#Estupro #Incesto #Teen

Lar Moreau - a foda fúnebre

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John Snow

Valentina talvez seja a aprendiz mais depravada da família Moreau. Mas desta vez, surpreendeu até a mim mesmo.

O carro de velório estava estacionado nos fundos da capela, à espera do momento em que levariam o caixão ao cemitério. O motorista havia saído para fumar, e o veículo — longo, preto, imponente — permanecia vazio, exceto pelo caixão fechado de um tio distante que nenhum dos dois realmente conhecera.

Valentina usava um vestido preto de luto, justo, decotado de forma imprópria para uma ocasião tão sóbria. Seus seios — ainda inchados de sua recente lactação — estavam presos em um sutiã que já havia encharcado de leite durante o funeral. Guilherme vestia um terno escuro, o paletó longo o suficiente para esconder a ereção monstruosa que pulsava contra a calça desde que a irmã se inclinara para beijar a testa do tio morto, expondo demais seus seios.

— Entra — Valentina sussurrou, puxando-o para o compartimento traseiro do carro.

— Valentina, aqui não... — ele protestou, mas já estava subindo, o sangue fervendo de excitação perversa.

O interior era de veludo preto, iluminado por luzes suaves e amareladas. O caixão de mogno ocupava o centro, flores brancas apodrecendo suavemente sobre ele. O cheiro de morte, flores e perfume barato de Valentina criava uma atmosfera surreal, intoxicante.

— Exatamente aqui — ela insistiu, trancando as portas. — Quero transar ao lado do morto, Gui. Quero que ele veja — se os mortos veem alguma coisa — o que sua sobrinha tarada faz com o irmão.

Ela se virou, apoiando as mãos no caixão, arqueando a bunda em direção a ele. O vestido subiu sozinho, revelando que ela não usava calcinha — apenas meias-calcas de renda preta, já rasgadas de propósito na entrepernas.

— Estou molhada desde que vi o caixão — ela confessou, olhando por cima do ombro com olhos brilhantes de demência sexual. — A ideia da morte me excita. A ideia de sermos pegados por alguém de luto, chorando lá fora, enquanto você me fode aqui dentro... porra, estou escorrendo.

Guilherme não precisou de mais. Ele rasgou as meias-calcas completamente, expondo a vagina apertada da irmã — a mesma que havia dado à luz meses atrás, mas que permanecia inacreditavelmente estreita, quase virginal em sua contração. Ele penetrou-a de uma vez só, sem preliminares, sem piedade, o som de suas coxas batendo ecoando no compartimento silencioso.

— Mais forte — Valentina ordenou, suas unhas cravando na madeira polida do caixão. — Fode-me como se estivesse me punindo por ser tão perversa. Fode-me sabendo que qualquer pessoa pode abrir a porta e ver sua irmã sendo arrombada pelo irmão ao lado de um cadáver.

Ele embalava com força brutal, o carro balançando levemente sobre as molas. Valentina agarrou flores do caixão, esmagando-as em suas mãos enquanto gemia, pétalas brancas caindo sobre o veludo preto misturando-se com gotas de leite que escorriam de seus seios — ela havia puxado o vestido para baixo, expondo-os completamente, os mamilos escuros pingando o fluido materno sobre o caixão, profanando ainda mais o espaço sagrado.

— Eles vão ver — ela ofegava, olhando para as janelas escuras. — As janelas são escuras por fora, claras por dentro. Qualquer pessoa que passar vai ver a silhueta. Vão ver uma mulher sendo fodida. Vão ver meus seios balançando cheios de leite.

Guilherme agarrou seus cabelos, puxando sua cabeça para trás, forçando-a a olhar para o teto espelhado do veículo — onde eles podiam se ver, uma visão grotesca de prazer extremo: ela de luto, ele de terno, ambos suados, conectados pela genitália, destruindo qualquer noção de decoro.

— Goza em mim — Valentina implorou, sua voz subindo perigosamente de volume. — Goza dentro da sua irmã ao lado do caixão. Insemina-me aqui, agora, enquanto rezam lá fora.

— Você é doente — Guilherme grunhiu, mas suas palavras eram de adoração. — Você é a mulher mais devassa que existe.

— Sua puta — ela concordou, gozando violentamente, seu corpo convulsionando em espasmos que faziam o caixão ranger. — Sua puta de luto!

Ele apertou sua cintura, enterrando-se profundamente, e liberou uma carga quente e espessa dentro dela — inseminando-a ali, naquele espaço de morte, o ato de vida mais primitivo possível contrastando com o cadáver ao lado.

Quando terminaram, ofegantes, suados, ainda conectados, Valentina fez algo que fez o sangue de Guilherme gelar e endurecer simultaneamente: ela se levantou, deixando que o sêmen escorresse de suas coxas, e abriu a tampa do caixão.

— Tio — ela sussurrou para o morto, seu seio ainda pingando leite sobre o rosto pálido do cadáver. — Obrigada pelo privilégio. Sua sobrinha é uma vadia sem limites.

Ela fechou a tampa, ajeitou o vestido, e beijou Guilherme na boca, provocando-o com a língua.

— Vamos — ela disse, sorrindo. — O enterro está começando. E eu quero que você me segure pela cintura durante o discurso, sentindo sua porra escorrendo de mim, enquanto todos choram.

Eles saíram do carro de velório como se nada tivesse acontecido — dois enlutados respeitosos, exceto pelo brilho depravado nos olhos e pelo leite seco no decote de Valentina, visível para quem prestasse atenção suficiente.

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