Muito mais que bons amigos - Parte 17
O dia seguinte começou com um clima de velório, mas eu estava decidido a não dar nenhum motivo para reclamarem de mim. Cheguei cedo, sentei na minha mesa no térreo e virei uma verdadeira máquina de trabalho. Respondi e-mails, organizei planilhas, revisei contratos da ala de expansão e nem sequer olhei na direção do elevador que levava ao andar do Vinicius. Mantive a postura mais séria e profissional possível o dia todo, como se o mundo fora daquelas pastas não existisse.
A estratégia deu certo.
Quando o relógio marcou o fim do expediente e as luzes do andar começaram a baixar, o ramal da minha mesa tocou. Respirei fundo, esperando o pior, mas era a secretária avisando que Emilly queria me ver na sala dela.
Subi para o último andar com o coração na boca, mas fiz questão de entrar com a coluna reta e uma postura impecável. Emilly estava sentada na mesa dela, revisando alguns papéis. Ela levantou os olhos, me avaliou de cima a baixo com um olhar analítico e, para minha surpresa, um canto da boca dela se ergueu num sorriso discreto.
— Sente, Vitor — ela disse, apontando a cadeira.
Sentei-me com cuidado, mantendo as mãos apoiadas nas pernas.
— Queria te ver aqui para dizer que a diretora financeira me passou o relatório de hoje da ala de expansão — Emilly começou, recostando-se na cadeira com calma. — Ela elogiou o seu ritmo, disse que você trabalhou o dia todo focado e colocou tudo em dia sem dar nenhum vexame. É exatamente esse tipo de postura que eu exijo na minha empresa.
— Obrigado, Emilly. Eu levei o seu aviso a sério — respondi, tentando manter a voz firme.
Ela assentiu, com um brilho de aprovação nos olhos escuros. Por um segundo, a patroa severa sumiu e deu lugar a uma mulher poderosa que parecia analisar o homem à sua frente sob uma nova perspectiva. Ela levantou-se devagar, deu a volta na mesa de vidro e parou bem perto da minha cadeira.
— Ótimo. Você mostrou que sabe separar as coisas quando quer — ela murmurou, descendo o olhar de um jeito que me fez engolir em seco. — O Vinicius é um idiota sem controle, mas você provou que tem culhão para gerenciar as coisas... e não só no trabalho.
Antes que eu pudesse responder, Emilly deu a volta na cadeira, agachou-se no chão bem na minha frente e, sem cerimônia, puxou o zíper da minha calça social com uma rapidez que me tirou o fôlego.
O choque foi tão grande que minhas mãos travaram nos braços da poltrona. Emilly puxou meu pau para fora já meio duro, com a cueca empurrada para o lado, e me encarou de cima com um sorriso desafiador antes de abocanhar a cabeça da minha pica de uma vez só.
— Porra, Emilly... — gimi abafado, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás contra o encosto da cadeira.
Emilly fazia aquilo com uma habilidade fria e possessiva, chupando com força, fazendo um som molhado que ecoava levemente na sala silenciosa, enquanto a mão livre apertava a minha coxa com força.
Ela ia e vinha com ritmo firme, me tratando com uma mistura de poder e safadeza que me deixou completamente louco. Eu segurei firme nas mechas do cabelo dela, guiando o movimento de leve, sentindo o calor da boca e da garganta dela sugando cada centímetro de mim até o limite.
A pressão subiu rápido da base da barriga. Tentei avisar, mas ela percebeu o tremor nas minhas pernas e chupou ainda mais fundo, intensificando o ritmo. Dei um gemido abafado, mordendo o lábio para não gritar no meio da diretoria, e gozei quente na boca dela, sentindo o meu corpo desabar na cadeira enquanto ela engolia tudo sem pressa, limpando os cantos dos lábios com a ponta da língua logo depois, com um sorriso de quem sabia exatamente o controle que tinha sobre todos nós.
Minhas pernas ainda tremiam um pouco enquanto ela se levantava do chão com aquela elegância toda, ajeitando a blusa como se nada tivesse acontecido. Eu tentei puxar o ar de volta para os pulmões, ajeitando a calça às pressas com o coração batendo na garganta.
Olhei para ela, ainda desnorteado pelo que acabou de acontecer, sentindo o sangue ferver de um jeito misturado entre o tesão e a revolta. Não aguentei ficar quieto.
— Espera aí... — falei, a voz saindo meio rouca e falhada, apontando com o queixo para a cadeira onde ela estava sentada. — Você me proíbe de encostar no Vinicius no corredor, quase bota a gente na rua, diz que transar na firma é falta de respeito... mas aí você tranca a sala e me chupa? Que hipocrisia é essa?
Emilly parou de costas para mim, mexendo em alguns papéis na mesa. Ela soltou um riso nasal, curto e debochado, antes de virar o corpo devagar e me encarar com aqueles olhos frios que pareciam ver através da minha alma.
— Hipocrisia, Vitor? — ela perguntou, dando um passo na minha direção com um sorriso de canto de boca. — Você realmente é muito novo para entender como o mundo funciona, né?
Ela parou bem na minha frente, cruzando os braços, com o perfume caro dela invadindo o meu espaço de novo.
— Eu sou a diretora executiva dessa porra toda. Eu respondo para a diretoria da matriz e para os donos de verdade — ela continuou, num tom calmo e cortante. — Eu faço as regras internas. Eu decido quem produz, quem é demitido e quem mantém o cargo. O Vinicius é meu marido, mas eu não vou aceitar ver ele fazendo bagunça na minha frente e sujando o meu nome.
Fiquei olhando para ela, com a mandíbula travada, sentindo a raiva misturar com o tesão que ainda pulsava na minha cueca.
— E eu? Eu sou o que nessa história toda? Só o seu brinquedinho de hora extra? — perguntei, desafiando um pouco, sentindo a audácia subir à cabeça.
Emilly abriu um sorriso ainda mais safado, deu mais um passo e apoiou as mãos nos meus ombros, descendo os dedos devagar pelo meu peito até parar na barra da minha camisa.
— Você é inteligente, Vitor. Você trabalha direito, obedece quando eu mando e, quando eu quero relaxar um pouco depois de aturar imbecil o dia inteiro, eu faço o que eu quiser na minha sala — ela sussurrou bem perto do meu ouvido, a voz descendo o meu corpo inteiro em arrepios. — A diferença é simples: quando eu faço, é poder e discrição absoluta. Quando você e o Vinicius fazem escondidos no banheiro, é desespero de moleque chamando atenção. Entendeu a diferença, garoto?
O jeito mandão e autoritário dela me deixava completamente louco. Em vez de me afastar, senti o pau voltar a endurecer dentro da calça só de ouvir a forma como ela falava de mim, me tratando como se eu fosse um objeto dela.
— Entendi... — murmurei, olhando para a boca dela
Emilly deu um tapinha leve no meu rosto, rindo baixo da minha ousadia.
— Quem dita o ritmo aqui sou eu, Vitor. Agora fecha essa calça, arruma essa cara e some daqui antes que alguém desconfie. Amanhã tem mais trabalho.
O caminho de volta para casa foi uma confusão na minha cabeça. O gosto de Emilly ainda estava na minha boca, o cheiro do perfume caro dela grudado na minha camisa, e o meu pau parecia latejar só de lembrar da facilidade com que ela me dominou na sala da diretoria.
Quando abri a porta de casa, o ambiente estava abafado. Gi estava na cozinha terminando de esquentar qualquer coisa no micro-ondas, com o cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado e uma blusa velha de dormir. Assim que me viu passar pela porta tirando os sapatos, ela já soltou o verbo, cruzando os braços com aquela cara de quem estava engasgada com o assunto o dia todo.
— Demorou, hein? O que aconteceu na firma hoje para você esticar tanto o horário? — Gi perguntou, a voz cortando o silêncio da casa enquanto ela se encostava no balcão.
Joguei a chave em cima da mesa de centro e passei a mão pelo cabelo, tentando fingir o máximo de naturalidade para não entregar o que tinha acabado de rolar lá em cima com a diretora.
— Reunião extra com a diretoria, Gi. A Emilly tá em cima cobrando resultados, tive que ficar até mais tarde organizando um monte de papelada inútil — menti, sentindo um pingo de culpa que logo sumiu pelo rabo.
Gi revirou os olhos com força, soltando um suspiro impaciente enquanto caminhava até a sala e se jogava no sofá, cruzando as pernas.
— Ah, Vitor, me poupa. Só se fala em trabalho nessa casa agora? Parece que você virou monge — ela disparou, me olhando com um misto de tédio e cobrança. — A gente mal consegue conversar e, quer saber a verdade? Faz séculos que a gente não sai, não curte, não faz nada a quatro com o Vinicius e a Emilly. Aquela nossa troca de casal parece que morreu antes de começar de verdade.
Fiquei parado no meio da sala, sentindo o sangue gelar por um segundo. Se ela soubesse o nível da "reunião" que eu acabei de ter com a Emilly na sala dela, acho que ela arrancava o meu coro ali mesmo.
— Calma aí, Gi. A situação lá na empresa tá tensa, a Emilly pegou no nosso pé essa semana por causa daquela confusão no banheiro, a gente precisa dar um tempo para as águas baixarem — argumentei, soltando o cinto da calça e me aproximando devagar do sofá.
— Dar tempo o caralho — Gi rebateu, me olhando de cima a baixo com um brilho de puro tesão reprimido nos olhos. — Eu não aguento mais essa rotina sem graça, Vitor. Eu quero ação. Eu quero ver o Vinicius me pegando enquanto você assiste, ou a gente trocando de lugar na cama igual daquela vez. Se você não der um jeito de marcar alguma coisa com eles logo, eu mesma mando mensagem pro Vinicius hoje à noite para saber qual é a desculpa deles.
A ideia de ver o Vinicius com a minha esposa, sabendo muito bem o que eu fazia com a esposa dele pelas costas, mexeu com cada centímetro do meu corpo. O calor subiu pela minha espinha, e o pau, que já tinha sossegado um pouco, começou a pulsar duro de novo dentro da calça social.
— Não inventa de mandar mensagem pra ele agora, deixa que eu resolvo isso amanhã na firma — falei, já me aproximando dela e tirando a camisa de uma vez só, sentindo a respiração de Gi ficar mais curta ao ver meu peito.
Ela abriu um sorriso safado, percebendo exatamente para onde a conversa estava indo, e esticou a mão para puxar a barra da minha calça.
— Então resolve agora, Vitor — ela sussurrou, puxando meu corpo para cima dela no sofá. — Me mostra se você ainda serve para alguma coisa além de trabalhar.
Eu já estava de joelhos no chão da sala, com as mãos firmes na cintura da Gi e o corpo colado no dela, quando o som da camapinha tocou.
Gi congelou, com as mãos espalmadas no meu peito. Eu arregalei os olhos, o coração disparando e indo direto para a garganta.
— Quem será essa hora? — Gi sussurrou, a voz falhando, ajeitando a blusa às pressas enquanto eu pulava para longe dela, abotoando a calça social com os dedos trêmulos.
— Não faço ideia... — murmurei, respirando fundo para tentar parecer minimamente normal.
Quase caí para trás. Eram o Vinicius e a Emilly. Ele estava com uma expressão meio deslocada, mas Emilly ostentava aquele sorrisinho superior e misterioso de quem controlava o tabuleiro inteiro.
— Olha só quem resolveu aparecer.
Vinicius soltou um sorriso sem graça, enfiando as mãos nos bolsos da jaqueta. — A gente tava passando por perto e resolveu dar uma passada. Sabíamos que vocês estariam acordados.
— Oi, Vitor. Oi, Giovana — Emilly cumprimentou com aquela educação cortante, passando por mim sem cerimônia e entrando na sala como se fosse dona da casa também.
Gi levantou do sofá num pulo, ajeitando o cabelo bagunçado e disfarçando o clima de pegação que rolava há poucos minutos. O choque inicial logo deu lugar à curiosidade e à animação velada. Afinal, era exatamente o que ela vinha cobrando minutos antes.
— Nossa, que surpresa boa! Entrem, fiquem à vontade — Gi falou, abrindo um sorriso largo e disfarçando bem. — A gente estava justamente conversando sobre vocês, falando que sumiram.
Nos acomodamos na sala. A conversa começou leve, com amenidades sobre o trânsito e o cansaço da semana, mas o clima logo mudou de figura. Emilly cruzou as pernas, apoiou o queixo na mão e olhou fixamente para nós dois com um brilho desafiador nos olhos.
— Conversando sobre a gente, Gi? — Emilly perguntou, com a voz baixa e cheia de intenção. — Sabe como é... eu passei o dia inteiro pensando em como alinhar as expectativas depois daquela bronca de ontem. E percebi que fui muito dura com os rapazes.
Vinicius olhou para a esposa, meio desconfiado, enquanto Gi abria um sorriso curioso.
— É mesmo? E qual seria a sua proposta para compensar isso? — Gi perguntou, cruzando os braços e encarando Emilly de igual para igual.
Emilly levantou-se do sofá com uma calma felina, segurando uma bolsa de grife grande que trouxera consigo. Ela deu um sorriso de canto, olhando diretamente para mim e depois para a minha esposa.
— Eu trouxe uma pequena surpresa para a noite. Algo para garantir que a gente relaxe de verdade, sem regras corporativas e sem estresse — Emilly disse, a voz pingando malícia. — Licença, vou usar o banheiro rapidinho. Já volto.
Ela sumiu pelo corredor, fechando a porta do banheiro. O silêncio que ficou na sala era denso, carregado de expectativa. Vinicius deu um sorriso amarelo, enquanto Gi me olhava com os olhos brilhando de pura empolgação, mordendo o lábio inferior.
Passaram-se alguns minutos até ouvirmos a tranca do banheiro girando.
As luzes da sala pareciam mais quentes quando Emilly reapareceu na entrada do corredor. O choque foi imediato. Ela havia tirado o blazer e a saia social rigorosa, vestindo uma fantasia ousada de coelhinha: um collant preto colado que marcava cada curva do seu corpo, meias-calças arrastão finas até as coxas, um par de orelhas de coelho na cabeça e um rabo fofo e peludo preso através de um plug anal.
Ela parou ali, empinando levemente o quadril, com um olhar predador que parecia comandar cada batida do nosso coração.
— E então? O que acharam da diretora executiva fora do expediente? — Emilly perguntou, passando a mão pelas orelhas de coelho, pronta para ver a casa inteira pegar fogo.
O choque de ver a patroa da empresa transformada naquela coelhinha safada durou só um segundo. A minha respiração travou na garganta, e o pau endureceu de um jeito que parecia rasgar a calça social.
Gi foi a primeira a quebrar o silêncio, soltando um suspiro misturado com riso e puro tesão. Ela levantou do sofá, caminhou direto até Emilly e passou a mão pelas curvas apertadas do collant preto, apertando a bunda dela sem cerimônia.
— Caralho, Emilly... Se eu soubesse que a diretora era assim por dentro, tinha pedido reunião todo dia — Gi provocou, colando a boca na dela num selinho demorado e cheio de malícia.
Vinicius assistia a tudo com um sorriso torto, os olhos brilhando de desejo e aquele ar de quem sabia exatamente o que ia acontecer. Ele se levantou do sofá, tirando a jaqueta e jogando no chão, enquanto Emilly já vinha rebolando na nossa direção, com o olhar fixo em mim e no marido.
— Chega de conversa de escritório — Emilly falou, a voz rouca perdendo toda a pose de chefe severa. — Eu quero ver se vocês aguentam a coelhinha.
Ela não perdeu tempo. Ajoelhou-se no meio da sala, bem na minha frente e na do Vinicius. Com uma rapidez impressionante, puxou o tecido da minha calça e a minha cueca para baixo, liberando a minha pica latejante. No mesmo segundo, Vinicius fez o mesmo, tirando o pau duro para fora.
Emilly abriu a boca e engoliu a cabeça da minha piroca de uma vez só, enquanto a mão dela já envolvia a rola grossa do Vinicius, masturbando ele com força num ritmo acelerado. O som de saliva e carne estalando ecoou pela sala. Eu joguei a cabeça para trás contra o encosto do sofá, gemendo alto e segurando firme nos cabelos dela, sentindo a garganta quente e apertada sugando cada centímetro de mim.
— Porra, Emilly... que delícia... — gimi, vendo o Vinicius ali do lado, com os olhos vidrados, babando de tesão enquanto via a própria esposa chupando o meu pau com aquela vontade toda.
Gi não ficou de fora. Ela se aproximou por trás de Emilly, puxando a fantasia de coelhinha para o lado e enfiando os dedos na buceta encharcada.
— Olha só como ela tá molhada pra gente, amor — Gi falou para mim, com a voz pingando luxúria, enquanto empurrava os dedos fundo na bucetinha da Emilly, fazendo ela se contorcer.
Vinicius já não aguentava mais esperar. Ele puxou Emilly pelo cabelo e a virou de quatro no meio da sala, apoiada no tapete.
— Chega. Eu quero comer ela agora — Vinicius rosnou, cuspindo na própria rola antes de encostar a cabeça da pica na entrada apertada da bunda da esposa.
Emilly olhou para trás por cima do ombro, com os olhos escuros de tesão, e empurrou o quadril para trás, convidando.
— Mete logo essa porra de pau no meu cuzinho, Vinicius. Quero sentir você me rasgar — ela gemia, empinando a bunda redonda esticada na meia arrastão.
Vinicius deu uma estocada seca e funda, entrando de uma vez no cu apertado dela. Emilly soltou um grito abafado, arqueando as costas e cravando as unhas no tapete, enquanto o marido começava a socar a rola com força, fazendo o corpo dela balançar inteiro a cada batida.
— Caralho, que cu apertado da porra... — Vinicius gemia, perdendo o controle, enfiando e tirando o pau grosso sem piedade.
Eu fiquei em pé logo na frente dela. Gi me puxou pela cintura, beijando minha boca, enquanto eu ajeitava a minha pica dura bem na entrada da buceta molhada da Emilly, que me olhava com um sorriso de pura safadeza, dividida entre o cu sendo arrombado pelo marido e a minha piroca querendo rasgar a buceta dela.
— Anda, Vitor! Enfia essa pica inteira na minha buceta agora! Faz essa dupla foder comigo de uma vez! — Emilly gritava, delirando de prazer.
Segurei firme na cintura dela e dei uma estocada monstruosa, enterrando a minha rola inteira na buceta quente e escorregadia da patroa. O impacto dos nossos corpos batendo fez a sala inteira tremer. Vinicius metia fundo no cu, e eu socava a buceta, fazendo uma dupla penetração violenta e perfeita.
A gente fodia Emilly sem dó, revezando os gemidos, o suor pingando nos nossos rostos, enquanto Gi nos assistia de camarote, se masturbando com os dedos na própria boceta e chupando o pescoço do Vinicius.
— Isso... isso... mais fundo, porra! — Emilly gemia alto, o corpo tremendo inteiro com o ritmo pesado da DP.
A pressão subiu com tudo na base da minha barriga. Senti que ia gozar e comecei a estocar mais rápido, raspando a pica inteira nas paredes da buceta dela. Vinicius percebeu o meu ritmo e também disparou as estocadas no cu dela, os dois paus batendo forte e tirando o pouco de sanidade que restava na sala.
— Vou gozar, vou gozar na sua buceta! — avisei, segurando a cintura dela com força.
— Goza dentro, Vitor! Enche a minha buceta de porra! — Emilly gritava, perdendo a voz.
Soltei o meu gozo quente direto no fundo da buceta dela, jorrando tudo de uma vez, enquanto Vinicius, urrando de tesão, despejava toda a porra grossa dele dentro do cu apertado da esposa no mesmo segundo.
Caímos os quatro ali no tapete da sala, respirando fundo, suados, com o cheiro de sexo e fluídos tomado pelo ar.
Gi se aproximou de Emilly, que ainda estava de quatro no chão, arqueada e ofegante após receber a dupla penetração com tanta força. Minha esposa abriu um sorriso malicioso, com os olhos brilhando de pura luxúria, e se abaixou bem entre as pernas da chefinha.
— Deixa que eu cuido de você agora, patroa — Gi sussurrou, a voz pingando safadeza.
Sem perder tempo, Gi enfiou o rosto na buceta ensopada de Emilly. A minha porra ainda escorria pelas paredes da buceta dela, e o gozo que o Vinicius tinha acabado de despejar no cu da esposa. Gi lambeu tudo com vontade, sugando cada gota daquele caldo grosso e quente, fazendo Emilly revirar os olhos e soltar um gemido agudo e desesperado, cravando as unhas no tapete.
— Caralho, Gi... que delícia... — Emilly gemia, tremendo inteira com a língua da Giovana.
Depois de saborear cada centímetro da buceta da Emilly até deixar tudo limpo, Gi se levantou lambendo os lábios, com o queixo e a boca brilhando com a nossa mistura de porras. Ela não deu espaço para Emilly respirar: puxou o cabelo dela para cima, forçando a coelhinha a se erguer, e colou a boca na dela num beijo profundo, selvagem e molhado.
O gosto do meu sêmen e do sêmen do Vinicius passou direto da boca de Gi para a de Emilly. Elas se beijavam com força, trocando os gozos de nós dois enquanto Emilly gemia na boca da minha esposa, saboreando o próprio tesão misturado com o nosso.
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A respiração de todo mundo ainda estava pesada na sala quando a Gi se soltou da Emilly, limpando os cantos da boca com as costas da mão, toda brilhando de saliva e da nossa mistura de porras. Ela virou o rosto para mim e para o Vinicius com um olhar de quem não estava satisfeita nem perto do fim.
— Agora chega de olhar, seus dois inúteis. Vocês gastaram toda a carga na patroa e esqueceram de mim? — Gi provocou, deitada de bruços no tapete, empinando a bunda redonda bem na nossa frente. — Quero ver se vocês têm pique pra me arrombar de verdade agora.
O sangue subiu na hora. Olhei para o Vinicius e vi o sorriso malicioso dele. A tensão entre nós dois, que antes ficava escondida nos corredores da firma, agora explodia ali na nossa cama, sem disfarce nenhum.
— Eu cuido da buceta dela, e você come esse cuzinho apertado, Vitor? Ou prefere inverter? — Vinicius perguntou, com a voz grossa de tesão, já arrastando os joelhos para perto da minha esposa.
— Deixa o cu dela pra mim — respondi, sentindo a minha pica voltar a ficar dura e latejante na mesma hora.
Vinicius não esperou nem mais um segundo. Ele se posicionou entre as pernas abertas da Gi, puxou a calcinha dela pro lado e enfiou a rola grossa de uma vez só na buceta molhada da minha esposa. A Gi deu um grito abafado, arqueando as costas com força e cravando as unhas no tapete, enquanto o Vinicius começava a meter fundo, fazendo um som de carne batendo que ecoava na sala inteira.
— Porra, Vinicius... mete essa pica toda na minha buceta! — Gi gemia, delirando de prazer.
Eu rastejei por trás dela, me encaixando perfeitamente na bunda empinada da minha própria mulher. Afastei as nádegas dela com as mãos e encostada a cabeça da minha pica na entrada do cuzinho fechado e quente.
— Tá pronta pra receber meu pau aí atrás, amor? — sussurrei no ouvido dela, vendo a Emilly sentada no sofá, assistindo a tudo de camarote com um sorriso de puro poder no rosto.
— Enfia, Vitor! Arromba meu cu junto com ele! — Gi gritava, sem se importar com mais nada.
Forcei a entrada com tudo. O cu da Gi era apertado e quente, sugando a minha pica num aperto gostoso que quase me fez gozar na mesma hora. Dei uma estocada seca e funda, fazendo a Gi berrar de tesão, com o Vinicius metendo na frente e eu socando o cu dela por trás.
A gente virou uma máquina de foder. O Vinicius estocava sem dó na buceta da Gi, e eu vinha logo atrás, batendo o quadril na bunda dela num ritmo bruto e sincronizado. A cada estocada minha no cu, o meu pau roçava na base do pau do Vinicius lá dentro, já que os nossos corpos estavam colados, encostando pele com pele, rola com rola a cada batida.
O contato entre os nossos corpos era inevitável. Enquanto a gente metia na Gi sem parar, minhas mãos esbarravam nas coxas suadas do Vinicius, e os nossos peitos se batiam no ritmo das estocadas. Olhei bem nos olhos do Vinicius, vendo ele morder os lábios de tesão enquanto olhava para mim, empurrando a esposa dele e a minha ao mesmo tempo numa orgia sem limites.
— Olha pra gente fofocando a tua mulher, Vitor... olha como o meu pau tá preenchendo a buceta dela enquanto o teu arromba o cu! — Vinicius provocava, com a voz falhada, metendo mais rápido ainda.
— A gente fode melhor que qualquer um, porra! — respondi, perdendo a cabeça e socando a rola no cu da Gi com tanta força que o corpo dela tremia inteiro.
A Emilly levantou do sofá, veio rastejando até nós e se meteu no meio da nossa foda. Ela passou a mão no meu pau enquanto eu enfiava no cu da Gi, e ao mesmo tempo puxou a cabeça do Vinicius para dar um beijo bruto e cheio de baba nele, misturando tudo de novo.
— Vão! Vão fundo nos dois buracos dela! — Emilly comandava, chupando meus dedos e gemendo junto com a gente.
O clima estava tão pesado e quente que eu senti o meu gozo subir com tudo.
— Vou gozar no cu dela! Vou gozar! — avisei, acelerando as estocadas.
— Eu também vou despejar tudo na buceta! — Vinicius gritou logo em seguida.
Dei três estocadas fundas e violentas no cu da Gi e jorrei o meu leite quente e grosso lá dentro, sentindo as paredes do cuzinho dela contraírem sugando cada gota. No mesmo segundo, o Vinicius soltou um urro e gozou fundo na buceta dela, enchendo a minha esposa com a porra dele também.
Desabamos os quatro em cima do tapete, respirando fundo, cobertos de suor,
Com o corpo ofegante e as pernas bambas, Gi empurrou de leve os nossos quadris para fora de cima dela. Ela se arrastou pelo tapete, apoiando-se nas mãos e nos joelhos, com a respiração ainda pesada.
Emilly ainda estava esticada no chão, suada e com o collant de coelhinha todo torto, olhando para cima com um sorriso de pura dominação nos lábios.
Gi parou bem em cima do rosto da patroa. Sem pensar duas vezes, com os olhos brilhando de malícia e desregramento, ela abriu as pernas, empinou o quadril e abaixou o corpo bem em cima da boca de Emilly.
— Abre a boca, coelhinha.— Gi provocou com a voz rouca.
Emilly não hesitou nem um segundo. Ela abriu a boca com vontade, sorrindo de canto, pronta para receber. Gi relaxou os músculos e deixou a urina misturada com os restos da nossa porra escorrer direto, mijando quente e farta na boca de Emilly. A diretora engolia tudo com avidez, lambendo os lábios e saboreando cada gota daquele banho de perversidadde, fazendo um barulho sordo de líquido enquanto a saliva e o mijo escorriam pelo queixo dela.
O espetáculo daquela cena fez o meu pau e o do Vinicius reagirem na mesma hora, voltando a endurecer com força no chão.
— Caralho, Gi... você não existe — Vinicius murmurou, rindo de um jeito sujo, enquanto eu me aproximava para agarrar a cintura da minha esposa por trás.
— A brincadeira ainda não acabou — Gi falou, ofegante, saindo de cima de Emilly, que lambia o próprio queixo toda suja e com os olhos vidrados de tesão.
Nós quatro nos embolamos de novo no tapete numa confusão de membros, beijos e pegadas brutas. O Vinicius puxou a Emilly pelos cabelos, enfiando a rola na boca dela de novo sem dó, enquanto eu agarrava a Gi por trás, metendo com força na buceta dela num ritmo estourado. A sala virou uma bagunça de gemidos altos, tapas nas nádegas e corpos colados, com os nossos suores e porra escorrendo por todo lado.
Fodemos sem regras, sem hora e sem limites, até que as forças sumiram de vez de todos nós. Desabamos ali mesmo, abraçados no meio da bagunça, com a certeza absoluta de que, por mais que a Emilly mandasse em tudo dentro daquela empresa durante o dia, quando a noite caía, era o nosso vício que mandava na vida de todos nós.
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Comentários (1)
Safadin:: Amo esses quatros juntos, eles funcionam bem. Emily é uma verdadeira dominadora gostosa. Gosto quando as meninas se pegam, gosto quando os meninos se pegam e quando todos se pegam. Vc arrasa cara, que escrita envolvente do caralho.
Responder↴ • uid:4a20ataahrc