#Grupal #Incesto #Teen

O lar dos Moreau

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John Snow

Uma família especiali onde todas as mulheres são perversas, taradas, e não levam em conta os preceitos morais da sociedade. Incesto, lactofilia.

O lar dos Moreau era uma casa antiga nos arredores da cidade, onde os preconceitos da sociedade não passavam de risíveis convenções para as mulheres da família. Helena, a matriarca de 42 anos, havia criado suas três filhas — Valentina (24), Bianca (22) e Sofia (20) — para seguirem seus próprios desejos, não importando quão transgressores fossem.

Valentina retornara à casa materna há três meses, após dar à luz sua primeira filha. Naquela tarde de verão, ela estava na sala de estar, a blusa levantada, o seio esquerdo oferecido à boca faminta da pequena que sucava o leite materno. Mas seus olhos castanhos não estavam na criança — estavam fixos em Guilherme, seu irmão de 25 anos, que observava a cena do sofá com a respiração já acelerada.

"Venha aqui, maninho," Valentina sussurrou, sua voz melosa de excitação. "A mamãe tem leite de sobra."

Guilherme se aproximou, sentindo-se já duro sob as calças. Valentina havia engordado graciosamente após a gravidez — seus seios estavam enormes, pesados, veias azuladas sob a pele translúcida. O seio direito jorrava leite em gotas perladas, desperdiçado no ar.

"Beba," ela ordenou, guiindo sua cabeça até o mamilo livre.

Guilherme abocanhou o seio da irmã, sentindo o gosto doce e quente do leite enchendo sua boca enquanto sua irmã gemia baixinho. A criança em seu braço esquerdo continuava a sucção rítmica, inconsciente do ato perverso que acontecia a centímetros de distância.

"Que cena linda," Helena comentou, entrando na sala com uma taça de vinho. Ela usava apenas uma camisola transparente, seus seios maduros à mostra. "Minha filha alimentando dois bebês ao mesmo tempo."

"Ele está faminto, mamãe," Valentina riu, puxando Guilherme mais para si, esfregando sua virilha contra a coxa do irmão. "E não é só de leite."

Bianca e Sofia surgiram do corredor, já nuas, como era costume naquela casa desde que Guilherme completara dezoito anos. Bianca se ajoelhou atrás do irmão, puxando suas calças para baixo e liberando seu pênis duro.

"Olha como ele está duro pelo leite da irmã," Bianca murmurou, lambendo o pescoço de Guilherme enquanto masturbava-o devagar. "Tão pervertido. Tão nosso."

Sofia se deitou no chão de madeira, abrindo as pernas em um ângulo obsceno. "Insemina ela, Gui," ela pediu, dedilhando-se. "Enche nossa irmã de porra enquanto ela amamenta. Quero ver seu leite escorrendo enquanto você goza nela."

Helena se sentou na poltrona, abrindo as pernas e tocando-se em silêncio, observando seus filhos se entregarem ao caos de desejos sem limites que ela mesma cultivara.

Valentina trocou o bebê de seio, oferecendo o mamilo molhado e inchado à criança, enquanto guiava Guilherme entre suas pernas com a mão livre. "Me fode, irmãozinho," ela rosnou, perversa. "Me enche enquanto eu alimento sua sobrinha. Mostra pra ela desde cedo como uma mulher da família Moreau deve ser tratada."

Guilherme penetrou a irmã com um gemido, sentindo a pressão quente e úmida envolvê-lo. O leite escorria dos dois seios de Valentina agora — um na boca da criança, outro espirrando no peito de Guilherme enquanto ele bombava com fúria.

"Sim, goza dentro," Bianca exigia, ainda masturbando-o por trás, sentindo suas bolas contra sua palma. "Insemina nossa irmã puta. Ela quer seu segundo filho, não é, Val?"

"Quero," Valentina gemia, arquejando, o leite jorrando em jatos agora enquanto o orgasmo a tomava. "Quero outro filho do meu irmão. Quero estar sempre grávida, sempre cheia, sempre mamando vocês todos..."

Guilherme não aguentou. Com um urro abafado, pulsou dentro da irmã, enchendo-a de sêmen quente enquanto ela tremia em seu próprio climax. O leite materno misturava-se ao suor em seu peito, a cena uma celebração absoluta da perversão familiar.

Helena finalmente gozou na poltrona, observando satisfatoriamente o filho retirar-se do corpo da irmã, o sêmen escorrendo viscoso entre as pernas de Valentina, enquanto a criança, satisfeita, adormecia no ombro materno, alheia à semente do tio já fecundando o ventre da mãe.

"Quem é a próxima?" Guilherme perguntou, ofegante, seu pênis ainda duro.

"Eu," disseram Bianca, Sofia e Helena, ao mesmo tempo.

E naquela casa, sem moral alguma, ele atenderia a todas.

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