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Família Ferreira

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John Snow

Família Ferreira e a vida perversa que sempre sonhou Calígula

A família Ferreira vivia numa mansão isolada nos arredores de São Paulo, uma fortaleza de segredos e janelas sempre fechadas. Dona Helena, aos 52 anos, mantinha o corpo de uma deusa madura — seios pesados que ainda produziam leite, coxas grossas marcadas por estrias de prazer, e um olhar que fazia empregados demitirem-se após uma semana de serviço.

Suas filhas, Bianca (22) e Camila (19), eram versões distorcidas de sua mãe. Bianca, a mais velha, tinha fetiches de exibicionismo que a levavam a "acidentalmente" deixar cair toalhas diante dos entregadores. Camila, por sua vez, colecionava fluidos corporais em potes de vidro como quem coleciona moedas raras.

E então havia Rodrigo, o filho de 30 anos, arquiteto recém-divorciado que retornara ao ninho familiar após descobrir que sua ex-mulher o traía com o pastor da igreja. Ele não sabia que aquela casa se tornaria um teatro de perversões que fariam Calígula parecer um monge.

Tudo começou numa terça-feira chuvosa. Rodrigo descera para o café da manhã e encontrou a mãe sentada à mesa da cozinha, completamente nua, ordenhando seus próprios seios numa jarra de cristal.

— Bom dia, filho — ela sorriu, apertando o mamilo direito até jorrar um jato grosso de leite. — Estou preparando o café especial de hoje. Bianca e Camila já beberam as suas porções.

Rodrigo sentiu o estômago revirar, mas não de nojo. Era algo mais profundo, ancestral, queimando na base da espinha. Ele sentou-se, vestindo apenas a camiseta de dormir, e viu a mãe encher três copos com o líquido branco e quente.

— Beba — ela ordenou, e não era um pedido.

O leite era doce, quente, com um sabor metálico que o deixou duro instantaneamente. Dona Helena notou, claro. Ela sempre notava.

— Camila! Bianca! — ela gritou. — O seu irmão está pronto.

As irmãs desceram escada abaixo vestindo apenas apertos de cabelo e sorrisos predatórios. Bianca carregava uma câmera profissional; Camila, um frasco de vidro com algo amarelado que Rodrigo preferiu não identificar.

— Posicione-se, maninho — Bianca comandou, montando o tripé. — Hoje é dia de documentação. Mamãe quer um neto, e nós queremos ver a carinha dele quando descobrir que está fazendo filho com as três.

Rodrigo tentou recuar, mas Camila já estava atrás dele, segurando seus braços com força surpreendente para alguém de 1,60m. Ela cuspiu em seu pescoço, um jato grosso de saliva que escorreu lenta pelas suas costelas.

— Cheiro de medo — ela sussurrou. — Delicioso.

Dona Helena levantou-se, sua barriga macia tremendo com cada passo. Ela se posicionou à frente do filho, agarrou seu queixo com força e cuspiu em sua boca, misturando-se ao gosto residual do leite materno.

— Você vai nos engravidar, Rodrigo — ela declarou, enquanto Bianca filmava cada segundo. — Todas nós. Vamos criar uma dinastia de degenerados nesta casa, e você será o nosso garoto de recados genético.

O que se seguiu foi uma maratona de oito horas que transformou a sala de estar num cenário de bacanais romanos. Bianca, a exibicionista, insistia em posicionar-se diante das janelas panorâmicas, ordenhando-se para os jardineiros que passavam distantes, gritando obscenidades em português e italiano arcaico que aprendera em livros proibidos de anatomia.

— Olhem! — ela gritava para a rua vazia, esfregando o leite nos próprios seios. — Olhem o que meu irmão vai me fazer! Olhem como vou ser fertilizada!

Camila era mais metódica. Ela tinha uma planilha. Anotava cada ejaculação de Rodrigo em um caderno de couro, cronometrando os intervalos de refração, forçando-o a beber misturas de leite materno e vitaminas que preparava na cozinha. Quando ele demorava muito, ela o mordia, deixando marcas de dentes em suas coxas, cuspindo no ferimento depois.

— A ciência exige sacrifício, irmão — ela dizia, lambendo o sangue.

Dona Helena comandava o espetáculo como uma diretora de ópera demente. Ela montava Rodrigo enquanto suas filhas o seguravam, forçando-o a olhar para o teto onde ela instalara espelhos. Quando ele estava prestes a gozar, ela apertava seus testículos com unha de acrílico vermelho, negando-lhe o orgasmo até que ele implorasse em lágrimas.

— Diga que quer fazer filhos com sua mãe — ela comandava.

— Quero... — ele gemia.

— Diga que somos suas putas de sangue.

— Vocês são minhas putas... minhas putas de sangue...

— De novo! Mais alto! Para a câmera!

À tarde, o exibicionismo atingiu novos patamares. Bianca arrastou o irmão para o terraço, amarrando-o numa cadeira de plástico. Ela dançava para ele, masturbando-se com um crucifixo roubado da capela da família, ordenhando-se e esfregando o leite no rosto dele, obrigando-o a lamber enquanto ela gritava para o bairro inteiro:

— MEU IRMÃO VAI ME IMPREGNAR! ELE VAI ENCHER MINHA BARRIGA DE BEBÊ!

Camila, não querendo ser superada, trouxe o frasco de vidro. Era cuspe. Cuspe de todas elas, coletado durante semanas, fermentado no sol do quintal. Ela despejou sobre o pênis de Rodrigo, massageando-o com aquela substância viscosa, enquanto a mãe o forçava a olhar.

— Isso é o que somos — Dona Helena sussurrava. — Fluidos e desejo. Laços que não se quebram. Você nasceu disso, e para isso voltará.

Quando finalmente permitiram que ele gozasse, foi dentro de Camila, a mais jovem, que se contorcia gemendo palavrões inventados, palavras sem sentido que soavam como encantamentos. Bianca filmou o momento exato, o jato, a contração. Depois, ela se deitou por cima da irmã, esfregando seu sexo no de Camila, tentando empurrar o sêmen mais fundo com seus dedos.

— Agora eu — ela exigiu, puxando Rodrigo para si, ainda mole, forcando-o a endurecer com a boca cheia de gelo e cuspe.

A noite caiu sem que percebessem. A cozinha estava coberta de leite derramado, de rastros de saliva brilhando sob a luz amarela. Rodrigo estava de joelhos no chão de azulejos frios, a mãe montada em seu rosto, obrigando-o a lamber enquanto suas irmãs se esfregavam nele por trás, uma competição silenciosa de quem conseguiria fazê-lo gemer mais alto.

— Amanhã — Dona Helena anunciou, ofegante, puxando o cabelo do filho até ele gritar — vamos ao shopping. Vamos comprar roupas de gestante. E você, Rodrigo, vai nos acompanhar. Vai carregar nossas sacolas enquanto sentimos o seu filho crescer dentro de nós. E quando sentirmos cólicas, você vai se ajoelhar no provador e aliviar nossa dor com a língua.

Bianca riu, um som quebradiço, insano.

— E se alguém perguntar quem é o pai — ela completou, lambendo o ouvido dele — nós vamos dizer. Vamos dizer bem alto. Vamos ver a cara de nojo deles enquanto você fica vermelho de vergonha e tesão.

Camila anotava no caderno, já planejando a próxima fase. Ela queria documentar a lactação das irmãs grávidas. Queria misturar o leite materno com o sêmen do irmão em tubos de ensaio. Queria criar algo novo, híbrido, impossível.

— Durma bem, irmão — ela sussurrou, fechando o caderno. — Amanhã começamos cedo. Mamãe quer gêmeos desta vez. E eu quero ver você chorar enquanto tenta nos satisfazer todas.

Rodrigo deitou-se no chão, entre as três, sentindo o leite esfriando em sua pele, o cuspe secando em seu peito, o peso impossível do seu novo papel. Ele era o patriarca de uma dinastia doentia, o servo genético de mulheres que não conheciam limites.

E quando finalmente dormiu, foi com um sorriso. Porque alguns infernos são escolhidos. E alguns laços, mesmo feitos de sangue e vergonha, são mais fortes que qualquer moralidade.

Na casa dos Ferreira, o amor tinha gosto de sal, cheirava a leite azedo, e se alimentava de si mesmo, eternamente.

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