#Bissexual #Corno #Estupro #Sado

Vagabunda gorda, puta suja!

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Lolabbw

Vou contar como eu amo ser fora do padrão, como eu amo ser uma vagabunda gorda esposa de corno.

Olá, me chamo Lola, tenho 46 anos, sou uma mulher de rosto lindo, sério, sou uma mulher linda, gostosa de corpo e rosto, morena clara meio india com cabelos negros lisos até o ombro, olhos verdes claros, um nariz bem desenhado, boca fenomenal, grande e com lábios grossos, bem gordões, to sempre maquiada que nem vadia, só uso maquiagens pesadas e fortes, meu corpo é enorme, sou imensa de gorda, uma verdadeira vaca ou porca depende do que vocês preferem, eu peso 138kg e tenho 1,78 de altura, com peitos grandes, pesados, auréola bem redondona e bicos grandes e pontudos, tão cheios que parecem estar cheios de leite o tempo todo que nem uma vacona, tenho um barrigão grande bem gostosa e volumosa, com um piercing no umbigo, pois gosto que vejam a gordona bem decorada, tenho as coxas bem grossas e desenhadas, uma bunda imensa que balança toda vez que ando, celulites, gorduras, pneuzinhos, tudo isso são parte do meu cardápio, essa peça bem suculenta, a parte mais importante do prato é um bocetão que modéstia a parte, é maravilhosa! Ela é carnuda, sempre bem inchada, com lábios grandes e grelão saltado pra fora, bem arrombadona, porque eu fodo pra caralho, o tempo todo tem uma pica ou duas enfiada nela, mãos, pés, enfim, o que dá pra enfiar eu deixo entrar, meu buraco de bosta também é enorme, todo arrebentadinho, um cuzão de porca bem estourado, decorado pela tava majestosa que tenho. Agora que vocês já sabem como sou gostosa, como meu corpo é, vou te contar sobre mim e sobre como eu amo ser eu, uma mulher fora de padrão, que faz o que quer, nunca tive nada na vida, sempre tive que correr atrás de tudo e por isso eu sou o que sou, é da minha natureza ser egoísta e pensar em mim mesma, no meu prazer, nas minhas realizações, apenas uma pessoa que me ama realmente como sou, me olha com brilhos nos olhos, sorri sempre que me vê, e eu faço questão de usar isso contra ele, de retribuir de forma violenta, sádica e cruel, pois é isso que gosto, me dá prazer, me faz sentir importante. Esse ser é o meu marido, Tarso, um homem simples, bonito até, bem magrinho, braços finos, bem mais baixo que eu, com 1,67 de altura, branco quase transparente, olhos claros azuis, cabelo sempre cortadinho estilo militar, se veste razoavelmente bem, mas tem um pintinho de dar pena, tem apenas 16cm duro, não é muito fino, então até da pra sentar e sem quebrar ele, mas também não é grossão, do jeito que gosto, então, eu faço ele entender que seu destino é me servir e ser um corno bem mansinho. Desde que começamos a namorar eu sempre impus sobre ele o que eu era e o que eu queria, ele também mais novo que eu 14 anos (tem 32), então nunca foi difícil ter autoridade sobre ele e conseguir o que quero, nosso sexo sempre foi muito louco, porque eu quero que seja assim, ele aprendeu a foder comigo, aprendeu comigo sobre fetiches, aprendeu a servir, vou dizer partes de alguns e algumas coisas que fui colocando na cabeça dela dele e o que fazemos.
Eu sou switcher, eu amo dominar, mas também amo ser dominada, porém, eu sou uma mulher de grande porte, pra me domar tem que ser um bruto, tem que saber tratar uma égua, ter força, ter agressividade, me colocar no meu lugar, de cara de no chão e cu empinado pra ser montada. Eu amo ser feita de cadela por vários machos pauzudos sem nenhum escrúpulo. Mas, como eu estava dizendo, um homem contrário ao que é necessário pra me dominar, vira presa, vira um frouxo e eu me alimento dos fracos, eu sugo toda sua energia e deixo ele rastejando no chão, que é o lugar que ele merece estar.
E assim eu faço com meu marido, fiz ele casar comigo no papel, assinar tudo o que precisa, ele é rico, sua família é dona de empresa de exportação alimentícia, ele sempre foi um Zé ruela e ninguém deu moral pra ele, ele recebe muito dinheiro da família mas ninguém liga pra ele, então foi meu alvo perfeito, eu dou a ele a "atenção" que ele merece e dou sentido pra sua vida, aqui estão algumas que coisas que eu amo fazer com ele.
Assim que eu acordo, ele já está de pé pra poder me servir, eu adoro quando ele vem depressa e se joga no chão de joelhos pra calçar meus pés, eu como durmo pelada, eu abro sempre bem as pernas quando sento na beirada da cama pra ele ter uma boa visão da minha buceta arrombada enquanto ele está de joelhos, eu pego ele pelos cabelos e mijo bem na sua cara, mando ele abrir bem a boca e assim que acabou eu esfrego a cara dele na minha bocetona e bato muito na cara dele com tapas pesados, por ele ter deixado eu mijar no chão e no lençol (eu sou uma porca e eu quero que se foda, eu mijo e cago onde quero), ele fica nervoso e pede perdão e tals tals, eu já saio andando com as tetas balançando e ando em direção a cozinha, a mesa já está arrumada, ele limpa tudo, arruma o quarto, troca lençol (quase todo dia eu faço questão de mijar lá pra ele sempre ter esse trabalho), então ele vem correndo pra mesa de jantar onde está toda arrumada com o café da manhã, bolos, cupcakes, pães recheados, sucos, iogurte, e eu sento toda abertona na minha cadeira que é parecida com um trono, toda decorada com almofadas rosas e brilhos, ele vem correndo e eu aponto o que quero e ele me dá todo na boca, eu me lambuzo toda, eu gosto de xingar ele enquanto como, cuspo a comida nele, chamo ele de inútil, de burro, de otário, frouxo, enfim, eu faço questão de sujar bem, isso me dá tesão, minha buceta fica pingando com ele me dando bolo de creme na boca e o creme caindo nos meus peitos, escorrendo na minha barriga, enquanto eu vou falando os pedaços caem na cara dele, eu cuspo nele, eu como muito, parte do meu fetiche é "stuffing" eu amo comer e ficar cada vez maior, quando eu acabo de comer eu digo a ele que é hora do café da manhã dele, eu levanto os braços e coloco atrás da cabeça, relaxo na cadeira, abro bem as pernas e ele começa a lamber meu corpo, recolhendo e limpando os pedaços que sobram, os resquícios, eu pego um pouco de calda e despejo por cima pra que ele possa passar aquela boquinha gostosa pelo meu corpo, puxo seu rosto sem direção ao meu e dou um beijo tesudo na sua boca, com muita língua, baba, é de revirar os olhos, eu amo demais! Mas me enjoo logo da cara dele e alerto suas bochechas e dou um arroto longo na sua boca, guio seu rosto pra minha axila bem peluda (não raspo as axilas, me acho tesuda assim, uma porcona desleixada), após isso tudo, empurro ele no chão, ele com aquela cara de retardado e assustado me olhando com olhos brilhantes, eu então faço sinal pra ele me acompanhar e vou andando devagar rebolando pra que ele veja o balançar da minha rebetona, assim que chegou na porta do banheiro eu olho pra ele com um sorriso sarcástico e mando ele chegar perto, ele vem engatinhando e começa a beijar meus pés, vem subindo, eu mando ele beijar minhas nádegas, lamber, e vou andando um pouco mais pra frente entrando no banheiro, ele vem seguindo com a cara colada na minha bunda, eu abro as nádegas e mando ele enfiar o rosto dentro e começar a dar beijos gostosos bem no olhão do meu cu, ele começa a beijar e lamber, babar tudo, eu começo a rir e começo a peidar, vem um peidão bem longo e barulhento, bem na sua cara, eu digo que se ele parar ele vai apanhar de ficar de cama por dias (ele sabe que eu faço isso mesmo), eu digo, namora bem esse cu seu filho da puta, beija gostoso essa boca de merda, e nisso começo a fazer força e já começa a sair a grossona, escuto ele engasgando e tentando desviar do restaurante, eu aperto seu rosto contra minha bunda e grito pra ele comer toda minha merda, pra abrir bem a boca, e eu gemia e cagava, mijava, ele todo imundo, mas estava amando, sua piroca estava tesa, dura como pedra, eu amando aquilo, é uma delícia torturar um ser mais fraco e fazer ele ir contra o que ele quer por tesão, medo, chantagem, não me interessa, desde que eu quebre ele por dentro e ele me satisfaça, acabo de cagar, ele fica me olhando de boca cheia, me dá uma ânsia e eu vomito na cara dele, xingando e dizendo que ele é um imundo que ele me dava nojo, eu entro no box e fico aguardando ele entrar pra me banhar, todo sujo daquele jeito e eu rindo, olhando pra ele é humilhando, ele me lava e limpa, permito quee beje, mame minhas tetas, permito que ele chupe minha boceta, ele se limpa, eu ignoro que eles está com tesão e tentando se controlar, eu mando ele organizar toda a casa, limpar a merda e a zona, arrumar a cozinha e organizar as coisas para meu almoço, eu exigo lasanha a bolonhesa, bife a parmegiana e de sobremesa eu ordeno uma torta de limão com bastante chantilly ( obviamente ele não cozinha, ele pede nos restaurantes que eu mais gosto e o café da manhã nas cafeterias que eu mando, como é rico e de nome importante, a entrega é muito rápida) bom período de espera e preparo do meu almoço e após ele limpar tudo, eu me sento no sofá daquele jeito, toda esparramada e aberta, bem vagabunda, faço o que uma puta gorda deve fazer, mando ele pegar um pack de longe neck, meu maço de cigarros, logo a tv, fico assistindo enquanto ele beija meus pés, massageia, e serve de distração e anti estresse pra mim, eu faço questão de vê-lo tossindo, eu assopro a fumaça do cigarro na cara dele, bato as cinzas na sua boca, nas costas, puxo seu cabelo e cuspo na cara dele, arroto, peido, atazanar ele é meu fascínio. O almoço é o mesmo pique do café da manhã, aquela nojeira gostosa, uma lambança tesuda, ele obviamente limpa tudo e nesse período eu tiro um sono da tarde pois a noite eu sou outra pessoa, aí entra o que falei no início do relato, eu me torno a presa de machos alfas, de predadores famintos, por isso o soninho. Acordo e começamos os preparativos pra sairmos, eu coloco uma roupa bem biscate, muito vadia, baixa, vulgar, que é o que amo ser e o traste não dá conta. Eu coloco uma saia muito apertada e curta, sem calcinha, um cropped que chega a ser escroto de tão apertado, ele é de botaozinho e somente um fecha, os outros deixam meu peito quase saltando pra fora, os bicões marcando, passo uma maquiagem de vabaga mesmo, e partimos, meu marido eu faço questão que ele vá de calcinha fio dental, cinto de castidade estilo gaiolinha, uma calça legging bem apertada, e uma camiseta feminina geralmente de cor única, branca ou preta, em gola V, pra ele aparecer bem viadinho encubado, eu amo quando ele se sente humilhado com vergonha, ele nunca reage e sempre faz o que mando, nossos locais preferidos sempre são bares baratos movimentados, pagodes, bailes funk, etc, paramos sempre nos que vemos que são mais fuleiros e que mal frequentados pois esses tem machos que vão pra atacar, eu já chego descendo do carro com cigarrão aceso na boca, já mandando o corno pegar uma bebida pra mim, de preferência a mais forte, normalmente ele trás aqueles copão mistureba, whisky com energético, com vodka e a porra toda, eu bebo sempre de golão, pra ficar bêbada logo, começo a dançar e me exibir, logo o primeiro macho chega e começa a me sarrar, na maioria das vezes são negoes mal encarados, pra virem pegar uma gorda puta que nem eu quase nunca são homens bonitos, mas são brutos, fortes, eles vem bêbados e chegam já passando a mão, eu já mostro o sorriso, e taco logo um beijão tesudo, teve uma vez que nesse movimento o negão puxou uma teta minha pra fora no meio do pagodão, mas geral louco nem ligou, o macho só abocanhou de uma vez só, começou mamar com fome as tetas da vacona, do nada vejo marido me olhando triste com cara de cachorrinho que caiu da mudança, eu olhei pra ele e comecei a gargalhar, o macho achou que eu tava de deboche e me deu um tapa estalado na cara que fiquei mole até, mas minha boceta pingou, ele me pegou pelos cabelos, chamou uns 4 amigos, todos negros e grandes, meio gordos e estranhos, e foi me arrastando pra trás do bar, tava escuro só com uma lâmpada daquelas velhas amareladas, eu estava muito bêbada e muito vadia, fui sendo puxada pelo braço e todos se juntaram e começaram a me apalpar, me beijar, chupar minhas tetas, passaram as mãos na minha bocetona, enfiaram os dedos no meu cu e viram o quao arrombado era eles sorriam e babavam enquanto me bolinavam, eu me ajoelhei no chão e comecei a puxar as bermudas e calças pra baixo, colocando aqueles caralhos pra fora, olha, vou te contar, eles eram uns escrotos sujos e bêbados, mas suas pirocas eram de cavalos, grossas, cabeçudas, veias saltadas, sacões cheios e pendurados, em volta das suas cabeças de pica estavam sujas e isso me dava água na boca, eu saboreava com volupia, aquilo me dava tesão, me fazia me sentir mulher, uma cachorra, eu gemia enquanto aquelas varas invadiam minha boca, eu babava, cuspia, escorria pelos peitões, um deles começou socar a vara na minha garganta até eu começar a vomitar, depois acreditem se quiserem, ele me beija como uma namoradinha, eu só retribuía, logo estavam todos chupando minha boceta, meu cu, suas mãos entrando em todos os buracos, eu era mordida, chupada, cuspida, estapeada, um céu pra mim, quando decidiram me foder me jogaram de 4 em cima de um papelão, rasgaram minhas roupas e eu fiquei praticamente nua, toda bagunçada, eles metiam com força e urravam como se fossem feras e eu uma vítima, eles empurravam na minha boceta que ela estava vermelha inchadona, eu gritava pedindo mais eram 5 machos alfas devorando uma fêmea indefesa, dividiram minha boceta meu cu, colocaram dois em cada, enfiaram maos inteiras dentro de mim, eu estava imunda, tinha merda, porra, mijo, tudo no chão eu tava mole e fraca, eles já estavam exaustos pingando de suor, alguns já haviam gozado algumas vezes, outros ainda não, eu estava em pé com eles de lovezinho, a gente se alisando e beijando, se babando, quando meu marido chega com uma cara de assustado, ele estava me procurando pela festa como se tivesse perdido a vida, eu olhei pra ele e os caras olharam já bravos perguntando quem er o viadinho, e eu disse que era meu marido eles riram e eu puxei meu corninho pra pertinho de mim, dei um abraço apertado nele e comecei a beijar sua boca, e olhei pra ele e comecei a forçar sua cabeça pra baixo, ele desceu morrendo de vergonha e começou a chupar minha boceta, eu disse não não não, virei a cabeça dele pra frente e puxei o primeiro macho que tava perto de mim pela piroca e já fui colocando na boca do meu marido, sem dar nem tempo dele falar, eu olhei pro macho e disse, usa essa bichinha do jeito que vocês quiserem, se ele reclamar desce a porrada! E eu comecei a forçar o trouxa pra mamar, eles se amotoaram com as picas na cara do meu marido, esfregando nele, colocando ele pra mamar, ele engasgava e eu batia na cara dele mandando ele chupar direito, ascendi mais um cigarro pra ver ele dando seu show, e enquanto eu fumava um macho veio por trás de mim enfiar no meu cuzao, eu peguei o cabelo do meu marido e fiz ele deitar no chão, sentei na cara dele e mandei o macho voltar a comer meu cu, enquanto esfregava o saco na cara do meu marido, mandei outro foder o cu dele, eu dizia fode essa putinha gay e arregaça até estourar, um se empolgou e começou a foder ele com força, outro me colocou pra mamar e ficamos naquela foda muito tempo, até que veio outro puto foder meu cu com força e eu comecei a me cagar , eu estava achando lindo, eu tomava no cu e cagava na cara daquele viado frouxo, eu gritava pra ele comer minha merda misturada com porra de um homem de verdade, ele gemia e engasgava, os outros começaram a bater punheta querendo gozar eu fiquei de pé , coloquei outro cigarro na boca pra fumar e comecei a deixar a merda cair na boca do imundo e mijar nele enquanto os machos gozavam e mijavam também, eu pisei no peito do meu marido e comecei a rir dele, os machos cuspiram nele, me deram cada um um beijo e umas porradas na cara e foram embora satisfeitos me deixando lá toda acabada, eu pego meu marido pela gola da camisa que tava toda suja e rasgada e levanto ele, seguro seu pescoco e começo a encher de tapas, eu batia mesmo, eu dei uma coça bem dada nele, joelhadas no saco, soco na barriga, no rosto, ele cuspiu sangue com o soco na cara, ele tava fraco e sem força depois de ter sido arrebentado pelos machos, eu empurrei ele no chão e comecei a xingar ele e rir ao mesmo tempo, acabei a humilhação, mandei ele me levar pro carro e irmos pra casa que eu queria mais e mais e essa era a vida dele de corno manso perdedor e viado doador de cu kkkk eu ria demais com a situação dele e batia uma siririca gostosa no carro pra ele ver como era a esposinha dele, quando descemos do carro, eu tirei a gaiolinha do pintinho dele que logo cresceu e ficou duro o pau, aquela piquinha adorou toda aquela situação, eu toda suja na garagem de casa abocanhei a piroquinha dele e fiz ele dar seu melhor, eu chupei gostoso, babei tudo, me joguei no chão de perna aberta e mandei ele meter tudo bem fundo na boceta suja da mulher dele, ele metia e eu não sentia nada, eu so ria e chamava ele de mixaria, de pintinho, virei de 4 e mandei ele foder meu cu cagado, com porra e tudo, ele nem pensou, ele ainda foi mais audacioso que eu imagimava, ele mergulhou de cara na minha bundona e chupou meu cu como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, ali eu realmente senti tesão, a submissão dele e adoração ao meu corpo me enlouqueceu, eu gemi alto e pedia mais, quando ele meteu e empurrava eu gemia não por estar sentindo aquela miséria dentro de mim, mas pela devoção que ele estava tento em me foder, em tentar me fazer sua cadela, não tava dando certo, mas seu esforço me divertia, eu rebolei muito nele, ele gritava desesperado de tesão, metia no meu cu como um cachorro no cio, eu ria e humilhava ele, depois fiquei em pé, fumei mais um cigarro mandei ele me foder em pé, eu com o cigarro na boca sem nem tirar e ele metendo na minha boceta ou tentando, se desesperando e tossindo com a fumaça me fez gozar um squirt tão gosto que eu nunca vou esquecer, eu molhei ele todo, ele gritava, eu empurrei ele, ainda com cigarro na boca eu não disse nada, agarrei as bolas dele com força em uma mão e com a outra eu bati um punheta pesada olhando seria pra ele, com tesão, com raiva, eu socava aquela piroca e apertava suas bolas com força a ponto de quase estourar, quando ele começa a se tremer e a porra vir em jatos , grossa, espeça, cheiro forte, eu pego o cigarro e apago na cabeça do pau dele, ele grita mas não queima muito porque tava com muita porra, mas ele se assusta e aquilo já me satisfaz, levanto mando ele limpar tudo e ir me dar banho para me colocar pra dormir como sua deusa e rainha que eu sou. Ele faz prontamente sem reclamar, e sim essa é minha vida, essa é minha rotina, eu amo ser uma vagabunda gorda esposa de corno, espero que saibam como é bom. Beijos, Lola bbw.

Comentários (4)

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  • Anonimous: Já tive a sorte de foder algumas gordinhas igual a você na vida!

    Responder↴ • uid:1cybln1lt6ye
  • Punheteiro: Caralho,pela sua descrição vc é uma puta de uma gostosa e ainda tem as axilas peludas,eu amei

    Responder↴ • uid:3ynzegw6t0d
  • Putin: Meu sonho encontrar uma deusa dessa, pqp, nunca acho, não existe, não sei se é verdade ou não, mas eu aceito qualquer coisa por uma mulher como você!

    Responder↴ • uid:10x6ofcphy2l
  • Carlos: Adoro essas histórias que dá um tesão gigantesco de ver uma vadia toda arrumada. Quiser falar mais sobre essa história https://x.com/CarlosAnde65131

    Responder↴ • uid:1dj7drnmuc2d