#Incesto #Lésbica #Voyeur

Férias Liberiais entre lesbicas da família - Parte 1

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doida por dildo

Festa lesbica entre primas e mae e o pai aparece e ve tudo, depois trepa sem querer com a filha

O sol da manhã entrava pelas janelas abertas da casa de fazenda onde Carolina morava com sua mãe, Dona Vera. As duas viviam uma vida completamente liberal, sem pudores ou segredos entre si. Desde que Carolina completou dezoito anos, adotaram o nudismo dentro de casa como filosofia de vida.
Carolina acordou nua como sempre, seu corpo moreno e atlético se espreguiçando na cama. Ela passou as mãos pelo ventre liso e desceu até sua xoxota greluda, sentindo os pelinhos castanhos já crescidos. Não se incomodava em ficar nua, afinal, naquela casa, a nudez era natural.
Sua mãe já estava na cozinha, também completamente nua. Dona Vera, aos quarenta anos, mantinha um corpo exuberante, seios firmes e quadril largo. Ela preparava o café da manhã sem nenhuma roupa, movimentando-se à vontade.
"Filha, lembra que sua prima Bianca vem hoje passar as férias?" Dona Vera perguntou, virando-se com os seios balançando levemente.
Carolina assentiu, pegando uma maçã da fruteira. "Sim, mãe. Será que ela vai entender nosso estilo de vida?"
"Vamos ter que explicar que aqui somos livres," Dona Vera sorriu. "Sem segredos, sem vergonha."
Quando Bianca chegou, sua reação foi de puro choque. A prima, uma jovem de vinte e dois anos, de cabelos loiros e corpo delicado, ficou vermelha ao ver tia e prima completamente nuas na porta de entrada.
"O-oi... vocês estão..." Bianca gaguejou, desviando o olhar.
"Nuas? Sim, querida," Dona Vera riu. "Aqui em casa somos nudistas. Você vai ter que se acostumar."
Carolina percebeu o constrangimento da prima. "Vem, Bianca. Vou te mostrar seu quarto. E não se preocupe, você não precisa ficar nua se não quiser... embora a gente recomende."
Durante o dia, Bianca tentou se acostumar com a situação. Sentia-se estranha vendo sua tia e prima andarem pela casa sem nada, seus corpos expostos sem qualquer cerimônia. Mas havia algo intrigante naquela liberdade.
À tarde, Carolina sugeriu: "Vamos ao mercado da cidade?"
Bianca concordou, aliviada por sair de casa. Mas quando Carolina foi se vestir, ela ficou chocada. A prima tirou uma calcinha minúscula da gaveta - uma G-string que era praticamente um fio dental.
"Isso é tudo que você vai vestir?" Bianca exclamou.
Carolina sorriu. "Fora de casa, sim. É nossa regra. Só usamos calcinhas micro. Quer experimentar?"
Bianca hesitou, mas aceitou. Carolina explicou enquanto ajudava: "Você tem que colocar bem, enfiada no meio. E antes de sair, passamos esse gel especial..."
Ela mostrou um tubo de gel transparente. "Senão arde muito quando andamos. O tecido é tão fino que fica esfregando direto na xoxota."
Bianca sentiu um calor subir ao aplicar o gel na calcinha minúscula e depois vesti-la. O fio se enterrou entre seus lábios, deixando sua xoxota completamente marcada. Carolina fez o mesmo, enfiando o fio bem no meio de sua xoxota greluda.
"Prontas," Carolina disse, ajustando o fio que desaparecia entre seus lábios carnudos. As duas saíram de casa usando apenas aquelas calcinhas ridículas por baixo de vestidos curtos.
Na cidade, Bianca sentiu cada passo. O fio se movia com o andar, esfregando seu clitóris de forma insistente. O gel ajudava, mas havia um ardorzinho gostoso, uma excitação constante que a deixava molhada.
"Está sentindo, né?" Carolina sussurrou no ouvido da prima enquanto caminhavam pelo mercado. "Esse ardorzinho delicioso? É normal. A gente fica excitada o tempo todo."
Bianca assentiu, corada. Ela sentia sua xoxota pulsando ao redor daquele fio fino. Percebeu que Carolina caminhava de forma sensual, provocando a fricção propositalmente.
De volta em casa, a situação ficou ainda mais intensa. Dona Vera estava na sala, sentada no sofá, e Bianca notou algo estranho. Havia um dildo roxo, grande e realista, instalado firmemente no centro do assento do sofá.
"O que é aquilo?" Bianca perguntou, apontando.
"Ah, isso?" Dona Vera sorriu casualmente. "É nosso brinquedo de uso diário. Tem um no sofá e outro na cadeira da cozinha. A gente usa para se masturbar sempre que sente vontade."
Bianca ficou sem palavras. Ela observou chocada enquanto Carolina se aproximava da cadeira da cozinha, onde outro dildo estava fixado no assento, e sentou-se nele sem cerimônia, gemendo baixinho.
"Nossa, estava precisando," Carolina suspirou, movendo o quadril lentamente. "O dia inteiro com aquele fio na xoxota me deixou louca."
Dona Vera também se sentou no sofá, posicionando o dildo em sua entrada e descendo sobre ele. "Filha, conta para sua prima como funciona nossa rotina."
Carolina explicou enquanto movia o quadril: "Toda manhã e toda noite, a gente se masturba. Não escondemos nada uma da outra. É saudável."
Bianca ficou parada, sem saber onde olhar. Mas sentiu seu corpo reagir. A visão de sua tia e prima sentadas em dildos, movendo-se sem pudor, despertou algo nela.
"Quer tentar?" Carolina perguntou, notando o brilho nos olhos da prima.
Bianca hesitou, mas o desejo venceu. Ela tirou o vestido, ficando apenas com a calcinha micro, e se aproximou do sofá. Dona Vera levantou para dar espaço.
"Senta devagar," Carolina instruiu. "Deixa entrar bem fundo."
Bianca posicionou-se e desceu sobre o dildo. Ela gemeu alto ao sentir o objeto grosso preenchendo-a. Era maior do que imaginava.
"Gostoso, né?" Dona Vera sorriu, voltando a sentar no outro dildo na cadeira da cozinha. "A gente usa todo dia. Mantém a xoxota saudável."
As três ficaram na sala, cada uma em seu dildo, movendo-se em ritmos diferentes. Bianca sentia vergonha de sua xoxota greluda, com os pelos à mostra, mas ao mesmo tempo sentia uma excitação intensa. Ela nunca imaginou que ficaria nua, usando um dildo na frente da tia e da prima.
"Olha como ela está gostando, mãe," Carolina observou, vendo Bianca se mover mais rápido.
"É normal, querida," Dona Vera respondeu, massageando os próprios seios. "A liberdade sexual é maravilhosa. Não devemos ter vergonha."
Bianca sentiu o orgasmo se aproximando. A fricção do dia inteiro com a calcinha micro, somada àquela cena surreal, a levou ao limite rapidamente. Ela gozou gostoso, gemendo sem conseguir conter, enquanto Carolina e Dona Vera observavam sorrindo.
"Primeiro de muitos," Carolina prometeu, lambendo os lábios. "Essas férias vão ser inesquecíveis."

A segunda semana de férias de Bianca trouxe uma atmosfera diferente. Ela já havia se acostumado com o nudismo da casa, já participava das sessões diárias de masturbação, mas algo havia mudado entre Dona Vera e Carolina. Elas se olhavam de forma diferente, com um brilho intenso nos olhos, toques mais demorados, sussurros que paravam quando Bianca entrava no cômodo.
Bianca notou na noite anterior, quando Carolina passou a mão pelo rosto da mãe de forma terna demais, quase um carinho de amante. E Dona Vera retribuiu, beijando o pescoço da filha de forma que não parecia apenas maternal.
Será que...? Bianca não conseguia completar o pensamento.
Na manhã seguinte, enquanto tomavam café nus na cozinha, Dona Vera e Carolina trocaram olhares carregados. Havia uma decisão tomada entre elas.
"Bianca," Dona Vera começou, séria. "Precisamos te contar algo. Algo que pode chocar você, mas queremos ser honestas."
Carolina completou: "Nós... mãe e eu... somos amantes. Somos lésbicas. E não apenas mãe e filha, mas também parceiras sexuais."
Bianca sentiu o mundo girar. Ela suspeitava, mas ouvir confirmado foi impactante. "Vocês... se relacionam?"
"Sim," Dona Vera confirmou, pegando a mão da filha. "Há anos. Desde que Carolina fez dezoito anos. Nosso amor é completo, em todos os sentidos."
"E queremos você," Carolina disse diretamente, seus olhos fixos nos de Bianca. "Queremos te ensinar os prazeres de ser uma mulher com outra mulher. Queremos fazer parte do seu despertar sexual."
Bianca ficou em silêncio, processando. Ela não esperava por isso. Mas ao olhar para aquelas duas mulheres lindas, nuas e confiantes, sentiu seu corpo reagir. A semana anterior a havia preparado para novas experiências.
"Eu... nunca fiz nada com uma mulher," Bianca admitiu, sentindo o rosto corar.
"Nós vamos ensinar," Dona Vera prometeu, levantando-se e se aproximando. "Cada detalhe. Cada prazer."
Carolina também se levantou. "E hoje é dia especial. Mãe trouxe o dildo semanal do trabalho."
Bianca olhou confusa. "Dildo semanal?"
"Trabalho em uma loja de sex shop," Dona Vera explicou, indo até sua bolsa. "Toda semana, a empresa libera um brinquedo novo para testarmos. Esta semana é... especial."
Ela tirou um dildo preto, imenso, com vinte centímetros de comprimento e largura considerável. Bianca arregalou os olhos.
"Meu Deus, isso é enorme!" ela exclamou.
"É o maior que já testei," Dona Vera confirmou, lambendo os lábios. "E vou usar agora, na sua frente. Quero que você veja como uma mulher pode receber prazer."
Dona Vera sentou-se na cadeira da cozinha, onde o dildo fixo sempre ficava, mas desta vez ela trouxe o novo brinquedo. Carolina ajudou a mãe, posicionando o dildo gigante na entrada da xoxota de Dona Vera.
"Olha bem, prima," Carolina instruiu. "Veja como ela vai entrar toda."
Dona Vera desceu lentamente, gemendo conforme o dildo enorme ia penetrando-a. Era uma visão erótica e perversa, ver aquela mulher madura sendo preenchida por aquela coisa imensa. O dildo desapareceu quase inteiramente dentro dela, só a base ficando para fora.
"Nossa, tia... está tudo dentro?" Bianca perguntou, fascinada e excitada.
"Tudo, querida," Dona Vera suspirou, movendo o quadril. "Estou cheia. Estou atolada nesse dildo. E está delicioso."
Carolina se aproximou de Bianca, tocando seu rosto. "Quer sentir como é? Quer que eu te chupe? Quer que eu te penetre com um dildo?"
Bianca hesitou, mas o desejo falou mais alto. Ela assentiu, sentindo seu coração acelerar.
"Deita no sofá," Carolina ordenou. "Vou mostrar como uma mulher faz outra gozar."
Bianca deitou, abrindo as pernas. Sua xoxota greluda estava molhada, os pelos úmidos de excitação. Ela sentiu vergonha de estar tão exposta, mas Carolina a tranquilizou.
"Não tenha vergonha da sua xoxota," Carolina disse, beijando as coxas de Bianca. "Ela é linda. Greluda, carnuda, perfeita."
Carolina mergulhou a língua na xoxota de Bianca. A prima gemeu alto, sentindo a língua quente e úmida explorando seus lábios, seu clitóris, sua entrada. Era diferente de tudo que já sentira. Carolina chupava com expertise, alternando entre lambidas longas e sugadas no clitóris.
"Oh, meu Deus, prima... isso é... ah!" Bianca gemia, agarrando os cabelos de Carolina.
Dona Vera observava enquanto continuava a se mover no dildo gigante. "Chupa ela bem, filha. Faz sua prima gozar gostoso."
Carolina introduziu dois dedos na xoxota de Bianca, movendo-os em ritmo circular enquanto chupava seu clitóris. Bianca sentiu o orgasmo se aproximar rapidamente, uma onda intensa de prazer.
"Estou gozando! Estou gozando!" Bianca gritou, seu corpo convulsionando enquanto Carolina continuava a chupá-la, sugando o gozo da prima.
Mas não parou por aí. Dona Vera levantou-se do dildo, que saiu de sua xoxota com um som úmido, e se aproximou com um dildo médio na mão.
"Agora vamos penetrar você," Dona Vera disse. "Você precisa sentir como é ser preenchida por uma mulher."
Bianca, ainda tremendo do orgasmo, não resistiu. Dona Vera posicionou o dildo e entrou devagar. Ao mesmo tempo, Carolina se posicionou acima do rosto de Bianca, abaixando sua xoxota nos lábios da prima.
"Chupa mim também," Carolina pediu. "Enquanto minha mãe te fode."
Bianca obedeceu, estendendo a língua para lamber a xoxota de Carolina. Era sua primeira vez, mas o instinto a guiava. Ela chupou o clitóris da prima enquanto Dona Vera a penetrava com movimentos firmes e constantes.
"Assim, prima... chupa gostoso," Carolina gemia, movendo o quadril no rosto de Bianca.
Dona Vera aumentava o ritmo da penetração. "Sua xoxota está apertada, Bianca. Está adorando ser fodida, não está?"
Bianca não conseguia responder, ocupada com a xoxota de Carolina em sua boca. Mas seu gemido afirmativo vibrou contra Carolina, que gemeu em resposta.
Carolina desceu do rosto de Bianca e pegou outro dildo. "Agora vamos ensinar algo mais especial. Masturbação pública escondida."
Ela explicou enquanto ajudava Bianca a se vestir com uma saia curta e a calcinha micro. "Vamos ao parque. E você vai usar isso dentro de você."
Ela mostrou um dildo pequeno, tipo plug, com controle remoto. Dona Vera ajudou a inserir na xoxota de Bianca, que ficou cheia enquanto se vestia.
"O segredo é andar normal," Carolina instruiu. "Ninguém pode saber que você está com um dildo atolado na xoxota. E quando eu apertar o controle..."
Elas foram ao parque da cidade. Bianca caminhava sentindo o objeto dentro dela, escondido. De repente, Carolina apertou o controle e o dildo começou a vibrar intensamente.
Bianca soltou um gemido abafado, segurando-se em uma árvore. "Prima, não... vão ver..."
"Segura o prazer," Carolina sussurrou, aproximando-se. "Não pode gozar aqui. Segura."
O vibrador pulsava dentro de Bianca, massageando seu ponto G. Ela caminhava torta, tentando parecer normal, mas sentindo seu orgasmo se aproximar a cada passo.
"Estou quase gozando, prima... não consigo segurar..." Bianca suplicou.
"Segura mais um pouco," Carolina provocava, aumentando a intensidade. "Quando chegarmos em casa, você pode gozar. Mas agora, segura."
Bianca conseguiu segurar até voltarem, mas entrou em casa desesperada. Ela se jogou no sofá, abrindo as pernas e gozando intensamente, o dildo ainda vibrando dentro dela, o líquido escorrendo pela calcinha micro.
"Que boa aluna," Dona Vera aplaudiu. "Agora, para a última lição de hoje: treinamento anal."
Bianca, ainda ofegante, olhou assustada. "Anal?"
"Relaxa," Dona Vera tranquilizou, pegando um plug anal e um tubo de gel.
Vou preparar você com muito cuidado. Gel generoso e minha língua.
Dona Vera deitou Bianca de bruços, massageando suas nádegas. Ela aplicou gel abundante no ânus da sobrinha, massageando em círculos. Depois, sem avisar, mergulhou a língua no local, lambendo o cuzinho de Bianca.
"Ah, tia! Que nojo... que gostoso..." Bianca gemia, confusa pelo prazer.
Dona Vera chupava o cuzinho de Bianca, deixando-o molhado e relaxado. Depois, introduziu o plug devagar, girando enquanto empurrava.
"Relaxa a bunda, querida," Dona Vera instruía. "Deixa entrar."
O plug foi entrando, centímetro por centímetro, até ficar completamente alojado. Bianca gemia, sentindo a sensação de plenitude. Carolina aproveitou para chupar sua xoxota novamente, dando dupla sensação.
"Prima, você agora é nossa," Carolina declarou, lambendo os lábios molhados. "Nossa aluna, nossa amante. Vamos te ensinar tudo sobre ser lésbica."
Bianca, cheia de plug no cuzinho, com a xoxota sendo chupada, olhou para a tia e a prima. Ela não tinha escolha, nem queria. Ela estava sendo convertida, obrigada a ser lésbica, e amava cada segundo.
"Me ensinem tudo," Bianca suplicou. "Quero ser de vocês."
Dona Vera e Carolina trocaram sorrisos de vitória. Aquelas férias seriam apenas o começo de uma nova vida sexual para Bianca, agora parte do casal lésbico mais perverso e liberal que conhecia.
E assim, entre lambidas, dildos, plugs e gozadas incontáveis, Bianca descobriu seu verdadeiro eu, submissa às vontades da prima e da tia, adepta do nudismo, da masturbação aberta e do sexo lésbico sem limites.

O som de um carro se aproximando quebrou o clima de luxúria que dominava a casa. Dona Vera, Carolina e Bianca estavam todas nuas na sala, ainda recuperando-se da última sessão de prazeres lésbicos, quando ouviram a porta da frente se abrir.
"Bianca? Estou aqui!" a voz de Roberto ecoou pela casa.
Bianca congelou. Seu pai havia dito que viria buscá-la no final das férias, mas não esperava que fosse naquele dia específico. As três mulheres se olharam em pânico, mas era tarde demais.
Roberto entrou na sala e parou completamente chocado. Sua filha Bianca estava completamente nua, seu corpo suado e marcado por chupões, ao lado de sua irmã Vera e sua sobrinha Carolina, ambas igualmente nuas. O ar cheirava a sexo, e ele notou os dildos espalhados pelo cômodo.
"Que... que diabos está acontecendo aqui?" Roberto balbuciou, seus olhos percorrendo o corpo nu de sua filha involuntariamente.
"Pai!" Bianca exclamou, tentando cobrir-se, mas Carolina a segurou.
"Não se cubra," Carolina sussurrou. "Lembre-se de nossa filosofia."
Roberto ficou vermelho de raiva e confusão. "Bianca, você está nua! Na frente da sua tia e prima! Isso é indecente!"
Bianca, seguindo o conselho de Carolina, baixou as mãos, expondo novamente seus seios e sua xoxota greluda. Ela estava tremendo, mas mantinha a postura.
"Pai, aqui nós somos livres," ela disse, tentando soar confiante. "Não há nada de errado em estar nua. É natural."
Roberto não sabia onde olhar. Seus olhos insistiam em retornar ao corpo de sua filha, aquela jovem de vinte e dois anos que ele via como criança, agora exposta em toda sua glória adulta. Ele notou os pelos pubianos, os seios firmes, tudo.
"Indecente... isso é completamente indecente," ele repetia, mas sua voz falhava.
Dona Vera se adiantou, também nua e sem qualquer vergonha. "Roberto, calma. Sua filha é uma adulta. Ela sabe o que quer. Estamos apenas nos divertindo, explorando nossa sexualidade. Bianca é muito dedicada, ela aprende rápido e sabe exatamente o que deseja."
Roberto olhou para a irmã, chocado com sua naturalidade. "Vera, vocês estão nuas! Bianca está nu! Isso não é normal entre família!"
"Por que não?" Carolina perguntou, aproximando-se. "O corpo é natural. E Bianca está adorando. Olhe para ela, ela está confiante."
Roberto olhou novamente para Bianca. Para sua surpresa, ele notou que ela realmente parecia confiante, embora nua. Ela não tentava mais se cobrir, ficando de pé com as pernas ligeiramente abertas, seus lábios vaginais visíveis.
A tarde avançou de forma estranha. Roberto tentou manter a moralidade, mas o ambiente o afetava. Ele estava sentado na sala, tentando não olhar, mas as três mulheres continuavam nuas, movendo-se pela casa, preparando o almoço, sentando-se casualmente. Ele via os seios de Carolina balançarem, as nádegas de Dona Vera se moverem, e sim, não conseguia evitar de lançar olhares furtivos para a xoxota de sua filha.
Algo estava mudando nele. Ele sentia uma excitação crescente, uma tensão em suas calças. A visão daquelas três mulheres lindas, completamente desinibidas, começava a afetar seu julgamento.
À tarde, Dona Vera e Carolina resolveram dar uma volta no jardim, deixando Roberto e Bianca a sós na sala. O silêncio era constrangedor.
"Pai... sei que está chocado," Bianca disse, sentando-se ao lado dele, ainda nua.
Roberto desviou o olhar, mas não antes de notar como seus seios eram perfeitos. "Filha, eu... não sei o que dizer. Nunca imaginei..."
"Quer saber sobre algo?" Bianca perguntou, notando a hesitação do pai. Ela percebia que ele estava olhando para ela de forma diferente agora. "Sobre o que fazemos aqui?"
Roberto assentiu, a voz rouca. "Vocês usam... aqueles objetos?"
"Dildos?" Bianca sorriu, levantando-se para pegar um dos brinquedos. Ela voltou, sentando-se tão perto que seu joelho tocava a perna do pai. "Sim, usamos muito. Quer ver como funciona?"
Roberto deveria ter recuado, deveria ter dito não. Mas ele assentiu, sentindo a boca seca.
Bianca ficou de pé na frente dele, abrindo as pernas. "A gente coloca assim," ela explicou, posicionando a ponta do dildo em sua entrada. "E depois... soca."
Ela empurrou o dildo para dentro de si mesma, gemendo baixinho. Roberto assistiu, hipnotizado, vendo o objeto desaparecer dentro de sua filha. Ele sentiu seu pênis endurecer completamente, pressionando contra a calça.
"Gostoso, pai," Bianca suspirou, movendo o dildo para dentro e fora. "Quer que eu soca mais fundo?"
"S-sim," Roberto balbuciou, sem acreditar em si mesmo.
Bianca aumentou o ritmo, penetrando-se com o dildo enquanto o pai assistia. Ela estava excitada, não apenas com o ato, mas com a presença do pai, com seu olhar faminto. Ela se virou, apoiando as mãos no encosto do sofá, oferecendo a visão de trás.
"Posso usar outro aqui," ela disse, pegando um dildo anal menor. "No cuzinho."
Roberto gemeu involuntariamente. "Filha... você..."
"Quer ver, pai?" Bianca perguntou, olhando por cima do ombro. Ela estava de quatro agora, as nádegas expostas, o dildo ainda em sua xoxota. Ela começou a lubrificar o dildo anal, preparando-se.
Roberto não aguentava mais. Ele abriu a calça, liberando seu pênis enorme e duro, e começou a se masturbar discretamente, ou assim pensou. Ele estava sentado no sofá, movendo a mão em seu membro, observando a filha se preparar para penetrar o próprio ânus.
Bianca estava tão concentrada em posicionar o dildo anal que não notou o pai se levantar. Roberto se aproximou, ainda se masturbando, querendo ver mais de perto. Ele tropeçou no tapete, perdendo o equilíbrio.
"Ah!" Bianca exclamou, sentindo algo grande e quente encostar em suas nádegas.
Roberto caiu para frente, tentando se segurar, mas seu impulso o fez empurrar o quadril para frente. Seu pênis, duro e pulsante, encontrou a entrada da xoxota de Bianca, que estava molhada e aberta pelo dildo que ela acabara de tirar. A queda o impulsionou para dentro, e antes que pudesse reagir, metade de seu comprimento já estava enterrado na filha.
"Não!" Roberto exclamou, congelando.
"Pai!" Bianca gritou, sentindo o pau enorme do pai invadi-la. Ela estava de quatro, ainda com o dildo anal na mão, agora com o pênis real do pai em sua xoxota.
Roberto tentou se afastar, mas a posição era precária. "Não mexo... estou dentro... Bianca, não se mexe!"
Mas Bianca, para surpresa de ambos, empurrou o quadril para trás, engolindo mais do pênis do pai. "Pai... está tão fundo..."
Roberto perdeu a razão. O prazer era intenso demais. Ele segurou os quadris da filha e empurrou o resto, entrando completamente.

"credo... filha... você está tão apertada..."
"Fode, pai," Bianca gemeu, abandonando o dildo anal e apoiando-se com as duas mãos no sofá. "Me fode!"
Roberto começou a mover-se, tirando e entrando em ritmo desesperado. Ele olhava para baixo, vendo seu pau desaparecer na xoxota greluda de sua filha, uma visão perversa e excitante. Bianca gemia alto, sentindo cada centímetro do pai.
"Estou fodendo minha filha," Roberto murmurava, incrédulo. "Estou transando com a Bianca..."
"Sim, pai, sim!" Bianca respondia, empurrando contra ele. "Goza dentro, pai! Quero sentir!"
A fricção era intensa. Roberto pegava com força os seios de Bianca, puxando-a pelo pescoço enquanto a penetrava com violência controlada. O som de suas nádegas batendo na virilha dele ecoava pela sala.
"Estou gozando, filha! Estou gozando dentro de você!" Roberto rugiu, sentindo o orgasmo tomar conta.
"Goza, pai! Enche minha xoxota!" Bianca gritou, sentindo o líquido quente inundá-la.
Eles ficaram imóveis, ofegantes, o pênis do pai ainda pulsando dentro da filha. Foi quando ouviram passos na porta.
Dona Vera e Carolina entraram na sala, parando ao verem a cena. Roberto, ainda dentro de Bianca, ambos nus e suados, congelaram. O silêncio era ensurdecedor.
Oops Dona Vera sussurrou, os olhos arregalados.
"Eles... acabaram transando," Carolina completou, igualmente chocada.
Roberto finalmente se afastou, seu pênis saindo da filha com um som úmido, o sêmen escorrendo pelas coxas de Bianca. Ele estava vermelho de vergonha e tesão.
"Não... não foi o que parece..." ele tentou explicar.
"Foi sim," Bianca disse, virando-se e sorrindo para a tia e a prima. "Meu pai me comeu. E foi maravilhoso."
Dona Vera e Carolina trocaram olhares, entre o choque e a excitação. A família havia acabado de cruzar uma linha que nunca voltaria atrás.

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