Lar Moreau - a creche
Visitando a creche, pensando no futuro da família.
A creche "Mundo Infantil" parecia impecável — paredes coloridas, brinquedos organizados, o cheiro característico de desinfetante misturado com aroma de bebê. Helena e Valentina caminhavam lado a lado, seguindo a diretora Sra. Oliveira, que as guiava pela instalação com um sorriso profissional.
Valentina segurava a filha de um ano no colo, a menina adormecida após o trajeto de carro. Mas o que realmente consumia a atenção de mãe e filha era a tensão crescente entre elas — a proximidade, o segredo compartilhado, o fato de que ambas estavam excitadas desde que entraram naquele lugar repleto de crianças alheias.
— Aqui temos a sala de descanso — a diretora explicou, abrindo uma porta. — Os funcionários podem recarregar as energias enquanto as crianças dormem...
Helena entrou primeiro, seus olhos escaneando o ambiente pequeno: uma cama de solteiro, uma cadeira, um armário. A diretora já havia seguido adiante, mostrando o banheiro adjacente para outra mãe que as acompanhava na visita.
— Vou mostrar o pátio — a voz distante da Sra. Oliveira ecoou. — Fiquem à vontade para olharem o restante da sala.
Assim que os passos se afastaram, Valentina sentiu a mão da mãe em seu braço. O toque não era materno — era possessivo, exigente.
— Coloque a neta na cadeira — Helena ordenou, sua voz baixa e rouca. — Ela está dormindo. E você... você está me provocando desde que entramos aqui.
— Mãe, aqui não... — Valentina protestou, mas suas bochechas coraram, seus mamilos endurecendo sob a blusa fina.
— Exatamente aqui — Helena insistiu, fechando a porta e trancando-a. — O risco é o que torna tudo mais doce, filha. Eu te ensinei isso. Eu te ensinei tudo.
Valentina obedeceu, deitando a filha na cadeira de forma que a menina continuasse dormindo confortavelmente. Quando se virou, a mãe já estava sobre ela, empurrando-a para trás até que suas costas encontrassem a cama estreita.
— Você está lactando ainda? — Helena perguntou, já puxando o top da filha para cima.
— Um pouco... desde que parei de amamentar a pequena, meus seios não param de... oh, mãe!
Helena havia capturado um mamilo na boca, sugando forte. Leite quente e doce encheu sua boca imediatamente — Valentina sempre produzira em abundância, um presente genético que Helena aproveitava sempre que possível. A mãe chupava com sons obscenos, massageando o outro seio, fazendo jatos de leite escorrerem pelo corpo da filha.
— Sua vagina está apertada como sempre? — Helena perguntou entre lambidas, suas mãos já descendo pela barriga de Valentina, entrando por baixo da saia.
— Mãe, por favor... alguém pode bater na porta...
— E se baterem? — Helena sorriu perversamente, dois dedos entrando em Valentina, que ofegou de prazer e medo. — Você vai ter que segurar os gemidos enquanto eu te fodo, filha. Você vai ter que parecer uma mãe decente enquanto sua própria mãe está com os dedos enterrados na sua boceta apertada.
Valentina mordeu o próprio punho, seus olhos lacrimejando de excitação. A mãe tinha razão — o perigo a excitava além do limite. Através da porta fechada, elas podiam ouvir vozes distantes, crianças brincando, a realidade mundana do lado de fora contrastando com a perversão absoluta dentro daquele quarto.
Helena se posicionou entre as pernas da filha, abrindo-as com seus joelhos. Ela não tinha pênis, mas tinha algo melhor — anos de experiência ensinando seus filhos todos os prazeres da carne. Ela pressionou sua coxa contra a vagina de Valentina, usando o osso púbico para esfregar seu clitóris enquanto seus dedos continuavam a penetrá-la.
— Eu te ensinei a transar com seu irmão — Helena sussurrou no ouvido da filha, mordiscando seu pescoço. — Eu te ensinei a deixar ele te inseminar. Eu te ensinei a amamentar enquanto goza. Agora deixe que eu aproveite o que criei.
Valentina arqueou as costas, seus seios balançando, leite espirrando em seu próprio rosto. A cama rangia perigosamente, mas Helena não diminuía o ritmo — ela esfregava-se contra a filha com movimentos circulares precisos, seus dedos curvando-se dentro dela para atingir o ponto que fazia Valentina ver estrelas.
— Estou gozando... — Valentina gemiu abafado, seu corpo convulsionando. — Mãe, estou gozando, por favor, não pare...
— Goza na minha coxa, filha — Helena ordenou, aumentando a pressão. — Goza como a putinha bem comportada que eu ensinei você a ser. Goza sabendo que qualquer pessoa pode entrar e ver sua mãe te fodendo.
O orgasmo de Valentina foi silencioso e devastador — seu corpo se arqueou em um arco perfeito, seus músculos internos apertando os dedos da mãe em espasmos ritmados. Leite jorrou de seus seios em jatos incontroláveis, molhando ambas. Helena capturou um jato na boca, bebendo avidamente, enquanto continuava a esfregar-se contra a coxa da filha até encontrar seu próprio clímax.
— Você é minha obra-prima — Helena suspirou, lambendo os lábios manchados de leite. — Minha filha perfeita, pervertida, imoral.
Um som de passos se aproximaram da porta. As duas congelaram, ainda entrelaçadas, ainda molhadas, ainda ofegantes.
— Sra. Helena? Sra. Valentina? — a voz da diretora veio do corredor. — Estão aí?
Helena olhou nos olhos da filha, um sorriso malicioso em seus lábios. Lentamente, ela se levantou, ajeitando a saia. Valentina ficou paralisada na cama, sua vagina ainda pulsando, o leite ainda escorrendo.
— Estamos aqui, Sra. Oliveira — Helena respondeu, sua voz perfeitamente calma enquanto ela rapidamente limpava o rosto com um lenço. — Minha filha estava sentindo um pouco de tontura. Acho que a creche é perfeita. Vamos matricular a neta imediatamente.
A maçaneta girou. Helena se moveu rápido, posicionando-se na frente da cama, bloqueando a visão da filha ainda nua e coberta de leite por trás dela.
— Ah, desculpe — a diretora disse, vendo apenas Helena na porta. — Posso entrar?
— Claro — Helena sorriu, a matriarca impecável, a pervertida absoluta. — Só precisamos de um momento para que minha filha se recompõe. Ela está... um pouco sensível hoje. Muitos hormônios, sabe como é.
A diretora assentiu, ingênua, enquanto Valentina, escondida atrás da mãe, enfiava os dedos em si mesma novamente, ainda excitada, ainda faminta, ainda a filha obediente que a mãe havia criado para o prazer sem limites.
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