#Assédio #Incesto #Sado

Família Ferreira - o jardim

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John Snow

Rodrigo e Bianca cuidam do jardim da família, se misturando a ele.

O sol do meio-dia batia sem piedade no jardim dos Ferreira, mas Rodrigo e Bianca buscavam as sombras mais podres, os cantos onde a vegetação havia crescido descontrolada, onde o musgo cobria pedras antigas e o cheiro de terra úmida misturava-se ao de decomposição vegetal.

Bianca estava alucinada. Tinha tomado algo — ervas que Camila cultivava no quintal, cogumelos que cresciam no estrume do vizinho — e seu mundo era agora um borrão de cores e sensações amplificadas. Seus seios, já pesados de leite, pulsavam com cada batimento cardíaco, mamilos escuros e inchados apontando para baixo, pingando fluido branco a cada movimento brusco.

— Vai me destruir — ela exigiu, não como pedido, mas como ordem. — Nojenta. No chão. Na merda.

O jardim dos Ferreira tinha um canto esquecido, atrás do antigo poço seco, onde o cachorro defecava e ninguém limpava. O solo ali estava preto, rico, fedido. Bianca se jogou ali, deitando-se na terra úmida, rolando sobre folhas mortas e excrementos secos, esfregando a sujeira no próprio corpo como se fosse óleo de banho.

Rodrigo a observava, pênis ereto saindo por entre a calça rasgada. Ele também havia fumado, inalado, algo que Dona Helena preparara no laboratório caseiro do porão. Sua visão estava embaçada nas bordas, focada apenas no centro: a irmã, coberta de lama preta, seios brancos contrastando com o torso sujo, barriga de grávida redonda e brilhante de suor.

— Você parece uma puta de rua — ele disse, voz rouca, irreconhecível. — Uma cadela no cio.

— Sou — Bianca riu, um som quebrado, insano. — Sou sua cadela. Sua puta. Sua irmã de merda. Me fode como se eu fosse lixo.

Ele caiu sobre ela. Não houve preliminares. Ele a penetrou imediatamente, profundamente, enquanto ela ainda ria, e o som se transformou em um grito abafado, gutural, animal. A terra úmida os envolvia, fria contra suas peles quentes, pedras afiadas cortando Joelhos e cotovelos sem que percebessem.

Bianca se contorcia, não para fugir, mas para mergulhar mais fundo na degradação. Ela agarrou punhados de terra e esfregou no próprio rosto, na boca, engasgando-se com o solo, cuspindo lama enquanto Rodrigo a penetrava com força que faria uma mulher normal pedir piedade.

— Mais! — ela gritava, voz abafada por terra. — Me quebra! Me rasga!

Rodrigo a virou, de bruços, rosto pressionado contra o chão fedido. Ele agarrou seus cabelos, puxando para trás, forçando sua coluna a arquear em ângulo doloroso, e penetrou seu ânus sem lubrificação além da excitação suja que os cobria. A entrada foi seca, brutal, e Bianca gritou — não de dor, mas de êxtase alucinado, de sensação finalmente suficiente para combater a névoa química.

— Estou cagando para você! — ela gritava, histérica. — Sinta! Sinta sua irmã cagar no seu pau enquanto você fode!

E ela fazia. O corpo, em seu estado de abandono total, liberava tudo. Rodrigo sentiu, e não parou. Aumentou o ritmo, mergulhando na sujeira física e metafórica, transformando-os em criaturas de lama e fluidos, indistinguíveis do chão podre em que se contorciam.

Ele agarrou seus seios por trás, apertando com força brutal, e ordenhou-a enquanto a sodomizava. O leite jorrou em arcos, atingindo folhas, pedras, o próprio rosto de Rodrigo que lambia os lábios, saboreando o gosto doce-amargo misturado ao cheiro de terra e estrume.

— Beba! — Bianca ordenava, virando a cabça o quanto podia. — Beba seu leite de irmã! Beba a porra que você me deu transformada em leite!

Rodrigo a soltou, empurrou-a de costas novamente, e caiu sobre seus seios, mamando com fúria, sugando o leite em jatos que faziam Bianca urinar — um jato quente que misturava-se à lama, criando poças de fluidos corporais no solo negro.

— Agora! — ela implorava, mãos no próprio sexo, dedos entrando e saindo frenéticos. — Me enche! Me enche de novo! Quero sentir escorrendo junto com a merda!

Rodrigo montou-a pela frente, penetrando a vagina inchada, quente, escorrendo excitação e urina, e aumentou o ritmo até que suas nádegas batiam sons de tambor na lama. Ele gozou com um urro que ecoou pelos fundos do terreno, enchendo a irmã profundamente, o sêmen misturando-se a tudo — à urina, à excitação, à lama, ao leite derramado.

Mas não parou. A droga, a loucura, a depravação total — tudo o mantinha ereto, faminto, insaciável.

Ele se puxou para fora, e o sêmen escorreu imediatamente, branco e espesso, misturando-se à poça de fluidos no chão. Bianca mergulhou os dedos na poça — sêmen, urina, lama, leite — e se enfiou com aqueles dedos sujos na boca, mastigando, engasgando-se, rindo com olhos revirados.

— De novo — ela exigiu, de quatro, apresentando o ânus dilatado e sujo para ele. — De novo, de novo, até eu não aguentar, até eu desmaiar, até eu morrer aqui nesta merda!

Rodrigo obedeceu. Ele a penetrou analmente novamente, sentindo o próprio sêmen anterior como lubrificante quente, e a fodeu com um ritmo mecânico, desumano, observando a irmã se debater, se contorcer, masturbar-se com tanta força que sangrava.

Quando ela gozou, foi um espasmo convulsivo que a fez cair de lado, convulsionando, espuma nos lábios, olhos revirados mostrando apenas o branco. Rodrigo não parou. Ele a segurou pelos cabelos, arrastando-a de volta à posição, e continuou, usando-a como objeto, como buraco, como lixo.

— Você é nada — ele grunhia, cada palavra acompanhada de uma estocada. — Só um buraco. Só uma puta. Só minha irmã de merda.

— Sou nada! — Bianca concordava, delirante, consciente apenas suficiente para responder. — Sou sua merda! Sua puta! Sua cadela!

Ele gozou no ânus dela, uma segunda vez, uma terceira, perdeu a conta de quantas vezes a droga lhe permitia. Cada vez, ele a forçava a expelir o sêmen, a mostrar, a brincar com ele, a esfregar na própria barriga de grávida, no rosto, nos cabelos.

Ao final — se é que havia um final — ambos estavam cobertos de uma crosta de fluidos secos e úmidos, indistinguíveis um do outro, do chão, da vegetação podre ao redor. Bianca desmaiara duas vezes, acordara, fora foda novamente. Rodrigo sangrava de arranhões que ela lhe dera em transe, mordidas que haviam arrancado pedaços de pele.

Eles deitaram-se na lama, lado a lado, respiração ofegante, olhos fixos no céu azul impossível acima deles.

— Amanhã — Bianca sussurrou, voz destruída, garganta arranhada de gritos — vamos fazer isso na igreja. No altar. Com a padre Helena amarrada assistindo.

Rodrigo apenas assentiu, mão encontrando a dela, dedos entrelaçados na sujeira.

O jardim os havia devorado e cuspido, e eles eram agora algo pior do que antes. Algo que nem sequer era humano. Algo que era apenas sexo, sujeira, e a ligação impossível de irmãos que haviam tocado o fundo e cavado mais fundo.

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