#Gay #Teen #Virgem

Gay desde novinho

1.9k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Alberto

Quando éramos adolescente minha irmã não tinha muito cuidado com suas roupas intimas e por certo período passei a bater punheta cheirando suas calcinhas usadas, passei a ter verdadeira fixação por calcinhas e sutiãs, não sei em que instante eu fui pela primeira vez à gaveta de calcinhas de Suzi e experimentei uma calcinha dela, aproveitei o espelho do quarto dela e vi minha bundinha com gordinha coberta por aquela calcinha azulzinha de rendinha e tive uma ereção e olhando para o espelho bati uma maravilhosa, melecando toda a calcinha que eu mesmo lavei. Passei a levar as peças para meu quarto e inicialmente passei a desfilar em meu quarto de um lado para o outro usando calcinha e sutiã, até ficar bem excitado e me masturbar. Um fim de tarde quando ia passando em frente da casa do Sr. Juarez ele me chamou dizendo que tinha um presente para mim, não estranhei, pois ele vivia me pedindo para ir comprar cigarros e outras coisas para ele e recebi o pacote, mas antes de sair ele me chamou até seu banheiro e me levantou até o vitro que eu ainda não alcançava e mandou eu olhar para fora, não entendi nada, era minha a janela de meu quarto e ele me falou: "Só abra o presente quando estiver sozinho". A partir daquele instante comecei a ficar curioso, entrei em casa e me tranquei no meu quarto, quando abri o pacote vi ser uma calcinha vermelha tipo bem cavado e um sutiã vermelho com bordados pretos. Imediatamente olhei para a janela que ficava aberta quase o tempo todo notei que havia uma cabeça olhando pelo vitro do vizinho e entendi. Quase morri de vergonha, Sr. Juarez tinha me visto desfilar com as roupas intimas de minha irmã, morri de vergonha. Corri para fechei a janela e esconder o presente no fundo da gaveta. A noite, eu não conseguia dormir não só pelo fato de o quarto estar abafado com a janela fechada, mas louco para experimentar aquelas duas peças. Levantei, tirei o shorts e vesti o presente que me serviu certinho e quando olhei no espelho meu bumbum empinadinho, comecei a me masturbar e pela primeira vez usei a outra mão para alisar o sutiã como se ele estivesse segurando um par de peitinhos. Naquela noite, usando aquele conjunto maravilhoso, acabei me masturbando duas vezes. No dia seguinte, dei a volta no quarteirão para entrar em casa pelo outro lado, sem passar na frente da casa do Sr. Juarez e a primeira coisa que fiz foi fechar a janela, no fim da tarde com o sol batendo direto na janela estava insuportável ficar no quarto, mas não resisti a vontade de bater uma e enquanto eu descascava e alisava "meus peitinhos" a imagem de Sr. Juarez veio a minha mente e eu gozei. No outro dia um sábado eu passei a manhã toda na sala de casa tentando entender o que estava acontecendo e logo depois do almoço fui tomar um ar na varanda e lá estava meu vizinho com aquela carinha olhando para mim. Corri para o meu quarto, me joguei na cama e me armei de coragem, coloquei minha "roupinha intima" e abri a janela e olhando para o vitrô pude constatar que Sr. Juarez estava ali me olhando e comecei a desfilar, não sei se foi a primeira vez que rebolei, mas me senti a própria miss em uma passarela e me masturbei gozando forte com a certeza que meu observador estava fazendo a mesma coisa. Tomei um banho caprichado e fui sentar na área. Não demorou para o Sr. Juarez aparecer e sorrir para mim. Na manhã de domingo querendo saber exatamente o que era tudo aquilo, bati na porta do meu vizinho que veio atender a porta usando apenas uma cueca samba canção e escancarou a porta para eu entrar. Rapidamente sentei no sofá e meu anfitrião entrou novamente no quarto e voltou com outro pacote de presente e meu deu para abrir, para minha surpresa não era uma calcinha de puta e sem uma de menina novinha com aqueles desenhos de ursinho pintados em azul em fundo branco e o adulto pediu para eu experimentar, meio envergonhado, tirei meu shorts exibindo meu pintinho e constatei que o presenteador tinha acertado exatamente o tamanho da calcinha, o que na deve ter sido difícil pois naquela época com quinze anos eu tinha um corpinho magrinho e era mais baixinho do que sou hoje. Não me assustei quando Juarez me abraçou, segurou com a ponta dos dedos meu minúsculo pintinho e esfregou seu bigodinho escovinha no meu pescoço, mas meu corpo inteiro se arrepiou e esbocei uma reação, Juarez sem perder a calma, voltou ao quando voltou tinha um lindo sapatinho de salto e um lacinho em cima e disse que apostava que era meu número. Não pensei duas vezes encantado e calcei o sapatinho. Juarez sentou em uma poltrona pedindo para eu desfilar pela primeira vez usando salto e quando sentou, aquela torra maravilhosa saiu pela braguilha da samba canção, fiquei um tempinho admirando aquela piroca linda e tentei alguns passos e assim que tropecei por não saber ainda andar com salto, Juarez me ambarou colocando-me sentado em seu colo e usando sua experiencia foi com a boca direto em meu mamilo e com uma das mão passou a manipular meu pintinho que estava super duro, não demorou e eu gozei pela primeira vez tendo os peitinhos mamados nossa que delícia e ainda sentindo aquela coisa maravilhosa não reagi quando ele legou minha mão a sua pica. Adorei sentir aquela coisa dura, grossa e quente pulsar na minha mão. Arthur limpou minha piroquinha com um lenço que estava em uma mesinha de canto e continuou a manipular meu pintinho e colocando a mãe sobre a minha, me incentivou a masturba-lo, logo eu estava fazendo o que me foi sugerido com muito gosto enquanto trocávamos nosso primeiro beijo, senti minha mão toda melecada, meu sedutor tinha gozado. Sem dar trégua o macho me colocou em pé em frente e de costas para ele, baixou minha calcinha e passou a língua no meu rego, passei a sofrer uma tremedeira incontrolável e ele virou de frente para ele, engolindo com a boca meu pintinho enquanto ele passageava com a ponta dos dedos as bordas do meu cuzinho e eu gozei na boca dele. Juarez limpou tudinho com a boca, vesti meu shorts e fui para casa. Após o almoço eu estava agoniado e no fim da tarde não resisti tomei o banho que sempre tomava naquele horário e vendo que todos estavam assistindo televisão, avisei que ia brincar na rua. Saí de casa olhando para todos os lados, forcei a maçaneta da porta da sala do Juarez e entrei, ao trancar a porta ouvi ele dizer que tinha me esperado a tarde toda e me deu um selinho. Sentamos lado a lado no sofá passamos a folear uma revista de putaria quando Juarez puxou pela perna do shorts sua pica e sem pedir eu já a peguei com as duas mãos e fiquei olhando fixamente para aquela cabeçorra linda e ele fez pressão na minha nuca, dando a desculpa ideal para eu não resistir mais a minha vontade, abri a boca e experimentei a resistência daquele cabeção entre minha língua e o céu da minha boca e por puro instinto passei a sugar enquanto masturbava o cilindro com a mão. Ao sentir o dedo de Juarez cutucando meu rabinho por cima de meu shorts meu cu passou a piscar descontroladamente e recebi meu primeiro jato de borra na boca. Lavei a boca na torneira da pia do banheiro e fui para casa. No dia seguinte ao não conseguia me concentrar na aula, aquele filminho dos acontecimentos do dia anterior vinham a todo instante a minha cabeça. Naquela tarde, a casa de Juarez esteve fechada o tempo todo e já era tarde quando vi a luz do banheiro dele acender, todos em casa já estavam dormindo e eu saí pela porta da cozinha e novamente a porta do Juarez estava aberta. Ele estava me esperando sentado no sofá, nos abraçamos e ele baixou meu shortinho e abocanhou meu pauzinho enquanto cutucava com cuzinho com o dedo fazendo-me gemer como uma gatinha no cio. Delicadamente ele dobrou meu corpo no assento do sofá e eu fiquei com a bunda para cima com o shorts no joelho e senti as primeiras pinceladas no meu rego, não existe sensação melhor ele no desespero louco para ser arrombado me masturbei desesperadamente e gozei lambuzando o sofá e logo senti jatos de porra entre minhas nádegas. Durante todas as noites daquela semana, quando eu via a luz do banheiro do Juarez ligada eu corria para lá para levar esporrada na portinha do cu enquanto me masturbava. No sábado a tarde foi diferente ficamos os dois nuzinhos e Juarez enfiou a língua em meu cuzinho levando-me a loucura e Juarez sentou no sofá com aquele delícia apontando para o teto, segundo suas orientações, segurei na parte de cima do encosto sofá, fiquei de pé no assentou e flexionei os joelhos em um posição quase de cócoras e senti a cabeçorra na portinha do meu cuzinho adolescente e virgem e deixei o corpo descer um pouquinho, a piroca saiu da posição algumas vezes até que em uma tentativa eu senti a maior dor do mundo ao ser arrombado e Juarez me segurou impedindo que eu tirasse aquela cabeçona da minha argola. Chorei no ouvido dele e permanecemos imóveis e ele me perguntou se eu queria parar, balancei a cabeça indicando não e deixei entrar só mais um pouquinho sentindo aquela dor horrível, passei a levantar um pouquinho e em seguida descer sem deixar entrar mais do que já tinha entrado e recebi jatos e mais jatos de leite de macho no meu cu ouvindo o belo som que meu sedutor produzia. Naquela semana sem me importar com a dor e contando com os carinhos de meu foder domei no cu todos os dias e cada vez que eu dava mais vontade de dar eu tinha. Em menos de duas semanas eu já estava rebolando com a vara toda enterrada no cu. Aos dezoito anos quando já tinha dado vários outros homens saí de casa e vim morar na Capital onde por algum tempo trabalhei na avenida, hoje tenho uma ateliê e um namorado pirocudo fixo.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos