Desejos Masculinos: tesão em familia 4 (final) - Ruffus
Depois de tanto tesão no meu pai e no meu irmão guardado em segredo, chegou a hora de realizar cada uma dessas fantasias
PARTE 4 - FINAL
Passei a transar todos os dias com o meu irmão a partir daquela noite, bastava ficarmos a sós no quarto que eu aproveitava pra chupar seu pau e sentar naquele cacete curvado de 19 centímetros. Meu cu ja estava acostumado com a grossura do seu pau e eu me sentia vazio quando não estava sentido as bombadas do meu irmão dentro de mim.
Guto por sua vez estava adorando, em casa era um machão fudedor de meninas e dentro de casa, tinha o viadinho do irmão para ele comer. Cada vez mais ele se sentia a vontade em chupar o meu pau e libertar seu lado pervertido comigo. Comecei a pensar em foder o meu irmão mais velho, mas me contentava em ser apenas passivo pois não achava ter um pau grande o suficiente para ser ativo, cheguei até a medir e me decepcionei com os meus centímetros na régua. 14 anos com 14 centímetros, parecia até combinado na época.
Novamente chegou sexta feira, minha mãe como sempre estava de plantão no hospital e a casa era só dos homens. Meu pai estava bem confortável de samba canção, largado no sofá da sala, dividindo sua atenção entre o seu celular e algum jogo de futebol qualquer que passava na televisão. Passei por ele e subi as escadas, indo em direção ao meu quarto com Gustavo.
Quando abri a porta do quarto, Gustavo escondeu rápido o celular, me surpreendendo porque não escondíamos nada um do outro. Pensei que ele estava falando com alguma garota pois o seu pau duro pulsava no short fino, mas ele nunca escondeu isso de mim então não entendia o motivo de estar escondendo agora.
- O que você ta vendo? - perguntei
- Nada - ele respondeu seco, mas era obvio que ele estava vendo algo
- E pra quê esconder de mim? Achei que não tinha segredos entre a gente
- E não tem, eu só não quero mostrar isso
Fiquei bem chateado com ele e não insisti, mesmo curioso em saber o que ele estava me escondendo. Desci e fui fazer companhia ao meu pai, que também escondeu o celular quando eu cheguei próximo.
- Quê que ta acontecendo hoje com vocês? Eu não me importo com o que vocês estão vendo nessa porra de celular, só quero ficar com minha família - esbravejei
- Calma, filho… não é nada, o pai só tava vendo coisas de adulto, tipo naquele dia que você me viu lá no quarto
- Essa parte eu ja sabia né, seu pinto grandão não deixa duvidas - aproveitei para apertar o seu pau duro por cima do samba canção
- Garoto esperto - ele riu, bagunçando o meu cabelo - Não perde uma oportunidade de elogiar o pai dele
- É que eu te amo muito e você é minha inspiração, papai
- Eu também te amo, meu menino
Fui abraçar ele, deixando propositalmente a minha mão em seu colo, bem em cima do seu pau duro. Na hora o membro inquieto dele ficou pulsando e eu desejei ir além
- Posso te pedir uma coisa, pai?
- Claro, Biel, pede tudo o que você quiser
- Posso massagear seu pau igual você tava fazendo aquele dia no quarto? - me fiz de inocente, mas nem tanto
- Filho, o nome disso é bater punheta, você quer bater uma pro papai? - ele perguntou sorrindo, aparentemente gostando da ideia
- Sim papai, eu adoraria
- O papai deixa, mas não pode contar pra mamãe
Eu concordei com a cabeça e o meu pai colocou o pau pra fora, que já estava totalmente duro e babando. Fiquei punhetando ele com as duas mão pois, além de ter 23 centímetros, o pau dele era muito grosso e pesado. Eu olhava para seu rosto e via sua malicia, disfarçada de preocupação, mas adorando ter seu filho novinho fazendo sacanagem com ele.
O cheiro forte do seu pau misturado com o suor acumulado dos seus pelos me fizeram ser incapaz de esconder meus desejos e foram como um ímã que conectou minha boca na cabeça do seu pau. Lambi sua glande e enfiei a cabeça por completa na minha boca, chupando por alguns segundos. Fingi recuar para ver qual seria a sua reação e foi a que eu imaginava, ele segurou minha cabeça e guiou de volta para a sua rola, pedindo:
- Continua chupando, filho!
Alí eu estava realizado, finalmente chupava o pau dele com vontade, sem medo de lhe acordar. Aos poucos fui engolindo, sabia que era impossível colocar todo aquele mastro na minha boca, mas queria me desafiar até onde iria. Consegui engolir mais do que a metade, com os olhos lacrimejando e a garganta preenchida com o pau do homem que me fez, que tesão era aquela sensação.
Minutos depois minha boca já estava dormente e ele pareceu perceber, pois se levantou e me pôs ajoelhado no sofá, com a bunda empinada e se ajoelhou no chão, enfiando a cara no meu rabo. Sua lingua era grossa e áspera, eu sentia ela invadindo o meu cu com vontade. Eu sabia que ele estava preparando o meu rabo pra receber sua piroca e ansiava por isso.
- Que delicia, pai! Deixa molhadinho pra tua rola entrar - eu pedia, manhosinho
- Ta querendo levar pirocada no cu, filhinho?
- Muito, mete em mim por favor
E assim ele fez, sem hesitar. Cuspiu na cabeça do seu pau e no meu cu, como uma dose de lubrificante extra para aquele cacete entrar melhor. Logo quando ele enfiou a cabeça eu percebi onde eu estava me metendo, ou melhor, o que ele estava metendo em mim.
- Respira fundo e relaxa - meu pai sugeria
Obedecendo ele, percebi que ajudava mesmo, então tentei me manter o mais relaxado possível. Esse problema eu não sentia quando eu dava meu cu para o meu irmão, mas a rola do meu pai parecia ter o dobro da grossura. Eu me sentia virgem de novo, tendo as pregas arrombadas por aquele macho negro e peludo que me deu a vida.
Meu pai enfiava seu pau em mim com cuidado, mesmo desejando me foder logo. Aos poucos seu pau entrava e me cu massageava ele, engolindo centímetro por centímetro.
- Porra, filhão! Que delicia de rabo tu tem, nem acredito que finalmente tô te comendo, eu esperei tanto tempo por isso - meu pai revelava
E sua afirmação me surpreendia, então ele também me desejava assim como eu desejava ele?
- Como assim pai? Você também queria?
- É claro, acho que todo pai tem vontade de usar o filho e espera ansioso pelo dia que seu garoto vai lhe satisfazer
- Porra pai, eu desejo isso por anos, se eu soubesse teria tentado antes - lamentei
- Eu também desejo isso há muito tempo, por isso que meu pau tá tão duro e inquieto dentro de você
Isso era verdade, eu podia sentir o pau dele pulsando e parecia que a confissão do meu pai tinha me dado mais tesão, pois eu não sentia mais dor naquele pau entrando em mim.
- Então me fode com vontade, papai! Não tenha pena do teu garoto
Seu sorriso malicioso tomou conta do seu rosto e ele começou as estocadas, enfiando e tirando o seu pau do meu cuzinho, que ja estava bem largo. Era impossível segurar os gemidos naquela situação.
- Aain pai, desse jeito o Guto vai ouvir
- Seu irmão? Você ta preocupado se seu irmão vai ouvir?
- É pai, e se ele descobrir? - fingi que não estava dando para o meu irmão há uma semana
- É sério que você acha que aquele puto que ta te comendo há uma semana e batendo punheta enquanto eu te fodo, não vai ouvir?
Nessa hora o meu pai aponta para a escada e eu vejo Gustavo em pé, totalmente pelado, batendo punheta enquanto meu pai me fode no sofá. Ele sorri e vem caminhando em nossa direção, ja colocando o pau na minha boca antes que eu fale qualquer coisa.
- Boa coroa, nosso plano deu certo e o viadinho ta curtindo pra caralho, né maninho
- Uhum - era a única coisa que eu conseguia responder com aquele pau gigante preenchendo minha boca
- Que tesão em finalmente ver os meus moleques assim, porra! Curtindo o pai pervão que eles tem em casa
- Quanto tempo a gente desejou isso né, pai! A gente tinha tanto medo do putinho falar pra mamãe, mas acabou que foi um medo desnecessário, ele é louco por piroca
E só aí eu descobri que o meu irmão já fazia sexo com o meu pai há muito tempo e que eles dois armaram para me incluirem na putaria deles, mal sabiam que era o meu maior desejo!
- Esse rostinho de putinho nunca me enganou, eu sempre soube que ele chuparia um pau como ninguém e daria esse cuzinho pra nós dois com vontade
- Só não vale viciar no cu do novinho e esquecer do filhão aqui, viu
Ouvir aquelas palavras sairem da boca do meu irmão foi a coisa mais surpreendente daquela noite, Gustavo também gostava de dar o cu para o nosso pai.
- Relaxa Gutão, tu foi o primeiro filho putinho do papai e o único por muitos anos, não é agora que vou desperdiçar esse rabo gostoso de macho que tu tem
- Então que tal tu matar a saudade dele? - Guto fala e meu pai concorda
Meu pai tira o pau de dentro de mim e coloca pro meu irmão chupar, aquela cena me deixou com o pinto durão e com vontade de gozar, mas segurei porque queria aproveitar cada segundo daquela foda. Guto, percebendo a minha admiração, me chama pra dividir o pau grosso do nosso pai com ele
- Vem chupar comigo, maninho
O tesão de dividir a piroca do nosso pai, com o meu irmão, era a sensação mais gostosa que eu tinha sentido na vida. Logo ela deu espaço pra outra sensação deliciosa.
Meu irmão se deitou de ladinho no tapete da sala e meu pai foi por trás dele, enfiando em seu cu com uma facilidade que entregava que a parceria deles era de anos. A frente foi minha vez, me encaixei entre as pernas de Gustavo e deixei seu pau preencher todo o meu buraco.
Alí, no chão da sala, experimentamos a devassidão e o prazer presente no proibido. No pecado do incesto, encontramos nossa maior satisfação e nos corpos dos homens da minha familia, eu me preenchi. Ficamos engatados por alguns minutos, até o primeiro anunciar o resultado do nosso ato
- O papai vai gozar, meus putinhos
De imediato meu irmão se pôs de joelho com a lingua pra fora, mostrando sua longa experiência e eu fiz igual. Em menos de 10 segundos, jatos do leite grosso e quente do nosso pai invadiram a boca de Guto e depois a minha. Tinha esquecido que o coroa gozava que nem cavalo, mas dessa vez eu tinha alguém pra dividir. Olhei para o lado, ainda com o liquido na boca e meu irmão ja tinha bebido tudo, com muita satisfação. Engoli também e me surpreendi com o gosto, era melhor do que o de Gustavo. O do meu pai era mais grosso, porém tinha o gosto mais neutro, enquanto o de Gustavo era mais liquido porém mais amargo.
- Papai, agora é minha vez - Guto pedia - E eu quero gozar daquele jeito que você sabe
Meu pai sorriu vendo Guto ficar de quatro e começou a enfiar seus dedos dentro do cu do meu irmão, fazendo movimentos de vai e volta. Eu também queria gozar e isso me deu uma ideia ótima.
- Posso te comer, Guto? - perguntei
- Já é, maninho! - ele concorda, batendo punheta ainda de quatro
Montei nele como um cachorro no cio e ja fui enfiando o pau no cu dele, que tava abertinho do pau do papai, mas continuava gostoso. Foi o primeiro cu que eu fodi na vida e foi logo o do meu irmão mais velho, que tesão da porra!
Fodi o rabo de Guto com força e vontade, até não aguentar mais e esporrar dentro daquele puto cafajeste. Ouvindo meus gemidos e sentido meu leite inundar o rabo dele, Gustavo também gozou e melou o chão da sala. Mas isso não eda um problema pra ele, que logo lambeu todo o seu leite e engoliu cada gota. Nosso pai assistia tudo isso orgulhoso e fez questão de afirmar:
- A partir de hoje, vamos sempre satisfazer nossos desejos masculinos entre nós três!
E assim nossa promessa vem sendo cumprida! 3 anos depois continuamos morando na mesma casa, nossa mãe continua fazendo diversos plantões nos hospitais que ela trabalha e a casa fica inteira para nós três, os machos pervertidos que transam todos os dias entre sí.
FIM!
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Comentários (3)
Nilsinho: Delícia, gozei..
Responder↴ • uid:1dm1pzx2zz9aBacellar: Aonde eu encontro essa família perfeita né. Sonho de consumo de quem gosta de macho, sem se preocupar que, se é da família ou não. O importante é ser macho.
Responder↴ • uid:6stycmqhripaicest: Muito bom li os 4 contos de uma vez e gozei de mais
Responder↴ • uid:40vohpbvqrc