Família Ferreira - Bianca doentia
Bianca toma a cena. Parece ter sido possuída pela perversão mais doentia que já acometera a família Ferreira.
A noite de verão na casa da família estava abafada, o ar condicionado quebrado deixando todos em uma tensão úmida e pegajosa. Dona Helena, aos 48 anos, corpo ainda exuberante apesar dos anos, observava do sofá enquanto suas filhas grávidas se moviam pela sala em trajes mínimos — calcinhas de renda e sutiãs de amamentação que mal continham seios inchados e doloridos de leite.
Camila, grávida de sete meses, massageava própria barriga redonda enquanto chupava o próprio dedo, olhando para o irmão Rodrigo com uma fome animal. Mas era Bianca, a caçula, grávida de oito meses de uma menina, quem dominava a atenção.
Bianca estava de quatro no tapete persa, barriga de grávida pendendo pesada entre as coxas grossas, calcinha branca enfiada no rego, expondo a umidade escura que manchava o tecido. Seus seios, antes pequenos, agora eram enormes globos duros, vazando leite através do sutiã de renda branca, manchando o tecido de translúcido.
— Porra, Rodrigo — ela gemia, olhando por cima do ombro para o irmão, que estava nu, pênis ereto e pulsando na mão. — Vem meter nessa sua irmã grávida, porra. Mete fundo no útero cheio da sua sobrinha. Quero sentir você batendo na cabecinha dela por dentro.
Rodrigo aproximou-se, pele escorrendo suor, e agarrou as ancas largas de Bianca. A barriga dela balançou quando ele encaixou a ponta do pau na entrada escorregadia, já dilatada pela excitação hormonal da gravidez.
— Você é uma puta doentia, Bianca — rosnou ele, empurrando de uma vez só, entrando até as bolas na buceta inchada e quente.
— Ahhhh, porra! Sim! Sou sua puta grávida, seu bebê tá dentro de mim enquanto você me come! — Bianca gritou, cabeça jogada para trás, cabelos loiros espalhados. Ela empurrou o traseiro contra ele, querendo mais profundidade. — Mais fundo! Bate na barriga! Faz sua sobrinha sentir o tio metendo!
Dona Helena observava, uma mão já dentro da própria calcinha, dedos circulando no clitóris inchado. Ela sorria, uma deusa corrompida pela própria devassidão.
— Isso, filho, fode essa vadia grávida — incentivou a mãe, voz rouca de tesão. — Ela quer leite de irmão junto com o leite materno. Olha como ela vaza.
Bianca gemia sem controle, mãos segurando os próprios seios duros, apertando até o leite jorrar em jatos brancos através da renda, molhando o tapete. A lactofilia a consumia — ela queria ser banhada, queria o leite misturado com o sêmen do irmão.
Rodrigo agarrou os cabelos de Bianca e puxou, forçando-a a arquear as costas, barriga grávida projetada para frente. Com a outra mão, ele bateu na barriga redonda, fazendo Bianca delirar.
— Bate mais! Trata sua irmã grávida como a puta imoral que eu sou! — ela suplicava, olhos revirados de êxtase. — Tô gozando! Porra, tô gozando no pau do meu irmão com a filha dentro de mim!
Camila, não aguentando mais, aproximou-se e agachou na frente de Bianca, abrindo as pernas sobre o rosto da irmã. Bianca mergulhou a língua na buceta de Camila, lambendo a outra grávida enquanto era fodida por trás, um trío de incesto e perversão absoluta.
— Chupa, sua tarada! Chupa a irmã grávida enquanto leva porra do irmão! — Camila gritava, massageando os próprios seios também cheios de leite.
Rodrigo sentiu a buceta de Bianca apertar convulsivamente, orgasmo intenso da gravida fazendo-a tremer sem controle. Ele aproveitou e acelerou, batendo com força na barriga, sentindo a resistência do útero cheio.
— Vou gozar! Vou encher essa sua buceta de porra! — ele avisou, voz estrangulada.
— Dentro! Goza dentro! Insemina sua irmã grávida! Deixa sua sobrinha nadando no sêmen do tio! — Bianca implorava, delirante, baba escorrendo do canto da boca enquanto lambia Camila.
Rodrigo explodiu, jorrando copiosamente dentro de Bianca, enquanto Dona Helena também gozava no sofá, testemunhando a devassidão absoluta de sua família imoral.
Bianca desabou no tapete, barriga ainda tremendo, leite escorrendo dos seios, e sorriu uma sorriso de satanás satisfeito.
— Ainda tem mais para a mamãe e a outra irmã — ela suspirou, lambendo os lábios. — Quero ver vocês duas também cheias de porra de irmão.
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