Desejos Masculinos: tesão em familia 3 - Ruffus
Depois de tanto tesão no meu pai e no meu irmão guardado em segredo, chegou a hora de realizar cada uma dessas fantasias
PARTE 3
Na madrugada do sábado para domingo eu estava sozinho em casa, aproveitei para bater uma punheta enquanto assistia os videos que gravei do meu irmão e relembrava a melhor sensação que eu já tinha sentido na vida: o seu pau arrombando a minha boca pequena.
Peguei no sono depois de gozar, mas acordei no meio da madrugada sentindo algo estranho. Minha bunda era apertada por um par de mãos magras, porém fortes. Pensei em me virar e olhar quem estava fazendo aquilo mas pelo cheiro forte de álcool e maconha, eu imaginava ser o meu irmão e decidi ver até onde ele iria. Ele acabara de chegar da festa e estava louco para cumprir a sua promessa, de foder o meu cu.
Fingi estar dormindo e logo ele avançou nas suas carícias. Fincou os seus joelhos na minha cama, baixou minha cueca e enfiou a cara na minha bunda. Meu irmão lambia o meu cu como um animal faminto. Na hora senti vontade de gemer, era a primeira vez que eu sentia uma lingua alí, mas eu estava morrendo de tesão em ver o lado pervertido de Guto me abusando enquanto eu estava, supostamente, inconsciente.
Depois de deixar meu rabo bem lubrificado com sua saliva, ele decidiu não prolongar mais o que ele estava louco pra fazer e o que eu mais estava esperando naquela noite. Ele baixou sua cueca, segurou firme seu pau com a mão direita e, após cuspir na sua cabeça rosada, pincelou o cacete no meu buraco virgem.
Eu sentia a cabeça do pau do meu irmão entrar aos poucos, ela rasgava todas as minhas preguinhas virgens e, apesar da dor, eu estava adorando ser fodido pelo meu irmão mais velho. Quando seu pau estava quase na metade dentro de mim, foi impossível manter o personagem adormecido e eu soltei um gemido
- Me fode gostoso, maninho
Mesmo no escuro eu pude sentir o sorriso de Guto tomando conta do seu rosto e, com a voz enrolada da bebida, ele disse:
- Hoje tu não escapa, viadinho, eu vou te comer sem dó
Ouvir o meu irmão falando aquilo sobre mim me fazia arrepiar inteiro, finalmente eu ia estar na posição de todas as garotas que ele me relatava e eu ficava morrendo de inveja delas. Meu irmão estava sendo meu homem e eu adorava aquela sensação.
Guto enfiava seu pau cada vez mais fundo dentro de mim e eu sentia ele encostar na minha próstata. Meu corpo tremia inteiro e minha boca era capaz de segurar meus gemidos finos.
- Ain que delicia, Guto
- Ta gostando minha putinha? Espera então sentir isso!
Sem titubiar, ele enfiou o pau inteiro dentro de mim me fazendo, por impulso, dar um grito abafado no travesseiro.
- Calma, macho! Assim o papai e a mamãe vão ouvir
- Relaxa putinho, eles não voltaram ainda, a noite deve ta boa pra eles também, só não melhor que a nossa
E Gustavo tinha razão, qualquer coisa que meus pais tivessem fazendo naquela hora não iria superar o prazer do sexo proibido que eu estava sentido naquele quarto com o meu irmão.
- Pode soltar a puta que tem dentro de ti que eu tenho certeza que tu ta doido por isso - ele dizia
Virei meu rosto para ele e, empinando meu rabo, ordenei:
- Me arromba, caralho!
Eu tinha certeza do que eu queria e meu irmão sabia da capacidade dele, então foi o que faltava para o nosso quarto virar um motel. Meu irmão aumentou as estocadas e eu podia sentir suas bolas pesadas batendo na minha pele. Seus gemidos graves e ofegantes contrastavam com os meus que eram tão femininos e agudos.
Sem pena meu irmão montou em mim igual um cachorro no cio e enfiou seu pau inteiro no meu cuzinho, que antes era virgem, mas ja estava largo com aquele pau negro me arrombando. Eu gemia como uma puta e ele me tratava tal qual uma, com tapas na bunda e puxão de cabelo.
- Era piroca de macho que tu queria, viadinho? Então aguenta!
Tava gostoso demais, porém eu estava insaciável, eu queria mais.
- Ainda tá fraco… - gemi, instigando meu irmão
- Filho da puta! - em seguida dessa frase veio uma puxada de cabelo que fez nossos rostos se encontrarem. Tentei dar um beijo nele, mas fui surpreendido por uma cuspida na boca - Vadia não beija na boca, vadia leva piroca
Eu sorri na hora, era exatamente isso que eu queria naquela noite, servir o meu macho e ser usado por ele. Eu nunca tinha pensado que o nosso sexo seria assim, mas durante aquela noite, vendo o meu irmão cheio de álcool e maconha na mente, era assim que eu queria que fosse.
Trocamos a posição e eu fiquei de frango assado, agora eu conseguia ver a expressão pervertida que Guto tinha em seu rosto, fodendo com tanta força o seu irmão novinho. Ele estava indo a loucura com isso e eu tambem.
Meu irmão se curvou e aproximou seu rosto ao meu, esperei outra cuspida e veio, mas logo em seguida ele me beijou de lingua, um beijo quente e gostoso. Agora o meu pinto era acariciado pelo meu irmão enquanto ele me fodia e eu sabia que eu não ia aguentar por muito tempo, pois o meu corpo avisava.
- Para de brincar com meu pinto, se não eu vou gozar
- É exatamente isso que eu quero - Guto falou, saltando de trás de mim e se ajoelhando, abocanhando meu pau antes que eu pudesse processar que aquilo estava acontecendo
Com seu dedo dentro do meu cu, ele estimulou minha próstata enquanto chupava o meu pau e engolia com facilidade. O quarto era tomado pelos meus gemidos e eu estava em êxtase. Nunca imaginei o meu irmão machão e pegador daquele jeito, ajoelhado chupando o meu pau. Meu corpo todo tremia em resposta ao tesão que eu tava sentido na realização daquele meu fetiche e o meu pau deu a resposta mais fiel ao meu irmão.
- Porra, eu to gozaaando
Pela primeira vez eu gozava de verdade e era na boca do Guto. Ele engolia cada gota com um sorriso safado no rosto. Em seguida veio me beijar e falou:
- Que delicia esse teu leite de novinho, né? - concordei com a cabeça e ele completou - Agora é tua vez de lembrar o meu gosto
Gustavo me pôs de joelho e me ordenou colocar a lingua pra fora. Logo em seguida ele bateu com seu pau pesado nela e começou a foder minha boca, sem se importar com as minhas engasgadas ou com minha saliva que banhava o seu pau e caia no chão do quarto. Após alguns minutos naquela posição, ele explodiu:
- CARAAAALHO, engole essa porra viado
Seu leite tomava conta da minha boca, eu tentei engolir tudo, mas não consegui pela grande quantidade e uma parte caiu no chão. Achei que era só limpar mas, mais uma vez, meu irmão me surpreendeu. Gustavo ficou de quatro no chão e lambeu sua porra que tinha escorrido no chão. Ele olhou pra mim, viu minha expressão de surpresa com tamanha devassidão dele e afirmou:
- Você ainda não faz ideia de tudo que eu sou capaz de fazer, maninho
CONTINUA…
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Comentários (1)
ggppax: Cada vez melhor, que tesão
Responder↴ • uid:1deghj6mb83i