Família Ferreira - a loja de departamentos
A família tem um estilo, e quem cruza seu caminho precisa aceitar.
A loja de departamentos estava em seu horário de pico quando os Ferreira entraram. Não era qualquer loja — era uma daquelas grandes redes de luxo, com provadores amplos, iluminação fria e atendentes de uniforme azul-marinho que sorriam com dentes perfeitos.
Bianca e Camila já estavam no limite. Seus seios, inchados de verdade agora — não mais barrigas falsas, mas sim os frutos de meses de inseminação diária por Rodrigo — pulsavam contra o tecido fino dos vestidos de maternidade. O leite escorria silencioso, manchando o tecido algodão em círculos úmidos ao redor dos mamilos.
— Precisamos de ajuda — Dona Helena anunciou para a atendente mais próxima, uma jovem de vinte e poucos anos, cabelo preso num coque severo, nome bordado no uniforme: Fernanda.
Fernanda aproximou-se, sorriso profissional, e parou. O cheiro bateu nela primeiro — leite azedo, sexo, o perfume pesado das feromônios em colapso. Seus olhos desceram involuntariamente para os seios das irmãs, para as manchas úmidas crescendo.
— Suas... suas clientas estão vazando — Fernanda murmurou, confusa.
— Não é vazamento — Bianca riu, agarrando o próprio seio e apertando. Um jato grosso de leite atravessou o tecido do vestido, atingindo o avental de Fernanda, deixando uma mancha branca visível. — É convite.
Fernanda deu um passo atrás, mas Dona Helena bloqueou sua retirada.
— Você tem um provador grande? — a mãe perguntou, voz baixa, íntima. — Para deficientes. Com espelho triplo. Minhas filhas precisam ser... ordenhadas. E meu filho precisa... depositar.
— Eu... eu vou chamar minha supervisora...
— Não. — Rodrigo falou pela primeira vez, e sua voz fez Fernanda parar. Ele estava atrás dela agora, perto o suficiente para que ela sentisse o calor. — Você vai nos ajudar. Você quer nos ajudar. Sinta sua boca seca, Fernanda. Sinta seu coração acelerado. Você quer saber como é, não quer? Quer saber por que elas estão assim? Cheias. Grávidas. De irmão.
Fernanda não respondeu, mas não fugiu. Seus olhos voltaram para os seios de Camila, que se moviam com a respiração pesada da jovem. Camila notou o olhar. Ela sempre notava.
— Quer tocar? — Camila convidou, abrindo os braços. — É quente. É doce. É proibido.
Fernanda tocou. Seus dedos pousaram no seio esquerdo de Camila, e ela apertou involuntariamente. O leite jorrou imediatamente, molhando a mão de Fernanda, escorrendo por seu pulso. A atendente não retirou a mão. Ela massageou, apertou, ordenhou a estranha no meio da loja, enquanto clientes passavam a metros de distância.
— Vamos para o provador — Dona Helena ordenou, e desta vez não foi pedido.
O provador para deficientes era amplo, três metros quadrados, espelhos em três paredes, banco de madeira no centro. Rodrigo trancou a porta por dentro, mas deixou a cortina aberta alguns centímetros — o suficiente para vultos, para sombras, para o risco.
— Tire o uniforme — Rodrigo comandou Fernanda. — Ou veja. Sua escolha.
Fernanda tirou. Devagar, tremendo, mas tirou. Sutiã branco simples, calcinha de algodão, corpo magro, seios pequenos, barriga com marcas de estrias de crescimento. Ela não era bonita — era comum, esquecível, o tipo de rosto que se perdia em multidões. Mas seus olhos, arregalados, famintos, brilhavam com algo que a família reconheceu imediatamente: a sede pela quebra.
— Você é virgem? — Bianca perguntou, já nua, seios pesados balançando livres, leite pingando nos próprios pés.
— Não... — Fernanda sussurrou.
— Já transou com família?
— Não!
— Vai transar hoje — Camila completou, também nua, barriga arredondada de quatro meses, seios ainda maiores que os da irmã, escorrendo leite em quantidades que pareciam impossíveis. — Ou vai assistir. Ou vai ajudar. Mas vai participar.
Rodrigo sentou-se no banco de madeira, calças abaixadas, pênis ereto apontando para o teto. Ele não era grande — era médio, grosso, veiado, com a cabeça roxa e brilhante de excitação. Mas havia algo em seu olhar, na forma como ele tocava a si mesmo, lento, possessivo, que fazia Fernanda querer se ajoelhar.
— Primeiro, a ordenha — Dona Helena anunciou, sentando-se no chão, de costas para o espelho, para que Fernanda visse sua expressão enquanto observava. — Minhas filhas precisam ser aliviadas. E você, Fernanda, vai aprender.
Bianca aproximou-se da atendente nua, segurando seus próprios seios com as duas mãos. Ela se inclinou, posicionando um mamilo na altura da boca de Fernanda.
— Abra — Bianca ordenou.
Fernanda abriu. O mamilo entrou, e Bianca apertou o tecido mamário por trás. O leite jorrou em volumes que fizeram Fernanda engasgar, tosse, engolir às pressas. Era doce, quente, com um gosto metálico que lembrava sangue. Fernanda mamava, realmente mamava, sugando com sons obscenos que ecoavam no provador fechado.
— Mais — Camila exigiu, empurrando a irmã para o lado. — Minha vez. Estou cheia demais. Vou explodir.
Camila não esperou que Fernanda se preparasse. Ela agarrou a cabeça da atendente e a pressionou contra seu próprio seio, forçando o mamilo entre os lábios de Fernanda. O jato foi mais forte, quase violento, leite escorrendo pelo queixo de Fernanda, pelo pescoço, pingando em seus seios pequenos.
— Beba tudo — Camila gemia, se masturbando enquanto Fernanda mamava. — Beba o leite do seu irmão. Do seu bebê. Beba a porra de família transformada em leite.
Fernanda bebeu até sentir o estômago cheio, distendido, uma sensação de náusea doce. Quando Camila finalmente a soltou, a atendente estava coberta de leite, cega por um lado, o rosto pegajoso, os lábios inchados.
— Agora a inseminação — Rodrigo anunciou, levantando-se.
Ele posicionou Bianca de quatro no banco, barriga de seis meses pendendo entre as pernas, seios balançando, leite pingando no espelho, criando poças brancas no chão. Sua vagina estava aberta, visível, escorrendo excitação que misturava-se ao leite derramado.
Rodrigo não usou camisinha. Nunca usava. Ele entrou em Bianca em um movimento único, profundo, fazendo-a gritar para o espelho, vendo sua própria expressão de puta grávida sendo fodida pelo irmão.
— Diga — ele ordenava, movendo-se lento, profundo, cirúrgico. — Diga para ela o que você é.
— Sou irmã! — Bianca gritava, voz abafada pelo braço que mordia. — Sou puta do meu irmão! Estou cheia do leite dele, cheia do filho dele, engravidada de incesto!
Fernanda observava, mão entre as pernas, dedos movendo-se frenéticos. Ela nunca vira tal coisa — a barriga de grávida balançando com cada socada, os seios jorrando leite em jatos sincronizados com os gemidos, a forma como Rodrigo segurava a nuca da irmã, dominando, possuindo.
— Quer ajudar? — Dona Helena perguntou, aproximando-se de Fernanda por trás. A mãe estava nua também agora, seios maduros ainda produzindo, barriga macia, curvas de velha deusa. Ela agarrou a mão de Fernanda e a guiou até o clitóris de Bianca, exposto, inchado.
— Esfregue — Dona Helena ordenou. — Esfregue enquanto meu filho a insemina. Faça ela gozar no pau do irmão. Faça ela contrair e sugar o sêmen para o útero.
Fernanda obedeceu. Seus dedos circularam o clitóris de Bianca, enquanto Rodrigo penetrava mais fundo, mais rápido, batendo no colo da irmã com sons de carne batendo em carne. Bianca gozou em trinta segundos — um orgasmo convulsivo, uterino, que fez sua barriga se contrair visivelmente, ondas de músculos movendo-se sob a pele esticada.
— Agora! — Bianca gritou. — Encha! Encha sua irmã de novo! Faça gêmeos! Trigêmeos!
Rodrigo gozou. Foi visível — suas nádegas contraíram, seus olhos reviraram, ele segurou a cintura de Bianca com força brutal, puxando-a para si, enchendo-a profundamente. Quando saiu, o sêmen escorreu imediatamente, branco, espesso, misturando-se ao leite no chão do provador.
— Sua vez — Dona Helena anunciou, empurrando Camila para frente.
Camila deitou-se no chão, de costas, pernas abertas em formato de V, barriga de quatro meses arredondada, seios escorrendo leite que formava poças ao redor de seus ombros. Ela estava além de excitada — estava em transe, falando sozinha, palavras sem sentido, gemidos de animais.
Rodrigo não limpou. Ele entrou em Camila imediatamente, ainda mole, ainda pingando o sêmen da irmã anterior, misturando-os dentro da mais nova. A sensação fez Camila urinar — um jato dourado que atingiu o próprio queixo, que escorreu pelos seios, diluindo o leite.
— Mais — Camila implorava. — Mais leite. Mais porra. Mais tudo.
Fernanda foi puxada para perto. Dona Helena a forçou a deitar sobre Camila, em posição 69, boca da atendente no sexo da irmã grávida, enquanto Camila lambia o próprio leite dos seios de Fernanda, que pingavam de volta para ela.
— Limpa — Dona Helena ordenou. — Limpa minha filha com a língua. Tira o sêmen do seu irmão dela. E depois, beije ela. Passe o sêmen de volta. Faça um ciclo. Uma comunhão.
Fernanda lambeu. O gosto era complexo — doce do leite, metálico do sangue possível, salgado do sêmen, amargo da urina. Ela limpou Camila, sugando o líquido misturado, e depois foi puxada pelo cabelo por Rodrigo, que a beijou, roubando de volta o que ela havia coletado, spit-swapping de sêmen e fluidos familiares.
— Agora você — Rodrigo disse, empurrando Fernanda para o chão, entre as duas irmãs grávidas.
Ele não a penetrou. Em vez disso, ele se masturbou sobre ela, enquanto Bianca e Camila se posicionavam de quatro sobre seu corpo, seios balançando, ordenhando-se umas das outras, jorrando leite no rosto de Fernanda, em seus olhos, em sua boca aberta.
Rodrigo gozou por último — um jato fraco, o terceiro em vinte minutos, mas ainda volumoso, cobrindo o rosto de Fernanda, misturando-se ao leite, criando uma máscara branca, pegajosa, obscena.
— Você está corrompida — Dona Helena anunciou, olhando para a atendente no chão, coberta de fluidos, dedos ainda se movendo entre as pernas, gozando silenciosamente. — Amanhã, você volta ao trabalho. E trará uma amiga. E outra. E outra. Vamos transformar esta loja num celeiro de putas grávidas de incesto.
Fernanda assentiu, leite e sêmen escorrendo pelo queixo. Ela já não era a mesma. Nunca mais seria.
Quando saíram do provador — a família nua, Fernanda coberta de fluidos, cheiro impossível de ignorar — um segurança os interceptou. Mas Dona Helena apenas lhe mostrou um vídeo no celular: o segurança transando com uma prostituta no estacionamento, três noites antes.
— Amanhã — Dona Helena sussurrou, passando por ele. — Você traz a prostituta. Quero ver você comer ela enquanto meu filho come minhas filhas. E você vai pagar pela chance.
O segurança assentiu, pálido.
O império crescia. Um provador de cada vez. Uma gota de leite de cada vez. Uma inseminação de cada vez.
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