Comi a merendeira mal-humorada da escola
Convenci a merendeira a me servir o lanche especial dela.
Eu tinha 15 anos na época e já fodia regularmente minha avó e Rosa, sua amiga. No entanto, comer as duas praticamente todo dia não apagou meu fogo, só alimentou mais ainda meu desejo por mulheres mais velhas. Eu olhava para as vizinhas, as coroas na rua e ficava tomado pelo desejo, imaginava elas nuas, na cama.
No entanto, apesar de todo meu desejo, eu tinha vergonha de chegar nas mulheres, medo da rejeição, até porque parecia difícil uma mulher mais velha querer dar pra um garoto (mesmo já tendo acontecido kkkk).
Enfim, tomei coragem para ir atrás do meu mais novo alvo: Ana Lúcia. Ela era a merendeira da nossa escola, uma mulher de 60 anos com cara de poucos amigos, baixinha, gorducha, cabelo grisalho e desarrumado que escapava por baixo da touca, e uma verruga no nariz que a fazia parecer uma bruxa. Além da aparência, ela era bastante ranzinza, impaciente e um tanto grosseira. Os colegas zoavam dizendo que era falta de pica, e eu levei isso pro coração.
Ela se tornou o alvo perfeito porque, provavelmente, estava sedenta por pica, era feia então devia ter poucas oportunidades e como eu não gostava dela, tonha pouco medo da rejeição, o combo perfeito. Só me faltava uma oportunidade para chegar nela, era inviável na escola com o trânsito de pessoas, porém ela saía no mesmo horário que os alunos, bom, um pouco depois, de tarde era outra merendeira, então pus meu plano em prática: esperei ela sair e segui até o ponto de ônibus. Não era meu ônibus, mas eu não me importava, precisava de uma abertura pra chegar nela. Não perdi tempo e puxei logo assunto, ela revirou os olhos mas respondeu. Eu quis quebrar o gelo, então agradeci pelo lanche do dia, disse que estava delicioso e ofereci um doce como agradecimento.
Ela ficou genuinamente surpresa, acho que não recebia muita coisa de ninguém. percebi a aliança de casamento, mas não ia deixar isso me impedir. Fui conversando com ela, sondando informações, perguntando sobre ela. Descobri que tinha 61 anos, era casada mas o marido era pedreiro e estava em outro estado a serviço, tinham dois filhos já adultos que moravam em outra cidade, ela efetivamente estava sozinha esse período. Essa primeira vez só serviu para coletar informações, ela saltou no ponto dela, eu saltei no próximo e quase me perdi, demorei para chegar em casa.
Repeti isso por vários dias. O atraso valia a pena para me aproximar dela. Ia conversando, perguntando, descobrindo mais sobre ela, dando doces e pequenos agrados, tentando fazer ela se sentir especial. Aos poucos senti ela mais gentil comigo, os olhos até brilhavam quando me via. Ela começou a me dar porções maiores e até alguns doces em segredo. Quando ela me via esperando a saída dela, andava até mais rápido. Demorou duas semanas, mas ficamos bastante próximos. Ela começou a perguntar sobre mim também, se tinha namorada, se morava perto dela, meti um migué e disse que um parente morava perto. Enfim, fui sentindo um interesse da parte dela, não sei se sexual, mas estava interessada em mim.
Por fim, na quinta-feira ela me convidou para sair da escola, passar a tarde na casa dela e jantar lá. Ali eu já sabia que ia me dar bem, só jogar as cartas direito. Já na casa dela, ela perguntou se eu me incomodaria se ela vestisse algo "mais confortável". Ali eu sabia que ia rolar, só faltava tempo e um incentivo. Ela entrou no quarto e eu fiquei no sofá. Olhei algumas fotos, esperando por ela. Ela não demorou e saiu do quarto com uma blusa regata de malha e shorts legging, a blusa tinha um decote bem aparente.
"Te incomoda se eu ficar assim?" Ela perguntou
"Não, fica tranquila, na sua casa você tem que ficar confortável... E eu gosto bastante do que eu vejo!"
Ela ficou encabulada, mas não respondeu. Ela disse que ia descansar um pouco antes de fazer a comida e sentou no sofá ao meu lado. Pedi para usar o telefone e avisei em casa que jantaria fora. Voltando ao sofá, ela me pediu para ligar a televisão e perguntou se eu queria lanchar algo. Eu vi logo a oportunidade de jogar um verde.
"Bom, tem algo que quero lanchar sim, mas acho que você não vai querer me dar!" Eu disse, olhando bem para o corpo dela, principalmente para o decote.
Ela me encarou por alguns segundos antes de responder.
"Menino, me respeita, tenho idade pra ser tua vó!"
Eu queria dizer que comia minha vó, mas contive.
"Desculpa... É que eu fiquei animado te vendo assim, nunca vi a senhora com decote ou roupa colada. Desculpa se te desrespeitei!"
Ela suspirou.
"Não esquenta sua cabeça... Mas, deixa eu te perguntar, você ficou animado com o quê exatamente? Eu sou uma velha toda acabada, você devia ficar animado é com as meninas da sua turma, com tudo no lugar, corpinho perfeito!"
"Ah, é que... Bom, de uns dias pra cá venho conhecendo a senhora melhor e vendo uma mulher doce e gentil, aí agora te vejo com esse decote, toda leve... É erótico!"
Ela me encarou por alguns segundos
"Você acha? Meu marido só sabe dizer que tô feia e acabada, há 2 anos ele nem... Me toca... Você sabe!"
"Otário demais esse cara! Se fosse eu, ia te pegar de jeito todo dia!"
Ela olhou para mim, surpresa e ficou mais alguns longos segundos em silêncio.
"Garoto, não fala essas coisas, você é novinho demais, eu já sou velha..."
"E daí? A idade é só um número, o importante são outras coisas!" Eu disse, sedento de vontade
"O quê?"
"Companhia, amor, carinho, cuidado... Prazer!" Respirei fundo e continuei "você se sente bem junto comigo?"
"Bom... Sim, tanto que te chamei para minha casa!"
"E você me acha bonito? Atraente?"
Ela olhou para mim, varrendo meu corpo com os olhos
"Você é um rapaz bonito, mas é tão novinho... E cpm a camisa do colégio, piorou!"
Eu tirei a camisa
"E sem?"
Ela olhou para meu torso sem camisa
"Olha... Se eu tivesse uns 20 anos... É, se você me cantasse, eu até abria as pernas, mas tô velha..."
"Deixa eu te fazer sentir jovem de novo."
Passei bem uns 20 minutos adulando ela, elogiando, flertando, dizendo que era linda e que não me incomodava com o peso dela.
Por fim, ela disse pra irmos ao quarto tirar a roupa e se eu ficasse duro vendo o corpo dela, transaríamos. Uma vez no quarto, tirei a roupa, revelando meu pau meia-bomba. Ela então se despiu, revelando os peitões com as auréolas inchadas, a barrigona cpm estrias, as coxas e bunda com celulite e a buceta peluda escondida embaixo da barriga.
Na hora meu pau pulou. Ela arregalou os olhos, então eu a abracei, beijei sua boca, a joguei na cama e comecei a fazer sexo oral nela. O cheiro de suor era forte na buceta dela, mas eu chupava com gosto mesmo assim, chupava com carinho, até ela se molhar toda, então subi nela e comecei a meter. Ela gemia alto, gemiia forte, até que gozou no meu pau e, na sequência, gozei dentro dela. Ficamos abraçados e ela começou a chorar,pois há muito tempo não recebia do marido.
Avise que dormiria fora de casa e, depois da janta, passei a noite arregaçando a buceta deia.
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