Família Ferreira - Camila e a gestação devassa
Camila extrapola a perversão em sua gestação.
A maternidade pública estava em silêncio às três da manhã quando os Ferreira invadiram pelos fundos. Rodrigo havia subornado um segurança; Dona Helena havia falsificado credenciais médicas; Bianca carregava o equipamento — um ultrassom portátil de última geração, capaz de imagens 4D em tempo real, roubado do depósito do hospital.
Camila estava em trabalho de parto induzido. Não o parto real — ainda faltavam semanas — mas ela havia tomado uma coquetel de drogas que contraíam seu útero em espasmos rítmicos, simulando contrações, deixando-a dilatada, aberta, pronta.
Eles ocuparam a sala de parto 7, aquela com equipamento de monitoramento fetal visível para todo o corredor através de um vidro fumê que Rodrigo havia ordenado quebrado. Agora, qualquer pessoa que passasse — enfermeiras, médicos de plantão, pacientes insone — veria silhuetas, movimentos, ouviria sons.
Camila deitada na mesa de parto, pernas abertas nos suportes de metal, barriga de oito meses e meio dominando o espaço. Ela não vestia nada além de um avental hospitalar aberto, expondo tudo — seios que pingavam leite em jatos sincronizados com as contrações falsas, barriga pulsando, vagina dilatada a cinco centímetros já, visível, exposta.
— Ligue — ela ordenou, voz rouca de gritos anteriores. — Quero ver a cara dele enquanto você me fode.
Rodrigo posicionou o transdutor sobre a barriga de Camila. No monitor de 42 polegadas na parede — aquele que normalmente mostrava batimentos cardíacos fetais para famílias ansiosas — apareceu a imagem cristalina: o feto, filho de irmão e irmã, de cabeça para baixo já, encaixado no canal do parto.
E então Rodrigo penetrou.
Não devagar. Ele entrou completamente em um único movimento, sentindo o colo do útero de Camila — já dilatado, já macio — ceder imediatamente. A penetração foi tão profunda que a cabeça de seu pênis pressionou contra a cabeça do feto, separada apenas pela parede uterina fina como papel.
— Olhe! — Camila gritou, olhando para o monitor, não para Rodrigo. — Olhe como ele sente! Olhe como seu filho reage quando o pai invade a casa dele!
No monitor, visível para qualquer um que passasse no corredor, o feto reagiu. As mãozinhas se moveram, tocaram a parede uterina onde a pressão vinha. A cabeça virou-se, como se olhasse para a fonte da invasão. E então — impossível, mas visível — o feto abriu a boca em um bocejo, ou um grito silencioso, e urinou, um jato escuro no líquido amniótico.
— Ele está gozando! — Camila delirava, histérica, dedos entre as pernas, masturbando-se enquanto Rodrigo a penetrava com força de parto. — Meu filho está gozando com a pica do pai! Ele ama! Ele sente você! Você está fodendo dois ao mesmo tempo, Rodrigo! Meu útero e meu filho!
Rodrigo aumentou o ritmo. Cada estocada fazia o feto balançar no monitor, flutuando, sendo empurrado para cima e para baixo pelo pênis do pai que atravessava sua mãe. A imagem era obscena além de palavras — a tecnologia médica transformada em pornografia biológica, a vida sendo usada para excitar a depravação.
— Fala — Rodrigo ordenava, suor escorrendo, mãos sobre a barriga de Camila, sentindo o filho mover-se sob a pele enquanto ele penetrava. — Fala o que ele sente.
— Ele sente tudo! — Camila gritava, voz ecoando pelo corredor vazio, atraindo uma enfermeira que espiou pela janela quebrada e fugiu correndo, vomitando. — Sua cabeça está batendo na cabeça dele! Você está batendo uma punheta no cérebro do seu filho com sua pica! Ele está viciado! Viciado em você! Desde o útero ele sabe que é sua puta!
Ela gozou, e as contrações do orgasmo misturaram-se às contrações induzidas, criando um espasmo uterino violento que massageou Rodrigo em ondas rítmicas, forçando-o mais fundo, mais fundo, até que ele sentiu a entrada do útero ceder completamente, sentiu-se entrar no espaço sagrado onde o filho flutuava.
— Estou dentro do útero! — Rodrigo anunciou, maravilhado, horrorizado, transcendido. — Estou fodendo seu útero, Camila! Estou dentro do saco! Sinto seu filho!
Camila olhou para o monitor. A imagem mostrava o pênis de Rodrigo — visível como sombra, como intruso — penetrando o útero, empurrando o feto para o lado, ocupando o espaço sagrado. O feto se contorcia, não em pânico, mas em êxtase, em dança, em resposta ao pai.
— Encha! — Camila implorava, dedos arranhando as próprias coxas, sangrando. — Goza dentro do útero! Goza no seu filho! Banhe ele em sêmen! Faça ele nascer coberto de porra do pai! Faça ele beber seu sêmen antes do leite!
Rodrigo gozou. Foi um orgasmo que pareceu não ter fim — jato após jato de sêmen sendo injetado diretamente no útero, misturando-se ao líquido amniótico, criando uma sopa branca, viscosa, em que o feto flutuava agora, banhado, nutrido, corrompido antes mesmo do primeiro suspiro.
Quando ele saiu, o sêmen não escorreu. O colo do útero, em contração permanente, havia selado tudo dentro. Camila estava grávida não apenas de um bebê, mas de um bebê flutuando em sêmen paternal, um banho de incesto que nenhum médico jamais poderia explicar.
— Mais — Camila sussurrou, olhando para o monitor, onde o feto agora flutuava em líquido branco, opaco, visivelmente diferente do líquido claro de antes. — Bianca. Traga a seringa.
Bianca aproximou-se, nua também agora, barriga de seis meses exposta, e entregou uma seringa de irrigação uterina — instrumento médico transformado em brinquedo sexual.
— Aspira — Camila ordenou. — Tira o sêmen dele. E injeta no meu cu. Quero carregar nosso filho na barriga e o sêmen dele na bunda. Quero ser um recipiente duplo. Um aquário de incesto.
Rodrigo aspirou o sêmen do útero de Camila — quente, espesso, misturado a fluidos fetais — e injetou no ânus da irmã, que gemia, sentindo a pressão, a obscenidade, a impossibilidade biológica daquilo tudo.
— Amanhã — Camila anunciou, acariciando a barriga onde o filho nadava em sêmen, enquanto sentia o mesmo sêmen escorrendo de seu ânus — vamos fazer isso com a Bianca. Quero ver seu outro filho reagindo. Quero ver todos os seus filhos reagindo. Quero uma família inteira viciada em você desde o útero.
Dona Helena, ainda filmando, finalmente se masturbou até o orgasmo, observando a cena. Ela já planejava o próximo passo: após o nascimento, enquanto Camila amamentasse, Rodrigo continuaria a penetrá-la, e eles veriam no ultrassom como o leite misturava-se ao sêmen no estômago do bebê, como o ciclo se completava, como a família se tornava um organismo único, indivisível, depravado.
A enfermeira que havia fugido não chamou a polícia. Ela foi para o banheiro, trancou-se, e se masturbou três vezes antes do amanhecer, sonhando com o que vira, querendo ser a próxima Camila, a próxima receptáculo, a próxima irmã-puta-grávida.
O hospital nunca mais foi o mesmo. E na sala 7, até hoje, dizem que se ouvem gemidos à noite, e o eco de um monitor fetal que mostra imagens impossíveis, de bebês dançando em sêmen, felizes, em casa, finalmente em casa.
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