Família Ferreira - consulta de rotina de Camila
Camila está grávida de 8 meses, mas convulsiona no pau do irmão.
A consulta estava marcada para as 14h na Clínica São Rafael, um lugar de paredes brancas e equipamentos caros onde médicos de família ilustres cuidavam de gestações de alto risco. Camila estava em seu oitavo mês — barriga enorme, pele esticada até o limite, estrias vermelhas e roxas que pareciam mapas de rios sangrando sob a superfície.
Mas não era o médico quem a examinava.
Rodrigo vestia um jaleco branco que roubara do armário de funcionários. Bianca, também grávida agora — seis meses — operava o ultrassom portátil que subornaram um técnico para "esquecer" na sala. Dona Helena filmava tudo com uma câmera profissional, posicionada para capturar o monitor onde a imagem do feto — filho de irmão e irmã — se movia em tempo real.
— Abra as pernas, senhora Ferreira — Rodrigo comandou, voz clínica, fria. — Vamos verificar se o colo do útero está pronto para receber mais material genético.
Camila deitada na mesa de exame, pernas abertas nos estribos de metal frio, vestido de maternidade levantado acima dos seios. Estes últimos não paravam de vazar — não pingavam, vazavam em fluxo constante, dois riachos de leite que escorriam pelas laterais de seu torso, acumulando-se nas dobras de gordura das costelas, pingando no chão de linóleo estéril.
— Estou cheia — Camila sussurrou, mão sobre a barriga, sentindo o filho do irmão chutar. — Tão cheia que vou explodir. Meu útero está pesado de tanto sêmen seu, Rodrigo. Já são três meses que você me enche diariamente. O bebê está nadando na porra do pai-tio.
Rodrigo aproximou-se com o espéculo. Não era o médico de plástico — era um de metal antigo, frio, cruel. Ele o inseriu sem lubrificação, abrindo Camila em arco máximo, expondo o colo do útero dilatado, rosado, pulsando.
— Vejam — ele anunciou, apontando para Bianca, que olhava pelo ultrassom. — Vejam o colo da minha irmã. Vejam como está macio, pronto. É porque o sêmen do irmão amoleceu as paredes. É tratamento natural.
Bianca posicionou o transdutor sobre a barriga de Camila. No monitor, o feto apareceu — cabeça grande, mãos em concha, pernas dobradas. E algo mais: uma sombra branca, viscosa, flutuando ao redor — sêmen acumulado de inseminações anteriores, litros dele, que Camila retinha dentro de si como relíquias sagradas.
— Olhe — Bianca sussurrou, excitada, uma mão entre suas próprias pernas, se masturbando enquanto operava o aparelho. — Olhe como seu filho nada na porra do irmão. É um banho de sêmen. Ele está sendo nutrido por incesto.
Camila olhou para o monitor, viu a imagem, e gozou. Um orgasmo seco, uterino, que fez seu útero contrair visivelmente no monitor, expelindo um jato de fluido claro misturado a sêmen branco que escorreu pelo espéculo, pingou na mesa, cheirando a amônia e sexo.
— Mais — ela pediu, não implorou, ordenou. — Encha minha barriga de novo. Quero que o bebê sinta você entrando. Quero que ele aprenda o gosto do pai antes de nascer.
Rodrigo removeu o espéculo. Não precisava mais dele — o colo do útero de Camila estava tão dilatado, tão usado, que ele podia ver para dentro, ver a entrada do útero pulsando convulsivamente, faminta.
Ele se posicionou entre as pernas, pênis ereto apontando para aquela abertura biológica distorcida pelo uso. Mas antes de penetrar, fez algo que fez Dona Helena gemer atrás da câmera.
— Bianca — ele ordenou. — Ordenhe ela. Agora. Direto na minha boca.
Bianca se aproximou, seios também pesados, também vazando. Ela se posicionou sobre o rosto de Rodrigo, enquanto ele ainda estava de pé entre as pernas de Camila, e apertou um mamilo. O leite jorrou em jato preciso, e Rodrigo abriu a boca, capturando, engolindo, deixando escorrer pelo queixo.
— O leite da irmã — ele anunciou, lambendo os lábios. — O leite que alimentará meus filhos. O leite que vem das tetas que eu engravidei.
Então ele penetrou Camila. Profundamente, completamente, desaparecendo até a base naquele túnel já tão usado que oferecia pouca resistência. O impacto fez Camila urinar — um jato quente que atingiu o próprio queixo, que escorreu para trás, molhando os cabelos, a mesa.
— Fala — Rodrigo ordenava, movendo-se lento, cirúrgico, sentindo o colo do útero massageando a cabeça de seu pênis a cada estocada. — Fala o que você é.
Camila olhou para o monitor, viu o filho se mover, sentiu o irmão dentro dela, e a loucura tomou conta.
— Sou sua irmã puta! — ela gritou, voz ecoando nas paredes brancas. — Estou grávida de você! Oitavo mês! Meu útero é seu deposito de porra! Minha barriga é seu tanque de sêmen! Cada célula do meu corpo carrega seu DNA agora, Rodrigo! Eu sou você! Sou sua extensão! Sua puta grávida de incesto!
— Mais!
— Meu leite é seu! — ela continuava, histérica, dedos arranhando a mesa de exame, deixando marcas permanentes. — Minha urina é sua! Meu filho é seu! Tudo em mim pertence ao meu irmão! Me fode como se eu fosse um brinquedo! Um objeto! Um recipiente para sua semente!
Rodrigo aumentou o ritmo. A mesa de exame balançava, rangia, os pés de metal arranhando o linóleo. Camila se contorcia, não para fugir, mas para receber mais fundo, mais forte.
— Injete em mim! — ela gritava. — Injete no útero! Direto no saco gestacional! Quero seu sêmen misturado à água do bebê! Quero ele bebendo sua porra antes de nascer! Quero ele viciado em você desde o útero!
Rodrigo gozou. Foi um orgasmo prolongado, convulsivo, três, quatro, cinco jatos profundos dentro do útero, diretamente na cavidade onde o filho flutuava. Camila sentiu cada pump, cada onda de calor, e gozou junto, seu útero sugando o sêmen para dentro, retendo, absorvendo.
Quando ele saiu, não escorreu nada. O colo do útero de Camila havia se fechado como uma válvula, aprisionando tudo dentro, mantendo o sêmen do irmão em contato máximo com a gestação.
— Agora — Dona Helena anunciou, aproximando-se com uma seringa enorme, de irrigação — vamos selar.
Ela inseriu a ponta da seringa no canal vaginal de Camila, empurrando para cima, até o colo, e injetou um litro de líquido — não água, mas leite materno coletado das próprias tetas de Dona Helena, leite quente, doce, estranho.
— Para nutrir — Dona Helena explicava, enquanto o leite enchia Camila, distendendo-a ainda mais, fazendo-a parecer grávida de gêmeos, de trigêmeos. — Para selar o sêmen do irmão dentro de você. Para que nosso neto cresça banhado em leite de avó e sêmen de pai-tio.
Camila sentiu o estômago distender, o útero pesar, o leite misturar-se ao sêmen em uma sopa nutritiva, perversa, impossível. Ela olhou para a barriga, agora redonda como uma bola, e riu, lágrimas escorrendo, leite ainda pingando dos seios, tudo misturando-se em seu corpo em uma união alquímica de família.
— Amanhã — ela sussurrou, acariciando a barriga inchada — vamos fazer isso de novo. E depois de amanhã. Até eu parir. E depois do parto, enquanto amamento, você continuará me enchendo. Para sempre. Para sempre. Para sempre.
Rodrigo apenas assentiu, lambendo o leite do próprio queixo, misturando-se ao suor, ao cheiro de sexo e hospital e família que permeava tudo.
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