeça da rola sobre a língua exposta. Sorria, mas gemia para mim.

“Feliz aniversário, meu amor.”

Sussurrou quando escalou meu corpo completamente nu e parou sobre mim, pesando seu peito no meu. Deixou um beijo com gosto de esperma sobre os meus lábios e me fez adorar o cheiro da nossa intimidade impregnado no seu bigode bagunçado.

Mais tarde, depois do banho e do café na cama, voltou da sala com um buquê bonito de flores caras e duas caixas na mão.

“Pai… É claro que você não ia me ouvir.” Falei impaciente, mas feliz. Escondi o rosto com as duas mãos após levantar o edredom e cobrir meu tronco nu; como se as flores fossem puras demais para a safadeza do meu corpo usado.

“Não adianta dizer que não queria. Essa história de que eu sou o seu presente não cola, meu filho.” Falou colocando as duas caixas sobre meu colo.

As flores coloridas ficaram de lado depois que eu cheirei o perfume do meu pai nelas. Esperto!

“Você me dá carro, me dá a vida dos sonhos…”

“E ainda te dou uma pica pesada e dura” interrompeu para completar.

Nós dois gargalhamos e juntamos para um beijinho rápido.

Conferi cada caixa. Uma branca de bordas pretas anuncia com um nome maiúsculo sobre a tampa: CHANEL. Dentro, um perfume que sentimos dia desses quando entramos na loja por pura curiosidade. Borrifei no pulso e o cheiro fresco, limpo e rico viajou pelo quarto. Meu pai, sentado ao meu lado, buscou meu braço. Primeiro beijou meu antebraço me olhando sádico, um tipo de paixão explícita em seu olhar que é difícil viver hoje em dia. Depois arrastou a o bigode na minha pele até chegar no pulso e conferir o perfume entre mordidas, como se fosse possível experimentar meu novo gosto.

“Prefiro o cheiro da sua pele depois que trepa comigo e fica cheirando ao suor do seu macho, mas até que é bonzinho.” Falou irônico, beijando incansável minha mão.

Parti para a segunda caixa: couro tingido por um azul esverdeado, o nome na tampa me deixou de boca aberta.

“Pai, isso é da Tiffany?”

Ele sorriu, outra vez orgulhoso.

“Abre logo, não faz charme.”

O interior acinzentado em veludo dá o tom do valor da peça. Olho o rosto do meu pai iluminado por um sentimento grandioso, depois admiro o brilho da joia. Fico nisso até criar coragem para tocar o anel e deixar a caixa de lado. O homem me obriga a esticar o dedo e com outro sorriso apaixonado vai passando os milhares de reais por cada falange até encaixar perfeitamente.

“Toda vez que olhar esse anel nessa mão linda, vai lembrar que eu sou o seu homem. Que eu te amo, que você é tudo pra mim. Só que vai lembrar de mais coisas.”

“Tipo…” Sussurrei admirando o anel brilhando bonito no meu dedo. Agora sei qual é a sensação de ter algo pesado ali.

Meu pai foi tirando as caixas do caminho e também o buquê de flores, que não caíram da cama, mas ficaram no canto emoldurando nosso corpo nos lençóis bagunçados. Foi subindo meu corpo e me obrigando a esticar as pernas para acomodar o seu quadril que encaixou fácil e vulgar entre minhas coxas quando ele mesmo tirou o edredom pesado do caminho. O pau já meio acordado forçou o meu, e nosso saco criou um abraço perfeito e quente. Foi falando enquanto despejava beijos em meu colo, meu pescoço, do meu queixo até chegar na boca.

“Você nunca vai esquecer que é minha posse.” Beijou meus ombros. “Que eu decido o rumo do seu tesão.” Beijou meu pescoço, atrás da orelha. “Que eu mantenho seu interesse em mim como homem, como pai, como marido.” E arrastou os lábios até os meus. “Que seu rabo é o lugar onde meu pau sempre vai querer estar, não importa quanto a vida nos enlouqueça, ou quantos homens você decida passar por aqui.”

Dei uma última olhada no anel a medida que minha mão foi passando acima dos ombros largos do meu pai, sumindo nos cabelos na altura da sua nuca, sabendo exatamente a que nível de tesão aquele discurso nos levaria.

Me vi de lado com a coxa arqueada. A bunda exposta foi untada por um dedo grosso que não se conteve e se enfiou antes da pica. Eu já estava gemendo aí. Me comeu lento, primeiro mostrando que tem a rola pesada que eu gosto, botando devagar para me fazer sentir a dor e o prazer de receber seu desejo, mas quando lembrava que poderia descarregar todo seu tesão de macho em mim, socava forte e fazia nossa cama ranger contra a parede. Já o ruído do nosso sexo foi em muito diferente dos ruídos da cama: coisa molhada entrando a força, beijos estalados de bocas que se desejam, tapas na polpa já marcada de uma bunda usada, suspiros longos, gemidos manhosos.

Meu pai é vulgar quando quer fazer meu corpo viciar nos seus movimentos. O que os vizinhos achariam se ouvissem as palavras mais sujas saírem da sua boca linda?

“Sou apaixonado no jeito que você empina pra mim, moleque.” E afastou o tronco para ver melhor como empino mesmo de lado.

Ou…

“Vai tomar meu caralho de presente de aniversário até cansar. Vai ter que me aguentar o dia inteiro querendo acabar com esse rabo.”

Ou…

“Você não sabe o que guardei pra você, meu viadinho safado. Já tô vendo essa sua carinha de puta pirando no presentão que tá chegando.”

“Eu mereço mais que isso?” Perguntei entre gemidos. Já sentava o colo do meu pai, me mexia lento guardando a pica inteira dentro do rabo. Nosso suor já escorria e fazia nosso peito grudar.

“Você merece tudo que desejar” falou com a boca cheia de saliva pronto para me beijar.

Entre pausas e recomeços, gozamos juntos olhando um para o outro enrolados na cama enorme. A rola dele fincada como deve ser, a minha sendo masturbada pelas duas mãos enormes.

Toda vez que eu lembrava que a outra parte do presente foi anunciada na cama bem no meio da trepada quase como uma ameaça, meu pai gargalhava e tentava correr das minhas questões. Foi assim enquanto cozinhava e eu chegava por trás, cheirando suas costas, quase miando ao reclamar que meu corpo inteiro pedia por respostas.

“Não adianta, Dudu. Não vou estragar a surpresa.”

“É meu aniversário, você não pode me negar nada” justifiquei com minha mão alisando sua barriga por baixo do pijama. Num passo escorrego para o volume do calção.

“Tire sua roupa, se jogue na cama, abra bem esse seu cu… Quem sabe assim consegue me convencer a dar alguma dica.”

Fiz melhor.

Tirei minha roupa e audacioso sentei na mesa de coxas abertas lembrando de todas as mensagens que vi os irmãos trocarem no WhatsApp. Meu pai riu quando virou e me encontrou assim, exposto. No primeiro instante pareceu querer interromper minha tentativa de continuar pelado, mas largou o que fazia, passou a língua nos lábios admirando, talvez, as próprias marcas deixadas perto da minha virilha quando me despertou com chupadas e mordidas ali.

“Que droga, me conhece tão bem” suspirou, outra vez rendido.

Me chupou espalhando as coisas da mesa para deitar meu corpo na madeira fria. Pernas levantadas e apoias no seu ombro, boca ligeira cobrindo minhas bolas, a língua se esticando para atingir meu buraco macio e abusado nessa altura do dia.

“Seu presente vai adorar ver isso.” Deixou escapar quando voltou da sala com o celular na mão e tornou a lambuzar minha rola com o flash ligado em seu rosto.

Eu sabia o que estava acontecendo ali. Só tinha uma pessoa para quem meu pai mandava todos os arquivos mais pervertidos que fazia das nossas aventuras sexuais mais recentes. Quando levantou o rosto e sorriu para o vídeo, depois virou a câmera na minha direção e gravou meu rosto contorcido de prazer, se entregou que não fazia aquilo para manter uma recordação suja do nosso cotidiano. Ele queria provocar. Senão eu, outra pessoa.

Mas parou tudo o que fazia com um beijo na minha barriga e uma expressão divertida. Eu teria que esperar.

A noite trouxe três taças e uma garrafa de Bordeaux caro sobre a mesa da sala. Vi o meu homem preparar a cena sem nutrir preocupações quanto ao bolo enfeitado que guardou na geladeira ou petiscos, e diminuir a luz até quase sobrar só a nossa silhueta no ambiente. Eu estava banhado, finalmente limpo, e os únicos resquícios das nossas transas ao longo do dia do meu aniversário eram as marcas deixadas na superfície alva da minha pele, especialmente no interior das coxas e sobre cada polpa da minha bunda firme.

Tinha uma energia diferente no ar. Não era só a nossa vontade de trepar outra vez, agora sobre o tapete da sala ou equilibrados na ponta do sofá, mas algo não dito, como um mistérios prestes a ser revelado. Era maior que isso.

Ele chegou perto para colocar as duas mãos em minha cintura com um sorriso depravado nos lábios no mesmo instante que despejei o último gole do meu vinho na boca e deixei a minha taça ao lado das outras duas sobre a mesa.

“Você tá esperando alguém? Pensei que sua ideia fosse curtir comigo.” Perguntei baixo, ar de quem não queria mais alguém ali. Com uma excessão.

Nessa altura do dia não mais me perguntava o que faria para sair sem grandes questionamentos por parte do homem que planejou o me dia em totalidade. Ele estava a muitos passos na minha frente.

“Pelo que sei, já era para ele estar chegan…” Meu pai levantou o pulso esquerdo para olhar o relógio no instante em que a maçaneta da porta girou.

Não questionei quem poderia entrar assim tão seguro em nossa casa enquanto ouvi os passos em nossa direção. O sorriso que os lábios do meu homem emolduravam sumiu e sobrou somente um olhar pesado de perversidade que se escondeu no meu pescoço quando ele procurou minha pele na intenção de beijar. O cheiro amadeirado de quem fosse aquele convidado do meu pai invadiu o ambiente, deixando tímido até o meu Chanel. Continuei como estava até ali: de costas.

Um suspiro. Era meu pai em meu pescoço. Sua língua caçava o melhor sabor da minha pele. Outro suspiro muito próximo. Denso, ansioso, mas imponente. Era quem ele esperava. Senti quando colocou as mãos exatamente sobre as do meu pai na minha cintura e apertaram os dedos sobre nós, um aviso de que estava ali de verdade. Encostou o peito firme nas minhas costas e não demorou em ocupar o outro lado do meu pescoço imitando os movimentos do parceiro de crime, fazendo o mesmo com a língua e os dentes em minha pele.

Eu reconheceria a cheiro do meu tio Caetano até no mais absoluto breu. Reconheceria, ainda mais, o jeito molhado que gosta de beijar minha nuca, mesmo que me mil bocas me beijassem ao mesmo tempo.

Sorri. Finalmente estava completo. A fantasia do incesto perfeito.

Fechei os olhos, usei cada mão para acariciar um braço de cada homem e mantive os lábios entreabertos, quase pendendo entre eles totalmente desmontado. As bocas não ficaram presas ao meu pescoço; seria desperdício. Enquanto um mordia minha orelha, outro cheirava meus cabelos. Quando meu pai beijou a lateral das minhas bochechas, meu tio lambeu o caminho até a ponta do meu ombro, afastando a gola da camiseta para isso. Mas vagarosamente os dois homens foram soltando beijinhos pelo meu rosto até ambos estarem na minha frente.

Os irmãos se olharam e sorriram, as bocas molhadas. Meu pai com seu queixo barbado, o bigode bem aparado; seu irmão de queixo liso, perfeitamente barbeado. Não me privei da vontade de colocar uma mão em cada nuca, acarinhado com o peso certo nos dedos os meus dois homens ao mesmo tempo.

“Feliz aniversário, sobrinho” meu tio sussurrou perto demais da nossa boca.

“Feliz aniversário, filhão” foi o que meu pai falou perto demais da boca do próprio irmão.

Meu coração perdeu o compasso e meu peito inflou quando eles dois sorriram um para o outro e imediatamente colocaram a língua para fora num beijo obsceno, sem qualquer intenção de parecer romântico ou delicado. As duas línguas brigaram ocupando as duas bocas ao mesmo tempo. Dois homens, duas forças inigualáveis, mas um único desejo.

Beijaram demorado numa troca incansável de saliva e suspiros até que não cabia mais esperar por um convite. Invadi. Minha língua procurando ansiosa a primeira que cedesse um carinho. Ambos me chuparam. Tanto, que ineditamente meus lábios ficaram molhados e o canto da minha boca minou saliva, uma sujeira deliciosa de compartilhar.

Quando pensei que estava na hora de me despir, eles já estavam fazendo isso. Quatro mãos cuidando do meu corpo, dois homens ocupados em me tratar como objeto do desejo deles. Não fiquei nu sozinho. Imediatamente os dois caras se juntaram ao estado cru do meu corpo: Caetano na minha frente matando a saudade que devia sentir do meu beijo, meu pai atrás de mim grudando sua rola melada na carne da minha bunda.

“Vocês não imaginam o tesão que é estar sóbrio pra ver essa porra acontecer na minha frente. Parece um filme” Caetano suspirou na minha boca.

“O filme mais pervertido da sua lista de pornôs, só se for.” Meu pai respondeu mordendo meus ombros.

Eu gargalhei.

“Não falei que tipo de filme. Isso aqui é muito melhor que pornô barato, meu chapa. Isso aqui é pura safadeza. Sente só, sobrinho. Olha como você me deixa.”

“Melhor assim, Dudu. Vem cá. Mostra pro Caetano como você sabe mamar o papai.”

Não tive tempo de conferir com as mãos curiosas como meu tio estava, porque eles dois caíram no sofá lado a lado, sorriso no rosto, rolas apontado para o alto, cada uma com um fio escorrendo da extremidade. Um convite delicioso. Me coloquei de joelhos entre meus dois homens com a boca apressada viajando do colo de um para as coxas do outro. Quando meu pai sentia minha garganta, esticava o corpo, alisava meu queixo, deixava escapar um carinhoso “bom garoto!” Quando meu tio me sente mamar, agarra pela nuca e força o pau a atolar minha garganta de um jeito violento, mais doloroso. Fala com orgulho que “isso sim que é uma boca de verdade.”

Mas há um momento em que eles se olham com certa calma e uma fome diferente no olhar. Algo que eu acordo neles. Meu pai toma a iniciativa e segura a rola do irmão, crava os dedos sem vergonha de parecer alguém necessitado desse toque e é por isso que ganha o mesmo afeto de volta. Eu chupo os dois ao mesmo tempo, não é um problema quando ficam perto demais e me oferecem as varas pingando.

Vejo no alto que os queixos se reaproximam e é meu tio quem abre a boca primeiro.

“Seu filho me viciou em língua de homem” ele fala para o irmão completamente entretido.

“Toma a minha” meu pai responde.

De novo o beijo não é sinônimo de carinho. É uma necessidade diferente, como se beijando a boca do outro pudessem ser maiores e mais pervertidos comigo.

Sou arrastado para o encosto do sofá. Caetano me deita enquanto se encaixa entre minhas coxas e morde meu peito dizendo que meu pai já fez o favor de preparar o meu cu durante todo o dia, então é sua vez de aproveitar do meu corpo. Desce uma cuspida gorda na palma da mão e esfrega na cabeça da pica enorme que sempre me assusta quando começa a entrar. Parece que se esforça para crescer além dos vinte e dois centímetros. Meu pai de pé ao lado da minha cabeça espera pelo primeiro gemido para ocupar minha boca com sua rola grossa e pesada. Caetano sabe como ir ao fundo, aprendeu a usar o canal do meu corpo para o seu prazer animal. Se encaixa, rebola em mim, abre minhas coxas e estoca com movimentos que forçam meu pai a acompanhar sua dança se quiser continuar enfiando na minha garganta.

Uma primeira gota de suor escorre da testa do meu tio em meu queixo, outra vem direto nos meus lábios. Ele sorri me vendo provar seu sal.

“Caralho, sobrinho… Como você aperta minha pica dentro do seu rabo. Me deixa louco assim. Quer arrancar minha porra a todo custo?”

Ele não aguenta as mastigadas que meu rabo dá incentivado pela dor de suportar seu membro inteiro pulsando dentro e precisa parar. Meu pai se aproveita disso. Quando o irmão sai, ele entra. Me vira, fico na ponta do móvel. Pernas para o alto, quadril suspenso. Meu homem me segura no alto e curva as coxas para encaixar o pau que passou o dia inteiro dentro de mim.

“Mastiga minha pica do mesmo jeitinho tava fazendo com seu tio. Vai, filhinho. Deixa o papai sentir também.”

O gemido que soltou foi brutal.

Os dois homens dividiram meu corpo pela noite com a facilidade de quem troca um aperto de mão. Eu sou o melhor acordo entre os homens. No tapete da sala, montei meu tio Caetano enquanto meu pai sentava a poltrona e nos assistia. Imponente, servia outra taça de vinho ao seu próprio prazer e se masturbava lento vendo o irmão atacar a sua cria com uma vara muito maior que a dele. Por vezes só escancarava um sorriso paternal nos lábios.

Fui arrancado das coxas do homem enorme caído no tapete quando rebolava forte tentando arrancar dele uma esporrada desavisada. Tremendo, me arrastei até a poltrona onde meu pai descansava. Escalei suas pernas com o rosto coberto de suor e ele me segurou com o cuidado de alguém que acha ouro nas profundezas. O anel brilhando em minha mão chamou sua atenção e ele beijou meu dedo com carinho, mas também deu uma boa lambida na minha bochecha provando meu suor.

“Chega de rebolar no colo do seu tio. Agora senta pra mim, Dudu. Quero te ver engolindo minha vara com esse seu rabo macio, filho.”

“Deixa eu ver como seu pau fica com uma cuspida minha, mano.” Caetano falou quando me viu sentar as coxas do irmão.

Antes, se serviu do vinho direto da taça que já estava cheia. Acho que por pura diversão bebeu na mesma borda que aguardava uma mancha grudenta de saliva do meu pai. De joelhos muito próximo das coxas do irmão que fazia questão de me manter levemente arqueado, Caetano cuspiu outra vez na palma da mão e levou tudo isso direto para a rola do seu parceiro. Subiu em toda a extensão, masturbou apertando com firmeza, brincou com a bolas e me mandou sentar guiando os movimentos com perfeição. Pareceu acostumado a fazer isso.

“Quantas mulheres você ajudou a sentar nos seus parceiros de foda?” Meu pai perguntou respirando forte.

“Todas necessárias pra chegar aqui e fazer bonito com seu filho. Tô botando ele direitinho na sua rola, mano?”

“Porra, Caetano… Tá encaixando certinho. Vai fazer o moleque sentir tudo lá dentro desse jeito.”

“É nossa intenção.” Caetano respondeu orgulho dando uma cheirada com força em minhas costas molhadas de suor.

Foi ele quem encaixou no rumo certo de me fazer gemer só com uma socada profunda. Os seus dedos não largaram a peça que me invadiu, pelo contrário, continuaram ali ajudando na socada, às vezes alisando a pele já grudenta da minha bunda, às vezes entrando um pouquinho no meu cu. Só isso já era suficiente para me fazer estremecer pesado sobre o colo do homem que mantinha os olho fechados, delirante.

“Deixa eu ver se esse putinho aguenta os dois machos dele” Caetano falou baixinho, um segredo sujo só nosso. “Empina pro titio, meu safado insaciável.”

Tentei impedir que as duas mãos continuassem abrindo minha bunda enquanto a pica grossa seguia cavando lá dentro, mas meu pai grudou sua boca em minha orelha e foi firme com sua voz grossa usando a autoridade de alguém que decide.

“Escuta o seu tio, Dudu. Empina e deixa ele abrir seu rabo. Se não aguentar, eu paro. Obedece o papai, deixa a gente acabar contigo hoje.”

Eu sabia que ele não pararia. O sorriso de Caetano era cúmplice.

Não tive escolha. Travei os dentes no ombro do meu pai, ele reclamou de dor, senti o gosto da sua pele suada, empinei como mandaram e sem pensar o homem atrás de mim começou colocando só a cabeça da sua rola animalesca em mim. Parecia que algo estava rompendo minha pele, rasgando um novo nível de prazer e tortura. Quis gritar de dor, mas uma onda de tesão desceu em arrepios por minhas costas. Tremi, grunhi, cravei ainda mais minha mordida no meu pai que não tentou fugir.

Os dois homens enterraram as duas picas em mim. Meu pai por baixo agarrado em meu quadril, forçando meu corpo para encontro das nossas virilhas suadas. Meu tio em pé, curvando o corpo sobre o meu, o peito suado esfregando minhas costas arrepiadas. A dor de aguentar meus dois machos, irmãos pervertidos, me colocou na barreira do desmaio.

A sensação de três corpos completamente grudados foi tão intensa e tão profunda que os gemidos saíram da minha boca anunciando que eu não aguentava mais segurar meu orgasmo, estava impossível sentir a barriga do meu pai pressionando minha pica contra minha própria barriga. Gozei em jatos potentes com espasmos que arrancaram um riso safado deles. Mas foi justamente o meu homem quem não aguentou assistir minha explosão de prazer.

“Não tira o pau do seu sobrinho, eu quero gozar sentindo você socar e masturbar minha rola lá dentro do cu dele só metendo. Isso, continua socando. Ele aguenta, Caetano. Fica aí!”

Quase não tive tempo de calar a boca do meu pai com um beijo apertado e sôfrego. Ele despejou uma quantidade anormal de porra dentro de mim, ao ponto de fazer escorrer na extensão da rola do irmão que continuou socando como incentivo para continuar gozando. A rola saiu jogando porra na minha bunda, na coxa de Caetano, na virilha dele. Exausto, desabei.

Mas não tinha acabado.

Caetano juntou forças para girar meu corpo e usar as pernas que eu sentava como apoio para meter até gozar, finalmente. De costas, meu pai grudou em mim e segurou meu quadril de forma que o irmão pudesse jogar o seu peso sobre nós dois e continuar metendo, agora encaixado em mim, de frente, com a boca roçando a minha em cada socada violenta.

“Mais fundo, tio. Me fode mais forte. Por favor, fode com tudo” Pedi choramingando, o orgasmo ainda explícito nos meus olhos vermelhos.

“Fode ele, mano. Porra, olha como esse safado pede pra ser arregaçado. Pode botar tudo, não precisa ter dó desse rabo. Nós dois já acabamos com ele, agora é só meter com gosto.”

“É sacanagem pedir assim.” Meu tio falou cuspindo em minha boca de um jeito sujo e excitante. “Eu não tô aguentando mais, vou molhar meu moleque todo.”

E quando arrancou de uma vez a rola enorme do rabo que gasto, totalmente abusado, meu pai esticou a mão além do corpo para conseguir segurar o irmão pelo membro gigante. Senti a falta imediata dos dois membros atracados em meu corpo como se minhas entranhas já se acostumassem com esse tipo de violência. A sua explosão de esperma foi ainda maior que a do meu pai, ainda mais violenta. Tanta porra caiu sobre meu peito, quanto foi parar direto no nosso rosto. E ele, suado, respirando pesado, inflando o peito como um bicho abatido, caiu sobre mim. Foi amparado também pelo irmão abaixo de nós.

“Vocês acabam comigo” falou com dificuldade temendo encostar seu rosto na porra escorrendo em meu queixo.

Não tive medo de fazer o homem experimentar outro nível da nossa sujeira. Juntei o que consegui do liquido cremoso e quente esguichado no me rosto e levei até os lábios do meu tio. Depois de saber qual o gosto do seu próprio leite, forcei seus lábios melados chegarem nos do meu pai que não se acanhou diante do beijo batizado. Me juntei aos caras cobrindo os lábios deles com o meu. Todo beijo melado arranca gemidos.

Meu pai alisou o rosto molhado de Caetano, tirando o cabelo bagunçado da testa, olhando firme nos olhos do outro. Sabiam que nunca mais seriam os mesmos, nem eu mesmo seguiria igual.

Juntamos o que sobrou do nosso corpo na cama. Em algum momento me arrastei até a sala e busquei o resto da garrafa de vinho, o bolo enfeitado especialmente em minha homenagem e três colheres. Eles riram quando me viram entrar no quarto pelado, carregando tudo sozinho.

Comemos com sorrisos e olhos cerrados, a expressão máxima da exaustão. Meu corpo não aguentava mais ser castigado, foi um dia intenso. Às vezes os dois paravam e conversam enquanto eu analisava a cena. Dois irmãos nus sobre os lençóis se tocando intimidante, cúmplices de um pecado difícil de compreender. Às vezes os dois se voltavam para mim e flagravam minha paixão pela cena suja dos seus corpos gozados.

“Vem cá, deixa eu sentir o gosto dessa boca doce” foi meu tio quem falou.

Procurei seu corpo, sentei sobre suas coxas de frente para ele e beijei calmo, finalmente. Deixei o homem buscar minha língua entre suspiros confessos aos olhos atentos do próprio irmão. Não poderia deixar de continuar minha fantasia. Foi assim, no colo de um, que busquei o outro, fazendo beijarem na minha frente e depois comigo.

A madrugada fria nos obrigou a aninharmos embaixo do edredom depois de um banho calmo. Meu pai de peito para cima olhava o teto, pensamento distante. Caetano alisava escondido minha cintura e cheirava também silencioso a minha nuca perfumada.

“Quem começou isso?” Perguntei para quem ousasse responder.

Eles sabiam que eu me referia não somente ao plano de uma foda a três no me aniversário, mas toda a história de um compartilhar os momentos sexuais com o outro.

“Seu tio.” Meu pai confessou fácil demais. “Tarde dessas ele pediu pra passar lá no apartamento dele. Parecia até que eu tava prestando depoimento, você precisava ver. Tava tenso, carona fechada. Abriu uma cerveja, bebeu num gole só e saiu falando que lembrava de uma coisa que aconteceu no dia que assistimos o jogo do Brasil juntos, mas que não tinha certeza se era fruto da mente doentia dele ou se tinha rolado mesmo.”

“Acontece, Eduardo… Que eu vi seu pai confessar de pau duro na minha frente. Parecia que esse safado ficava mais excitado a medida que ia descrevendo tudo o que fizeram. Eu tive certeza que esse danado tava se aproveitando do meu apagão.”

“Um querendo culpar o outro da própria perversão” falei debochado. “E como passaram a me exibir como troféu? Porque, sim… Eu vi tudo. Sei que vocês trocam vídeos e detalhes das nossas trepadas.

Por um momento eles engoliram os risinhos de cinismos e fingiram que esse era um flagra indesejado. Enquanto libertava a gargalhada, meu tio apertou minha cintura tentando quebrar a camada grosseira de gelo que tentei meter na cama.

“Esse safado fez de tudo pra te pegar, filho. Começou a mandar mensagem dizendo que tinha sonhado contigo, que tava começando a lembrar de tudo… Quando finalmente conseguiu te arrastar pra uma trepada certeira fez questão de me contar tudo, como se me fizesse inveja. Eu sabia que você chegaria e daria seu rabo pra mim do mesmo jeito ou mais gostoso.”

Sorri sendo o alvo da disputa entre irmãos que faziam isso pelados na cama com sorrisos contentes de homens, que acima de tudo, são amantes de uma boa putaria. Estar entre eles me manteve excitado, a pele fervilhando por baixo da delicada camada de pelos douradinhos. Caetano percebeu isso.

Foi meu pai quem adormeceu primeiro ouvindo qualquer história desinteressante que meu tio contava sobre o trabalho, sobre sua vida de solteirão. Eu fui em seguida.

Não muitos minutos depois percebi a ausência do peito que cobria minhas costas enquanto eu cochilava. Fui com passos lentos para a sala onde Caetano se vestia com cuidado para não provocar ruídos. Parei pelado na porta, braços cruzados sobre o peito.

“Você não precisa sair escondido” falei baixo com sinceridade. “O que eu preciso fazer pra você voltar pra cama e dormir abraçando meu corpo?”

“Eu não sou só o fetiche perfeito?” Ele perguntou sem precisar me olhar. No silêncio da casa a voz dele passeou mais que o devido.

“Que drama.” Sorri. “Além de um homem muito gostoso, e de ter um pau que me enche de prazer, você é meu tio. Seu lugar é aqui.”

“Assim como aquele cara dormindo na cama é seu macho, que te mete a pica, e o seu pai?” Ele parou me olhando com camiseta enrolada na mão, botão da calça ainda aberto mostrando o limite do cós da cueca. Sensual e eletrizante.

“Difícil de entender, eu sei, mas muito fácil de gostar da composição.” Respondi. “Vai dizer que ser meu tio e meu amante não é a posição perfeita pra você?”

“Eu te vi crescer, Dudu. Agora tô te vendo meter com seu pai… E comigo!”

“Ao mesmo tempo” completei. “Se tem alguma coisa errada nisso, acaba deixando tudo mais gostoso.”

Caetano levou a mão sem querer até o volume na altura do zíper da calça. Lembrar acompanhou minha infância parece ter excitado o homem. Dei uma boa olhada no corpo inteiro do cara a minha frente. Cintura marcada e bonita, peito magro, mas firme, ombros enormes, o rosto viril e bem cuidado, as entradas perfeitas que emolduram o torso e que se escondem na calça. Inevitavelmente fiquei excitado outra vez.

O altão encurtou a distância entre nós dois e chegou em mim com as duas mãos enormes emoldurando meu rosto doce depois de tanto se mostrar depravado. Abaixou para me beijar lento, molhado, brincando de mordiscar meu lábio, depois grudou nosso corpo e me pegou no colo, abandonando a camiseta pelo corredor.

“Eu vou voltar pra cama e vou te comer bem caladinho enquanto aquele bobão dorme.”

“Eu duvido” provoquei seguro em seu corpo, pernas ao redor da cintura definida que se move pela casa escura.

“A gente vai fazer amor bem lentinho e você vai dormir com minha porra dentro do seu cuzinho guloso.”

“Inacreditável você achar que eu ainda aguento surra de rola” brinquei. “Nem parece o mesmo que estava prestes a admitir culpa em meter no filho do próprio irmão.”

Ele só respondeu quando chegamos no quarto e avistamos meu pai completamente apagado no seu lado da cama, deixando para gente todo o resto do móvel confortável.

“Tentei não admitir que gosto dessa safadeza que vocês criaram. Só que agora…” Ele foi me deitando com cuidado mantendo nossas bocas perto o suficiente para só precisar sussurrar. “Agora você não tem escolha, moleque. Vai tomar pau até apagar nos meus braços.”

Reafirmo: existem sensações tão íntimas e tão profundamente sujas, que absolutamente nada se compara ao prazer de senti-las.

Caetano é a minha sensação; meu pai é o meu sentimento. Difícil de entender, mas muito fácil de gostar.

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Me deixe saber o que estão achando disso tudo. Comente, me critique, me exalte. rs Curtiram esse novo arranjo de homens? Espero que sim. Minha regra é uma só: desde que eu mantenha vocês entretidos, tudo é mais que válido.

Volto logo!

Comentários (1)

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  • PA22: A dua escrita é ótima, o conto muito bom, só não gosto de traição, principalmente quando você diz tanto amar alguém, ainda pior nesse conto, pq o filho ama o pai e ainda cria sentimentos pelo tio que vão além do tesão. Enfim, tirando meu gosto pessoal, o conto é muito bom?

    Responder↴ • uid:aych8rq